História Jin's Kingdom. - Capítulo 2


Escrita por: e IMJacks

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Visualizações 6
Palavras 3.182
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Literatura Feminina, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oie coelhinhos 🐇❤

Boa leitura❤

Capítulo 2 - Lindsay, a ruiva.


Fanfic / Fanfiction Jin's Kingdom. - Capítulo 2 - Lindsay, a ruiva.

Jin's Kingdom


No seu devido quarto, Kim Seokjin ponderou, por mais que estivesse cheio de sono e cansaço, seu corpo e mente se recusavam a descansar, pensava que podia ser sua fome mas no final sabia muito bem do que se tratava, aquele pressentimento estava o corroendo, ansioso, ele esfregava as mãos uma na outra, não tinha certeza do que aquilo era, talvez seu pai estivesse esperando alguém e não o contou ou o testaria como sempre fazia, estava suado, as pontas de seus cabelos estavam penduradas as gotas de suor que o convidavam para um banho relaxante, se uma empregada(o) o visse daquele jeito, poderia denuncia-lo ao pai, já que o mesmo mandou que fosse descansar, preferiu ir banhar mas parou em frente a porta do banheiro e se lembrou que havia esquecido de pegar seus pertences, para sua sorte Hunyon sempre sabia do que ele precisava e levou suas coisas ao jovem. 


Lá estava ele na banheira de porcelana, bordas com curvas delicadas, tinha que ficar com as pernas um pouco dobradas pois o seu tamanho o impedira de se sentir confortável e fazia seus joelhos ficarem para fora no ar gelado, a água estava em sua temperatura ambiente, morna, suspirou, viu o ar que saiu de si se misturar com o lugar, por alguns minutos desejou não ter o pressentimento, aquilo já estava o deixando pior do que antes, levantou as mãos d’água, estavam enrugadas ele já estava ali a algum tempo, quando fechou os olhos para descansar um dos servos o chamou, seu pai teria solicitado sua presença novamente na sala real, bufou, não gostava quando o chamavam várias vezes no dia, significava que seu pai o forçaria a fazer coisas que não queria.
Já vestido e perfumado o príncipe andou pelos corredores em busca do pai que mal sabia ele que estava furioso.


“Kim Seokjin!!!”, ouviu no fundo do corredor e abriu bem os olhos, preocupado, ele corre até chegar a sala do trono.


Pai! Me perdoe, erro meu, eu acabei cochilando no ban – nho”, ele se deu num beco sem saída, estavam ali o Rei no seu trono, inúmeros guardas que geralmente passeiam entre as ruas e uma moça sendo segurada pelo braço, estava jogada aos joelhos e parecia chorar a começo, mas a jovem o olhou com ódio, ela sabia de algo que ele desconhecia.


“Kim Seokjin, futuro rei deste povo, eis aqui seu primeiro julgamento, dará a esta menina o que merece.”, o rapaz fechou os olhos, não gostava de julgar pessoas, olhou a moça e por mais que ela mostrasse estar com raiva, seus olhos revelaram a Seokjin um medo terrível, estava com roupas simples, um vestido de tecido típico dos camponeses a moça aparentava trabalhar nas terras reais, seus cabelos revirados e corpo visivelmente trêmulo imploravam por misericórdia. “O que essa moça fez?” Ele perguntou meio perturbado.


“Estou sendo julgada por ser uma pessoa honesta.”, a garota disse olhando o príncipe Jin que até então não tinha percebido, ela tinha marcas de mão no rosto e no pescoço, ele chegou perto dela, soou frio, a moça era mais adorável de perto, como alguém como ela estava fazendo ali?

(...) Seokjin percebeu, as marcas de mãos eram grandes demais para ser de uma mulher, deixou em aberto a ideia dos guardas terem feito algo com ela.

“Deixe-me te perguntar, essas marcas, quem as fez?”, estava curioso, queria ouvir a voz da jovem mais de perto.

