História Jargot -We Don't Love Anymore - Capítulo 35


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Categorias Cara Delevingne, Jared Leto, Margot Robbie
Personagens Cara Delevingne, Jared Leto, Margot Robbie, Personagens Originais
Tags Cara Delevingne, Jared Leto, Jargot, Margot Robbie, Shannon Leto
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Palavras 2.666
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha quem finalmente resolveu aparecer, depois de "uma década" sem postar nada. EU MESMA!

Antes que me atirem um tijolo na cabeça virtualmente, eu peço milhões de desculpas por ter atrasado tanto tempo para postar um capítulo. Acontece que eu acabei tendo um bloqueio de criatividade enorme para essa história, não estava pensando em nada que me agradasse e ao mesmo tempo não queria desistir da fanfic, por isso eu resolvi tirar um tempo para repensar em minhas ideias de início para essa história. (Culpem também a minha preguiça)
Enfim, estou de volta com a fanfic e espero que vcs ainda lembrem dela.

Ah, eu ia esquecendo... Esse capítulo se inicia com uma continuação do anterior, apesar da parte da continuação ser rapidinha, eu recomendo que vcs releiam o anterior antes desse só para lembrar mesmo.

Capítulo 35 - Preparations


Margot


 Havia terminado de tomar meu banho. Achei que tivesse escutado uma voz familiar, mas, era apenas coisa da imaginação, pois quando perguntei a Cara ela disse que não havia ninguém.

Logo após o banho, tive que procurar por roupas que ainda me servissem sem me deixar apertada demais, o que estava sendo difícil. Provei mais de sete peças de roupa e nenhuma me serviu como eu queria. 


— Cara, o que você acha dessa roupa? — Perguntei — Nenhuma está me servindo direito e essa é umas das únicas que não parecem apertadas demais para mim.


— Gostei dessa roupa. Parece simples e elegante ao mesmo tempo. Sem contar que você fica bonita de qualquer jeito.


— Se você diz... — Falei e ela estirou língua — Ando me sentindo tão diferente ultimamente em relação ao meu corpo, mas não de um modo ruim, só diferente mesmo.


— Sabe, eu acho que uma das épocas em que as mulheres se tornam mais bonitas é quando estão grávidas. É como se parecessem mais fortes e maduras do que são. Sem contar que você parece bem mais atraente assim. Seus seios estão maiores, sua bunda cresceu também...


 — Acho que a senhorita percebe detalhes demais. — Sorri — Mas, você tem razão.


— Eu sei! — Deu um sorrisinho — Agora temos que ir, caso não queiramos chegar atrasadas no almoço com as meninas. 


— Ok, senhorita altamente pontual.


Fomos ao restaurante no qual havíamos combinado e logo encontramos as amigas de Cara, que até então eu só conhecia por nome ou por detalhes que ela me contou. Cumprimentei-as, assim como Cara que apresentou-as para mim:


— Mag, essas são Paris e Ashley, minhas amigas —  Paris tinha um lindo cabelo ondulado e louro, cujo sua raiz era escura. Enquanto Ashley tinha um cabelo bagunçado,  também louro e com mechas em tons mais claros que as de Paris.  — E meninas, essa é a Margot o qual tanto falo.  


— É um prazer conhecê-las. Creio que provavelmente nós daremos bem, já que são amigas da Cara. — Falei


— Com toda certeza, temos uma louca em comum. — Ashley disse e todas concordamos.


— Cara me falou coisas legais sobre você. Me parece uma amiga querida. — Paris completou 


— Essa conversa toda está me dando fome. — Cara chamou um garçom até nossa mesa e fizemos o  nosso pedido. Agradeci mentalmente por não ter ninguém vegano naquela mesa. Estava morrendo de vontade de comer comidas altamente calóricas e gordurosas.

Ficamos conversando por algum tempo. A conversa estava tão agradável quanto a comida daquele restaurante. Cara era realmente muito boa em escolher as pessoas no qual fazia amizade, todas eram muito simpáticas e divertidas.  Mas, acho que pude enxergar algo a mais que amigas entre Paris e Cara. As duas trocavam olhares tão constantemente, que era quase impossível que alguém não percebesse uma ligação entre elas.


Assim que estávamos saindo do restaurante, pensei em pergunta-lá, porém antes que eu fizesse isso, dei de cara com Alexander, que fez questão de vir até nós e nos cumprimentar. Fazia bastante tempo que eu não o via. Desde que pedi demissão da empresa do pai dele, e daquele desentendimento em diante não nos falamos mais.


