História Jeon's Sin (IMAGINE JEON JUNGKOOK - BTS) - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook)
Tags Bts, Depressão, Drama, Imagine Jungkook, Incesto, Jeon Jungkook, Jungkook Incesto, Kookie, One Shot Jungkook
Visualizações 436
Palavras 3.058
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Lembrando que isso aqui nao eh romantizaçao de estupro, se trata de problemas psicologicos, e abriga o tema estupro, NAO POSSUE AMOR RECIPROCO. E novamente relembrando, amor eh MUITO diferente de obsessao, isso aqui nao tem o intuito de ser uma fanfic fofa, onde dois irmaos se amam e vivem juntos, muito pelo contrario. Enfim, se voces querem um final alternativo, uma historia diferente do habitual, que pode ou nao, traumatizar voces com a visao de um obsessivo lunatico e meio psicotico, continuem lendo, SE NAO, EH SO SAIR ENQUANTO DA TEMPO.

Capítulo 1 - Capitulo Unico


  Quando você se da conta que esta preso em uma teia de aranha e você apenas não passa de um inseto mortal, você começa a se debater, isso se chama pulsão de vida, quando você sente que no fundo, ainda tem forças pra continuar a vida miserável que levava sem lamentar por muito, isso é doloroso, e no fim, sempre em vão. Aceitar o seu proposito e seu destino triste é uma escolha mais sabia e menos dolorosa, mas isso claro, se você for pego por uma destas armadilhas. Estar vivo, constantemente faz me perguntar que tipo de pessoa cada uma é, Você é uma aranha? Ou um inseto? Há pessoas que são o que são, mas não sabem sobre... Deu pra entender? Eh um pouco complexo, ou talvez eu só pense demais no assunto.

Mas eu... tinha certeza que já estava na armadilha.

  Nunca considerei muito sobre a tal “pulsão de vida”. Quando eu tinha 14 anos, meus pais decidiram que seria melhor me transferir para uma escola mista, visto que antes eu pertencia a uma escola somente para garotos, O que tornou as coisas um pouco difíceis de lidar... eu digo, sobre as garotas.

Talvez eu devesse me tornar um poeta. Ou um escritor daqueles que fazem romances bonitos e com finais felizes, sabe? Ou talvez eu devesse parar de criar uma realidade alternativa mentalmente e tentar encarar a minha. Mas todas as vezes que eu literalmente, a encarava, ela me encarava de volta.

_Você manteve contato com a psiquiatra? –Ele me olhou através do espelho do carro, e eu suspirei.- Isso foi um não?

_Pai, isso eh algo confidencial, sabe? É tipo uma daquelas historias de agentes secretos onde a informação fica por lá, entende? –Revirei os olhos, e ele continuou a me fitar com as ônix curiosas.- Ok, não, raramente nos falamos.

_Você deveria manter contato com a psiquiatra. –Aconselhou, e eu senti o estomago dar uma leve fisgada com a sua intenção sobre aquele assunto.- Você sabe o motiv—

_Eu não quero que me dopem sem necessidade, ok?! Eu já tenho 19, faltam apenas três dias para chegar naquela idade, e eu não estou muito a fim de manter contato com pessoas que certamente estão a fim de me entupir de remédios, sem sentido algum. –Toquei o bolso, procurando pelo telefone.- Além do mais, vocês que me mudaram de escola...

_Ok, mudança de assunto... –Ele olhou pelo vidro limpo, e eu engoli em seco, sentindo uma gota escorrer friamente na minha testa.- Continuamos em casa... –Ela adentrou o carro, e o cheiro de baunilha era como o doce perfume que eu ansiava todas as noites contra meu corpo.- Oi meu anjo, como foi a aula?!

_Boa... –Soou desanimada, e eu observava seus movimentos calmos e naturais.- Foi na aula, Nii?!

_Infelizmente... –Suspirei.-

  Aqueles minutos eram capazes de me fazer feliz pelo resto da noite, menos durante a madrugada, onde certamente eu desejava sua companhia, e cá entre nos, sem nenhum tipo de tecido para atrapalhar.

  Na internet há casos onde os irmãos acabam juntos, e outros casos onde esse amor começa a ser esquecido, também há casos onde eh reciproco, unilateral, e etc... Eu nunca soube em qual eu me encaixava, em qual desses casos seriamos postos nos jornais e noticias futuramente, Mas talvez, apenas talvez, eu tenha chegado um pouco longe com meu complexo incestuoso e minha tara quase que fanática pela minha irmã mais nova.

