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História Jikook: Hétero com G maiúsculo - Capítulo 55


Escrita por: e BalDan_Kyunsoo


Notas do Autor


Hummm... Não é sábado ainda....

Eu apareci mais e tem um motivo. Meu pai está de férias e resolveu que quer ir para um lugar onde não pega sinal de telefone. Nós saímos amanhã de manhã e vamos ficar lá até no domingo. Ou seja, não teria att até esse dia. Ou na segunda já que eu chegaria morta e tarde. Então, para não fazer vocês esperarem tanto, resolvi postar antes ☺️ sou um amor, não sou? Pode falar.

Sem mais enrolações...

~~boa leitura 💞

Capítulo 55 - Capítulo Cinquenta e Quatro


Fanfic / Fanfiction Jikook: Hétero com G maiúsculo - Capítulo 55 - Capítulo Cinquenta e Quatro

Sexta 6:04 pm

— Ainda está com raiva de mim? — Mihyang perguntou. 

— Por ter interrompido o exato momento em que eu teria a glória de saborear os lábios do meu amado depois de anos? Não. Já superei — dramático? Nem um pouco.

— Não pode ficar com raiva de mim, de qualquer forma — arqueei uma das sobrancelhas. — Eu juntei vocês de novo. Agradecer é o mínimo. Tem que ficar os próximos cinco anos sem me encher o saco.

— Que petulância — soltei, juntando minhas coisas.

Nossa reunião sobre os novos fotógrafos oficiais da Model Talents havia acabado de acabar. Desta vez não era apenas Mihyang e eu. Todos os outros patrocinadores estavam e, juntos, comentamos e demos nossos votos. Enfim entrando em um consenso sobre quem trabalharia para nós.

Agora estava apenas minha chefe e eu, prontos para encerrarmos aquele expediente mais cedo.

— Quer avisar ao seu amado? — me estendeu o telefone.

— Quero, mas, agora não — sorri. — No momento certo.

— Tudo bem, vou deixar isso por sua conta — agradeci. — Espera — chamou minha atenção quando ameacei levantar.

— Vai me despedir? — riu.

— Jimin — ih, lá vem. — Estou ficando velha e–

— Eu sei disso — a interrompi apenas para ver ela fazer exatamente aquela cara que estava fazendo para mim naquele momento. — Brincadeira, noona, pode continuar.

— Enfim. Estou ficando velha e decidi que vou me aposentar — a olhei surpreso. — Quero me dedicar nos próximos anos apenas a Chaeyoung e ao nosso filho.

— Que amor — soltei com a voz fina, fazendo a rir.

— Bom, preciso de alguém para cuidar disso para mim — rodou o dedo no ar.

— Ah não. Não inventa outra competição. Não quero ser jurado de novo, não. Sem chance — falei rápido, vendo ela gargalhar alto e negar

— Não preciso disso. Já estou decidida. Já sei quem vai tomar a presidência no meu lugar.

— Seokjin? Ele está tão velho quanto você — peguei pesado mesmo.

— Quero que você tome conta — silêncio...

— Por um momento eu acreditei — soltei divertido, levando a mão no peito. — Olha isso... Está até acelerado.

— Estou falando sério, Jimin. Não existe outra pessoa para isso. Você sabe absolutamente tudo dessa empresa. É a única pessoa que eu não escondo nada e a única que eu poderia confiar de olhos fechados para tomar conta disso...

— Mihyang... Acho que vou desmaiar — levei a mão até minha testa.

— Ah, pelo amor de Deus, Jimin. Para de ser frouxo.

— Estou falando sério. Satã... Está tudo branco... Ou será que é preto? Não sei mais...

— Dramático...


(...)


9:34 pm

Bom, eu já estou em casa e estou melhor. Não desmaiei, o que é bem legal, mas ainda sinto meu coração acelerar sempre que penso na possibilidade de governar uma empresa. Uma não, varias empresas.

Mihyang tem a estranha mania de me propor as ideias mais malucas dela. Onde já se viu colocar Park Jimin, o desastre em pessoa, para tomar conta de um império como aquele? Maluquice.

Enfim...

Estou no meu quarto nesse momento. Acabei de tomar banho e estou vestindo algo para dormir.

Jungkook me convidou para a tal “festa de inauguração” na casa dele junto dos três patetas e é claro que eu aceitei. É um fato.

