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História Jimin, love yourself! - Capítulo 3


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Notas do Autor


Demorei mais do que deveria porque as aulas voltaram e eu fiquei mais enrolada do que imaginei que ficaria. Eu que lute!

Boa leitura, docinhos!!

Capítulo 3 - Intruso


– Jimin, ame-se!

 

O garoto abriu os olhos exageradamente pelo susto e milésimos de segundos depois um soco foi desferido contra o rosto do sujeito antes parado com a cara assustadoramente perto da de Jimin. O moreno cambaleou para trás e tocou o buço, de onde escorria o sangue que saía aos montes de seu nariz.

– Seu tampinha maluco!

– Maluco?! Você invade a minha casa, tenta me abusar, e eu sou o maluco?! - Deu ênfase no pronome. Se encontrava de pé na cama segurando um de seus vasos decorativos, mas de vidro, pelo menos.

– Eu não tava tentando te abusar, seu melequento! - O mais alto dos dois revidou no mesmo tom mais alto que o loirinho havia usado, aumentando apenas algumas notas, indignado demais pela reação agressiva do outro.

– Então o que quer aqui? E quem é você? - Indagou e parou alguns instantes para analisar a sentença do outro, assim tirando alguns segundos de distração para puxar um travesseiro e secar o nariz adequadamente na fronha.- E eu não sou melequento! Isso aqui era só… águinha nasal.

– Oh! Então permita-me me apresentar melhor, tampinha que solta águinha pelo nariz - Deu uma pausa na apresentação para repetir o ato do outro e secar o nariz ensanguentado na fronha de outro travesseiro mais ao seu alcance, recebendo uma careta desgostosa do baixinho. – Jungkook, seu novo inquilino! - Curvou o tronco minimamente para frente, se apresentando respeitosamente.

– Novo o quê!? Eu vou chamar a polícia, seu maluco! Como entrou aqui se tá tudo trancado?

– Você faz muitas perguntas. Como saiu do Ensino Médio assim?

Com a falta de respostas plausíveis, Jimin continuou segurando o vaso decorativo de forma ameaçadora e usou a mão livre para pegar o celular no criado-mudo na intenção de ligar para a polícia.

– A menos que esteja ligando para os irmãos Winchester, indico que não gaste seu tempo e nem o da polícia com essa ligação. Não é como se eles tivessem algum preparo para realizar exorcismo ou coisa parecida. - Esticou os braços tirando a tensão dos ombros e tomou a liberdade de se aconchegar na cama do loirinho. – Aliás, devia mesmo prestar mais atenção nas coisas que faz.

Um silêncio no mínimo estranho tomou conta do cômodo até que Jungkook abrisse os olhos novamente e notasse o olhar ainda confusão do baixinho sobre si. Aos poucos, o Park abaixou o vasinho devolvendo o objeto ao criado-mudo.

– Do que tá falando? - Perguntou, mais baixinho desta vez, cansado demais para dar continuidade a uma discussão. Até mesmo porque se o intruso estivesse ali para lhe fazer algum mal, já teria feito.

– Por que acha que têm tido tanto azar ultimamente, loirinho?

– Bom, eu quebrei um espelho.

– Que!? E o que isso tem a v… Ah, esquece! - Jungkook suspirou cansado e se acomodou melhor na cama, sentado desta vez. – A questão é que, você fez merda e agora eu tô aqui.

– Tudo isso por conta de um espelho?

– Jimin, esquece a droga do espelho! Foca no que interessa.

– E o que interessa?

– A minha vodka.

– Que vodka?

– A vodka que você roubou. Ou acha que aquelas rosas com velas vermelhas eram um atrativo para distribuição gratuita de bebida na esquina?

Outra vez o silêncio tomou conta do quarto e desta vez Jimin tinha os olhos arregalados vagando sem um ponto exato enquanto se sentava devagar na cama, aparentemente surpreso tentando processar a idéia absurdamente ridícula de que tinha um demônio no seu quarto, na sua cama e por causa de uma simples garrafinha de vodka.