“Seus guardas, eles tentaram me estrangular quando eu tentei proteger os celeiros do Rei Central II, eles –.”, a moça fora interrompida, o Rei queria satisfações.


“Você tem ideia da acusação que fez? Fez uma acusação direta ao meu servo.”, então a moça riu em ironia, os guardas pareciam tensos e desconfortáveis. 


“Meu rei, eu sou uma das pessoas que cuidam das suas terras, seu campo, sendo assim também serva do senhor, se me permite, desejo uma fiscalização de seu celeiro e de seu silo.”, a moça estava convencida de que os guardas reais estavam a pegar seus produtos privados.


“Meu Pai, irei fiscalizar o local, se a moça é testemunha....”.


Meu príncipe!! Essa garota é louca, está justamente aqui por causa do celeiro furtado. É uma mentirosa que quer se aproveitar da vossa majestade!!”, Jin fez questão de olhar a garota, seus olhos não emitiam culpa, apenas pediam justiça.


“Então me diga, não terá vestígios de que foram vocês os culpados?”, o príncipe perguntou.


“Não senhor.”, o moço bocejou e então disse: – Então não tem o porque de se preocupar, eu irei lá e direi se ela é a ladra ou vocês que estão nos roubando.

Os celeiros do Rei sempre eram fartos, não era atoa, tinha os melhores camponeses, a melhor mão de obra que os reinos a sua volta. O príncipe chegava perto daquele lugar, nunca havia saído do Palácio para fazer algo parecido ou sequer saiu em algum momento, o lugar tinha uma decoração exótica de palha por todo lado, era a primeira vez do Príncipe perto do campo e já se decepcionara, as galinhas corriam soltas, algumas cercas estavam quebradas e alguns animais tinham fugido, ele olhou com nojo, o lugar estava um alvoroço, entrou no estabelecimento e viu três cavalos de crinas penteadas, de boa aparência e saúde, panos de algodão refinado e faixas de coro costurados a mão, coisas que um camponês não recebia, muito menos sendo uma mulher, por fim lembrou-se, a garota tinha marcas de mãos no rosto e no pescoço, não foi tão difícil saber que a moça não tinha feito nada de errado, suspirou cansado, agradeceu por não ter que usar a cabeça, não estava nem um pouco afim de assim fazer. Voltou ao encontro do pai ainda com a imagem do local, devastado.


“E então? Pode condena-la agora?”, o rei estava acostumado a condenar pessoas sem mesmo saber se elas eram inocentes ou não, confiava muito em seus guardas.


A moça bonita não fez nada, os cavalos reais estavam dentro do celeiro e o couro de suas guias estavam presentes junto ao tecido branco usado como uniforme, tramaram algo e jogaram a culpa nela.”, o pai boquiaberto voltou o olhar para seus servos que deveriam ser honestos, os homens desesperados por uma desculpa, tremeram e se dirigiram ao príncipe como um mentiroso, disseram que estava apenas querendo ver os “pobres” guardas sofrerem.


“Como você pode dizer isso de nós? Está nos acusando de algo que nem sequer devia ter se metido. Você é só um garoto mimado e arrogante, te satisfaz ver meu sofrimento? Eu sou bem mais velho que você, eu exijo respeito!”, Seokjin sinceramente não ligava para aquilo, seu cansaço o impedira de sentir raiva mas se alterou, alterou-se quando o mesmo ousou apontar para ele, pôs-se ao lado do pai e com o tom mais autoritário que pode tornou suas palavras ao audacioso.

