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História Jeon's mafia - Capítulo 4


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Capítulo 4 - Four


Fanfic / Fanfiction Jeon's mafia - Capítulo 4 - Four

09:30

-Sério quê seu pai não deixou você ir?- Jessy fala colocando a latinha de refrigerante em cima da mesa

- É... Eu tenho o "curso"... E ele não deixou eu faltar...- Jessy era a única pessoa quê sabia quem eu realmente era. 

- Tá, tudo bem... Mas então, vamos marcar para depois... 

- Desculpa, eu realmente queria ir. 

- Seu pai é muito duro com você. Sei lá... Parece quê ele não te ama. 

- Amar... Acho quê é uma palavra muito forte, mas ele também não me odeia. 

- Vamos levar em consideração quê ele "virou" pai aos 15 anos, têm a morte do seu avô, ele assumiu tudo quase com a nossa idade. 

- Verdade, um dia será eu. Ele sempre me falou quê não quer uma filha fraca.

- Amiga, me fala uma coisa... Seu pai... Nunca arranjou ninguém?

- Agora quê você falou... Não, ele nunca nem namorou. Depois quê assumiu a responsabilidade de pai e chefe da máfia... Nunca vi ele com ninguém. 

- Será quê é por isso ele é frio com você?

- Não, não... Acho quê não seja por isso. 

- Bom, vamos deixar isso para lá. Vamos para a sala. Você vai ser uma criminosa, mas pelo menos vai ser uma criminosa formada.- Jessy se levanta e me pega pelo braço arrastando-me para a sala. 

13:00

Hora da saída, e Jessy me acompanha até a porta da faculdade onde Hoseok me esperava dentro do carro.

- Meu Deus, aquele é seu primo?- Jessy pergunta ajeitando o cabelo

- Sim- rio- Vou logo. Até mais tarde- dou um abraço em Jessy e atravesso a rua. Entro no carro de Hoseok  vendo o ruivo guardar o celular

- Como foi a aula?- questiona colocando ligando o carro.

- Chata como sempre. Não entendo porque tenho quê fazer faculdade sendo quê sei do meu futuro.

- Vai por mim meu amor, essa faculdade vai servir muito. Aliás, seu pai avisou quê seu treinamento vai ser daqui a pouco. 

- Quê horas vai ser?- coloco a mochila no banco de trás

- Daqui á trinta minutos. Vou só passar na sua cama para você tomar um banho e comer algo rápido. 

Chegamos em casa e fui direto para o banheiro. Troquei de roupa rápido, desci a escada vendo Hoseok com um sanduíche. Entramos em seu carro novamente quê logo deu partida. 

13:33

- Pronta s/n?- o instrutor me deixa na posição certa para atirar

- Não ainda- era a voz de papai- Eu vim acompanhar seu treinamento- mesmo ele sendo meu pai, me sentia intimada perto dele. 

- Nesta posição- ajeita minha mão- Aponte e mire... Atire- alguma coisa me fazia não atirar

- Vamos s/n, atire!- papai fala, porém meu nervosismo não deixava. Eu já fiz isso, mas porquê agora não está indo?- S/n, aperte. 

- E-eu não consigo...- falo abaixando a arma 

- Tudo bem, vou lhe dá cinco minutos para descansar.- o instrutor diz indo ajeitar a arma 

- O quê deu em você agora? Por que não conseguiu atirar?- meu pai se aproxima me deixando um pouco mais nervosa

- Eu n-não sei pai... Desculpe...- abixo a cabeça

- Levante essa cabeça e olhe nos meus olhos- faço o quê ele manda- Nunca na sua vida, abaixe sua cabeça para ninguém. Agora me diz... Você está vindo tão bem nos últimos dias, o quê está acontecendo s/n? Eu já falei, não quero filha fraca!- coloca as mãos nos meus ombros- Preste atenção, você vai assumir meu lugar qualquer hora.