– E o que garante que você é mesmo um demônio, e não um lunático que se perdeu do caminho do hospício?

– Você mora em um apartamento com porteiro e guardinha passeando 24h por dia, e não foi avisado sobre visita noturna alguma. Sua porta estava trancada e permanece sem sinais de arrombamento. E oh! Devo ressaltar a semana divertida que você teve?

– Continuo acreditando mais no lance do espelho.

– Claro, porque os caquinhos provavelmente podem ter criado pernas e escondido seu guarda-chuva embaixo do guarda-roupas ou atirado uma bola de basquete na sua cabeça. - Sorriu amarelo, completamente impaciente com toda a teimosia do loirinho que parava instante por instante para processar cada informação que lhe era dada, incrédulo. Era tão difícil assim só aceitar a realidade?

E sim, era.

O que o outro esperava afinal? Que o Park desse boas-vindas a um ser sobrenatural vindo diretamente das profundezas do inferno para brincarem de casinha?!

– Relaxa, tá bom? Eu não vou te fazer mal algum e você nem vai para o inferno só por ter roubado a minha bebida. - Continuou, visto que o menino estava distante demais para lhe dar alguma resposta. – Eu preciso de uma casa e documentos válidos, e você precisa de amor.

– O que? Eu não tô precisando de amor.

– Então porque você sempre chora sem parar que nem um bebê? 

– Eu não choro que nem um bebê!

– Olha, eu li num manual por aí que eu só preciso te alimentar e botar pra dormir. Não deve ser difícil - Prosseguiu, ignorando completamente as intervenções do baixinho, que agora o encarava como se lhe achasse louco. – Que tal começarmos dormindo? Li também que uma coçadinha nas costas é irresistível para o sono. Vem!

– Eu não vou dormir com você, seu maluco! Sai já do meu quarto, anda! - E aí estava o adolescente estressadinho, expulsando Jungkook do quarto à base de duras travesseiradas. O moreno por sua vez, não pôde fazer nada se não tentar se defender dos golpes até que fosse abandonado no centro da sala.

Jimin, ainda irritado, apressou seus passos firmes até a cozinha onde catou um pacotinho de sal ainda lacrado e levou junto consigo para o quarto. Sem dizer mais nenhuma palavra ao garoto de pé em sua sala, o loirinho rasgou o pacote de sal e fez uma linha reta rente à porta de seu quarto, como vira algumas vezes em sua série favorita.

Olhou mais uma última vez para o intruso e se enfiou dentro do quarto, garantindo que a porta estava bem trancada e torcendo para que ao amanhecer, o indigente já não estivesse ali para continuar tirando sarro da sua cara.

Mas no fundo, mesmo que se negasse a acreditar, na cabeça do loirinho tudo parecia finalmente começar a fazer sentido. Como o fato de estar bêbado demais para notar de imediato todo o restante dos itens do ritual montado naquela esquina. 
 

 

Na manhã seguinte, ao acordar ainda abraçado à uma bíblia que havia ganhado da mãe, e logo depois encontrar a linha de sal ainda ali na porta do quarto, deduziu que tudo tinha sido realmente real, e não um sonho bizarro. 

Ainda assim, tentou ser cauteloso ao seguir até a sala, torcendo para que o intruso não estivesse mais ali. Olhava em volta de si seguidas vezes, tentando evitar qualquer aparição ou ataque surpresa, mas no final, tudo que encontrou foi um ser encolhido no sofá sob as almofadas do estofado.

Bem feito!

Argh! A quem Jimin queria enganar? Estava morrendo de pena. 

Mordeu o lábio inferior cheinho como a mania que tinha sempre que estava pensando em algo, e acabou optando por ir mesmo buscar um cobertor, de preferência o mais quentinho que encontrasse. Aproveitou a viagem para também pegar o celular, pois precisava urgentemente fazer uma ligação e tomar providências sobre o intruso. Ainda não estava totalmente convencido.

