História Jinsei no Odoriki - Capítulo 2


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Fluffy, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Como prometido mais um capítulo.
A playlist será com, Supercombo - Menina Lagarta.
Link no final do capítulo.
- YumeKin.

Capítulo 2 - Rekomeko


Fanfic / Fanfiction Jinsei no Odoriki - Capítulo 2 - Rekomeko

     Tons de azul escuro e laranja claro pintam o céu, do dia mal amanheceu é Sasaki Maiko está correndo no extenso parque de Tóquio, foi a única forma que encontrou de extravasar sua frustração e com tempo acostumou a correr todo dia pela a manhã. O longo cabelo preto está preso em um rabo de cavalo alto, usa um top preto por baixo da regata branca, e a calça moletom preta com a barra branca combina com o tênis de corrida preto com branco. Nas bochechas brancas agora se vê um tom vermelho com suor que escorre do alto da cabeça e os ouvidos são bombardeados por uma música eletrônica que vem do grande fone de ouvido branco. 

     A respiração acelerada se dá por parte da corrida, embora, tenha outro motivo para estar assim. Na noite anterior teve mais uma briga com o pai, que há tempo vem abdicando os deveres com a família e se concentrando no trabalho, é isso vem tirando a paciência da garota. 

     Maiko a muito tempo atrás foi tirada do orfanato por seu atual responsável, era muito nova para poder se lembrar do trágico dia que foi abandonada com crueldade, mas ao lado de Sasaki Isamu Ken teve a oportunidade de se tornar alguém, é a pouco mais de dois anos ganhou um irmão, Sasaki Sora Akira que fez recentemente três anos, e aprendeu o que é ter uma família.

     Embora, a pouco mais de um ano seu pai vem deixando de lado os valores da família e se concentrando em ganhar dinheiro, e é isso que a jovem garota não entende, seu pai não se parece mais com aquele jovem homem que lhe adotou anos atrás, não com o homem que lhe criou com tanto amor e dedicação. Mas nada a deixa mais raivosa do que vê o adorado irmão perguntar pelo o pai ou questionar sua ausência, isso lhe parte o coração. 

     Porém, isso não chega nem perto da nova atitude do patriarca, que criou ao longo de um ano uma imensa lista de furos com a filha mais velha, de recitais não presentes até as comemorações de aniversário, é apesar de valiosos esses não foram nem os piores, já que no feriado da primavera do ano anterior mandou os filhos para longe em uma viagem para ficar cuidando de negócios e o pior, faltou a colação de grau do Ensino Médio de Maiko que está possessa até hoje. 

     Mas o motivo da discussão da noite anterior é referente a um desejo novo, começar a trabalhar. Maiko que se tornar independente e mostra para o pai que tem como conciliar o trabalho com a família, embora, toda vez que toca no assunto, nas raras vezes que vê o pai, começa uma discussão só para terminar em mais uma negativa.

     A jovem ainda tem fresco na memória as palavras que o pai lhe disse, a fazendo ficar mais furiosa, pois quer a todo custo mostrar que cresceu e que pode tomar decisões sozinha. Com esses pensamentos acelerou a corrida, vendo o relógio digital do parque marcar quinze para seis da manhã, está na hora de voltar para casa. Maiko têm dezessete anos mais aprendeu desde de cedo a cozinhar, fazendo todas as refeições da casa, não gosta de ter alguém fazendo coisas tão comuns para se só por puro capricho, não mesmo, gosta de mostrar serviço. 

      E após a longa e dolorida corrida começou a preparar o café da manhã, bem reforçado, para aguentar os compromissos que têm pela a frente. Hoje será sua recepção de boas-vindas na Universidade de Tóquio, além disso, o irmão terá seu primeiro dia no Jardim de Infância, algo que a jovem aceitou de bom grado. 

     Sete horas em ponto, foi nesse horário que terminou de fazer a refeição e subiu para acordar o menor que só se levantou diante de uma ameaça. Maiko procurou tirar a sujeira do corpo em um banho gelado e se arrumou rapidamente, secou o cabelo e o prendeu em um coque alto deixando o rosto a vista, optou uma uma camisa de manga curta branca de gola redonda, uma calça jeans preta de cintura alta e vans preto com uma meia bege. 

     Encontrou o irmão ainda no quarto tentando arrumar o short cinza com suspensório cruzado, soltou um riso baixo e o ajudou, colocou a camisa branca de gola mandarim para dentro do short. 

