História Janela Indiscreta - Capítulo 16


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Categorias Seraph of the End (Owari no Seraph)
Personagens Ashuuramaru (Asura Tepes), Crowley Eusford, Ferid Bathory, Guren Ichinose, Krul Tepes, Lacus Welt, Mahiru Hiiragi, Makoto Narumi, Mikaela Hyakuya, Mitsuba Sangu, René Simm, Shihou Kimizuki, Shinoa Hiiragi, Shinya Hiiragi, Tenri Hiiragi, Yoichi Saotome, Yuuichirou Hyakuya
Tags Lemon, Mikayuu, Yaoi, Yuumika
Visualizações 121
Palavras 3.222
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Transsexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


oiii gente. olha eu aqui de novo. kukukukus
eu tinha planejado postar essa capitulo daqui a dois dias mas não me aguentei e aqui está.
Ta de madrugada, eu sei, me desculpem.. kkkkkk
OBS: a musica que eu usei vou deixar o link nas notas finais. até lá então, beijoss...

Capítulo 16 - Sensações


Fanfic / Fanfiction Janela Indiscreta - Capítulo 16 - Sensações

–Anthony leve minhas malas para os meus aposentos. -a voz firme de Tenri ressoou em meus ouvindo enquanto ele dava instruções para o seu segurança e então ele se virou em nossa direção.   –Shinoa. -ele disse a olhando e ela levantou graciosamente alisando a saia do uniforme e se dirigiu até ele, era até estranho ver Shinoa sendo tão polida e recatada assim, ela só agia dessa forma quando vovô estava em casa.

 –Bem vindo de volta, pai. -ela sorriu e ele se abaixou para que ela pudesse beijar sua bochecha.

 –Espero que tenha ficado na linha enquanto eu estava fora. -ele disse quando ela se afastou segurando os braços atrás de si e ela confirmou com um aceno.  –Agora vá trocar o uniforme e se prepare para o jantar. -ele ordenou e ela saiu me olhando de relance e eu suspirei, eu nunca entenderia porque ele era tão duro com ela.

 –Vovô... -eu chamei me levantando e atraindo a sua atenção.  –Não seja tão duro com ela, ela está tentando o seu melhor. -eu disse enquanto me aproximava dela.

 –Faço isso para o bem dela garoto, ela tem que entender como as coisas funcionam. -ele disse desabotoando os botões do paletó.

 –Eu acho que ela sabe como as coisas funcionam.

 –Eu dizia a mesma coisa da sua mãe e agora veja o que aconteceu com ela. -seu olhar estava penetrante quando ele terminou e logo depois ele suspirou passando a mão pelo cabelo.  –Venha aqui meu neto. -ele sorriu me estendendo a mão.

 –Senti sua falta vovô. -ele riu quando peguei sua mão e ele me puxou para um abraço.

 –Eu também Yuuichirou. -ele disse quando nos separamos e me dirigiu ao seu escritório, me sentei no sofá que tinha no seu escritório enquanto andava pelo local analisando a organização.  –Você não tem me enviado muitos e-mails nas últimas semanas. -ele se sentou ao meu lado assim que terminou de inspecionar o cômodo.  –O que houve? O Ichinose confiscou seu computador novamente? -ele perguntou me analisando enquanto cruzava as pernas e eu ri lembrando no real motivo de eu não ter enviado tantos e-mails como de costume.

 –Na verdade não. -eu comecei e ele arqueou uma sobrancelha na minha direção.  –É um pouco mais que isso. -eu apertei a nuca tentando evitar seu olhar penetrante em cima de mim.

 –Continue.

 –É que... -eu ri sem jeito e ele se endireitou mais ainda no sofá, fazendo a típica pose intimidadora dele e eu suspirei derrotado.  –Tudo bem, tudo bem... Eu conheci alguém e as coisas foram meio turbulentas no começo. -olhei para cima e ele estava sorrindo, me fazendo suspirar de alivio.

 –Você ainda não tinha mencionado isso. -ele se levantou tirando o paletó e afrouxando a gravata.