Enquanto ouvia o sonsinho enjoativo da chamada em espera, Park soltou o celular sobre a mesinha de centro e se ocupou em cobrir o intruso que em resposta se mexeu aconchegando-se melhor no estofado. Jimin o observou por curtos segundos, agora com a consciência mais tranquila por seu feito. Desviou o olhar por curtos segundos para pegar de volta o celular e logo depois sentiu seu coração falhar uma batida pelo susto.

– Esse ato de boa fé significa que aceitou que eu fique? - O moreno indagou com primeiramente apenas um olhinho aberto, e só ao sorrir sapeca pelo susto que causou, terminou de abrir os olhos para apreciar melhor a cena de um Park assustado.

– Yah! Quer me matar do coração, seu maluco? - Soltou exasperado com o pouco de ar que seu pulmão conseguia absorver após o susto. A mão ainda apoiada sobre o peito, analisando seus próprios batimentos. –- E não. Não é tão fácil assim. - Ao notar que a ligação fora atendida, o loirinho tornou a aproximar o aparelho do ouvido. – Preciso consultar profissionais primeiro.

 

 

 

– Você tá sendo perseguido por um demônio por ter roubado a cachaça da macumba? - Taehyung recapitulou, ainda acreditando ter entendido algo errado.

Um silêncio que pareceu longo demais tomou conta da sala enquanto todos os presentes passaram a trocar olhares confusos e reflexivos.

– Okay, eu pego as roupas dele. - Seokjin foi o primeiro a se levantar e pronunciar-se, sendo seguido pelos demais.

– Eu ligo para a clínica. Alguém sabe o número? - Hoseok já se aprontava em tirar o celular do bolso da jaqueta, abrindo uma aba de pesquisa no aparelho.

– Eu aviso a tia Park - Taehyung disse por fim, também com seu celular em mãos, deixando o Park loirinho de boca entreaberta, indignado.

– Yah! Porque ninguém me leva a sério, ah? - Indagou claramente ofendido encarando os demais garotos que pararam no lugar para o olhar de volta.

– Então, meu bem, supondo que esteja falando a verdade… - Tommy, até então quieto na pequena poltrona apenas observando os outros, finalmente se pronunciou, pegando as mãozinhas de Jimin e depositando ali um curto carinho. – Onde estaria o seu amiguinho, hm? 

Jimin, com o biquinho chorão plantado no rosto apenas apontou com a cabeça direção à cozinha, onde o barulho das louças foi finalmente notado. Agora, os quatro levantaram minimamente o corpo até que suas cabeças ficassem alguns centímetros a mais da altura da bancada da cozinha americana de Jimin. Demoraram assim por alguns instantes, encarando a figurinha alta que aparentemente lavava as louças.

– Okay, explica melhor isso. - Seokjin soltou em desistência.

– Domingo passado eu saí para beber até tarde da noite, mas as garrafas de soju que comprei acabaram e eu precisava de mais… - Deu uma pausa ao notar a careta do irmão mais velho. – ...E o próximo mercadinho de conveniência era muito longe, então eu não achei má ideia beber a vodka que eu encontrei largada na esquina. Achado não é roubado, neh?

– Mas se é de um ritual que estamos falando, deveriam ter velas e toda uma coisarada junto, não?

– Sim. Mas eu não vi. Eu só precisava beber, poxa!

– Bem que eu estranhei ele ter aparecido com um garrafão de vodka tão rápido. - Taehyung parou, pensativo.

– Claro, ele é um cachaceiro. Não o Flesh, seu tapado! - Jin soltou, sendo repreendido por quatro caretas em sua direção logo depois, como resposta por sua grosseria gratuita.

– Tudo bem, você disse que ele quem aparentemente causou todas as seções de azar que você teve ao longo da semana, certo? E como saberemos se é verdade?