  Havia uma musica que falava algo sobre usar as pessoas e ser usado, não me recordo o nome nem ao menos quem cantava, mas algumas pessoas de fato, queriam ser usadas por você, e outras, queriam usar você, é algo inevitável machucar alguém para beneficio seu, ou ser egoísta e tentar pagar de farmacêutico tapando seu machucado com um band-aid. Alguma dessas metáforas ridículas fez sentido?

_Vocês chegaram cedo... –Seu semblante era feliz, com um misto de preocupação.- Passaram no mercado?

_Eu esqueci, Juro que esqueci... –Respondeu o mais velho, ele de certa forma, parecia falar a verdade, hora ou outra dizia que esqueceu apenas para não ter de lidar com a fila ou com as pessoas do recinto, e então ele empurrava a chave do carro contra mim, e me mandava levar minha irmã pra tomar um sorvete, de noite.- Podemos comprar pela manha, ok? Eh domingo...

  As vezes eu me esforçava para não socar ele, ele dificilmente sabia lidar com os sentimentos das pessoas, ou talvez eu que escondia sobre isso desde o fundamental, e de certa forma, era melhor que eles não soubessem sobre.

Meus pais eram o cumulo da preocupação sobre nossa saúde... mental. Diziam que ao escolhermos o que faríamos futuramente, escolhêssemos bem, para não complicar e nem “acabar” com nossa mente por coisas quase que fúteis, de certo ponto, eu concordava. Mas minha saúde mental nunca foi tão boa a ponto de ter sanidade para tais assuntos em relação aos meus complexos.

_Eu vou tomar um banho... –A garota sorriu, subindo as escadas. Eu a segui, não propositalmente, eu diria que foram movimentos naturais e quase imperceptíveis da minha parte.- Você vai primeiro, Kook?!

_Ah...não, pode ir... –Encarei a porta por alguns segundos, antes da garota fechar a mesma, e começar a se despir.-

  Já sentiu a necessidade de se encontrar? O seu mundo interno, onde você vive e cria sua própria opinião sobre tal assunto e se encaixa em seu próprio padrão, já sentiu como se não existisse mais nesse mundo interno? Incapacidade. Fadiga. Não ser capaz de se encontrar. Não ser capaz de valorizar seu próprio feito. Não conseguir gostar do seu “eu”. Talvez meus pais tivessem razão, eu talvez devesse me entupir de remédios tarja preta e dormir eternamente. Me pergunto se é isso que Hipnos deseja.

_Kook, você já pode ir agora... –Ela bateu três vezes na porta, antes de entrar só de toalha e me encarar jogado no chão, a encarando de volta.- Você está bem? Faz dias que não toma aqueles remédios, está tendo dificuldade em dormir? –Ela se aproximou, e eu fitei sua intimidade por baixo da toalha branca durante alguns segundos.- Você parece cansado, vá tomar um banho e volte pra dormir um pouco...

_Eu tenho pesadelos durante a noite, e quando acordo sozinho, fico inquieto, incapaz de dormir novamente, faz dias que isso acontece... –Mentira. Eu tenho pesadelos incomuns durante a noite, mas nada que uma agua no rosto e um copo de leite não resolvam, além do mais, eu nunca tive problemas com inquietude, apenas por pensar demasiado.-

_Precisamos conversar com o papai e com a mam-- -A interrompi, e ela pareceu surpresa.-

_Não há necessidade disso... eu só, você... você, pode dormir aqui?! –Indaguei receoso que talvez ela já houvesse percebido minhas intenções.-

_Claro, eu trago meus itens quando terminar de vestir roupa... –Ela caminhou para forma do quarto, e os pés ainda molhados deixaram marcas úmidas no piso do quarto, deslizei meus dedos sobre eles, borrando o formato perfeito e original que antes possuíam.-

Talvez ela gostasse de medicina. Ou talvez desejasse cursar algum teatro, ou aulas de karate. Ou quem sabe ela apenas gostasse da ideia de continuar indo nas aulas de musica e aulas de teclado nas quartas e sextas. Ela nunca foi muito falante sobre os planos para seu futuro, e isso me deixava inquieto, e ansioso de certa forma. Ela já havia se entregado para alguém?

