História Jeager, A Utopia não tão perfeita... - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Originais, Sci-fi
Visualizações 4
Palavras 1.698
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ecchi, Hentai, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Esse é o primeiro, a história de Ayla começa agora!

Capítulo 2 - Capítulo 1 - O Nascimento de uma heroína


Fanfic / Fanfiction Jeager, A Utopia não tão perfeita... - Capítulo 2 - Capítulo 1 - O Nascimento de uma heroína

"N-Não falem de mim assim... Sou apenas uma garota... Com idéias na ponta da língua e do lápis... "

.

Então podemos começar? Vocês sabem o que é Genesis porém não sabem como se unir a Genesis... Ao contrário do habitual você não faz provas, testes ou seleções, não, eles vão atrás de você, se destaque e seja o melhor em qualquer coisa que fizer assim eles vão atrás de você e o tornarão Genesis, a Jovem vamp, Ayla, sabe bem disso, ela estudou muito para poder ser Genesis, seu pai sempre a apoiou em seu sonho, Não se pode dizer o mesmo de sua mãe, já que ela não a viu crescer, Ayla sempre foi o tipo de pessoas meio... Desastrada ou como geralmente a chamam... "Lerda " ela esta sempre com seus longos cabelos brancos bagunçados, mas seus óculos de grau bem limpos, ela sempre foi dedicada querendo realizar esse sonhos mas todo emprego que ela ia, acabava sendo despedida, o motivo sempre o mesmo, falta de cuidado e atenção, mas mesmo assim ela não desistia era uma boa garota, dedicada, mas do jeito que andava... Seu sonho ia continuar sendo apenas um sonho, até um certo dia.

Quando ela voltava pra casa de mais um emprego, após ser demitida mais uma vez por sua falta de cuidado ela avistou um multidão reunida observando algo então se aproximou, quando viu era um criminoso com um refém em mãos algo meio incomum, principalmente para a região, ela ajeitou os óculos o observou atenta cada detalhe da área e então saiu na frente da multidão e notou o leve nervosismo do criminoso, ele apontou a arma pra ela e disse

– Pra trás! Eu atiro nele e em você!

Ela então apenas sorriu levantando as mãos e o disse

– Nessa arma tem um pente de mais ou menos... 12 balas, também com uma 9mm...tem ao menos 30 pessoas aqui... por que ta fazendo isso?

–Não se mete no que não te interessa!

– Sabe... Esta assustando as pessoas, então me interessa!seu boboca!

Ele atirou do lado dela e apontou pra ela denovo

–Sai!

Ela riu um pouco baixou as mãos e se aproximou, ele mirou novamente no refém e todos olharam espantados com as ações dela mas então ela desarmou o criminoso e o empurrou puxando o refém, ele tenta a golpear mas ela desvia e o imobiliza o jogando ao chão e ficando encima dele, ela riu um pouco e disse

–Não queria matar ninguém... Se quisesse já o teria feito, estou certa ou estou certa?

Em pouco tempo oficias chegaram e levaram o criminoso um deles deu um cartão a Ayla por sua coragem porém a ainda sim reclamou com ela por sua atitude, mas ela apenas continuou com um sorriso no rosto, escutando, após ela voltou para e abrindo a porta disse

—Paaaaaie! Cheguei! Advinha o que aconteceu!

Ela entrou procurando pelo seu pai, sua casa era simples eles tinham apenas um quarto o qual ficava o seu pai, Robert, ela mesma pediu para dormir no sofá afinal seu pai já era velho, era o melhor, ela o viu sentado no sofá bebendo então pegou a garrafa da mão dele porém ainda sorrindo disse

–Não beba assim.... Sabe que é errado, eu me preocupo paie!

Ele olhou pra ela e suspirou passando a mão sobre os cabelos grisalhos então soltou uma leve risada e a respondeu

—Desculpe... Eu acabei achando um retrato dela... Não me controlei direito...

Ela suspirou e sentou ao lado dele então o abraçou

—Pra mim também é difícil... Mas a gente pode superar... Juntos!

Ela soltou uma leve risada enquanto ele a observava lembrando de algo

—Você é igualzinha a ela sabia?... Dos cabelos a personalidade... E esse sorriso... Me lembra quando a conheci...

Ela se levantou e foi pra cozinha

— Você sempre diz isso... Vou fazer o café pra gente...

Por incrível que pareça essa era a rotina comum desses dois, Ayla acabou se tornando uma ótima cozinheira como consequência, ela sempre conseguia manter este sorriso inocente no rosto, já não se pode dizer o mesmo de seu pai, ela decidiu guardar o cartão sabia que o melhor era ficar para cuidar de seu velho mas até que chegou uma noite, eles estavam vendo filme juntos, ela estava usando seu típico pijama uma camisa branca maior que o seu tamanho que chegava a ficar adorável nela, seu pai vestido como de costume com uma camisa amassada e uma jaqueta de quando servia ao exercito de Vamp, ela bocejou e olhou para o pai

—Eu to com um pouco de fome... Quer comer algo?

Ele a olhou e disse

—Ah não se preocupe... Depois eu vou lá e pego uma cerveja

—Cerveja não mata fome!

Ela se levantou indo a cozinha e começou a preparar algo mas então sentiu uma mão chegar a sua cintura ela ao sentir se arrepiou ela não se lembrava de quando um homem havia se aproximado assim então quando foi olhar pra trás sentiu uma respiração em seu pescoço mas então o homem a virou e a beijou, ela ajeitou os óculos e viu, seu pai havia a beijado

—P-Pai... O que esta fazendo?...