- Um perfeito homenzinho._ comentou orgulhosa, bagunçando os fios negros do menino.

     Sora lhe retribuiu com um sorriso faltando dentes, os dois saíram do quarto de mãos dadas indo em direção a cozinha, comem com pressa pois estão atrasados. Em passos rápidos a jovem buscou as mochilas iguais só em cores e tamanho diferentes e saiu batendo a porta com força, deixando a bagunça da cozinha de novo para quando chegasse. 

     Afoita puxou o irmão ruas a dentro tentando chegar a tempo de pegar o metrô das sete meia, no entanto, assim que pisou os pés na plataforma a grande engenhoca de metal saiu a deixando aborrecida.

      Excelente, pensou chateada, um adorável começo. 

 

°  °  °

 

     Sora chegou atrasado no seu primeiro dia e Maiko escutou por meia hora a bronca sobre os deveres com a responsabilidade, retirou-se correndo do local estando atrasada para o próprio compromisso. Não deu tempo para reparar no estrutura do prédio onde irá estudar, só entrou agilmente encontrando vários corredores inabitados, que a fez entrar em desespero.

     Recusando a desistir caminhou apressada entre os corredores buscando algum barulho, contudo acabou se perdendo. Olhou para o amplo corredor a frente com desencanto e bufou exaurida.

- Ei! Você é novata?_ perguntou uma voz atrás de se.

     Ao se direcionar para a voz encontrou uma garota parada a poucos metros, seu cabelo marrom avermelhado apresenta-se preso em um coque baixo, no entanto, os fios curtos e repicados moldam o rosto da face, olhos azuis marcantes e uma pele amarelada, veste um conjunto moletom bege com supiras coloridas, um tanto peculiar para a morena.

     Maiko só confirmou com a cabeça e se aproximou da outra.

- Sabe onde fica o local de recepção?_ pergunta esperançosa. 

- Não, acabei de chegar também._ retribui  a garota.

    Durante alguns segundos as duas garotas se encaram, uma analisando a outra.

- Reiko, Shimizu Reiko._ se apresenta a de cabelos avermelhados, esticando a mão.

- Maiko Shizuka, mas pode me chamar só de Maiko._ diz com praticidade, apertando a mão da garota.

- Certo, agora temos que achar o local._ expõe avaliativa, batendo repetidamente o dedo indicador no queixo.

     Maiko rir da postura da outra, em um ato afoito pega o pulso livre de Reiko é a puxa corredor adentro, rindo das suas exclamações infantes.

     Todavia, só foram achar o local depois de vinte minutos de caminhada. O grande ginásio está abarrotado de jovens que desviaram os olhos do grande palco no momento que as duas entram ousadamente pela as grandes portas amarelas com barras no meio. 

     Reiko não se importa e segue para os jovens prostrados de trás de uma grande mesa, sendo recebida com entusiasmo. Maiko cora diante do embaraço, mas acompanha a outra sendo recebida da mesma forma.

- Cursos?_ indaga a moça da ponta, com um sorriso cintilante nos lábios pintados com batom rosa.

- Jornalismo._ diz Reiko.

     A morena se sobressalta, pensando que nunca pode se julgar um livro pela a capa.

- Medicina._ diz Maiko com timidez.

- Uou! Isso aí garota._ felicita a outra, sorrindo orgulhosamente. 

- Então é comigo._ diz uma voz áspera mais acolhedora.

     Maiko olha para o final da mesa, avistando o nada, incerta caminha em passos firme até a voz. Parou na outra ponta diante de um jovem alto, o cabelo bem aparado embaixo e longo em cima partido para a direita tão branco como a neve, olhos e sobrancelhas pretas, pele branca cheia de tatuagens, uma que sobe até o pescoço e outra nos dedos, está vestido socialmente. 

- Ogawa Tadao, representante do curso._ comunicou e fez uma leve referência. 

     Maiko devolve o cumprimento é se apresenta, ganhando uma papel com seu nome e matrícula sendo direcionada para o devido lugar.

- É por fim, prezamos muito a pontualidade, não aceitamos qualquer tipo de atraso..._ diz o homem no palco.

     É as duas jovens garotas sentem o olhar afiado direcionados a se, um aviso que aquilo não seria mais tolerado. Maiko suspirou abatida, esse não era o começo que almejou para a nova fase de sua vida. 


Notas Finais




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