História Jewel - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Creative Challenges, Desafios, Palavras
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Palavras 1.528
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Literatura Feminina, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Steampunk, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá pessoas!
Chegando no finalzinho do segundo tempo. Mais um desafio, mais uma fic.
Agora com palavras e a escolhida foi GEMA pela @Asiral. Oh palavrinha com cheia de significado! Ainda na minha vibe da Saga de Capitã Black Swan.
Espero que gostem e boa leitura.

Capítulo 1 - Jewel - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Jewel - Capítulo 1 - Jewel - Capítulo Único

Jewel

A tripulação estava agitada, o navio estava sendo atacado pelos corsários. O rapaz loiro, capitão dos corsários, estava com um sorriso sarcástico. Os olhos claros demonstravam satisfação a cada golpe que dava. Sentiu o seu dever cumprido quando conseguiu encurralar o capitão pirata do navio atacado. O capitão pirata estava bastante ferido e ainda insistia defender o seu navio. Deu por vencido quando a sua espada voou longe das suas mãos, devido ao golpe de Ainsworth. A bandeira dos corsários foi levantada ao mastro. A batalha havia terminado.

Oliver caminhou pelo convés em busca da cabine do Capitão. Ao encontrá-la, revirou cada canto em busca de algo de valor. Olhou atrás da mesa do capitão, havia um móvel único lugar que não havia revirado. Andou até o móvel, abaixou e abriu as portas. Sorriu, encontrou dois baús. No pequeno, estava as gemas de Safira e Ametista, de maiores valores de comercial. Na maior outras pedras e algumas moedas de ouro. Recolheu algumas amostras de variadas pedras, antes de chamar seus homens para carregar o baú. Já o menor, ficara em sua proteção, pois era uma encomenda de um senhor poderoso. Esse senhor tinha alegado que tinha sido roubado pelo pirata.

Assim que chegara no porto, foi ao encontro do senhor para entregar o baú e receber a sua recompensa. O restante foi entregue ao governo para divisão dos lucros. Guardou a sua parte em um lugar seguro e seguiu para um bar próximo afim de relaxar um pouco. Preferiu ficar na parte mais isolada e reservada do bar. Já estava tomando seu gole de cerveja quando viu aquela figura masculina aproximar. Ainsworth até que estava na sua postura relaxada, tomou logo a posição de superior.

_ Oras, oras não é o pequeno Oliver. – o homem falou com sorriso nos lábios.

_ Gerwald Freiheit. – falou entre os dentes – Que faz por aqui?

_ Apenas cumprimentar um velho amigo. – sorriu e sentou na cadeira a frente do loiro – Que modos são estes Capitão Ainsworth? – falou em deboche.

_ Quero ver o seu sorriso diminuir, meu amigo, quando tiver que procurar outro navio. – falou antes tomar um gole de sua bebida.

_ Ah é mesmo? – falou em desinteresse, cruzou os braços.- Qual é grande notícia dessa vez?

_ Estou a preste a noivar com a Senhorita Collins. – sorriu triunfante - Odília Collins.

Gerwald ficara sério. Para Oliver, o pirata, tinha recebido o impacto da notícia.

_ Não irá me dá os parabéns? Afinal a Odília será minha.

_ O problema que você sempre foi muito afoito. – debruçou na mesa – Lembra a sua primeira aula de tiro na academia? Não tinha acertado o ponto central do alvo e estava se gabando. – olhou para o loiro. – Não cante vitória, meu amigo, sempre há um atirador melhor que você. – sorriu. – Me dê licença. – levantou da cadeira.

_ Que quer dizer com isso? – levantou da cadeira bruscamente

_ A nossa bebida ficará para depois, há negócios que me espera. – acenou antes de sair do local.

_ Seu Freiheit de merda. – foi atrás de Gerwald – A nossa conversa não terminou. – o puxou pelo ombro. – Sempre está fugindo! – virou o corpo do outro para acertar um golpe.

_ Eu falei que terminamos. – segurou o punho do outro – Nunca fujo de nada, meus interesses são completamente diferentes dos seus. – o empurrou contra a parede – Se recomponha, para a sua sorte ninguém viu um capitão agredir um nobre. Fica quieto, estarei no melhor ângulo para atirar.- cerrou os punhos – E por favor, não trate a senhorita Odília como um pedregulho qualquer, ela é como uma gema de ágata com a delicadeza de uma agua marinha.

Ajeitou o paletó antes de retirar do local. Ainsworth ficara desnorteado com as palavras do moreno. Bateu na parede com seu punho, aquela conversa tinha se tornado uma declaração de guerra.

 

Odília estava com a família na propriedade dos Césaire, que tinha organizado uma pequena recepção para mostrar a nova coleção de joias. Eles eram conhecidos como melhores joalheiros da região. Odília estava sentindo tudo aquilo desnecessário, apenas loucos abririam a casa para mostrar os tesouros. Nem ela mesmo não usaria joia para não chamar a atenção. Aquilo era chamariz para ladrões. Para não entediar, já tinha esquematizado na sua mente os pontos fracos da segurança.

_ Não fica parada. – ouviu uma voz feminina ao seu lado. -  Vai conversar com as moças.

