História Jany Crew - A afilhada do Lobo - Capítulo 9


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Categorias Harry Potter
Personagens Aberforth Dumbledore, Alastor Moody, Alvo Dumbledore, Angelina Johnson, Argo Filch, Arthur Weasley, Barão Sangrento, Bellatrix Lestrange, Carlinhos Weasley, Cedrico Diggory, Cho Chang, Colin Creevey, Córmaco Mclaggen, Dênis Creevey, Dino Thomas, Dobby, Dolores Umbridge, Draco Malfoy, Fílio Flitwick, Fleur Delacour, Fred Weasley, Gina Weasley, Gregory Goyle, Gui Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Horácio Slughorn, Jorge Weasley, Katie Bell, Kingsley Shacklebolt, Lilá Brown, Lino Jordan, Lord Voldemort, Lucius Malfoy, Luna Lovegood, Marcus Flint, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Mundungo Fletcher, Murta Que Geme, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Nymphadora Tonks, Olívio Wood, Padma Patil, Pansy Parkinson, Parvati Patil, Pedro Pettigrew, Percy Weasley, Personagens Originais, Pomona Sprout, Poppy Pomfrey (Madame Pomfrey), Remo Lupin, Rolanda Hooch, Ronald Weasley, Rúbeo Hagrid, Severo Snape, Sibila Trelawney, Simas Finnigan, Sirius Black, Viktor Krum, Vincent Crabbe, Wilhelmina Grubbly-Plank, Zacharias Smith
Visualizações 71
Palavras 1.283
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Aqui estou, postando mais um capítulo, como um pedido de desculpa pelos últimos atrasos. Boa leitura!

Capítulo 9 - Hello, Rain


- Querem doces, crianças? - disse uma senhora com o carrinho de guloseimas. Peguei alguns sapos de chocolate e varinhas de alcaçuz. Daniel pegou muito mais coisas que eu, e Michele pegou quase a mesma quantidade.

- ‎Essas vestes são tão legais. Duvido que exista alguma escola com uniformes tão maneiros. - comentou Daniel, mexendo na sua capa.

- ‎Eu também gostei. - acrescentei. Já havia percebido que ele era do tipo muito falante.

- ‎Meu pai trabalha no Ministério da magia, o pai da Mia também...

- ‎Foi assim que nos conhecemos, desde criancinhas. - completou Mia.

- ‎Isso. O meu é chefe da Seção de Ligação com os Duendes.

- ‎E o meu é um obliviador do Esquadrão de Reversão de Feitiços Acidentais.

Ambos disseram aquilo de um modo robótico, como se tivessem decorado e dito várias vezes.

- No que seus pais trabalham? - perguntou Daniel a mim, curioso pela minha falta de palavras.

- Bom... - olhei para Mr. Snuffles. Ele meio que assentiu para mim. - Antes de morrerem eles se passavam de trouxas normais. Meu pai trabalhava em um consultório.

Eles tiveram reações parecidas, Michele me olhou um pouco chocada e com pena, e Daniel parecia lamentar ter tocado nesse assunto.

‎- Tudo bem. Iriam descobrir de qualquer jeito. Já faz um tempinho, foi à 5 meses.

‎- Meus sentimentos, Jany. - disse Mia, compreensiva.

‎- Meus sentimentos. - falou Daniel, que ainda estava constrangido.

- Tudo bem. - repeti. Mas não estava tudo bem. Nem sabia onde iria passar as férias... No Caldeirão Furado, talvez? Mas isso não era assunto para conversar com eles.

Uma voz ecoou pelo trem:

– Vamos chegar a Hogwarts dentro de cinco minutos. Por favor deixem a bagagem no trem, ela será levada para a escola

- Parece que estamos chegando. - comentei.

~

Fazia um tempo horrível, a chuva batia com força sobre as janelas do trem, o céu estava escuro e ouvia-se trovoadas fortes ao longe.

O trem foi diminuindo a velocidade e finalmente parou. As pessoas se empurraram para chegar à porta e descer na pequena plataforma escura.

Então apareceu uma lâmpada balançando sobre as cabeças dos estudantes.

- Alunos do primeiro ano! Venham comigo! - disse um enorme homem, com cabelos e barbas espessos e emaranhados, e olhinhos negros que cintilavam. - Alunos do primeiro ano, sigam-me!

Aos escorregões e tropeços, eles seguiram aquele homem por um caminho de aparência íngreme e estreita, que mesmo após certa resistência, descobri que se chamava Hagrid, que era meio gigante e trabalhava como professor de Trato das Criaturas Mágicas em Hogwarts, além de ser o guarda-caça. Os gigantes deviam ter alguma proteção sobre magia invasiva... é deve ser isso.

Ninguém falou muito. Dênis, o menino que era irmão de um garoto do terceiro ano, deu gritinhos de excitação.

– Vocês vão ter a primeira visão de Hogwarts em um segundo – Hagrid gritou por cima do ombro –, logo depois dessa curva.

Ouviu-se um Aooooooh muito alto.

O caminho estreito se abrira de repente até a margem de um grande lago escuro.