_Eu durmo no chão, ou na cama?! –Sua inocência me intrigava, e ela agachou por um minuto, antes de se levantar e colocar seus itens sob a cama.- Você é lento...

_Dormimos juntos, assim fica mais fácil pra você me acalmar durante a noite... –Menti novamente, e por algum motivo, tal coisa fluía naturalmente.- Vou tomar um banho.

  Eu sempre imaginei que as pessoas eram cores próprias e vivas, de certa forma, isso eh verdade, mas eu diria como uma paleta de cores alternativas. Uma pessoa roxa, lilás, azul, rosa, amarelo, cinza, preto, laranja, e entre uma diversidade de cores diferentes, eu as encaixava em seus respectivos lugares, e gostava de fazer tal coisa, era como montar minha própria tela. E tingi-la de branco, por completo, internamente. Eu deveria me preocupar com as intenções sexuais nos meus pensamentos aleatórios. Eu deixei escapar um gemido naquele momento, e engoli em seco ao me levantar desequilibrado e me dirigir a agua corrente. Poderia lavar meus pecados?

  Encarei o cesto de roupas sujas por alguns segundos, antes de deslizar os dedos sobre sua roupa intima e levava ate as narinas. Tao suave e natural. Sentei-me calmamente sob a tampa do sanitário, e deixei que a agua quente do chuveiro tocasse meus pés, enquanto eu me masturbava calmamente sentindo seu cheiro único e sensual. Deixei-me levar por um tempo, e só então eu pude me despejar contra a parede branca, vendo o liquido escorrer, e ironicamente ainda mantinha sua calcinha presa entre os dedos, sentindo vontade de meleca-la. Sujar a dona. Terminei o ate então “banho” que havia começado, e me perguntei se seria estranho apenas levar aquela peça ate meu quarto e deixa-la guardada por uns tempos.

---

  O jantar e o restante da noite se puseram em questões de segundos, e nas horas vagas enquanto nossos pais papeavam aleatoriamente na frente da TV discutindo quem assumiria a presidência, eu a observava sorrir para o telefone, digitando algumas coisas. Você se diverte me deixando tão inquieto e com raiva? Eh um garoto? Uma amiga? Seu namorado?

_Eu vou me deitar primeiro... –Me retirei acompanhado por um suspiro estressado e um olhar raivoso em sua direção. Demorou alguns segundos ate ela perceber que eu estava me dirigindo ao quarto, e só então ela me acompanhou.-

  A esperei subir as escadas. Eu ouvia seus passos, e contava eles.

_Kookie-Nii, você não pode dormir bem hoj-- -Se pronunciou, eu sabia o que desejava, e aquilo me ferveu o sangue, o sentia correr ardente nas veias.-

_Não! Você prometeu... prometeu que ficaria aqui comigo... –A encarei e ela pareceu assustada por uns segundos.- Eu não quero ficar sozinho, me sinto incomodado... comigo mesmo.

-Certo, então pode se deitar, eu vou logo em seguida... –Suspirou e encarou a tela do celular. Eu atrapalhei seus planos de fuga com o marginal? Me desculpe, mas não me arrependo.-

_Eu vou buscar alguma coisa pra beber, você pode ligar a TV se quiser, vamos ver um filme. –Sugeri e ela pareceu menos desinteressada.-

Se Deus existe, eu quero que me perdoe por um grande pecado. Mas eu sou louco o suficiente para não lidar com meus problemas, e fodido em uma descarga de depressão, onde eu apenas me frustro, e tais vibrações me levam a cometer esses erros. Os erros a seguir.

 Ou talvez eu só esteja despejando a culpa da minha doença mental e obsessão incestuosa, na minha comprovada e diagnosticada depressão.

  Eu precisava de uma boa bebida. Ela gostava de leite doce, e eu apenas concordei em oferecer isso. Misturei o pó entre o liquido rosado, e o coloquei na bandeja, juntamente ao meu café gelado. As coisas pareciam tão mais fácies quando eu apenas sugeria coisas simples e ela concordava. Mas isso, de certa forma, ela jamais concordaria.

