História Jaehyun e Ten, café requentado e um escritor apaixonado - Capítulo 1


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Jaehyun, Ten
Tags Jaeten
Visualizações 38
Palavras 735
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Slash, Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Super normal se alguém não entender bulhufas. Adivinha quem, por preguiça de fazer café, esquentou ele e tomou? Eu mesmo.

ouçam 'Aphrodite' do Rini.

Capítulo 1 - Tapete vermelho felpudo.


Fanfic / Fanfiction Jaehyun e Ten, café requentado e um escritor apaixonado - Capítulo 1 - Tapete vermelho felpudo.

O radinho vermelho e com a antena quebrada, tocava algum hit do momento. O quarto de paredes branco encardido era iluminado por uma faixa de raio do sol. Tarde calorenta e tudo o que Chittaphon conseguia fazer para se distrair daquele calor, era dançar um pouco em seu quarto enquanto um outro alguém escrevia atentamente em um caderno de folhas amareladas. 

Cansado e transpirando, o tailandês se jogou no piso de madeira coberto pelo seu querido tapete vermelho de felpudo, correndo os dedos por entre a maciez dos cabelinhos. Após o rádio falhar as pilhas novamente, Chittaphon bufou pensando que teria de comprar mais pilhas se quisesse continuar a ouvir suas músicas. 

Repentinamente, nuvens cercaram o brilho do sol, fazendo escurecer parte da cidade. Eram nuvens escuras, cinza e carregadas de água que não demorará muito para regar as casas e jardins. O tailandês deixou crescer em seus lábios um sorriso de orelha a orelha, feliz somente de pensar em sentir o cheiro da chuva outra vez. 

Então, seu olhar caiu sobre o garoto que ainda não havia dito uma palavra depois de chegar em sua casa. Yoon-Oh estava concentrado em algo que escrevia em seu caderno. Hora mordia a língua ou os lábios, hora batucava o lápis sobre as folhas do caderno. 

Dando de ombros, Chittaphon engatinhou até um copo com café que o outro havia trazido para si, ansioso em deleitar-se na bebida. Mas, assim que deu o primeiro gole, engoliu à força e pôs a língua para fora, fazendo uma careta.


— Yoon-Oh! Você quer me matar? Café velho e esquentado com leite? Você não me ama mesmo. — Murmurou a última frase, formando um beiço em seus lábios.


Tomou um susto quando, subitamente, o outro se pronunciou.


— O que acha disso. — Oh se aproximou de Chittaphon, que estava curioso para, finalmente, saber o que tanto ele escreve naquele caderno. — "Estava perdido em seus detalhes. De seu nariz exageradamente empinado, aos olhos felinos, os lábios finos e que parecem clamar pelos meus (ou seria o contrário?). Tudo nele me é tão fascinante, até o som de sua doce voz deixa-me embasbacado. Seu corpo, ó céus, desejo tanto poder senti-lo se encaixar ao meu em uma dança obscena, onde nós nos amamos perigosamente aos últimos raios do sol."


Yoon-Oh finalizou, olhando para o tailandês e sorrindo divertido com a expressa que vira no rosto bonito. 


— E aí, você gostou?


— É um poema? Um-


Romance. — Concretizou, dando um sorriso orgulhoso de si. — Você gostou? 


— Sim! — Exaltou-se, ainda sentindo o gosto de café requentado em seu paladar. — Só que — se ajeitou no tapete, deixando o copo de lado — tudo parece tão… Carnal. Quer dizer, o personagem parece ser apaixonado apenas pelos detalhes físicos do amado. Então, a história conta somente sobre uma relação de sexo? 


Chittaphon notou o olhar tedioso de Yoon-Oh e caiu na risada.


— O que foi? 


— É claro que ele não é apaixonado só pelos traços do outro, Chittaphon! Isso são… São apenas detalhes! Tem toda a paixão envolvida, o amor que explode sensações em ambos, a paixão que queima seus neurônios e os hormônios que transbordam de sua pele em forma de flores. — Yoon-Oh gesticulava com as mãos e o tailandês tentava não rir do quão fofo o outro estava tentando explicar toda a situação. — Mas, o problema é que Jaehyun não consegue expressar, diretamente, os seus sentimentos por Ten. E isso torna a relação mais… Mais difícil, vamos supor. 


Enquanto dizia cada palavra, seu olhar permanecia na mão do tailandês que, por sua vez, não conseguia conter o sorriso idiota que adornava seus lábios ao ver o outro explicando tudo de uma maneira tão engraçada e fofa


— Eu baseei o Jaehyun em alguém. E o Ten também. — Comentou, dando de ombros como quem não queria nada. Olhou para Chittaphon.


— Sério? Em quem? — Perguntou se aproximando mais do outro, deixando-o sem ar


Yoon-Oh engoliu em seco, inclinando-se para trás e apoiando as mãos no tapete felpudo, encarando o olhar devorador de Chittaphon que inclinava-se em sua direção. 


Érr… Como assim o café estava ruim? Eu juro que fiz ele ontem à noite! E como sabe que foi esquentado? — Jaehyun se levantou rapidamente, seguindo rumo à cozinha, sendo seguido por Ten.


— Você vai mesmo mudar de assunto, Yoon-Oh? Volte aqui! 



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