“Como você pode chamar o filho do Rei de mentiroso?! Como ousa me insultar?! Se eu estive na cena do crime e vi com meus próprios olhos seu ato imundo, o único que mente aqui é você!!. Condenado será você e seus comparsas, a moça esta livre.”, o príncipe não gostava de falar de tal modo, mas pessoas como aquele guarda não mereciam mais do que lhe foi concebido,“Por roubar, estimular o caos, acusação ao inocente trabalhador, violência por preconceito e por faltar com o mínimo respeito à autoridade, apontar á mim, sua penalidade será a tortura mais o resto de seus dias enjaulado como um animal junto com seus colegas, será tratado assim como tratou a camponesa. Agora, solte a moça.”, o príncipe permitiu que os soldados pegassem os guardas e os arrastassem para fora do lugar, e antes de ir, fez questão de apontar para o guarda. - Eu exijo respeito.”, o príncipe enfatizou o “Eu”, estava seguro do que fez.
A moça olhou para os olhos do príncipe, viu seu cansaço mas preferiu não dizer nada, ela se curvou ainda ajoelhada no chão, “Agradeço a sua misericórdia vossa alteza, serei eternamente grata.”, levantou em seguida e manteve a cabeça baixa. “Obrigada por me deixar continuar no meu emprego, que as bênçãos caiam sobre o senhor nosso rei.”, a garota disse depois do Rei ter mantido a garota em seus campos.

“Não foi nada, agora, me diga minha serva, qual é o seu nome?”, o Rei não se conteve, achou a moça delicada e ela lembrava alguém que ele gostava, “Sou Eleo –“

“JIN!!!” 


O príncipe caiu no chão e rolou alguns degraus que separava o trono da sala, desmaiou de cansaço, o Rei logo se levantou e foi até seu filho e o chamou várias vezes com a mão em seu rosto, obviamente o moço não respondia, os guardas nem se preocuparam e mesmo que estivessem, não podiam tocar no príncipe por ordens reais, mas a camponesa não sabia as leis de dentro do palácio e se apressou em ir até seu salvador, o tocou com as mãos cheias, o Rei a olhou chocado mas não conseguiu dizer nada, estava muito preocupado com o filho para brigar com a garota.

 “Ele está quente, pele pálida, lábios roxos e mãos geladas, as olheiras mostram que ele não descansa a algum tempo, está com o corpo exausto.”, a garota colocou a cabeça no peitoral do Príncipe depois de abrir o traje. -“Os batimentos estão um pouco devagar mas não é nada grave, *põe dois dedos abaixo da orelha dele*, está com febre alta e com fome.”, ela olhou o Rei que estava tremendo observando a garota.


“E, o que preciso fazer para ele melhorar?”, o Rei pergunta quase desesperado.

 “O perfume leve e pele limpa mostra que ele acabou de tomar banho, então tomar outro não fará diferença ou deixará a febre pior, o principal é deixa-lo dormir por um tempo bem longo, eu recomendaria de sete a dez horas de sono para o corpo voltar ao estado normal, mas primeiro de tudo, deem algo para o estômago funcionar, ele não precisa de remédio, só de silêncio e um conforto do quarto.”
Passos rápidos e pesados chegaram até a moça e foi puxada para cima e tamparam a boca dela.

Está sendo presa por tocar no príncipe!”, eles começaram a arrastar a moça para longe até as celas, o Rei observou a menina ir.

“ME DEIXEM SAIR! EU NÃO FIZ NADA DE ERRADO!”, ela batia nas grades como se não houvesse amanhã, estava zangada, não costumava ficar brava com facilidade pois era uma garota calma, estava presa por algo ridículo, bufou nervosa, pensou que poderiam tentar tira-la dali quando percebessem que ela era necessária, mas depois pensou, o Rei podia muito bem substitui-la com um estalar de dedos, bufou mais uma vez, não gostava de se sentir assim, seu nome era Eleonor Lindsay, um nome que carregava muitas nações e culturas, tinha seu jeito único de ser, tinha uma personalidade invejável, buscava o melhor de si mesma a todo momento e era muito inteligente, não perdia o controle mesmo nos momentos mais tensos, muito curiosa por coisas novas e amava o campo então nunca reclamou de seu emprego, “MISERÁVEIS!”, talvez ela não estivesse bem naquele dia.
...
O rei ouviu a garota e fez o que a moça disse, o filho logo recuperou a cor natural e descansou o corpo na medida que ela também havia dito, ele acordou depois de nove horas de sono, já descansado mas ainda havia algumas dores, eram por causa da queda, tinha alguns vergões em seus braços e um ou dois cortes em seu rosto, ele lembrou que tinha sonhado com a moça, balançou o cabelo pensando em qual poderia ser o nome da bela moça, “Elinor? Elisa? Elian? Elite? Qual era o nome dela?”, percebeu que suas mãos estavam tremendo e respirou fundo, de um jeito ou de outro ele sabia que tinha que agradece-la de alguma forma, ficou com os lábios entreabertos e apoiando o queixo no punho.

