História Jeon Cabelereiro - Capítulo 13


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Lírica, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá bebês!

Capítulo 13 - Escolhas difíceis, futuro incerto


_S/n_

Passamos a noite juntinhos. Foi tudo como um sonho! Acordar e ver o jungkook dormindo ao meu lado me faz sentir viva, jovem. Fiquei por um tempo analisando cada detalhe de Seu rosto até o mesmo acordar.

— Eu te amo!                                           Falou, rouco.

— Eu também!                                              Eu disse um pouco tímida.

O jungkook se aproximou e alinhou o seu corpo ao meu. Ele distribuía carinhos pelo meu rosto, e o toque da sua mão sobre a minha pele era tão macio. Eu me sentia segura sendo envolvida pelos seus fortes braços. E o nosso momento romântico se estenderia até o maldito despertador quebrar o clima e nos avisar que a vida real nos espera.

Alguém bateu na porta logo cedo. Eu sentia que algo de ruim estava por vir.  Seria falta de educação não atender?

— Vai atender!                                          Falei expondo o meu lado preguiçoso.

— Amor! É a sua casa.                                 Ele me encarou, desacreditado.

É faz sentido! A casa é minha, então a visita também. Levantei e vesti um roupão e fui atender a pessoa.

— S/n! Desculpa  incomodar a essa hora!                                                                         O senhor Jeon falou, agitado.

Até prevejo que a sua visita inesperada seja para buscar o seu filho.

— Entre.                                                         Dei um espaço para que ele pudesse passar.

— Obrigado!                                             Falou, educadamente.                                            — Onde está o menino?                                     Ele se referia ao seu filho jungkook.

O senhor Jeon realmente estava desesperado. Mal entrou na casa e já perguntou do filho. Deve ser um pai coruja.

— O que o senhor faz aqui?                           O jungkook saiu do quarto com uma expressão confusa.

O kook estava só de cueca. Esse menino não tem vergonha?  É claro que vai ficar evidente para o senhor Jeon a nossa intimidade. É muito constrangedor!

— Vejo que os dois estão bem próximos.                                                                Ele reparou o seu filho.                                         — Eu soube que você enganou a s/n, moleque imprestável!                                          Ele disse, rude.                                                        — Era para continuar com aquele seu sonho maluco de ser cabelereiro? Liguei para a sua faculdade e descobri que você trancou a matrícula.                                                                Ele falou em tom acusatório.

Realmente me surpreendi com o modo que o senhor Jeon falava com o seu filho. Que mal tem em ser um cabelereiro? Vejo que o pai não apoia em nada o seu filho. Agora eu entendo o porquê do jungkook ter mentido.

— Eu fiz isso! E você não vai me fazer desistir novamente!                                                  O kook falou, convicto.

— Você tem uma semana para voltar para a casa e esquecer essa maldita ideia. E também deixar a s/n em paz.                            Ele encarou o filho.                                               — E s/n...                                                                Se virou para mim.                                                   — Assim que chegar ao hospital passe no meu escritório. Precisamos conversar!          Falou, calmo.

O meu estômago embrulhou na hora. O quê realmente seria essa conversa? Deixou-me ansiosa e assustada.

O senhor jeon deixou o apartamento e o jungkook se expressava de forma tão séria e apresentava um olhar tristonho.

— S/n! Eu não sei o quê esse velho vai falar, mas não seja influenciada pelas suas palavras. Apenas faça o que quiser.                    Ele me encarou e me puxou para um abraço acolhedor.                                                                — Eu te amo!                                                      Disse, beijando o topo da minha cabeça.

— O que pretende fazer?                Perguntei. Senti que o jungkook ficou um pouco tenso.

— Um passo de cada vez. Eu preciso te contar algo.                                                           Ele falou, inseguro.

— Então, fale!                                                 Eu me expressei curiosa. Não aguento mais segredos entre nós dois!

—Hoje à noite! Agora eu preciso muito me arrumar para o curso.                                   Ele desfez o abraço.

...

A primeira coisa que fiz quando cheguei ao hospital foi ir para a sala do senhor Jeon. Eu senti um receio até para abrir a porta.

— Sente-se.                                                  Ele falou sem me olhar.

Acho que ele nunca me tratou assim com tanta frieza.

— Vejo que você e o jungkook estão se relacionando.                                                       Não sabia se aquilo era uma pergunta ou uma afirmação, apenas confirmei com a cabeça.                                                                     — Eu não sei como você se interessou por um moleque, ele não tem nada a lhe oferecer. É apenas um garoto mimado!                               Ele disse achando que tinha toda a razão.

— Hum.. E qual é o ponto?                         Eu queria saber o assunto real da conversa sem enrolação.

— Então, eu sei que você está entediada... E vou adiantar a minha proposta.       Disse com um tom peculiar.                            — Expulsse o garoto de casa, é só assim que ele vai esquecer aquele maldito sonho. Você tem uma semana para fazer isso, caso contrário pode esquecer a sua residência.

As suas palavras soaram como uma facada no meu peito.

Como assim? Eu perderia um ano de residência e tudo por um problema familiar dele?

— Você não pode...                                    Não completei a frase, pois já sabia da resposta que ele me daria.

— Eu posso! Mas sei que não precisarei fazer isso. Eu acredito que você fará a coisa certa.                                                                      Ele pronunciou, confiante.                                     — Agora pode ir trabalhar! Pense direito nas suas ações, porque podem comprometer o seu futuro... Mas, você é uma menina inteligente e não agiria por uma paixão fútil com um adolescente.                                                     Ele me deu um sorriso caloroso

...

Sai daquela sala mil vezes pior do que entrei. O homem que eu mais admirava era um hipócrita. Em seu livro o mesmo aconselha os jovens a correrem atrás dos seus sonhos, mas na vida real limita o próprio filho de fazer isso. Eu já escolhi o meu futuro, e ele será ao lado do jungkook.

...

— Você parece tão cansada! Trabalhou muito amor?                                                              O jungkook falou quando eu cheguei em casa.

— Trabalhei e tirei férias!                     Forcei um sorriso.

Não contaria a ele sobre a minha demissão. E eu vejo isso como um tempo de descanso.

— Eu vou te contar sobre o aquilo que mencionei hoje de manhã.                                  Ele falou, tenso e se sentou no sofá.                    — Senta aqui!                                                 Pediu para que eu sentasse no seu colo. E assim o fiz.

— Qual é o grande assunto que fez você ficar com essa carinha séria?                            Falei, brincalhona. Mas o jungkook não se animou nem um pouco.

— Eu passei na seletiva para ir num concurso nos Estados Unidos.                          Ele disse,triste.                                                        — Mas eu só vou se você permitir!                 Olhou no fundo dos meus olhos.

— É claro que você deve ir! E eu vou junto, tenho que aproveitar as minhas férias.

Mesmo com a minha resposta jungkook ainda estava tenso.

Ir para os Estados Unidos seria a melhor coisa no momento. Como se fosse uma viagem de relaxamento e também para fazer um novo planejamento de futuro.

— Se eu ganhar o concurso vou ter que estudar lá durante uns quatro anos.                  Ele disse, sério.

É aquilo não era muito legal. Quatro anos? A notícia me deixou muito preocupada. Mas, de qualquer forma o apoiaria. E pensando bem seria uma boa ideia seguir carreira na América. Eu não sou uma mulher de relacionamentos a distância, então irei para onde ele for. 


Notas Finais


Está difícil escrever essa história 😪


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