 –Eu sei, sinto muito. Eu sei que sempre menciono quando estou saindo com alguém, mas é que dessa vez foi tudo tão rápido que eu nem tive tempo de falar sobre. -ele riu e pegou um porta retrato que tinha uma foto dele e da falecida esposa quando eram jovens.

 –Quando eu conheci sua avó foi exatamente assim, eu não conseguia parar de pensar nela e eu tinha o mesmo brilho no olhar que você tem agora. -ele parecia nostálgico enquanto olhava o porta retrato.  –Acho que é um momento bem oportuno para o seu presente de aniversário então. -ele colocou o porta retrato na mesa novamente e veio na minha direção.

 –Aqui. Feliz aniversário Yuuichirou. -ele me estendeu uma caixinha que ele tinha tirado do bolso.

 –Obrigado vovô, mas realmente não pre -eu mesmo interrompi o que eu tinha para falar quando abri a caixa e encontrei uma chave de um carro lá dentro.  –Uou... -exclamei chocado.  –Isso é o que eu estou achando que é? -olhei para cima e ele estava sorrindo triunfante na minha direção.

 –Vá lá fora e veja você mesmo. -ele disse indo até a porta do escritório a abrindo e saindo comigo logo atrás. Assim que entramos na sala Shinoa estava encostada ao pé da escada e eu fui diretamente até ela.

 –Vem. -a puxei pela mão junto comigo até a porta da frente.

 –Yuu-san! -ela exclamou olhando de relance para o meu avô nos esperando na porta da frente.  –Mais calma por favor. -eu parei e sorri mostrando a chave do carro para ela, que me olhou chocada. Assim que saímos para fora e eu vi aquela belezinha, sinceramente, eu cai de amores.

 –Oh meu Deus. -exclamei sem folego e meu avô riu. Merda que tinha um puta Mercedes preto e novo em folha estacionado na frente da casa. Guren ia me matar, mas quem se importa mesmo? Eu tinha um carro esporte de luxo apenas me esperando para ser estreado.

 –O que está esperando? -Tenri me olhou sorrindo.  –Você está liberado, eu tenho minha bela filha para me acompanhar durante o jantar. -olhei para Shinoa e ela confirmou com um aceno entrando, pegando minha mochila e depois me entregando.

 –Vá buscar Mikaela e leva-lo para um passeio, garoto de cerejeira. -ela sussurrou me lançando uma piscadela.

 –Imediatamente. -acenei para o meu avô e entrei no meu novo carro, saboreando o prazer de ter aquela belezinha só para mim, coloquei minha mochila no banco de trás e dei partida no carro me derretendo completamente com o som incrível que ele emitia e logo acelerei saindo de lá e entrando na rodovia. Eu com certeza surpreenderia Mika com isso.

***

 –Mika? -ouvi Krul gritando meu nome enquanto eu terminava de lavar a louça do jantar.

 –O que?! -gritei de volta enquanto enxugava minhas mãos no guardanapo e fui até a sala onde ele vasculhava alguma coisa na gaveta.

 –O que acha? -ele levantou dois box de séries um de “sex and the city” e o outro de “riverdale”.

 –Riverdale com certeza, a gente já assistiu tanto sex and the city que eu já decorei até as falas. -eu ri me jogando no sofá em meus pijamas de unicórnio e ela com os de rosquinha. Era a noite das séries e a gente sempre vestia os pijamas mais ridículos para se jogar no sofá e assistir, era até natural. Algumas horas depois cheias de argumentos e teorias conspiratórias nós fizemos uma pausa para planejar alguns lanches.

 –Chá com biscoitos? -perguntei e ela confirmou, mas antes que pudéssemos levantar do sofá ouvimos uma buzina de carro ecoando do lado de fora da casa.

 –Isso é aqui? -ela perguntou e eu dei de ombros, não ligando nem um pouco.

 –Mika? -ela chamou quando ascendeu a luz indo até a janela e afastou um pouco a cortina para que ela pudesse ver o carro do lado de fora.  –Tem um carro que é provavelmente mais caro que a nossa casa estacionado aqui na frente.

