História JJK1997 está seguindo você - Capítulo 32


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bottom!jungkook, Instagram!au, Jikook, Kookmin, Texting, Top!jimin, Upornost Fics
Visualizações 1.170
Palavras 2.115
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Lemon, Romance e Novela, Slash, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


BOA NOITE GENTE!!!
Cada segudinho que se passa eu lembro o quão perto estamos do final e isso bate no meu peito e deixa ele apertado porque eu amo essa fic e eu amo vocês <3
Obrigada pelos comentários no cap anterior, eles me animaram bastante ;)

Bom, eu acho que cês vão gostar desse cap, é contando o lado do Jungkook e mostrando a passagem do tempo! Kissus! Vamo começar a contagem regressiva!

Capítulo 32 - JJK1997 está desconfiado


O quarto de Jungkook não tinha janelas, então ele só encarava o teto e escutava atentamente o barulho da chuva como se fosse uma sinfonia. Yoongi tinha saído com Taehyung (novidade), Cloudie estava no veterinário, Junghyun tinha ido fazer as compras (o que deixava o Jeon mias novo chateado por não ter sido chamado) e o seu pai estava em uma reunião importante. Estava entediado, tinha terminado seu período de exames na faculdade e não lhe restara nada para fazer. Se fosse em um sábado comum, como os que antes costumava ter, Jimin estaria entre seus braços enquanto os dois se esforçavam para esquentar um ao outro através do frio, mas o Park tinha, mais uma vez, um de seus incontáveis photoshoots para fazer.

Jeon bufou, ajeitando a franja sobre os olhos e sentando-se na cama. Observou a tela do celular checando se o namorado havia lhe mandado mensagens novas, mas não havia nenhuma notificação. A verdade era que o Park estava pouco se fodendo para os parâmetros que ele mesmo havia criado. Desaparecia pela manhã, estava ocupado à tarde e cansado à noite. Surpreendentemente, quem mais se cansava com aquele ritmo era Jungkook — o mais novo já não passava tanto tempo ao lado do namorado e isso o deixava agitado. Se perdia entre as aulas da faculdade com o pensamento em Jimin e no que ele deveria estar fazendo, e, apesar de deixar várias mensagens, o mais velho custava a responde.

Sempre pedia desculpas e enchia o Jeon de carinho, era verdade, mas andava menos atencioso, menos prestativo, menos Jimin.

As meias listrada de Jungkook esquentavam seus pés. Ele mal sentiu o frio do piso quando se levantou e andou até o seu notebook, ligando e levando-o para sua cama, em seu colo. Iria abrir o Youtube e gastar o tempo em idiotices idiotas para não ter que encher o cérebro com bobagens relacionadas à distância do Park.

Quando percebeu, já estava roendo as unhas. Imagina o que poderia estar acontecendo para o namorado andar assim, meio avoado pra tudo. Yoongi mesmo havia o dito que Jimin estava menos comunicativo e um pouco mais arrogante, diferente do garoto que sempre fora. Agora, quando Jungkook o chamava para sair, ele sempre dizia estar cansado, que sua rotina na KA era exaustiva, que teria uma sessão de fotos no dia seguinte e precisava descansar, que Seokjin exigia muito dele. Entre todas essas desculpas, o acastanhado achou que fosse bom chamar o Park para dormir em sua casa, mas esse nem mesmo visualizava mais suas mensagens. Sempre que criava ânimo para ir até o apartamento do moreno, o encontrava dormindo.

Fingindo que estava dormindo, pelo menos.

Até parece que Jungkook, logo ele que passou meses a fio andando no encalço de Jimin não saberia quando o maior dorme ou apenas finge. Por isso mesmo começou a estranhar o comportamento do mais velho. Não queria dizer suas paranoias e desconfianças para o namorado, mas estava ficando cada vez mais difícil ver o desgaste físico e emocional de Jimin e guardar aquilo para si, apesar de querer que o Park confiasse em si.

No dia de seu teste na KA, a insegurança bateu rapidamente, fazendo-o contatar novamente o Sr. Son para dar uma passadinha marota na rua da agência. Imagine só a surpresa do garoto ao saber que o dono de um dos carros estacionadas na frente da empresa era um político que tinha o nome ligado à prostituição. Certo que negócios são negócios, ele vinha de uma família de advogados e entendia isso, mas isso mudava quando se tratava de Jimin.

Jungkook queria protegê-lo, não preocupá-lo.