“Seokjin? Está acordado graças a Deus, se sente bem?”, o príncipe sentou na beirada da cama e olhou as mãos, “Estou bem mas, ainda sinto dores da queda. Me diga pai, qual é o nome da camponesa que eu julguei?”, ele olhou o pai ainda pensando na moça.

“Eleonor Lindsay, a camponesa que cuida das lavouras mais produtivas, a prendemos, te tocou muitas vezes.”, o príncipe perdeu sua expressão angelical e se mostrou sem paciência.

“Ela me ajudou e você a prende, tem que solta-la.”, ele se levantou e se vestiu.

 “Não podemos correr o risco Jin.”

“Ninguém vai me matar pai, as pessoas não vem para Central só para me matar, estamos perdendo o posto e o senhor sabe, eu insisto que solte-a ou eu irei a prisão.”, o pai não gostava que o filho chegasse perto de pessoas “inferiores” a ele, muito menos sendo eles bandidos, assim, o pai mandou soltar a moça.
....
Jin não estava satisfeito em apenas solta-la, pensou nela e em seus cabelos de cores quentes, a moça era ruiva e tinha olhos verdes cristalinos, lembrou do momentos em que a olhou nos olhos quando estavam puxando seu braço, saiu escondido de seu quarto e foi até os campos depois de duas semanas do ocorrido, passeou os olhos pelos longos hectares de terra, havia muitos servos, mas sabia muito bem como achar a ruiva, andou entre os vãos de terra olhando para os dois lados, percebeu o quanto sua presença era notada, as mulheres cochichavam entre si, soltavam risadinhas, e os homens o olhavam com um rosto fechado ou até nervosos, tinha fama de ser mimado, metido e cheio de si, os homens não gostavam dele pelo fato dele ser quem ele é. Depois de alguns passos pelo lugar avistou uma jovem no meio das macieiras com um cesto forrado com um pano branco, estava descalço e vestia um vestido que chegava aos seus joelhos e suas mangas estavam dobradas até seus cotovelos, os cabelos estavam presos em um coque desgrenhado, ela se estendia para pegar um dos frutos da árvore, ele a observou em silêncio, sabia que era Eleonor Lindsay então pensou com cautela como chegaria até ela. Deu alguns pulinhos para chegar até o fruto, sem sucesso, deixou a cesta no chão e escalou a árvore com uma agilidade impressionante, nunca havia visto uma mulher fazer aquilo, logo ela pulou da árvore com três ou quatro maçãs na saia do vestido, estava muito longe para saber o certo, colocou-as na cesta e foi para outra árvore, Jin soltou um sorriso, a moça havia chamado sua atenção de um jeito inimaginável, queria conhece-la. Andou até ela em silêncio, ela ainda não tinha percebido a presença do superior então continuou o trabalho, se pendurou em um galho e pegou um pêssego e saltou, levou um susto ao ver o príncipe com as mãos nos bolsos e um traje impecável, o sorriso em seu rosto não disfarçava, ele havia visto cada movimento que ela tinha feito.


“Vossa alteza, em que posso ser útil?”, a garota baixou o olhar e juntou as mãos com o pêssego entre elas, estava envergonhada, não sabia direito o porque.

“Eu só queira agradecer pelos seus atos.”, ele chegou mais perto, viu que ela ficou nervosa pois um suor desceu em seu rosto, podia ser pelo esforço.