Seria amanhã, sábado. Nós iríamos passar o dia todo fazendo bagunça lá. Eu daria a notícia a ele sobre o fato de ser o mais novo fotógrafo oficial da Model Talents. Eu nem preciso dizer que ele ganhou, né? Isso é um clichê, cara, e em clichês os personagens principais sempre se dão bem.

Ok. No meu clichê nem tanto assim. Só nos ferramos e acontece merda.

Coloquei uma camisa larga e desci para o térreo.

— Vai começar o campeonato e eu vou jogar semana que vem. Você vai, não é? — minha irmã me perguntou quando sentei ao seu lado no sofá menor.

— É claro, pequena — abracei ela.

— Eu sempre quis — soltou baixo, me abraçando também. — Que você assistisse um jogo meu.

E meu coração apertou.

— Eu vou assistir todos os seus jogos daqui para frente — garanti. — Vou ser seu fã número um. Vou mandar colocar seu rosto em todos os outdoors e...

— Exagerado... — minha mãe soltou.

— Estou falando sério — eu realmente estava falando sério.

Depois de mais algum tempo ali assistindo TV com eles, eu fui dormir. Mandei mensagem para Taehyung e desejei boa noite a Jungkook e fui dormir.


(...)


10:34 pm

— Mãe, vou ficar fora o dia inteiro, está bem? — avisei enquanto descia os degraus de madeira, vendo ela ali na cozinha. Com o capacete e a chave da moto em mãos.

— Tudo bem — sorriu. Me aproximei e beijei seu rosto.

— Vai ficar bem? — perguntei.

— Estou gravida, não doente — curta e grossa. Essa é Park Shinhye, maus caros.

— Está bem, então. Não pergunto mais — levantei as mãos em rendição.

— Vai ficar o dia inteiro fora aonde? Não vai se meter em encrencas, vai? — ela acha que eu tenho dezessete anos ainda?

— Não vou me meter em encrencas, mãe. Já sou grandinho o suficiente para isso, não acha? — acho que até eu duvido disso. — Vou na casa do Kookie.

Não. Eu não devia ter dito aquilo. Sério, o olhar que ela me lançou fez com que eu me sentisse envergonhado. Juro para vocês que senti minhas bochechas esquentarem.

E eu sabia qual pergunta viria a seguir...

— Você estão juntos de novo? — o brilho de esperança nos olhos dela por apenas pensar naquela possibilidade era muito bonito. E dava até pena em responder só para não acabar com ele.

— Não, mãe. Ainda não — eu vi ela murchar. Foi triste.

— Ah, mas, você vão se acertar, não é? — suspirei e sorri.

— Tenho certeza que sim. Não se preocupe que se der tudo certo, a senhora será a primeira a saber.

Depois daquilo eu me despedi e sair de casa com ela dizendo:

— Se beber, não volte para casa. Está me ouvindo?

Ela disse aquilo, mas acho que, na verdade, ela queria dizer: dorme na casa do Jungkook, se acertem e transem muito.

Tenho quase certeza.

Enfim... Eu montei na moto, coloquei o capacete, e fui para a casa dele.

Eu cheguei ao mesmo tempo em que o carro super luxuoso do Hoseok parava em frente ao casarão.

— Eu vou passar por cima de você! — ele gritou com a cabeça para fora da janela, fingindo estar com raiva enquanto buzinava feito louco

— Vem! Vou adorar arranhar a lataria dessa belezura — apontei para o carro dele.

Acho que entendi a preocupação da minha mãe... A gente não tem maturidade, independentemente de ter passado todos esses anos. Somos moleques em corpos e vidas de adultos.

— Meu coração até dói só de pensar nisso — disse sofrido, descendo do veículo.

— Tenho certeza que sim. Ele ama essa coisa mais do que me ama, acredita? — foi o que Taehyung disse quando saiu do lado do carona.

— Ah, com uma maquina dessas até eu — falei divertido quando desci da moto.

— Que porra de barulheira é essa?! — e o Yoongi acabara de abrir a porta grande do casarão, com uma arma de airsoft em mãos, apontando para nós.

Bom... Eu espero que seja de airsoft...

— Estou pensando seriamente se juntar vocês com álcool vai ser uma boa ideia — e esse foi Jungkook, que brotou atrás do Min.

— Até parece que você não conhece seus amigos — Hoseok disse, como se fosse óbvio.

Meu moreno pediu para que colocássemos os veículos na garagem e, enquanto Hobi e eu fazíamos isso, Taehyung e os outros entravam na casa.

— Isso é maior que a casa do meu pais — falei, me referindo a garagem.

