História Jeon Jungkook must die - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Bimmbinha, Jikook, Namjin, Sope, Vkook, Vmin, Yoonseok
Visualizações 18
Palavras 1.111
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Aquele com o Mascote e os Namorados


▄ ▅ ▆ ▇ █ █ ▇ ▆ ▅ ▄ ▃ ▂

 

 

MASCOTE DO EXÉRCITO, foi o apelido recebido em seu último colégio, na última cidade – que ele se recusa veementemente até mesmo pensar no nome, que lhe dá calafrios na espinha – para onde eles haviam se mudado, quer dizer, a última antes de Busan.

 

Jimin estava inquieto, balançando repetitivamente a perna para os lados ou então para a frente. Não conseguia se acostumar ao fato de estar, novamente, passando por aquela exaurida mudança.  Climaticamente, socialmente, era tudo uma grande porcaria, como, normalmente, cidades grandes costumam ser. Observando pela a janela do carro, ele viu alguns passarinhos voarem livremente de galhos altos, alçando vôos em plena liberdade, sibilando um canto coletivo.  Claro que a imagem não durou mais do que quinze segundos; o seu pai aumentou a velocidade do automóvel, e conseqüentemente, os passarinhos ficaram para trás, voando na direção contrária. Jimin desejou profundamente gritar para que as aves voltassem e o arrancassem de dentro do veículo.

 

O Mascote do Exército, que, por um acaso, ficara encubado de ser efetivamente o mascote propriamente dito do time de futebol, descobriu, no auge da sua solidão escolar, que havia certas vantagens animadoras em ser invisível aos olhos dos demais alunos. Por exemplo, ele podia transitar livremente pelos corredores da escola que ninguém jamais iria saber quem ele era, mesmo que estivesse usando o uniforme assim como boa parte do corpo estudantil. Podia até mesmo se passar por zelador, como, aliás, ele já fizera diversas vezes antes; as possibilidades eram infinitas.

 

O lado negativo, porque obviamente é claro que tinha um, é que seu irmão Namjoon, um exímio aluno carismático, obrigava-o a se misturar com o resto da manada. O Park mais velho insistia nessa história de que ser solitário podia ser incrivelmente perigoso para sua saúde mental e, por isso, o forçava a cumprimentar pessoas desconhecidas pelo corredor, e a ser sempre cordial com os mais velhos.  E é claro, que, tratando-se de Jimin, é óbvio que tais conselhos entravam por um ouvido e saiam pelo outro. Ele era apenas um adolescente. Estava no seu direito de ligar o botão do foda-se e de desejar que o mundo inteiro a sua volta se explodisse, não é mesmo?

 

—Chegamos. — entoou o senhor Park, desligando o carro. Sua mãe, sentada no banco do carona, deu um gritinho de alegria, obviamente exultante com sua nova moradia.

 

A casa era alta, apesar dos muros popularmente baixos, tingidos de brancos. O seu teto era geometricamente perfeito, retangular.  As janelas eram esguias e quadradas, e a porta da frente era bem espaçosa, pintada em vermelho. Além disso, havia o tapete de boas vindas e ao lado, a garagem. Mesmo sem ter visto o lado interno, o Park caçula sabia que ia gostar antecipadamente.

 

Deixaram o carro. Os garotos foram diretamente a ala do porta-malas, ajudar o pai a retirar as bagagens e os travesseiros, enquanto a mãe, a senhora  Ahra, dirigiu-se imediatamente para dentro da casa, desvendar os cômodos da casa que deveriam habitar por, pelo menos, os próximos oito meses.

 

—Você vai ficar com essa cara de bunda? A casa é maravilhosa — a voz do hyung despertou-o de seus devaneios.

 

—Essa é a única cara que eu tenho, babaca.

 

Jimin reprimiu o ímpeto de gritar, ao senti-lo acertar um soco certeiro na parte inferior da sua cabeça. Filho da puta.

 

—Ah, desculpa hyung! — choramingou. — Você sabe como eu fico com essas mudanças...

 

—É, parece uma garotinha na TPM. — o primogênito rolou os olhos, impaciente, e depois de colocar a última mala de rodinhas para fora do carro, voltou sua atenção para o irmão. — Você precisa deixar de ser tão desgraçado da cabeça, como espera fazer amizades sendo um animal irracional?!

 

—E quem disse que eu pretendo fazer amizades? Já foi provado cientificamente que as pessoas reclusas...

 

—São mais propensas a depressão e ao suicídio — completou Nam, embora estivesse ciente de que essas não seriam as palavras proferidas pelo irmão. — Você prometeu para a mamãe que iria se esforçar, Jimin. E eu estou de olho em você.

 

Ele apenas suspirou, desistindo da discussão que facilmente iria se prolongar pelo resto do dia e, então seguiu o irmão para dentro da residência, já que o pai havia se adiantado e ido conhecer os demais cômodos com a esposa.

 

 

O moreno abriu um sorrisinho, finalizando o beijo com uma série de selinhos demorados, enquanto recuava alguns passos para trás. A sua franja caia perfeitamente sobre seu rosto, escondendo parcialmente seu olho esquerdo; os lábios estavam curvados em um sorriso irresistível repletos de promessas.

 

Jeon Jungkook era absolutamente perfeito. Alto, magro, com porte atlético, mas não exageradamente musculoso, não era difícil de entender o porquê dos inúmeros alunos e alunas jogarem-se aos seus pés freqüentemente.

 

E infelizmente, ele era um desses alunos. Para o candidato ao cargo de presidente do grêmio estudantil, Jin, era impossível resistir ao charme encantador e a lábia de Jeon, aquele maldito era bom em tudo o que fazia. Fosse nos esportes, fosse no sexo, fosse nas disciplinas... Um sujeitinho desgraçadamente apaixonante, esse era o veredicto geral.

 

—Você sabe que eu não posso namorar agora, Jin!

 

—Eu sei, eu sei. Por causa da temporada de basquete. — o garoto resmungou num muxoxo, que o mais velho precisou inclinar-se para ouvir. — Isso não significa que eu entenda isso, é tão injusto querer desfilar com meu namorado por aí e não poder!

 

—Eu entendo, amor. Eu sei muito bem o quanto é frustrante, não pense que é só você que acha isso. — sorriu de lado, inclinando-se mais uma vez para beijar o outro profundamente. Não que Seokjin fosse relativamente menor que Jungkook de alguma maneira, todavia, a maneira com que eles se escondiam às vezes, fazia-se necessário.

 

Jin deixou um suspiro de deleite escapar por entre seus lábios, retribuindo ao beijo dele com vontade, levando os dedos até a nuca do moreno, estando ciente de que esse era o tendão de Aquiles do  mesmo: como de costume, o jogador sentiu-se arrepiar por inteiro com o menor toque do outro, o apertando mais contra si, deixando suas mãos escorregar até as nádegas do namorado.

 

Lembrando-se instantaneamente de seu autocontrole, Jeon afastou-se. Não podiam correr o risco de serem flagrados pela diretora ou por qualquer outro funcionário. O Jin, porque estava concorrendo ao cargo de muita responsabilidade no colégio e, Jeon, porque tinha seus próprios segredos e interesses a manter.

 

Respiraram ofegantes, sorrindo de maneira cúmplice um para o outro antes de, então, Jeon despedir-se do namorado e sair a passos rápidos do local, ajeitando o cabelo.

 

Jin mordiscou o lábio, ainda quente e excitado. Maldito Jeon Jungkook e toda sua perfeição.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...