História Jeon e Min - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Adaptação, Anos90, Jungkook!top, Rock, Yoongi!bottom, Yoonkook
Visualizações 122
Palavras 1.186
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, LGBT, Musical (Songfic), Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom, como hoje é meu aniversário e eu estou muito boiola pelos textos que recebi...decedi postar mais um cap! Tenham uma boa leitura📖

Capítulo 2 - Jeon


Tomei um gole de vodca e olhei para baixo enquanto a ruiva — opa, não! Era uma loura – abria o zíper da minha calça jeans. Eu não sabia direito aonde a ruiva tinha ido. Ah, espera, nooossa!, os peitos da loura eram enormes. Falsos, mas e daí? Eram imensos. 

– Não me deixe, lindo. Vou ser bonzinho. Eu juro! – implorou Taehyung enquanto passava me empurrando. Com quem ele estava gritando, afinal? Olhei para ver aonde ele ia e meu olhar vidrou no instante em que o vi. Caramba! Dei um passo à frente, mas a loura de joelhos estava no meu caminho. Empurrei suas mãos para o lado e a contornei. 

– Vou ser bonzinho. Só converse comigo – insistiu Taehyung, alto o bastante para todo mundo ouvir. Ele arregalou os olhos e eu me dei conta de que era com o moreno maravilhoso que Taehyung falava. Não gostei disso. 

De onde ele havia surgido? Eu nunca o vira antes, certamente me lembraria dele. Ele não estava vestido como os outros. O jeans e o suéter se ajustavam bem ao seu corpo. Não precisava exibir tudo o que tinha para chamar atenção.

Os lábios rosados perfeitos eram tão finos que faziam um homem sonhar com eles tocando a sua pele. A aparência era perfeita, mas, caramba, foi aquela expressão inocente em seus olhos que me atraiu. Ele não devia estar ali. Mas estava e eu ia ficar com ele, cacete! Taehyung podia desistir. Todos eles me queriam. Eu era o primeiro prêmio. Não precisava competir com os outros. 

Esse anjo seria meu naquela noite.

Estava quase chegando junto quando ele deu meia-volta e partiu apressadamente na direção da saída.

Merda! 

Corri atrás de Taehyung, dando um empurrão nele, que tropeçou e caiu junto à parede, enquanto eu passava por ele. Ouvi quando ele xingou e me chamou de “cretino filho da mãe”. Não dei a mínima. Taehyung teria que superar. Aquele era meu. Talvez eu o comesse duas vezes. O guarda na porta me viu chegando e se postou diante da saída, mantendo-o no camarim. Ele pediu que o mesmo se afastasse com o mais doce sotaque sulista que já ouvi na vida. Caramba! 

– Eu só quero ir embora. Ninguém nem se importa que eu esteja aqui, posso garantir. Só entrei por causa da minha prima. É ela que eles querem. 

A prima dele? Putz, seria melhor do que ele? O guarda olhou para mim e ele se virou para ver para quem o mesmo estava olhando. Pude sentir o arfar dele no meu pau. Cacete, ele era gostoso! Ia embora o caramba! Estava tendo dificuldade para escolher alguém para levar ao hotel esta noite, mas havia encontrado um grande tesouro. Aposto como ele tem um cheiro delicioso também. E que é bem apertadinho. 

– Você vai embora sem dizer oi? – perguntei, dando o sorriso que me fazia pegar mulheres e homens antes mesmo de me tornar um astro do rock. Ele respirou fundo de novo, seu rosto era absurdamente expressivo. Pude ver surpresa, choque e confusão, tudo misturado naqueles olhos lindos.

Imaginei como eles ficariam no momento em que eu o fizesse gozar. Eu descobriria isso. Quando ficou claro que ele não falaria, dei mais um passo em sua direção e deslizei um dedo pelo seu rosto, só para confirmar se a pele era tão macia como parecia ser. Era mesmo, cacete! Então ele estremeceu. 