 –O que?! -eu me levantei e fui até a janela no exato momento que Yuuichirou saiu do banco do motorista com sua estupida jaqueta de couro e se encostou no carro acenando para nós na janela.  –Não, não. Nem pensar! -eu sai da frente da janela massageando as têmporas. Ele era inacreditável. O que diabos ele estava fazendo na porta da minha casa à noite? Eu achei que ele fosse ficar na casa do avô e não aparecer na minha porta quase nove horas da noite todo arrumado e em um carro de luxo!

 –Se você não for, eu vou. -Krul disse me lançando uma piscadela e indo até a porta.

 –Nem pensar! Você já olhou pra mim? Porque eu tenho certeza que dá última vez que eu me olhei no espelho, eu estava usando pijama de u-n-i-c-o-r-n-i-o! -eu estava para arrancar os cabelos enquanto ela ria segurando a maçaneta da porta.

 –Eu não ligo -ela cantarolou abrindo a porta e pedindo para Yuu se aproximar, vi ele sair de perto do carro e caminhar até a porta e eu quase gemi em desespero.

 –Yuuichirou querido entre. -ela o abraçou na porta e sorriu dando espaço para que ele entrasse.

 –Boa noite sra. Tepes, desculpe aparecer assim sem avisar. -ele riu sem jeito coçando a nuca.

 –Não é um problema, realmente, nós moramos um ao lado do outro, você pode aparecer quando quiser. -juro que se meu olhar pudesse fuzilar algo eu teria feito isso com Yuu-chan e minha mãe, os dois agindo como se eu não estivesse bem ali ao lado deles.  –Então, por mais que eu adore que você venha nos visitar... -minha mãe começou o sondando devagar.  –Eu adoraria que você me contasse o motivo dessa sua visita e tão bem arrumado como você está. -ela piscou para ele soltando risadinhas e eu rolei os olhos para ela.

 –Sim, sim. -ele respondeu parecendo lembrar agora o real objetivo da sua visita.  –Eu queria saber se posso levar Mikaela a um passeio? -ele sorriu esbanjando todo aquele charme conquistador para cima de Krul.

 –Oh... -por um segundo ela realmente ficou impressionada, mas logo depois ela parecia que estava a ponto de soltar pulinhos de animação.  –Mas é claro! Pode leva-lo querido. Ele com certeza não tem nada melhor para fazer.

 –Oi?! -eu perguntei incrédulo.  –Eu acho que eu que tenho que decidir se quero ou não ir. -cruzei os braços e ela rolou os olhos para mim.

 –Vá logo se vestir que você estava a ponto de entrar em desespero só porque ele apareceu na nossa porta. -ela bateu na minha bunda me enxotando da sala e eu quase não pude acreditar nisso.

 –Você espera? -perguntei olhando para Yuu e ele confirmou.  –Okay. Traidora, isso vai ter volta. -sussurrei a última frase olhando diretamente para Krul e ela ainda teve a audácia de me jogar beijo!

 –Sente-se Yuuichirou. -ela ofereceu enquanto eu ia em direção a escada, mas antes que eu subisse olhei diretamente para eles dois com aquele olhar de “eu estou de olho em vocês” e ela piscou para mim com aquele sorriso travesso nos lábios. Suspirei derrotado antes de continuar a subir a escadas e encontrar algo descente para vestir.

 –Eu definitivamente não tinha nada para vestir! -esse era definitivamente meu dilema agora. Eu não encontrava nenhuma roupa que me agradasse e eu definitivamente não poderia demorar aqui em cima, não com Yuu e Krul de conversinha lá embaixo.  –Ai meu Deus o que eu faço? -me joguei na cama apenas de roupa intima olhando para o teto.  –Acho que tenho que fazer compras, mas por enquanto acho que o básico deve servir, é só um passeio de carro. -levantei determinado e peguei um jeans cintura alta preto, com alguns rasgados nos joelhos, os vesti rapidamente me olhando no espelho para ver se estava tudo bem.  –Ah meu Deus e se rolar mais alguma coisa como as de noite passada? -pronto era agora que eu ia ter um colapso nervoso. Respira Mikaela, respira. Voltei novamente para o meu armário procurando alguma blusa pelo menos apresentável e acabei optando por uma blusa branca com mangas simples um pouco colada no meu corpo, coloquei por dentro da calça e coloquei um suspensório preto para combinar. Analisei meu reflexo no espelho e acho que estava tudo bem, só precisava arrumar um pouco o cabelo. Fui para o banheiro de Krul no quarto dela, escovei os dentes e dei um jeito nos meus cabelos, olhei para todos aqueles produtos de beleza em cima da pia e mordi os lábios em pensamento.  –Será que ficaria muito estranho se eu usasse um pouco de delineador? -dei de ombros e resolvi usa-los, não tinha nada a perder mesmo. Passei um pouco nos olhos, agradecendo mentalmente por ter aprendido a fazer isso ajudando Krul com a maquiagem, depois passei um pouco de rímel e algum gloss sabor morango nos lábios. Olhei para o meu reflexo no espelho e me surpreendi. O que um pouco de delineador não fazia por alguém, não é mesmo? Voltei para o meu quarto e peguei meu all star de sempre o calçando rapidamente e indo em direção a sala. Quando desci as escadas Krul e Yuuichirou já pareciam melhores amigos rindo e sussurrando no sofá da nossa sala.