— Quem pode, pode — Hoseok disse, jogando os braços sobre meus ombros quando trancou o carro. — Olha esse Porsche... — apontou para o carro preto e luxuoso que estava estacionado ali. — Dá até medo de encostar.

— Vamos entrar antes que aconteça algo — rimos, saindo dali.

— Jungkook, não quer deixar seu hyung dar uma voltinha naquela maquina na sua garagem não? — Hoseok perguntou quando entramos na casa e vimos os três jogados nos sofás.

— Qual delas? — Yoongi soltou, divertido. — Jungkook está fazendo uma coleção quase.

— O Porsche, é claro — Jungkook riu.

— Não é meu não — respondeu, apontando para o Min. — É dele. Pede a ele.

— Nem me atrevo. Deixa quieto — o Jung disse, sentando-se ao lado do Kim.

— Ok. Eu estava esperando vocês para começar — Jungkook anunciou e levantou, pegando o champanhe no balde de gelo. — Não vou balançar isso porque não quero que molhe meu tapete novo — rimos.

Ele abriu a garrafa com direito ao barulho satisfatório do lacre abrindo, e despejou nas cinco taças finas postas em cima da mesa de centro.

— Não estou bom com palavras hoje, então o discurso fica para outro momento — soltou, erguendo a taça.

— Talvez quando você estiver bêbado.

— Exatamente — disse divertido. — Alguém quer dizer alguma coisa?

— Eu — o Min levantou, pegando a última taça da mesa, já que ele era o único que ainda não havia pego. Taehyung não bebia álcool, então pegou a taça apenas para brindar. — Você está crescendo, então acho que está na hora de você saber... — fez uma pausa dramática. — Foi eu quem furou seu colchão no acampamento do ano retrasado.

— Eu sabia! Vagabundo.

— E eu ajudei — Taehyung soltou.

— Nunca mais confio em vocês, ok? — o mais novo prometeu, risonho.

Porra... Quanta coisa eu perdi...

— Eu também quero falar uma coisa — e, pela primeira vez desde que entrei na casa, falei.

— A vontade — agora todos tinham a atenção em mim.

— Bom. Ontem foi decidido quem ficaria na empresa e, de certa forma, eu não estaria falando isso se a notícia fosse ruim — sorri, vendo Jungkook sorrir também. — Você, oficialmente, trabalha na Model talents então... É mais um motivo para estarmos aqui comemorando.

— Não é que a vida do pirralho está dando certo — o Min soltou.

— Certamente isso não teria acontecido se você não tivesse me ajudado, Jimin — o sorriso não largava sua boca. E nem meus olhos dela.

— Eu apenas dei um empurrãozinho. Não tenho absolutamente nada a ver com o fato de ter conseguido. Você é talentoso. E gosta do que faz. Conseguiu por mérito seu — ergui a taça. — E eu estou feliz por você.

E, enquanto os outros explodiam em gritos de comemoração e bebiam do champanhe, eu prestava atenção em Jungkook. E ele em mim. E, antes de tomar um gole, eu li eu seu lábios: obrigado.

Eu apenas sorri e pisquei para ele, tomando um pouco da bebida também.


(...)


— Obrigado — me assustei com a repentina voz atrás de mim.

Eu estava na cozinha, aparentemente sozinho, com o simples objetivo de pegar um pouco de vinho já que meu copo estava vazio e não estava mais a fim de beber cerveja.

— Pelo que, exatamente? — perguntei, vendo o Kim encostar na pia ao meu lado.

— Você está fazendo ele sorrir. Há anos não o vejo assim — começou. — Você chegou de surpresa e quando eu te vi entrando pela porta da casa dos seus pais, eu pensei em infinitas maneiras e situações que Jungkook se encontraria quando visse você. Todas ruins. Já estava até marcando antecipadamente uma consulta ao médico dele porquê eu tinha certeza que ele iria se machucar. Só que isso não aconteceu. Ele tem melhorado mais em semanas do que em anos — ele tinha minha total atenção. Parecia falar rápido e sempre olhava por cima da divisória, como se tivesse com medo de alguém entrar ali e nos ouvir conversando sobre aquilo. — Eu não estava suportando mais vê-lo depressivo daquele jeito. Deixava todo mundo mal também. Então, obrigado.

— Não tem que me agradecer. Eu fodi com ele. É minha obrigação tentar consertá-lo — desviou os olhos e suspirou.

— Faça-o feliz, por favor — era um imploro. — Jungkook merece tudo, menos sofre mais do que já sofreu.