– Você tem um nome, príncipe? – perguntei, surpreendendo a mim mesmo. Eu jamais perguntava nomes. Apenas chamava todos de príncipes ou qualquer coisa parecida. Era mais fácil. 

– Eu só... eu preciso... eu estava saindo. Preciso ir embora – gaguejou, apontando por cima do ombro na direção da porta que meu segurança ainda bloqueava. 

Taehyung o havia assustado? Era melhor que o cretino desgraçado não o tivesse amedrontado. Ele era como aquelas bonecas de louça lindas em que não podemos tocar, pois correm o risco de se quebrarem. 

– Mas você não pode ir embora ainda. Nós não nos conhecemos – eu disse, deslizando a mão até o quadril dele, passando pela cintura minúscula. Eu precisava disparar minha carga naquela bunda. 

– Eu só estou aqui com a minha prima. Eu não... quer dizer... não sou um convidado. Só entrei por causa dela. Como ela já está se divertindo, estou indo embora. 

Que doçura. Meu Deus do céu, ele era um doce. Como um homem podia ter essa aparência e ser tão meigo? Esse tipo de coisa não acontece. 

– Você é um convidado agora. É meu convidado. – informei. Estendi a mão para que ele segurasse. – Venha comigo. Podemos ir a algum lugar tranquilo, onde pode me contar tudo sobre você. 

Ele começou a sacudir a cabeça. 

– Ah, não. Isso não... eu só preciso ir embora. Estou cansado. 

Eu não conseguia fazer nada além de encará-lo. Não sabia como lidar com essa situação. Ele estava me rejeitando. A mim. Ninguém nunca me dizia não. Jamais. Aquilo era um joguinho? Tanta doçura não passava de fingimento? Será que ele conseguia o que queria bancando o difícil e provocando um homem com aquele corpo gostoso em roupas que apenas davam uma pista do que havia por baixo? Porque, se fosse isso, era brilhante. 

Eu o queria. Imediatamente. O joguinho estava funcionando. 

Sorri e dei mais um passo na direção dele. Se recuasse, ficaria pressionado contra o segurança. Então ele seria meu. Era ou eu, ou ele. Baixando a cabeça, rocei os lábios em sua orelha e inspirei. Cara, ele cheirava a mel. 

– Quero você nu embaixo de mim. Está funcionando, príncipe. Agora está na hora de ceder. 

Seu corpo ficou tenso e ele parou de respirar. Esperei que inspirasse de novo enquanto subia o nariz por seu pescoço, enlouquecendo ao constatar como ele cheirava bem. 

– Não. Eu não faço isso – disse, parecendo sem fôlego. – Eu só quero ir embora. 

Levantando a cabeça, olhei em seus olhos e, desta vez, vi medo. Era verdadeiro. Ele estava com medo de mim. Por que estava com tanto medo de mim, puxa? A inocência em seus olhos era real. Berrava que aquele garoto era para ser visto, mas não tocado. 

– Por favor – implorou ele baixinho. – Por favor, me deixe ir embora. 

Eu adorava que eles implorassem para mim. É verdade que eu adorava ouvi-los implorar pelo meu pau. Ou me pedir que os fodesse com mais força. Mas aquilo... aquilo me deixou com o peito apertado. Caramba, eu ia deixá-lo ir embora. Porque ele disse “por favor”. E ele estava falando sério, porra! 

Olhei para o segurança parado diante da porta. Era um dos muitos que viajavam conosco. 

– Cuide para que ele chegue em casa bem – ordenei e o segurança assentiu com um leve aceno de cabeça. Então olhei novamente para a beleza intocável à minha frente. Ele estava certo. Não deveria estar ali. Não podia fazer parte daquilo. 

Eu não me despedi, porque não pretendia chamá-lo de príncipe de novo. Eu chamava assim os garotos que eu comia. Antes que eu mudasse de ideia, dei meia-volta e retornei para junto das pessoas. Havia muitas morenas e loiros ali que eu poderia usar naquela noite. Mas seria aquele rosto angelical que eu veria quando fechasse os olhos.



Notas Finais


Durmam bem💜


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