 –Oh querido, você está lindo. -Krul disse se levantando e se aproximando de mim.  –Nossa... -ela sorriu passando a mão no meu cabelo.  –Você nunca tinha usado nada além de gloss antes.

 –Ficou tão ruim assim? -perguntei um pouco receoso enquanto via de relance Yuu se levantar do sofá e se aproximar de nós.

 –Não, não Mika. Ficou maravilhoso, você está incrível, eu adorei. -ela sorriu fazendo carinho na minha bochecha e se afastando quando Yuu se aproximou de nós, por um segundo eu podia jurar eu ele tinha perdido as palavras.

 –Nossa, eu nem sei o que dizer. -ele riu sem graça.

 –Então não diga nada, apenas vamos. -eu tentei desviar do seu olhar seguindo na sua frente até a porta enquanto sentia minhas bochechas esquentarem.

 –Eu prometo traze-lo de volta em segurança sra. Tepes. -Yuu disse assim que chagamos na porta de casa e eu tive que me impedir de rolar os olhos para ele.

 –Estou confiando em você. Agora vão e divirtam-se. -ela riu acenando e eu me despedi também, vendo ela fechar a porta atrás de nós.

 –Eu sei que você disse que não era para dizer nada, mas você está mesmo de tirar o folego. -ele disse me alcançando e abrindo a porta do carro para mim.

 –Obrigado... -eu sussurrei corado assim que ele entrou no carro sorrindo estupidamente ao meu lado.  –Você também está muito bonito. -ele me olhou e sorriu, aquele maldito sorriso charmoso que me tirava o ar, e então se aproximou devagar pegando no meu queixo e beijando delicadamente nos lábios.

 –Eu queria fazer isso desde que te vi usando aquele pijama fofo de unicórnio. -ele sorriu colocando um dos meus cachos atrás da orelha e eu gemi em derrota.

 –Eu ainda não acredito que você me viu nesse pijama ridículo. -eu balancei a cabeça quando ele riu e deu partida no carro começando a dirigir.

 –Você estava adorável nele, anjo. -ele me lançou uma piscadela e eu rolei os olhos para ele ligando o rádio do carro e ouvindo alguma música aleatória que estava tocando no momento, só naquele momento tinha me permitido dar uma boa olhada no carro. Parecia novo e eu não sabia que Yuu-chan tinha um carro.  –Você gostou? -ele perguntou percebendo que eu analisava o carro.

 –Sim. -eu sorri e mordi o lábio ligeiramente, eu tinha que admitir que o carro era muito legal, passei a mão de leve no banco de couro e olhei para cima encarando o teto solar.  –Mas eu não sabia que você tinha um carro.

 –Eu não tinha. Ganhei do meu avô hoje. -ele sorriu e eu percebi de relance que ele tinha entrado em uma rodovia um pouco mais deserta e começou a acelerar um pouco mais, não tinha quase nenhum carro, apenas as luzes amareladas dos postes, das casas e dos postes ao redor nos acompanhavam e então uma música que eu adorava começou a tocar no rádio.  –Quero te mostrar algo legal. -ele disse aumentando a música enquanto abria o teto solar.