Encarrapitado no alto de um penhasco na margem oposta, as janelas cintilando no céu estrelado, havia um imenso castelo com muitas torres e torrinhas.

– Só quatro em cada barco! – gritou Hagrid, apontando para uma flotilha de barquinhos parados na água junto à margem.

"É melhor eu me esconder de novo..." disse Mr. Snuffles, que se encolheu e entrou na minha bolsa.

Daniel, Michele, Dênis e eu nos sentamos em um dos barcos.

– Todos acomodados? – gritou Hagrid, que tinha um barco só para si. – Então... VAMOS!

E a flotilha de barquinhos largou toda ao mesmo tempo, deslizando pelo lago. Apesar de todo o estardalhaço que a chuva causava, os estudantes estavam com os olhos fixos no grande castelo no alto. A construção se agigantava à medida que nos aproximávamos do penhasco em que estava situado. Todos estavam ensopados, os barcos tinham quase trinta centímetros de água, e Dênis estava tão animado que quando se mexeu para ver melhor o castelo, acabou caindo no lago. Quase imediatamente, um tentáculo gigantesco o apanhou e o levou novamente para o barco. Eu e meus amigos demos boas gargalhadas da cara de pura felicidade de Dênis.

Eu apertava com tanta força minha varinha, desejando que eu não me molhasse, que meus dedos estavam brancos. E parecia estar funcionando, via os pingos caírem em mim, mas me sentia completamente seca, como se eu fosse feita de alguma material impermeável.

– Abaixem as cabeças! – berrou Hagrid quando os primeiros barcos chegaram ao penhasco; todos abaixaram as cabeças e os barquinhos atravessaram uma cortina de hera que ocultava uma larga abertura na face do penhasco. Foram impelidos por um túnel escuro, que parecia levá-los para debaixo do castelo, até uma espécie de cais subterrâneo, onde desembarcaram subindo e pisando em pedras e seixos.

Então subimos por uma passagem aberta na rocha, acompanhando a lanterna de Hagrid, e desembocamos finalmente em um gramado fofo e úmido à sombra do castelo.

Galgamos uma escada de pedra e nos aglomeramos em torno da enorme porta de carvalho.

– Estão todos aqui? Você aí, coitadinho, por que está tão ensopado? E por que você está completamente seca?

- Ele caiu no lago, e eu não sei responder a última pergunta.

Hagrid pareceu compreender algo, então fingiu que minha resposta foi esclarecedora e ofereceu seu casaco ao menino encharcado. Depois, ergueu o punho gigantesco e bateu três vezes na porta do castelo.

A porta abriu-se de chofre. E apareceu uma bruxa alta de cabelos negros e vestes verde-esmeralda. Tinha o rosto muito severo e o primeiro pensamento que tive foi que era uma pessoa a quem não se devia aborrecer. Li seu passado e suas emoções, também apresentando resistência, mas ela, diferente dos outros, pareceu perceber algo estranho, pois ela imediatamente mirou um olhar confuso para mim, mas logo depois desviou-o.

– Alunos do primeiro ano, Profa. Minerva McGonagall – informou Hagrid.

– Obrigada, Hagrid. Eu cuido deles daqui em diante.

A Profa. Minerva escancarou a porta. O saguão era tão grande que teria cabido várias cópias exatas da minha casa. As paredes de pedra estavam iluminadas com archotes flamejantes como os de Gringotes, o teto era alto demais para se ver, e uma imponente escada de mármore em frente levava aos andares superiores.

Acompanhamos a Profa. Minerva pelo piso de lajotas de pedra. Ouvi o murmúrio de centenas de vozes que vinham de uma porta à direita – o restante da escola já devia estar reunido. Mas a Profa. Minerva levou os alunos da primeira série a uma sala vazia ao lado do saguão. Eles se agruparam lá dentro, um pouco mais apertados do que o normal, olhando, nervosos, para os lados.

– Bem-vindos a Hogwarts – disse a Profa. Minerva. – O banquete de abertura do ano letivo vai começar daqui a pouco, mas antes de se sentarem às mesas, vocês serão selecionados por casas. A Seleção é uma cerimônia muito importante porque, enquanto estiverem aqui, suas casas serão uma espécie de família em Hogwarts. Vocês assistirão a aulas com o restante dos alunos de sua casa, dormirão no dormitório da casa e passarão o tempo livre na sala comunal.

-As quatro casas chamam-se Grifinória, Lufa-Lufa, Corvinal e Sonserina. Cada casa tem sua história honrosa e cada uma produziu bruxas e bruxos extraordinários. Enquanto estiverem em Hogwarts os seus acertos renderão pontos para sua casa, enquanto os erros a farão perder. No fim do ano, a casa com o maior número de pontos receberá a taça da casa, uma grande honra. Espero que cada um de vocês seja motivo de orgulho para a casa à qual vier a pertencer.

-A Cerimônia de Seleção vai se realizar dentro de alguns minutos na presença de toda a escola.

– Voltarei quando estivermos prontos para receber vocês – disse a Profa. Minerva. – Por favor, aguardem em silêncio.


Notas Finais


E então?? Postem comentários, quero saber a opinião de vocês :V
Até o próximo capítulo!!


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