Ele sorri enquanto começou a levantar a camisa dela

— Você é exatamente igual a ela...

—P-Pai... Eu não sou a mamãe...

Ele levantou a camisa dela e beijou denovo a calando e a tentou virar mas ela resistiu

—Pai! O que esta fazendo?!

—Vamos ter outro filho... Maria...

Quando ela ouviu o nome de sua mãe se tocou... Seu pai estava perdido, a morte de sua mãe era muito mais forte para ele, ela tirou a mão dele e se afastou abaixando a camisa

—Pai... Se afasta...

Ele se aproximou dela sua aparência era como de um homem bêbado, cego, ela já conhecia aquela aparência e infelizmente ela já sabia o que iria acontecer se não fizesse nada ela foi pro quarto mas quando foi fechar a porta ele a puxou pelo pulso e a colocou contra a parede

—Não precisa ser tímida, Maria...

—Pai! Não!

Ela levantou a perna o chutando no seu ponto mais fraco, ele caiu com a mão entre as pernas e ela correu para o quarto se trancando e quase chorando, ela olhou para o espelho no quarto se olhando e percebeu seu estado

—Eu... Sou tão igual a ela assim...?

Ela pegou uma foto que havia de toda sua família quando feliz e encarou sua mãe como se ela fosse a culpada disso, ela pensou em jogar o retrato pela janela mas parou no último instante e percebeu, sua mãe não tinha nada haver... Mas não la não conseguia odiar seu pai afinal ele foi o único que cuidou dela, ela soltou o retrato o fazendo cair ao chão e rachar o vidro mas ainda não o quebrar, ela suspirou e sentou na cama pensando e se acalmando, depois de poucos minutos o pai dela bateu na porta, ela olhou e ajeitou os óculos e suspirou

—Querida! Desculpe... Eu não sei o que deu em mim! Me perdoa....

Ela chegou até a porta e encostou a testa e disse

—Você me prometeu... Me prometeu que isso não ia mais acontecer... Pai...

—Desculpe... Eu vou parar de beber...

—Você sempre diz isso...

—Eu... Eu...

—Pai... Por favor... Só... Cala a boca... Eu vou dormir no quarto hoje... Não confio em você...

Ele se calou afinal já não havia argumentos para ela, ela se deitou na cama após deixar uma cadeira bloqueando a porta além de tranca-la e se deitou preocupada com seu pai, ao amanhecer ela pegou o cartão e ligou para o oficial ele a atendeu e disse

—Aloh? Posso em que posso ajudar?

Ela se calou um pouco olhando pra porta e olhou pra baixo

—Eu... Você me deu seu cartão outro dia... Por que?...

—Hm? Por isso? Ah... Achei que fosse alguma ocorrência...

Ela olhou novamente pra porta e suspirou

—Não...

—Ahn bem... Eu achei você talentosa, por que não se candidata para vir para a polícia?

—Talentosa?...

—Sim, você imobilizou um criminoso armado e com um refém... Não é qualquer civil que faz isso...

Ela voltou a sorrir com o elogio dele

—Agradeço mas... Eu viso ir para Genesis... Se virar policial sei que não vou sair da polícia

Ele suspirou e disse

—Garota... Sabe qual a probabilidade de entrar na Genesis?

—Duvida de mim?

—Garotas como você... Apenas idealizam um sonho...

—Assim como você idealiza uma mulher né?

—Como é que é?!

Ela desligou e rio um pouco então saio do quarto e viu seu pai sentado no sofá, ele não parecia ter coragem de olhar pra ela então apenas murmurou um pedido de desculpas, ela se aproximou e sentou do lado dele

—Você só tem que controlar a bebida pai... Você sabe que eu te amo, nada vai mudar isso!

Ele olhou pra ela e a abraçou, eles olharam um no olho do outro e sorriram mas então ele a beijou, ela o empurrou e se afastou

—Pai....

—D-Desculpe...

Ela se levantou e foi pro quarto e se vestiu colocando uma camisa e uma calça jeans meio rasgadas nas coxas então saiu indo para lugar nenhum apenas queria sair dali e ficar longe de seu pai mas no caminho ela sentiu um homem tocar sua cintura, lembrando de seu pai já virou dando um tapa no homem, quando viu era um homem encapuzado, ela nunca o tinha visto e mesmo tivesse não saberia em plena luz do dia ele a segurou pelo pulso, as pessoas apenas passaram como se não vissem, ela percebeu e socou o rosto dele quebrando seu nariz, ele tentou a acertar mas ela desviou passando por debaixo e socou sua barriga e com uma rasteira o derrubou e olho meio ofegante, as pessoas olharam assustadas, ela olhou ao redor

—Ele... Ele tava me assediando...

As pessoas não parecem acreditar, mas um ser de fogo tomou a frente, ele vestido com uma camisa, jaqueta e calça, usando luvas brancas, ele então cruzou os braços e suspirou o ser olhou para Ayla e disse

—Você é o que? Policial?

—Não...

—Hm? Como sabe lutar assim? Achei que luta livre fosse ilegal...

—Eu treinei sozinha...

—Por que afinal?

Ela baixou a cabeça e ajeitou os óculos

—Meu sonho é entrar na Genesis... 




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