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História Jamais vou te esquecer - Capítulo 2


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Notas do Autor


Espero que estejam gostando da Fanfic, vou tentar postar o máximo pra vocês!! 🧡

Capítulo 2 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction Jamais vou te esquecer - Capítulo 2 - Capítulo 2

Armando narrando:

Meu corpo e minha cabeça doem, não consigo abrir os olhos, minha respiração está fraca, sinto que estou em uma maca, não sei para onde estão me levando, ouso vozes aparentemente são os enfermeiros.

— Um acidente de carro na rodovia 264, um homem e uma mulher feridos - a voz soa distante.
— Cadê minha esposa? Betty, Betty - falo um pouco sonolento, tenho que tentar falar, mais ninguém parece me compreender, ninguém me responde, abro e fecho os olhos, vejo pessoas de relance, fleches de luzes, sinto um sono terrível e apago novamente. Acordo e estou em uma cama de hospital em um quarto, não há ninguém por perto, apenas o barulho incansável dos aparelhos, me sento um pouco na cama tentando raciocinar sobre tudo que aconteceu, uma enfermeira entra no quarto e ajeita a bolsa de soro.

— Cadê minha esposa? Você sabe se ela está bem? - minha voz ainda saí fraca.
— Ela está no quarto ao lado, ela infelizmente está em coma, mais está estável, ela teve ferimentos um pouco graves, mais que já foram tratados - a enfermeira para na minha frente, suas palavras soam como um soco no meu estômago.

— Eu preciso vê-la! - digo tirando a coberta de cima de mim e colocando as pernas para a beira da cama, meu corpo ainda doí, tento descer da cama, mais o acesso do soro na veia do meu braço me impede.

— O senhor não pode sair agora, fique calmo, você precisa descansar, amanhã você poderá vê-la - ela se aproxima me colocando novamente na cama.
— Eu preciso sair daqui, por favor me deixe ir! - suplico, sinto algumas lágrimas já querendo rolar.
— Fique calmo senhor, amanhã você vai rever sua esposa!
— Quanto tempo para ela sair do coma? Ela vai ficar sempre assim? - preciso de uma resposta, falo na tentativa de saber de algo, não posso suportar essa ideia de ela estar em coma.
— Não sabemos, ela precisa acordar sozinha, ela pode acorda amanhã, daqui uma semana ou até daqui 1 mês, é muito inserto, ela tem que acordar por si própria! - ela diz pegando um remédio e aspirado com a seringa.
— Não, ela precisa acordar, eu preciso ver ela, me deixe sair daqui - grito e me mexo rápido tentando me desvincular daquele aceso, começo a chorar.
— Vou aplicar um sonífero em você, assim você fica mais calmo, com o trauma do acidente é normal te deixar assim agitado - ela injeta o sonífero na outra veia do meu braço esquerdo.

— Descupe, eu não preciso disso, me deixe apenas..... - mal consigo dizer as últimas palavras, não consigo manter meus olhos abertos, eles ficam pesados e apago novamente.
                               
                                       * * *   
Acordo como se eu estivesse dormido durante anos, já é de manhã do outro dia, olho para o clarão da manhã que invade o quarto, estou com uma leve dor no meu braço esquerdo, mais a dor ao redor do meu corpo passou surpreendentemente, deve ser essas drogas de remédios que eles tanto injetaram em mim, minha mente não para de pensar na Betty, foi tudo minha culpa, eu não deveria ter me distraído, deveria ter tentado tirar o carro do cruzamento, se alguma coisa acontecer com a Betty eu nunca vou me perdoar, eu preciso ver ela, preciso toca-lá, senti-lá, tenho que ter a certeza que ela está bem. Planejo assim que alguém do hospital entrar, vou exigir ver a Betty, não aguento mais ficar sem saber notícias dela, assim que estou entre meus pensamentos de culpa e de preocupação, um dos enfermeiros entra pela porta, estalando um barulho enorme.

— Bom dia, que bom que acordou! - ele balança a cabeça em sinal de comprimento.
— Bom dia, posso falar com você? - tento parecer centrado.
— Claro, pode falar! - ele chega até a beira da cama.
— Ontem uma das enfermeiras me disse que eu poderia ver a minha esposa, você pode deixar eu ir vê-lá ? - pergunto na esperança de receber uma boa resposta.
— Claro que sim, um dos médicos vai vim fazer uma atadura no seu braço e você tem que trocar de roupa, deixei umas roupas da doações alí, pode ir até o quarto dela depois disso! - ele aponta para as roupas encima da poltrona.

Finalmente um dos médicos chegam e fazem então a atadura em meu braço, respiro aliviado em saber que vou poder ver a Betty, me levanto devagar da cama e um dos médicos me acompanham até o quarto ao lado. Entro no quarto e Betty está dormindo, com aparelhos em seu peito e também um bolsa de soro passando pela sua veia, meu coração aperta em observar ela nesse estado, alguns machucados e arranhões pelos braços e rosto dela tomam conta, me aproximo da cama tentando controlar o choro e pego na mão dela.

— Oi amor, eu estava com saudades de você - passo a mão pela sua testa.
— Você precisa acordar para podemos voltar pra casa, eu preciso de você - digo sussurrado baixinho.
— Preciso que você reaja, por favor meu amor não me deixe e acorde! - uma lágrima minha pinga no travesseiro dela.

Me sento ao lado dela e fico segurando sua mão, acariciando com o dedão as costas da mão dela, não consigo parar de pensar o quanto eu fui culpado por isso.


Notas Finais


Eaí gente oque vcs acharam do capítulo de hoje? Como vocês acham que ela vai reagir ao acordar? Bom, espero que tenham gostado do capítulo! 🧡


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