— É o meu único objetivo no momento — me olhou.

— No momento não. Pelo resto da sua vida. Ele te ama e você é o único que pode fazer isso. Se você não ficar com ele, não o fazer feliz pelo resto da vida, ninguém mais vai.

— Não vai me fazer chorar aqui, vai? — ele sorriu e negou. — Eu prometo, Taehyung. Eu também o amo e só o quero bem.

— Eu sei, hyung — bagunçou meu cabelos. — Sabe, é bom não te ver mais usando aquelas coisas. Sempre que saíamos você estava com um tabaco na boca.

— Eu conheci uma pessoa que não largava do meu pé — sorri fraco e nostálgico, lembrando de Taemin. — Graças a ele, eu acabei me livrando da maioria das drogas que usava.

— Mas, está usando uma agora — apontou para o meu copo.

— Eu disse maioria, não todas — riu comigo.

— Lembre-me de agradecer a essa pessoa que vez você parar de usar a sua tão queria maconha — revirei os olhos, tomando um gole da bebida. — Fique aqui... Eu já volto.

Ele disse e saiu, me deixando sozinho e sem entender. Alguns minutos depois e quem apareceu foi Jungkook.

— Me chamou? — perguntou e eu neguei e sorri.

— Foi o Tae que disse, não foi? — ele assentiu. — Alguma coisa me diz que ele armou isso.

— É a cara dele — riu.

Nós ficamos num silêncio curto – não tão silêncio assim já que a música tocava numa altura mediana –, apenas nos encarando.

— Isso pode ser considerado um encontro? — perguntou, escorando na pia onde anteriormente estava Taehyung.

— Eu acho que sim — respondi sem tirar os olhos dele. — Não estamos num banheiro de uma sorveteria, então sim.

Ele riu.

— Ótimo — mordeu o canto dos lábios. — Será que a gente pode se beijar? Agora? Sem choros e desabafos sobre o passado?

— Eu acho uma ótima ideia — eu ri. — Não se importa se eles verem?

A divisória era um pouco acima da altura da cintura, o que permitia tanto quem está na cozinha ver a sala de jantar e um pedaço da sala de estar, quanto quem está nos cômodos citados ver a cozinha.

— Você se importa?

— Nem um pouco. Quero dizer, acho que podemos suportar algumas piadinhas — falei e ele concordou antes se colocar a minha frente.

Em segundos suas mãos estavam na minha cintura e meus braços em volta do seu pescoço, assim como nossas bocas estavam coladas.

Nós nos pegamos por bastante tempo e, a cada tomada de fôlego, ele se soltava mais. Parecia estar quebrando todas as barreiras que o tempo construiu. E eu gostava quando ele ousava mais e apertava ou deslizava suas mãos em mim. Quero dizer, era uma vitória, certo? Estava tudo voltando como era.

Eu retribuía todos o seus contatos, é claro, mordendo suavemente sua boca, ou acariciando sua nuca e ombros.

— Isso não é uma festa do ensino médio não, sabia?! — e a gente foi descoberto.

Yoongi gritou aquilo e eu pude escutar Hoseok assobiando.

Ignora ele — soltei a boca do Jeon apenas para sussurrar aquilo.

— Você acha mesmo que eu estou prestando atenção neles? — perguntou baixo e rouco, subindo as mãos por dentro da minha camisa e tocando diretamente a pele da minha cintura. — Não estou nem aí para eles.

Se eu já estava assim e a gente nem namorava ainda, imagina quando a gente casar e começar a morar junto? Eu vou morrer com as provocações dele.

Fico fantasiando minha vida mesmo... Consequência disso é tomar no cu por criar expectativas demais para no final acontecer exatamente o contrário.

— Então não para de me beijar — provoquei de volta.

— Quantos anos vocês acham que tem? — Hoseok gritou de longe quando voltamos a nos beijar.

Sem para o beijo, abri os olhos e os peguei espiando da sala de estar. Ele riram quando notaram que eu estava olhando para eles.

Suguei a língua do Jungkook com força e mostrei o dedo do meio na direção deles, voltando a fechar os olhos.

— Que feio, Park Jimin! — esse foi Taehyung.

— Que raios! Será que dá para nos darem licença? Obrigado — fingi indignação, findando mais uma vez o beijo para tentar espantar aqueles patetas dali.

— Vão cuidar da vida de vocês! — Jungkook se virou e mandou divertido.

— Ih ala... estão irritadinhos — Yoongi soltou, divertido. — Melhor deixar eles quietos.