You're the light, you're the night. You're the color of my blood. You're the cure, you're the pain. You're the only thing I wanna touch. Never knew that it could mean so much, so much. (Você é a luz, você é a noite. Você é a cor do meu sangue. Você é a cura, você é a dor. Você é a única coisa que quero tocar. Eu nunca soube que poderia significar tanto, tanto.)

Você confia em mim? -ele perguntou me estendendo a mão e eu confirmei a segurando.

You're the fear, I don't care. 'Cause I've never been so high. Follow me to the dark. Let me take you pass the satellites. You can see the world you brought to life, to life. (Você é o medo, eu não ligo. Porque nunca estive tão fora de mim. Me siga até a escuridão. Me deixe te levar além dos satélites. Você pode ver o mundo que você trouxe para a vida, para a vida.)

Então tire o cinto. -ele disse olhando para estrada e abaixando os vidros do carro.

–O que? -perguntei assustado e ele apenas confirmou me fazendo suspirar, mas fiz o que ele disse.

So love me like you do, lo-lo-love me like you do. Love me like you do, lo-lo-love me like you do. Touch me like you do, to-to-touch me like you do. What are you waiting for? (Então me ame como você ama, me ame como você ama. Me ame como você ama, me ame como você ama. Me toque como você toca, me toque como você me toca. O que está esperando?)

 –Agora levante os braços. -ele sorriu cantarolando a letra da música e fiz o que ele pediu, levantei os braços colocando as mão para fora do teto solar e senti o vento passar por elas, era incrível!  –Agora fique de joelhos com cuidado e saia um pouco para fora pelo teto. -ele reduziu a velocidade enquanto eu fazia isso. Segurei firmemente no teto com medo de cair mas fiz o que ele pediu, metade do meu corpo estava para fora do carro e ele começou a acelerar de novo.

Fading in, fading out. On the edge of paradise. Every inch of your skin is a holy grail I've got to find. Only you can set my heart on fire, on fire. Yeah, I'll let you set the pace. 'Cause I'm not thinking straight. My head's spinning around, I can't see clear no more. What are you waiting for? (Aparecendo, desaparecendo. À beira do paraíso. Cada pedaço da sua pele é um Santo Graal que tenho que encontrar. Só você pode incendiar meu coração. Sim, vou te deixar determinar o ritmo. Porque não estou pensando direito. Minha cabeça está girando, não consigo mais ver com clareza. O que você está esperando?)

Fechei os olhos e ouvi música continuando a tocar no carro enquanto eu sentia o vento forte atravessar meu corpo, abri os olhos e vi todas aquelas luzes passarem em um borrão por nós, laranjas e brancos dos prédios, eu estava sorrindo tanto, era incrível! O céu estrelado acima de nós, a música, o vento, as luzes, meu coração parecia que ia saltar do peito, era tudo tão incrível, que eu nem conseguia descrever.

Love me like you do, lo-lo-love me like you do. Love me like you do, lo-lo-love me like you do. Touch me like you do, to-to-touch me like you do. What are you waiting for? (Me ame como você ama, me ame como você ama. Me ame como você ama, me ame como você ama. Me toque como você toca, me toque como você me toca. O que você está esperando?)

As últimas estrofes da música começaram a tocar e ele diminuiu a velocidade me fazendo abaixar e sentar novamente no banco ao seu lado. Eu não conseguia parar de sorrir nem um segundo e ele estava igual, coloquei a mão para fora da janela e continuei sentindo o vento passar por entre meus dedos. Eu sabia que meu cabelo devia estar uma bagunça, mas quem realmente se importava? A única coisa que eu podia pensar agora era o quanto o garoto ao meu lado, sorrindo como um idiota e dirigindo sem rumo pela estrada durante a noite, me fazia imensamente feliz.


Notas Finais


a musica maravilhosa que tocou nesse capitulo foi essa aqui: https://youtu.be/AJtDXIazrMo eu ouvi ela ontem por coincidencia quando passei pela sala e minhas mãe estava assistindo um filme com ela, eu adorei e fui pesquisar. ela é linda.
espero que tenham gostado do capitulo e comentem que eu ficaria muito feliz em saber o que acharam e no que preciso melhorar...
Beijos e ate aproxima.. <3 <3 :33


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