— Margot! — Ele olhou para mim surpreso — Que bom encontrá-la novamente. Depois de tudo aquilo que aconteceu, eu fiquei meio que com receio de procurar-te, mas que bom que a encontrei.


— Foi um desentendimento em tanto, mas prefiro não comentar mais sobre aquilo, se é que me entende.


— Tem razão. — Ele concordou — Acho que te devo minhas sinceras desculpas. Não queria que as coisas tivessem chegado até onde chegaram, mas eu não as entendia porque queria você.


— Tudo bem Alex, aquilo fica no passado.


— Realmente. Você está numa nova agora, não é? — Ele disse olhando para minha barriga. —  Achei que fossem apenas boatos sobre você estar grávida. 


— Não são boatos, é real — Sorri — Andou colhendo informações sobre mim?


— Talvez, mas isso não importa agora. Meus parabéns! — Ele disse e me deu um abraço — E o pai do seu bebê, animado com a notícia?


— Estamos felizes e casaremos em breve — Mostrei minha aliança de noivado 


— Fico feliz por você. — Ele disse e Cara bufou. Logo eu encontrei uma ótima desculpa para irmos embora mais rápido.


A caminho do carro, Cara disse:
— Acredita que ele esteja falando a verdade? — questionou


— Acho que sim. Não há nada que ele possa fazer em relação a isso.


—  É, tem razão — Ela me passou a chave do carro e entrou no banco de passageiro.


— Não vai querer dirigir hoje? — falei ajustando-me no banco de motorista.


— Não estou muito afim.


— Uh, acho que já sei porque você está assim — Dei partida no carro assim que colocamos o cinto.  — Tem haver com a Paris, não é?


— Um pouco. Como adivinhou? — Ela disse parecendo surpresa 


— Eu não adivinhei, apenas vi a maneira em que estavam se olhando frequentemente. — Sorri — Pretendia esconder isso de mim até quando?


— Esconder o que, se nem estamos namorando? Paris e eu apenas ficamos e nada mais. 


— Entendi...


— Mas se quer saber, eu gosto dela sim. Assim como gostava da Kendall, mas eu acho que não é algo que se concretiza.


— Deixe-me ver, você não sabe qual das duas você quer? 


— Quase isso, mas não importa afinal Kendall está namorando recentemente e Paris não quer nada além de “ficar”.


— E você quer um ralacionamento sério. — Falei e ela assentiu com a cabeça — Se acha que gosta Paris como gostava da Kendall antes dela entrar um relacionamento, porque não conta isso para ela?


— Não é tão fácil. Não sei se isso resolveria as coisas, ou apenas nos distanciaria ainda mais.


— Aah, minha Carinha está apaixonada. — Disse olhando de canto e lançando um sorrisinho para ela.


— Eu não me apaixono. — Revirou os olhos — Mudando de assunto... O que vamos fazer agora?


— O que acha de renovarmos o guarda-roupa? Preciso de roupas novas.


— Tô dentro!  — Disse concordando 


Renovar o guarda-roupa não fora uma ideia planejada, mas que surgiu num momento tão ideal. Eu realmente estava precisando de roupas mais folgadas e confortáveis, devido ao bebê. Cara, também queria roupas novas.


Passamos o restante da tarde, comprando coisas e depois voltamos para casa com algumas sacolas. Não exagerei nas compras, afinal gravidez é um período passageiro. Cara também não exagerou, comprou mais acessórios, bem dizendo. Depois, voltamos para o apartamento. Me sentia cansada pelo dia, mas mesmo assim, ainda não pretendia me vencer pelo sono antes de ligar  para Jared. Ainda havia falado com ele hoje.

⁃ “Jad? - Falei assim que o mesmo atendeu a ligação.
⁃ Achei que não fosse ligar para mim hoje - ele disse
⁃ É claro que eu iria te ligar, assim que eu terminasse de resolver algumas coisas que Cara e eu tínhamos combinado.
⁃ Espero que tenha tempo livre para mim. Precisamos decidir algumas coisas.
⁃ Você sabe que tenho todo o tempo do mundo para você.
⁃ É bom saber disso.  - falou - Passarei aí em quinze minutos.
⁃ Ok.”


E foi dito e feito. Em exatos quinze minutos, ele havia chegado. Abracei-o assim, que ele entrou. Ele estava tão apresentavelmente bonito. Dessa vez tinha escolhido roupas que se encaixavam adequadamente com ele, diferentemente das que ele estava usando quando estávamos em Los Angeles.


— Tenho boas notícias — Ele disse assim que nos separamos do abraço, esbanjando um enorme sorriso em seu rosto. 


