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História Jeff the killer - o ser indomável - Capítulo 5


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Notas do Autor


Olá pessoal, tem um novo capítulo lançado. Até o quarto capítulo foi na visão do Jeff.
Agora a partir daqui vamos ter algumas cenas na visão da Elisabeth.
Curtem...

Capítulo 5 - 5 - Costura e jogos


Elisabeth 

Depois do que aconteceu comigo naquela noite, eu fiquei de repouso por causa disso. Com a consequência de ter batido a cabeça, o médico que veio me visitar me indicou pra ficar em casa.

Com isso eu liguei pra faculdade avisando sobre o ocorrido, o diretor ficou supreso pelo meu ataque e acabou avisando aos seus alunos da faculdade pra tomarem cuidado com os assassinos a solta.

Mas eu não contei sobre o Jeff, nem sei porque eu não falei pra ninguém e nem chamei a polícia. 

Tem alguma coisa que me liga a ele, não sei explicar.

Eu me levantei e fui ver a janela, tava um ótimo dia pra passear. Mas ainda tinha medo se aqueles homens apareceriam de novo ou pior se viesse uma gangues atrás de mim.

Deixei a janela aberta pra entrar ar e voltei pra cama. Me sentei no momento que uma garota apareceu na minha frente, era uma garotinha de cabelos marrom,  olhos verdes, vestidos rosa, segurava um ursinho de pelúcia na mão. 

Ela ficou me olhando como se tentasse descobrir o meu erro.

- Eu não gosto de você! - ela apontou o dedo pra mim. - Você tá tentando roubar o tio Jeff de mim.

Pelo jeito ela conhece o Jeff.

- Hã.... Olá! Como você se chama?

- O tio Slender falou que eu não devo falar com os estranhos. 

Até que isso é verdade, a minha mãe me dizia isso quando eu era pequena.

- Concordo. - eu disse confirmando.

De repente o ursinho perde a cabeça fazendo ele cair no chão. Ela começou a ter lágrimas nos olhos.

- Mr. D, perdeu a cabeça! Ahhh! - ela começou a chorar e a cabeça começou a sangrar, o espelho tava tremendo como os produtos na estante.

- Eu... posso concertar... pra você. - eu disse agoniada.

- Sério! - ela disse fazendo tudo se acalmar e ao mesmo tempo se acalmando.

Eu fui na estante aonde tinha uma caixa de costura, voltei pra cama e pegando o seu ursinho.

....

Quando terminei, vendo que tava novinho em folha. Mostrei pra ela que demonstrou está feliz e depois abraçar ele.

- Obrigada! - ela disse apertando o ursinho. - Com isso, você não parece má. Ajudando Jeff e o Mr. D, avaliei que posso me apresentar, me chamo Sally, apelido "A suja".

- "A suja?" Por quê? - perguntei curiosa.

- Sou corrompida... - ela olhou pra o lado, mas depois olhou pra mim feliz. -Você está no destino do Jeff, vocês dois vão passar por dores e sofrimentos, mas assim vão descobrir a verdadeira felicidade.

- O quê? 

- Hã? Nossa! Falei de mais. - ela ia pra janela. - Tchau! 

- Espera! - ela ia desparecendo mais parou pra me olhar, eu sai da cama e fui pra o meu armário pegando um coelho de pelúcia que fez os olhos dela brilhar. - Como estou sem tempo de cuidar dele, queria que alguém ficasse com ele.

- Pra mim!? - ela apontou pra si mesma.

- Sim! É uma menina! - disse com brincadeira que ela pegou e também abraçou. - Viu Mr. D, agora você tem uma namorada como Jeff também tem você. 

Eu fiquei envergonhada com isso, crianças de hoje em dia são totalmente imprevisíveis. 

- Vou logo antes, que o tio Slender venha atrás de mim. - ela falou assim sumindo.

Eu suspirei, quem calmamente. Eu queria saber o que aconteceu pra mexer só naqueles objetos com sua mente.

....

Na mesma noite o Jeff veio, ele me olhava e me falava de como foi o seu dia. Como eles matou civis sem de mostrar recentimento dos seus atos.

- Jeff!? Como se sente quando você mata eles depois? - ele me olhou confuso com a minha pergunta. - Sem recentimentos? 

- Recentimento são pra fracos, eu não sou um assassino qualquer. - ele se levantou indo pra o espelho e tocando pra ver o seu rosto. - Sou o pior pesadelo de uma pessoa, eu não posso demonstrar sentimentos.

- Porquê? 

- Isso pode ser a minha fraqueza.

- Compreendo. - Fiquei meio pensativa até que lembrei de uma brincadeira. - Você já jogou xadrez?

- Já! Porque?

- E quanto tempo faz que não joga.

Me abaixei pra pegar o tabuleiro.

- Faz alguns anos. - ele olhou o tabuleiro. - Porquê quer jogar comigo?

- Uma amiga minha faz curso de psicologia. - eu falei montando as peças na ordem no tabuleiro. - Ela disse pra entender uma mente de psicopata, precisa se juntar a ele.

- Me... entender?

- É? - acabei de ajeitar. - Você fica com brancas ou pretas?

- Pretas...

- Vamos jogar... - ele sorriu psicopaticamente pra mim.

....

Ele me olhou seriamente pra mim, tava demonstrando sua raiva quando apertava um travesseiro pra não descontar em mim.

Pelo menos ele também não saiu pra matar pra descontar a sua raiva.

- QUE DIABOS! EU PERDI DE NOVO!

- Desculpa!

- Por quê não me disse que você era a campeã no ensino fundamental?

- Você não me perguntou!?

- Tsc... - ele tinha um nervo em cima da cabeça. -  amanhã eu venho te visitar, vou trazer um baralho, quero ver se me vence dessa vez.

Ele ia em direção a janela.

- Algum dia vai me levar pra floresta? 

-  Não! - disse diretamente.

- Por... - eu ia perguntar quando ele interrompeu.

- Eu não levo... Por que só eu que vivo lá... - ele ficou na janela. - Tem outros... São piores do que eu. Incluindo tem lobos soltos lá. 

- C...Certo. - eu disse fazendo ele bufar e saindo com raiva.

Pelo menos eu poderia ter deixado ele ganhar uma vez.


Notas Finais


Terminamos mais um capítulo. Comentam e avaliem


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