_Você gosta de leite doce, certo? –A entreguei e seus olhos brilharam.-

_Obrigado... –Ela tomou um longo gole, e eu a encarei durante um tempo, prazerosamente analisando a bebida gelada descer pela sua garganta. Ela lambeu os lábios rosados antes de se virar para a TV novamente.- Vamos assistir o que?

_Não vamos assistir nada... –Sussurrei, e ela me encarou desentendida, neguei apenas com um sorriso e me aproximei de seu corpo.- Qualquer coisa que quiser...

  Ela tocou no controle e encontrou um belo passa tempo para escolher um filme decente que desejasse, eu apenas a acompanhei, implorando para o efeito ser rápido o suficiente para que ela não prestasse tanta atenção no som da TV. Tenho certeza que ela produzira sons MUITO melhores.

_Kookie-Nii, se importa se eu me deitar antes?! Vemos o filme outro dia, eu... acho que comi algo errado no jantar... –Ela corou, cruzando os braços, escondendo os seios.- Boa no—

_Vamos ver o filme... acabei de pensar em um incrível... –Sorri malicioso, e ela ofegou sentindo minhas mãos em seu ombro. Fodidamente sensível.-

  Digitei na barra de pesquisa e o resultado a assustou, ela se tornou um rubro maravilhoso, na cor mais bonita e sensual que eu já desejei conhecer. Suas bochechas coradas e sua respiração ofegante, encarando o pornô vibrando tela a frente, sugerindo que fizéssemos o mesmo.

  Ela recuou, encostando as costas na cama, e eu apenas a segui, maliciando suas pernas descobertas pelo pijama curto, e a pele ardente.

_Eu amo a sua voz... –Me aproximei, e ela me fitou por uns segundos, imóvel.- Seu corpo... –Deslizei meus dedos contra sua pele febril, e ela se arrepiou.- Sua boca... –A encostei contra meus lábios, e ela tremeu de medo, tentando balbuciar um “pare” contra meu beijo forçado.- Você me quer? –A encarei e ela negou. Você me quer. Você PRECISA me querer.-

  Ela inspirou fundo, resgatando forças para gritar, e ousou clamar por socorro.

_Você não pode... –Me vi perdido em seu olhar medroso, e ela deixou uma lagrima escorrer. Isso só me deixa mais e mais excitado.- Mamãe e Papai ficariam furiosos se vissem isso... Você não pode gritar... Por esse motivo, vamos colocar uma fita nessa boca rosada...

  Ela agora me fitava, deixando escapar oceanos de lagrimas de seus olhos avermelhados. Cedi aos comandos do meu egoísmo, e a despi. Sua pele sugerindo marcas feitas por mim, e seus seios rijos de tesao. Eu me abaixei o suficiente para cheira-la e toca-la com a língua, o fiz, e ela se arqueou em prazer, deixando um grunhido sensual escapar dos lábios impedidos. Minhas mãos a tocaram, desenhando um esboço perfeito de seu corpo agora nu. Cintura. Pescoço. Boca. Nariz. Seios. Coxas. Bumbum. Intimidade. Orelhas. Maxilar. Axilas. Segurei suas mãos entre as minhas e me encaixei entre elas, suspirando de prazer ao sentir o fogo em seu palmo encontrar com meu pênis ereto. Ah, isso era ótimo. Ela se contorceu, fervendo de vergonha, o rosto avermelhado, mas se debateu, rejeitando minha sugestão.

_Me masturbe... –Ordenei, e ela negou. E toquei, firmando seu palmo novamente, e a forçando a reproduzir  meus movimentos, me masturbando com suas mãos,  contra sua vontade.- A-Ah... I-Isso... –Sentia-me extasiado, seus dedos trêmulos tornavam a masturbação ainda mais gostosa.-

  Toquei em sua frente, e ela analisava minhas habilidades solitárias. Ela esbravejou um gemido abafado quando minha glande a tocou nos seios, deslizando no território, melando com o pre-gozo todo o seu local agora sensível.

_Eu não quero me contentar somente com seus toques... –Adverti, e me posicionei entre suas pernas, ela assustou-se, negando-me novamente, e eu apenas a prendi entre os braços.- Essa é minha primeira vez... Eu me guardei tanto pra você, meu amor... –Ela se tornou chorosa, negando com a cabeça, implorando com o olhar. Eu sorri-

  Era tão quente. Quente e apertado. Imaginei-a gozando, encarei sua intimidade e notei ali o vermelho puro escorrendo entre suas pernas.