— Seu semblante já demonstra isso — Acariciei sua bochecha e em seguida dei um sorriso 


— Consegui transferir a maior parte de minhas coisas para L.A. O que significa que já podemos decidir o dia de nosso casamento, e depois voltarmos para Los Angeles o mais breve possível, pois o projeto da empresa já está em andamento. 


— Isso é incrível! — Disse feliz, e em seguida beijei-o. — ... Mal posso esperar por isso, por uma vida com você.


— Amo-te — Ele disse, entrelaçando-me entre seus braços mais uma vez.


— Já posso agendar o motel? — Cara disse assim que passou ao nosso lado. — Eu posso pedir um quarto romântico para os dois?


— Claro, e como uma troca de favores eu posso pedir um quarto com cenário de floresta, acompanhado por um(a) pareceiro selvagem para você saciar-se? — Jared disse me fazendo rir 


—  Feito. — Ela concordou sorrindo — Então podemos agendar para quando? 


—  Não estamos falando sério, estamos? — encarei-a que concordou com a cabeça sorrindo do meu olhar desconfiado. — Minha barriga está ficando uma bola e eu não consigo mais sequer me imaginar nessa situação.


— Ah, mais depende da ocasião, né? você bem que iria adorar ver o Jared vestido como um Harry Potter na versão stripper. — Não pude deixar de rir ao escutar isso. 


— E quem disse que eu me vestiria de Harry Potter? — Jared franziu o cenho e cruzou os braços.


— Se eu pedisse, você não vestiria? — Encarei-o que sorriu 


— Só se eu estivesse muito chapado do tipo literalmente. 


— Se a Margot me pedisse, eu faria um stripper de Hermione agora mesmo. — Cara estava vermelha de tanto sorrir.


— Mas gente...  — Sentia minha bochecha queimar de tanto rir.  — Bom, acho que já podemos trocar de assunto. 


— E vamos falar sobre o que, então? Já sei... Sobre o casamento de vocês. 


— Sabe que eu ainda não consigo pensar em tanta coisa sobre isso. Juro que me contentaria apenas com um casamento extremamente simples, e com poucas pessoas.


— Não gosto muito de pensar em detalhes de casamento, mas me contentaria com o que Margot achasse melhor. Não me importo se casaremos em uma grande ou pequena cerimônia, a melhor parte não está no papel e sim na lua de mel.


— Lua de mel e comidas. Eu só sei de uma coisa: eu e o Shannon, temos que ser os padrinhos, e que se danem as outras pessoas.


— Poderíamos fazer algo simples e rápido, antes de Jared e eu voltarmos para Los Angeles. Apenas com familiares e mais próximos. 


— Eu acharia legal uma cerimônia na praia. — Cara disse e me fez pensar automaticamente em Coney Island.


— Até que não é uma má ideia. Sem contar que eu mal posso imaginar o quão encantador seria um casamento em Coney Island.


— Eu deveria dizer que entro totalmente em acordo com essa ideia. Seria algo tão incrível de ver, a praia, o barulho das ondas do mar, as coisas num estilo tropical, sem contar que ainda tem o parque.


— Sim,  teríamos as luzes do parque como parte do cenário. 


                             (...)


Naquele dia, conversamos sobre diversas possibilidades do que poderíamos fazer, depois buscamos na internet parte da ideia e hotéis que fossem totalmente em frente para a praia e com uma ótima vista para o parque.

No dia seguinte fomos à procura de uma empresa que pudesse oferecer o serviço de decoração e buffet do jeito que Cara, Jared e eu havíamos pensado e conseguimos. Depois disso, fomos à procura de padres que realizassem cerimônias fora da igreja e agendamos o dia. Passamos três dias longos dias na correria para agendar as coisas que precisávamos de imediato. Havíamos marcado o dia do casamento próximo demais, por isso precisávamos correr contra o tempo. Tivemos que ir à procura de convites, que pudessem ser entregues à nossos familiares e pessoas próximas o mais rápido possível. 

Contei com a ajuda de Cara inúmeras vezes, principalmente para provar as comidas do buffet que seriam servidas no dia, pois se dependesse de Jared para escolher isso, ele só encheria de frutas e coisas veganas. Naquele dia, ela foi a minha salvação pois eu não estava suportando olhar para aquela enorme quantidade de doces que já sentia enjoos. Confiei totalmente na opinião de Cara quanto a isso, pois tinha total certeza que ela não me decepcionaria. Quanto aos convites, Jared e eu fizemos questão de avisar a todos que iríamos convidar, antes mesmo que os convites fossem entregues.