E eles enfim sumiram das nossas vistas, soltando risadinhas e comentando coisas que não davam para ouvir por causa da distância.

Jungkook até iria comentar alguma coisa, mas, assim que voltou a ficar de frente para mim, eu tratei imediatamente de voltar a colar nossas bocas.

Ele sorriu entre o beijo e voltou a enfiar a mão dentro da minha camisa, escorregando-as pelas minhas costas. Enquanto isso eu apertava os fios dele nos meus dedos e me concentrava em não ter uma ereção bem ali. Porque, além de ser zoado por estar aos amassos com Jungkook na cozinha, teria mais um motivo para ser chacota dos nossos amigos.

O ar nos faltou e fomos obrigados a nos separar. Ele sorriu – com a boca toda vermelha por conta da força com a qual estávamos nos beijando –, e me abraçou.

— Fica aqui comigo — não parecia uma pergunta.

— Hum? — certamente eu havia entendido, mesmo que sua frase tenha saído abafada pelo fato de estar com o rosto enterrado no meu pescoço. Contudo, eu precisava escutá-lo dizer outra vez apenas para ter certeza de que não era meus ouvidos me pregando peças.

— Fica aqui... Dorme aqui comigo — acariciei suas costas e suspirei.

— Achei que quisesse ficar sozinho.

— Eu também — beijou meu pescoço. E depois minha bochecha. Colando a boca na minha orelha por último. — Eu me mudei ontem e precisei passar apenas uma noite aqui para descobrir que não, eu não quero ficar sozinho. Acho que é mais uma limitação psicológica do que qualquer outra coisa. Acho que tenho medo de ficar sozinho. De ser abandonado.

— Por que não me ligou? Eu teria vindo — não era hora para se arrepiar com a voz gostosa dele, Jimin! Se controla!

— Não queria te preocupar atoa — suspirei.

— Não é atoa, Jungkook. É por você — suspirou e me apertou mais em seus braços. — Você conseguiu dormiu direito? — ele demorou para responder e, quando enfim respondeu, foi um sussurro tão baixo que se sua boca não tivesse tão perto da minha orelha eu não teria escutado.

Não.

Eu não queria deixar aquele clima ruim. Quero dizer, hoje era um dia especial, certo? Estávamos comemorando as conquistas da vida dele, então por que entrar nesse assunto agora?

— Tudo bem. Eu durmo — acariciei sua nuca.

Me distanciei e ofereci um sorriso, sendo retribuído antes de selar sua boca demoradamente e sugerir que voltássemos para a sala.

— Se divertiram? — Taehyung soltou, sugestivo, quando voltamos.

— Quer uma joelhada no meio das pernas? — perguntei.

— Disponho — soltou enquanto os outros riam. — Grosso.

— Eu ouvi, hein — me joguei no sofá. — Aliás, por que não entra na Model Talents? Como modelo.

— Até parece que eu conseguiria — debochou de si mesmo. — Já viu os modelos de lá? Dão nojo de tão bonitos.

— Você é bonito, amor — Hoseok disse, fazendo o Kim estreitar os olhos na direção dele.

— É só dizer que quer e eu te coloco dentro — falei.

— Só pode estar de brincadeira — neguei. — Está com tanto poder assim?

Sorri astuto e estiquei a mão em sua direção, esperando que ele apertasse.

— Park Jimin, presidente da Model Talens, ao seu dispor.

Exibido — Suga soltou.

— Como é?! Jungkook estava aos beijos com o cara mais poderoso de Seul? — o Kim perguntou.

— Ei! — meu moreno soltou, arrancando risadas de todos nós.

— Fica de olho, Jimin. Daqui a pouco ele te empurra da escada para ficar com o seu dinheiro — Hoseok me alertou.

— Que absurdo — o mais novo soltou. — Se bem que não é uma ideia ruim. Ele já está velho mesmo.

— Como é, pirralho?!


Notas Finais


Olá, filhotinhos, como vocês então?

Para Jimin, nem o céu é o limite. O cara já foi estagiário. Secretário. Co-diretor chefe. Intercambista. E, agora, no auge, O presidente da porra toda. Meus caros, queria que a minha vida desse certo desta forma.

Jungkook é outro. Conquistando mundos 🥺☺️ amoo

Jikook se pegando gostosinho... Que delícia.

Enfim... É isso.

Se cuidem. Se hidratem. Se protejam. Se amem. Amo vocês 💜🥰


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