– Gozada de Hellmanns na cara. Eu fui, eu tava - Jungkook finalmente surgiu no cômodo, com o pano de pratos apoiado no ombro e de braços cruzados. Mais cinco segundos de silêncio e troca de olhares para toda a sala se desmanchar em uma crise incessante de risos. Park não teve outra opção se não soltar o corpo contra o encosto do sofá e esconder o rosto com uma das almofadas.

– Caramba, você quem fez aquilo? Foi genial! - Tae não se segurou mesmo que ainda estivesse recuperando o fôlego. – Não me diga que… - Deu uma pausa melodramática, formando um sorrisinho ladino indecifrável – ... Não era maionese?

O moreno ponderou alguns instantes, tentando analisar a saúde mental que tinha um dos amigos do loirinho. – Ahm...Era. O lance da maionese não fui eu, na verdade. Mas a falta de guardanapo por perto para limpar, fui eu sim. Podem me agradecer depois pelo tempo para conseguirem a foto. - Finalizou com um sorrisinho sacana e uma piscadela. Jimin agora só queria matá-lo.

– Eu adorei! Vamos ficar com ele.

É. Jimin realmente queria matá-lo.

 

 

– Sério eu realmente achei aquilo incrível. Eu não sei se foi o ângulo apenas, mas, eu jurei ter conseguido ver as bochechas do Jimin tremerem em câmera lenta com o impacto. Por favor, você precisa me ensinar seus truques. - Os olhinhos de Taehyung pareciam brilhar, enquanto os outros riam baixinho pela lembrança.

– Precisa me ensinar também. Taemin tá’ me devendo uma revanche no basquete e eu não posso fazer feio dessa vez.

– Eu não sou nenhum expert no assunto, mas, creio eu que demônios não fazem milagres, querido Jin. - Taehyung finalmente teve sua chance de revidar o episódio de mais cedo, mas dessa vez teve acompanhamento especial de risadas que enchiam o cômodo. Charlie mostrou a língua.

Jimin aproveitou o momento de distração dos amigos para pegar o celular antes abandonado sobre a mesinha, para checar suas mensagens. Quando viu que não tinha nenhuma - pelo menos nenhuma importante - pegou-se com uma vontade quase incontrolável de checar os stories de Yoongi, mesmo sabendo que as chances de se ferir com o que quer visse, fossem enormes. Pulou todos os stories anteriores focando apenas naquele único que realmente lhe interessa e parou alguns segundos tomando coragem.

– Você sabe que não precisa disso, não sabe? - Tommy tocou o pulso do amigo, a voz baixa e calma. Não queria fazer alardes e nem mesmo deixar o baixinho nervoso.

Jimin apenas acenou positivamente com a cabeça e bloqueou novamente a tela do celular, o abandonando por ali. Só então notou que Jungkook o encarava já a um bom tempinho, mesmo que seu olhar parecesse distante, entretanto ainda bem focado em si.

No final, todos acabaram ficando para almoçar e se aproveitar dos dotes culinários que Tommy e Seokjin possuíam. E de quebra, tiveram tempo suficiente para conhecer melhor o intruso - como Jimin preferia chamar - mas quem sabe depois desta tarde pudesse tentar pegar mais leve, começando por parar de desperdiçar sal.

 

– Sabe, com todo esse sal daria para temperar carne suficiente para fazer um churrasco para o condomínio inteiro. - Jungkook comentou ao que usava uma vassoura e pá para limpar a sujeira que Jimin havia feito na porta do quarto. - Agora entendi porque seu irmão me avisou sobre os programas que você assiste na TV.

– Calado, intruso. - Jimin interveio, voltando ao pequeno corredor - este com tamanho suficiente apenas para comportar a porta do banheiro e posteriormente a do quarto. – Vamos agora ao que realmente interessa. As regras.