 Alguns dias antes disso, eu havia ligado para a minha mãe, para avisa-la sobre isso, o quanto antes. Minha mãe adorava cuidar de assuntos que envolvessem casamentos, então, assim que ela ficou sabendo da notícia teve vontade de se teletransportar para onde eu estava naquele mesmo momento, mas, como não podia fazer isso, teve que se contentar com a ideia de comprar passagens para cá o mais rápido possível.

Jared e eu também contamos a mãe dele, sobre o casamento no mesmo dia em que liguei para minha mãe. Contamos a ela grande parte do que já estávamos resolvendo para casarmos logo e assim resolvermos nossa vida em Los Angeles. Constance resolveu também nos ajudar quanto a algumas coisas importantes. Também me alertou para que não ficasse muito preocupada com essas coisas, devido ao bebê. Ela estava me ajudando com todos os cuidados necessários em relação a isso. Parecia tão ansiosa para ter um netinho(a). Tanto que pediu para que Jared e eu passássemos à noite na casa dela, pois disse queria passar mais tempo conversando conosco. Queria passar o tempo em família. Concordei com a ideia, pois ela parecia tão animada ao conversar comigo e eu não queria estragar aquele clima. 
Jared precisou atender uma ligação, e deixou-me conversando com Constance, no enorme sofá aconchegante dela. Ela estava tão empolgada, que começou a contar-me de suas experiências com a gravidez. 


— Lembro-me até hoje de quando estava grávida de Jared. Foi uma época muito difícil para mim, que já tinha Shannon e o pai deles tinha acabado de me abandonar sozinha com uma criança de um ano e outra na barriga. Eu ainda era uma adolescente, e tudo aquilo foi como um choque para mim. Tão complicado perante a minha família e tudo mais, porém, não perdi a fé que conseguiria cuidar de meus filhos, mesmo com todas as dificuldades. — Ela segurou a minha mão e apertou-a devagar — Meus filhos são as coisas mais preciosas que tenho, e por amor a eles, acabei superando todas as dificuldades que passamos.


— A senhora é uma mulher totalmente preciosa, dona Constance. — Abracei-a delicadamente.


— Você também é minha querida. És uma mulher forte, assim como a sua mãe. E eu não poderia ter uma nora melhor.


— Não sei se posso me elogiar tanto assim.


— Claro que pode, você é uma mulher excepcional e o meu filho a ama. Jamais duvide de si mesma, você é capaz de tudo. E o meu netinho(a) precisa de muito amor e disso eu sei que você e meu filho são totalmente capazes de proporciona-lo isso.

*

— Ainda conversando? — Jared disse assim que sentou-se ao meu lado. 


— Sim. Eu estava contando-a sobre a minha experiência de gravidez, e o quanto eu amo você e o seu irmão. — Constance disse olhando para ele.


— Ah, mãe...  


— Continuando o que eu estava dizendo, Margot. Você é uma grande mulher, e deve se orgulhar disso.


— Devo concordar com isso — Jared disse envolvendo seus braços abaixo dos meus seios, e me dando um beijo no pescoço, o qual me deixou sem jeito.

Nesse momento, Constance havia levantado-se do sofá e caminhado até uma estante próxima. Pegou um álbum de fotografias, e rapidamente voltou para onde estava.


— Agora é hora de mostrar os álbuns de fotografia de Jared e Shannon, quando crianças. Eles tinham tanta energia quando eram pequenos — Ela sorriu ao abrir a primeira página do álbum.


— Imagino a cara de pestinha que os dois tinham, quando crianças — Dei um sorrisinho 


— Tão brincalhões, os meus meninos. — Constance me mostrou a primeira foto de Shannon com um ano e alguns meses e Jared bebezinho no colo dela.


— Aw, que coisinha mais fofa — Olhei para Jared que observava as fotos com um semblante sério e perguntei: — O meu bebê está sério por quê?


— Espera só para você ver as fotos que minha mãe vai te mostrar 


— Olhem essa aqui — Constance mostrou outra foto, essa era Jared e Shannon de bundinha para cima. Eles eram tão bonitinhos.


Ela me mostrou bastante de fotos de Jared quando criança, e depois resolveu ajudar a secretária com o jantar. Ela não parava quieta. 


— Você era tão fofo — Eu ri, em seguida apertei a bochecha de Jared — Bem que você poderia continuar sendo aquele bebezinho.


— Tenho certeza que você me prefere assim... — Ele apoiou uma de suas mãos em minha nuca, encostou seus lábios no meus e beijou-me, até ficarmos sem fôlego.


Notas Finais


Estava com saudades de escrever essa fanfic para vcs. Então,espero de coração que tenham gostado <3<3<3


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