- Não papai, não fale isso. 

- É a verdade, você vai assumir. Pode ser hoje, amanhã, qualquer dia e você precisa está pronta! Eu quero morrer sabendo quê minha filha sabe atirar nas pessoas, sabe roubar bancos, sabe manter a tradição da máfia. 

- Entendi papai... Vou dá meu melhor. 

- Eu vou pegar um água de coco para você- ele diz saíndo do campo

- Então gatinha, o quê aconteceu?- Hoseok brota na minha frente

- Apenas fiquei nervosa... 

- Por causa da presença do seu pai?

- Não... Não foi por isso...

- Certo. Eu vou indo, tenho algumas coisas para resolver! Até depois, e se preste atenção- Hoseok me abraça e logo deixa o campo.

- Aqui está- papai me entrega a água de coco e se senta novamente. 

- S/n, está na hora- o instrutor aparece novamente com a arma. Desta vez consigo atirar vendo papai dá um sorriso de lado.

21:46

O dia hoje foi bem corrido, por isso irei dormir cedo. Como meu estava na sala, resolvendo "algumas coisas" no caso, se livrar de algumas pessoas... Eu deixei ele em paz. 


Jeon Jungkook pov's

Este vagabundo ainda me paga... Quem ele pensa quê é? Babaca. Terminei de mexer no tablet para ir deitar, foi quando ouvi um barulho vindo da cozinha. 

Não era a s/n, nem os empregados. Fui devagar até a cozinha com um canivete, ao entrar no cômodo, alguém tampar minha boca com um pano e segurar seu braço fazendo-me soltar o canivete. Fico imobilizado no chão até alguém falar algo.

- Olha só se não pegamos a nossa galinha dos ovos de ouro- De quem era aquela voz?- Muleque, vai fazer o quê seus irmãos mandaram, pega a garota- garota? A s/n? Como é? 

- Mas eu não sei aonde ela está!

- Ela está no quarto, palhaço. Vai logo- eram três pessoas... Mas eu realmente não sabia quem era... Os Kim's não era, pois eu conhecia a voz. 

- Se vocês encostarem um dedo na s/n, eu não respondo por mim!- consigo tirar o pano da minha boca

- Cala sua boca, a garota vai ser nossa. Anda muleque, vai pegar a menina. 

Taehyung pov's

Subi até o quarto de s/n e abri a porta devagar. Ela estava dormindo e.... Meu Deus, ela parecia um anjo... Eu poderia aprecia-la a noite toda. 

S/n pov's

Me mexo para o lado da porta, quando sinto a presença de alguém. Abro meus olhos devagar vendo um garoto ali. Ele era bem gato... Mas ao mesmo tempo... Quem era aquele maluco? 

- PAI! PAI SOCORRO- grito e o garoto me pega no braço, estilo noiva, e me tira do quarto- PARA ONDE VOCÊ ESTÁ ME LEVANDO?- Chego na cozinha vendo meu pai imobilizado no chão. 

- Ótimo, agora quê estamos com a garota, vai ser seu fim jeon.- o cara quê estava imobilizando papai fala.

- Só por cima do meu cadáver- Me solto dos braços daquele garoto e pego uma arma quê havia na gaveta da cozinha. 

Dou apenas dois tiros na testa de cada um, porém o que estava me segurando conseguiu fugir, os outros morreram.

- Pai, pai, você está bem?- O ajudo a levantar

- Estou minha filha... Aquele maluco te machucou? 

- Não pai, eu estou bem. 

- Estou muito orgulho do quê fez. Viu, qualquer hora você vai assumir meu posto- eu não conseguia reparar em outra coisa a não ser em seu corpo musculoso apenas com aquela calça moletom- S/n? Está aí? 

- Sim? Ah... Eu só fiz minha obrigação. 

- Tudo bem, vamos dormir então... Deixe a porta do quarto trancada e as janelas. 







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