“Se-senhor?”, ele riu, não era sua intenção mas acabou por diminui-la.


“Queria te agradecer por instruir as pessoas em como me tratar, eu estava bem cansado. Obrigado Srtª.Lindsay, por tudo o que fez por mim.”, ele acenou com a cabeça e a jovem o olhou assustada.

 “Perdão mas, como o senhor sabe meu nome? Sou só uma serva.”, ela pegou a cesta e colocou a fruta.

“Meu pai pesquisou sobre você e insisti a ele que me contasse mais sobre a Srtª.”, ele manteve o sorriso.

“Pois bem, foi um prazer ajudar o meu senhor.”, ela se curvou um pouco, estava desconfortável.

 “Jin, por favor, eu não gosto muito de formalidades.”, houve um silêncio, ele já não sabia sobre o que falar, mas queria ouvir mais da voz doce e suave da jovem, era um som adorável aos seus ouvidos, ela pegou uma das maçãs maduras que estavam no cesto e encarou-a. 

“Então ‘Jin’, veio conhecer os campos? Boa escolha, aqui temos boas vistas e cheiros ótimos de frutas e tortas da fábrica.”, ele admirou a iniciativa da moça e olhou o horizonte.

“Bem, isso é verdade, aqui tem um cheiro ótimo, me pergunto porque meu pai não quer que eu venha aqui.”, a moça pendeu a cabeça pensativa, se perdeu no rosto do seu senhor, – puxa, ele é mesmo bem bonito – pensou várias vezes, mas Jin sabia muito bem porque não o queria em alguns lugares, seu pai não gostava que ele se misturasse com os pobres para não ter fofocas sobre as atitudes do filho e coisas que o impeçam de ser o Rei, ele percebeu que a moça estava o olhando a um tempo e soltou um riso envergonhado olhando para ela novamente.
“Alguma coisa diferente se encontra em meu rosto Srtª.Lindsay?”, ela fechou os lábios assustada e balançou a cabeça, olhou o lago que estava monte abaixo

“Perdão meu príncipe, não foi por querer.”, ele tirou uma das mãos dos bolsos e tirou uma das mechas de cabelo da frente dos olhos de Eleonor, seus cabelos eram bem cuidados e cheirosos, prendeu a mecha atrás de sua orelha, sorrindo ele pega a maçã da mão dela e com sua outra mão, pega e beija as costas da mão dela, a garota se avermelhou e apertou a alça da cesta.

“Ansioso estou para o dia em que você irá me mostrar os lugares bonitos que mencionou, tenha uma boa tarde, Eleonor.”, deu uma pausa antes de dizer seu nome, desceu o monte devagar enquanto saboreava o fruto recém colhido, Eleonor observou o príncipe sumir indo para seu castelo, colocou uma mão no rosto sentindo-o queimar, seu coração estava doendo de tanto palpitar, não esperava que sua autoridade fosse até ela para dizer “obrigada” para uma simples serva.

“Hum, parece que ele estava sendo sincero.”, sua amiga desceu da árvore ao lado. -“Acreditou nele?”, perguntou enquanto colocava pêssegos na cesta da amiga ruiva. Eleonor apenas acenou que sim.

“Em falar nisso, porque não desceu da árvore quando ele chegou?”, Eleonor perguntou e a amiga deu de ombros.

“Achou mesmo que correria o risco dele brigar comigo? Sem chance. E bom, ele é um gato, Jesus!”, pegou a cesta da amiga e estava descendo o monte quando percebeu que Eleonor não estava fazendo o mesmo. -“Você não vem?! Vai levar bronca se não vier logo!”, falou e terminou de descer.

Eleonor Lindsay acariciava onde os lábios do Príncipe haviam beijado, a sensação ainda estava ali, – Estou ansioso para o dia em que você irá me mostrar os lugares que mencionou –, “Jin”, murmurou o apelido do seu senhor, fez isso antes de descer o monte e sorrir o dia inteiro.
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