_ Mãe, a conversa delas devem ser o que está na última moda ou dos noivados.

_ Não é bom assunto para você? Afinal está noiva. – sorriu maternal.

_ Quase. – revirou os olhos.

_ Que seja! – deu de ombros – Olha a sua prima Odette está aqui. Irei procurar os seus tios. – deixou a garota só.

A morena dirigiu os olhos castanhos para sua prima Odette, as duas eram completamente opostas. Considerava a prima delicada demais com sua pele clara, os cabelos loiros perfeitamente cacheados e seus olhos verdes que era seu destaque maior. A loira era um exemplo perfeito para as moças da sua época. As duas eram praticamente da mesma idade, pouca diferença de meses.

A loira caminhava em direção da morena, com seu elegante vestido rosa claro e um sorriso cativante no rosto.

_ Olá prima. – falou com uma voz soar doce. – Vejo está bem.

_ Olá priminha. – respondeu cortês. – Estou bem.

_ Fiquei sabendo que negou o noivado com Ainsworth. – deu um falso sorriso – Para quem teve um noivado fiasco, está podendo escolher. Dispensar um excelente partido.

_ Você quer o embrulhe de presente? – sorriu – Não tenho interesse nele e eu tenho todo direito escolher quem bem entender.

_ Odília, você será uma vergonha para família. – levou a mão a frente dos lábios, fazendo um gesto simulando vergonha.

_ Priminha Odette. – sorriu zombeira – Eu agradeço a sua preocupação. E sugiro que Tio Eduardo marca um encontro com Oliver para casar vocês. Sempre combinaram tanto. Mas infelizmente terei que ir no evento por causa das formalidades.

_ Odília! – elevou a voz um pouco – Não deveria falar assim, sua...

A morena revirou os olhos, a loira estava agindo como eram crianças. Lembra da Odette correndo para a mãe falar alguma coisa da Odília tinha feito ou falado que teria desagrado a loira. Por fim, a loira tinha desistido de falar. Odília agradeceu mentalmente quando outras moças chamaram Odette para conversar. A bela pirata resolveu dar uma volta para “matar” o tédio. Pensava na possibilidade de sair a francesa daquele lugar, ir para casa para dormir ou uma volta na cidade. Ver a “perfeita” Odette não estava lhe fazendo bem. Sentou em um banco no local mais afastado do jardim.

Ela não sabia que estava sendo observada, Gerwald a olhava com uma certa distância. A família Freiheit foi convidada para recepção. Ele a admirava, via que era diferente das outras moças da sociedade, inteligente e forte. A força dela era o seu espirito de liberdade e ideais. Mais uma vez prometeu para si mesmo que iria a proteger, a sua preciosa joia. Após de um tempo aproximou dela.

_ Tediada?

Olhou para cima ao ouvir a voz masculina, sorriu em resposta. Estava prestes a levantar para dar um abraço, mas lembrou o local que estava. Não poderia ter esse tipo de comportamento.

_ Sim.

_ Vejo que ainda não atacou a mesa de doces. – riu e sentou ao lado dela.

_ Ainda não foi liberada e poderei comer apenas um pedaço por educação e etiqueta. – fizera um beicinho sem perceber. Gerwald riu do gesto da morena. – Que você está rindo?

_ Nada não. – esbanjou mais ainda o seu sorriso. – Como está sendo as suas férias?

_ Monótonas. Estou querendo voltar ao navio.- suspirou - Me sinto clausurada.

_ Bom, esses dias estão contados. – olhou para seu redor, observando as pessoas que estavam dispersas – Estive no porto mais cedo e fiquei sabendo de uma mercadoria valiosa.

_ Inveja de você, podendo transitar para onde quiser. – comentou – Mas me diga que mercadoria é essa?

_ Uma coleção de gemas, uma variada de joias de alto valor. Por enquanto, está no poder do governo e logo elas serão entregues ao suposto dono, o Conde de Begônia.

_ Você não está sugerindo de ... – arqueou as sobrancelhas

_ Estou sugerindo de entregar para os verdadeiros donos. – falou sério.

_ Quem seriam? – perguntou curiosa.

_ Os Freiheit.

_ Como!? – os seus olhos arregalaram de surpresa. – Ouvi direito?

_ Sim, ouviu muito bem Capitã. – olhou diretamente para olhos dela. – A família Freiheit tem seus mistérios.

_ Eu acho que isso tenho que concordar. – falou hipnotizada com o brilho do olhar do rapaz.

_ Vamos deixar os negócios para mais tarde. – levantou e estendeu a mão para moça. – Por agora, me conceda uma dança. Vejo que toca uma música animada.

Odilia aceitou o convite, pegando a mão do rapaz. Foram juntos para pista da dança, a moça pode perceber o olhar da Odette sobre eles. Não soube interpretar o olhar verde da sua prima que não tirava os olhos para o casal. Decidiu que não iria pensar em mais nada. Sentia que estava feliz dançando com Gerwald. E a sua felicidade ainda tinha um gosto de liberdade, pois logo estaria de volta as suas aventuras.

~FIM ~


Notas Finais


Ministerio das fanfics adverte:
Comentem e dê uma olhada nas outras fanfics do grupo “Creative Challenges”.

Beijos♥


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