_Você também se guardou pra mim? –Sorri abobado e ela deixou algumas lagrimas escaparem, antes de negar.- Você me ama de volta?! Eu te amei por tanto tempo, tantos anos... Eh claro que você DEVE me amar de volta... –Movimentei-me e ela se contorcei entre os apertos, negando com a feição, assustada e incapaz de escapar.- Eu vou te marcar não apenas por fora, mas por dentro também...

  Seu corpo arquejava e se movimentava perfeitamente em sincronia com o meu. Seus seios molhados balançando sensualmente, indo e vindo, meus olhos incapazes de abandonar tal cena. Fascinado por seu corpo inocente, jamais tocado, e guardado tão especialmente para mim. E agora, a tendo sua primeira vez. Toquei seu pescoço, e ela se arrepiou, as lagrimas molhando seus olhos rentes à orelha, e sua voz abafada balbuciando alguns possíveis xingamentos e negação. Meus lábios deslizavam por seus ombros, pescoço e braços, e ela apenas se contorcia conforme eu a estocava, tingindo-a lentamente de branco, com meu cheiro, a aprisionando em meus braços, incapaz de me abandonar. Posicionei-me as mãos em sua cintura, ditando seus movimentos, favoritando-os para mim, e seu quadril indo contra novamente, sua intimidade apertada e virgem me abraçando por dentro, tão gentilmente e de forma prazerosa. Segurei seu rosto firmemente, mantendo um contato visual. Minha voz ecoava o cômodo, meus gemidos, meu prazer tocando-a tão sinceramente, a beijei o rosto, e deslizando os lábios ate seu queixo e testa, mantendo meu ritmo. Suas pernas apertaram-me antes de eu apenas despejar todo meu amor dentro dela, mirando os olhos em tal reação, vendo-a pulsar e expulsar meu esperma de sua cavidade. As lagrimas molhando seu rosto, incansavelmente e incapaz de acabar. Ela soluçou abafado antes de fechar os olhos e se deleitar em sono.

_Eu vou te fazer muito feliz, pode ter certeza. –Deitei-me junto ao seu corpo quente, e nos cobri.-

  Eu fechei meus olhos e apenas a via. A encarava. Tao serena e gentil, deitada amavelmente sobre meus braços, enquanto contava-me como as nuvens pareciam tão distantes e bem desenhadas. Seus lábios rosados se contorcendo em um sorriso tão amável e apaixonante. E ela apontava alegre para o céu, chamando meu nome incontáveis vezes.

  As pessoas são confusas, Além de claro, a vida também a acompanhar nesse ritmo. Um ritmo tão descompassado e complicado. Algumas pessoas são abusadas, e outras apenas apreciam o abuso. São como ratos e gatos. Presa e predador. Talvez apenas tivesse sido melhor manter o contato com a psicóloga, ou psiquiatra. Entupir-me de remédios ser dopado todas as manhas. O meu problema emocional era fora do comum, Ou quem sabe eu apenas não me dava conta do quão grave ele era.

_Jeon Jungkook. 20 anos. Nascido em 97.Diagonosticado com uma possível depressão, e um transtorno obsessivo incontrolável. –Ele me encarou por uns segundos e eu o fitei de volta.-

_Hm? –Retribui seu olhar desaprovador, e me encolhi na cadeira, desinteressado.-

_O que exatamente o levou a matar seus pais envenenados, dopar e estuprar sua irmã mais nova e a manter em cativeiro por cinco dias seguidos?! –Ele me encarou curioso, e parecia precisar de algumas respostas. Respostas que eu estava disposto a dar, mas não a força-lo a entender.-

_Me diga... –Iniciei.- Você é um predador, ou você é a presa?


Notas Finais


LEMBRANDO NOVAMENTE, ESSA FIC NAO TEM INTUITO DE ANIMAR SEUS CORAÇOES COM UM ROMANCE FOFO, PRA INICIO DE CONVERSA, NEM ROMANCE AQUI TEM, ISSO AQUI EH COM A INTEÇAO DE CHOCAR O PUBLICO ALVO, E MOSTRAR A VISAO E OS PENSAMENTOS DE UM PSICOTICO OBSESSIVO, E NAO UM APAIXONADO COM UM RELACIONAMENTO FOFO COM SUA IRMA MAIS NOVA.


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