Mal esperou que o moreno acabasse sua limpeza e lhe puxou pelo pulso, sem usar de força bruta, obviamente. Agora na cozinha, o ponto de atenção era no post-it colado à geladeira com alguns pontos assinalados com a letra distorcida de Jimin.

– Primeiro: comeu, limpou; Segundo: Não coma o que eu guardar na geladeira; Frituras só duas vezes na semana. Vai por mim, é um saco limpar a gordura que impregna nas paredes depois. Com o tempo você vai me apoiar; - Jungkook ouvia tudo atentamente, com breves concordâncias a cada ponto. Realmente não parecia muito difícil. – ...E por último, mas não menos importante: Na comida, se come apenas alimentos. - Finalizou, recebendo um olhar confuso do outro. 

– Eu não sei que tipo de costumes estranhos vocês poderiam ter lá embaixo, então nunca é demais avisar. Oh! Isso me faz lembrar das regras extras. - Se afastou da geladeira e pegou outro papel, voltando a anotar mais pontos – Nada de orgias, visitinhas íntimas, festas quando eu estiver fora, e nem passeios nu pela casa.

– Jimin, que tipo de pessoa você pensa que eu sou? Algum guru do sexo? - Indagou o outro  incrédulo tomando a folha de Jimin e a olhando com atenção, ainda inacreditado. Jimin apenas balançou os ombros, pois não discordava de sua suposição. O moreno por sua vez, decidiu largar a folha ali com Jimin que aparentemente pretendia adicionar mais regras. Preparar o jantar parecia mais sensato que discutir com o lado criança do loiro.

Ouviu algo tilintar e em curtos segundos viu Jimin atirado no sofá checando algo no pequeno aparelho de metal. Enquanto parecia esperar por algo aparecer, o baixinho roía as unhas sem dó dos dedinhos que ficavam pouco feridos depois; Jungkook riu soprado.

– Talvez se parar de esperar, as coisas finalmente comecem a acontecer…

– O que disse?

– Sabe, se você está sempre em cima pronto para responder no mesmo segundo em que receber algo, isso vai dar a entender que você vai estar ali a qualquer momento, logo, está tudo bem se deixar para te responder depois. - Explicou, e Jimin pareceu ponderar aquilo por algum tempo. Ele tinha razão…

– E talvez eu esteja mesmo… Sabe, sempre ali, disponível.

– Mas não deveria. Olha só! - Pediu ao que se afastava do balcão e ia até os armários de dispensa. Jimin se acomodou melhor no sofá, atento às próximas ações do outro. – Você tem duas opções festivas. A baladinha que abre todo fim de semana à noite, e um festival de cores que aparece só em algumas épocas do ano. Você vai na baladinha, ou no festival?

– Festival, obviamente!

– E porquê?

– Porque a baladinha é permanente...Ela...Sempre vai estar ali. - Seu tom de voz suavizava a quase cada palavra dita, uma vez que a explicação de Jungkook finalmente começava a fazer sentido me sua cabeça.

– Uhum! E não importa quantos fins de semana você deixe de ir…

– ...Ela vai continuar ali.

– E se um dia ela ameaçar fechar as portas… - Jungkook continuou, sorrindo sugestivo e satisfeito. Aparentemente seu exemplo adolescente estava funcionando com o pequeno Park.

– Eu vou me esforçar mais para conseguir ir…

– Bingo! - O sorriso do moreno só fez se ampliar, mesmo que Jimin tivesse o olhar ainda mais perdido agora, mas o importante é que, no fundo havia entendido o que o outro estava tentando dizer. – Agora vá lavar as mãos pra gente comer. Depois tenho uma história que encontrei na internet pra ler pra você. Parece ser tiro e queda para bebês dormirem.

– Eu não sou um bebê! - Fez birra, seus passos pesados sendo ouvidos até que chegasse ao banheiro. – ...E você não vai dormir comigo!

 


Notas Finais


Comentem para eu saber se estão gostando ou se devo mudar algo e o que devo mudar. Ajudem a titia


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