Resolveu deixar para lá, mas não conseguiu segurar a agitação por muito tempo.

Mesmo quando acompanhou o moreno em um happyhour com seus colegas de trabalho, não viu o mais velho esboçar várias reações. Até ele estava mais animado que o outro enquanto falava com Nayeon que, aliás, falava pelos cotovelos. Os outros rapazes — Jonghyun, Hyungwon e Minhyuk, apenas riam e exageravam nos códigos e piadas internas. Jimin nem ao menos parecia prestar atenção. Quando Jungkook tentava o alertar de ser mais participativo, o mais velho apenas piscava e sorria docemente.

Às vezes conseguia despertar o Park descontraído e incrivelmente amoroso, aproveitando o máximo que podia antes da carranca voltar e o moreno começar a resmungar e reclamar de dores pelo corpo. Um dia desses, estavam sentados no sofá da sala da casa de Jungkook, não havia ninguém em casa, então o mais novo achou que podia tirar o estresse do namorado do modo como costumava fazer. Começou com seus toques sutis e palavras doces murmuradas com aquela carinha irresistível que sempre fazia para conseguir o que queria. Em pouco tempo tinha um Park ofegante e entregue a si. Tomado pelo controle da situação, ajoelhou-se no carpete e abaixou o zíper, apressado, tratando por começar um oral no moreno que gemia baixinho, manhoso.

Mas a reação seguinte foi desesperadora. Jungkook nem ao menos lembrava de ter feito algo errado. Em um momento ouvia os gemidos de Jimin e no seguinte apenas escutou um grito de dor. Quer dizer, sim, ele tinha usado os dentes, de leve, como sempre fazia. No entanto, Jimin agarrou seus cabelos com força (força mesmo) e afastou o mais novo brutalmente, fazendo Jungkook cair sobre o carpete. O Jeon limpou os cantos da boca e olhou, aterrorizado para o namorado que escondia o membro entre as calças, igualmente assustado.

Jimin pediu desculpas e se enfiou no banheiro por um bom tempo, não atendendo aos chamados do mais novo. Quando finalmente saiu, apenas murmurou um “agora não” e se foi. Se foi simplesmente.

O primeiro instinto de Jungkook foi correr para Hoseok e o contar tudo o que tinha na cabecinha oca — desde às inseguranças até as suposições. O melhor amigo podia ser meio energético demais, mas ouvia-o concentradamente e sempre o dizia o que era o certo a fazer. A verdade era que Jungkook tinha medo de perder de Jimin, mais do que tudo nesse mundo. Era uma coisa que nunca superaria; apenas a ideia fazia seus olhos lacrimejarem. O que havia com o Park? Será que já não o amava mais? Havia perdido o desejo em si? Convivia no meio de modelos, eles deviam ser mais atraentes do que Jungkook. Será que Jimin estava consigo por pena?

Hoseok foi calmo e suave quando explicou a Jeon que talvez Jimin estivesse estressado com outros assuntos e que, talvez, tivesse vergonha de falar com o mais novo sobre isso. Um click soou na cabeça do acastanhado. Talvez o Sr. Son estivesse disponível para um trabalho urgente.

Primeiro que fez foi falar com seu pai. Outro dia tinha o explicado sobre o político envolvido com prostituição para que o Jeon mais velho pudesse levantar mais informações sobre os casos jurídicos dele. Donghyun preocupou-se com o genro; sempre teve muito apreço por Jimin, tanto como pessoa quanto profissional, então acabou concordando que o filho voltasse a stalkeá-lo. Tinha um bom propósito agora.

Naquele momento, por exemplo, estava a espalhar as fotos recentes do namorado por cima de sua cama enquanto tentava contatar o detetive particular pelo celular e deixava páginas de pesquisas em aberto no notebook. Jeon era bem esforçado quando o assunto era Jimin. Não aguentava mais não receber os toques do namorado, aquilo o afligia até os últimos segundos do dia. O que realmente estava acontecendo, ele queria entender. Por que Jimin já não sorria mais? Não o deixava lhe tocar? E quando tocava o mais novo, era sempre com uma delicadeza triste. O que estava errado?

Estava se sentindo emocionalmente perdido. Já havia falado com o melhor amigo, com o pai não havia mais para quem pedir conselhos, só esperava que o Sr. Son pudesse investigar tão fundo até encontrar a razão daquilo estar acontecendo.

Levantou-se rapidamente, indo ao banheiro. O pior de tudo isso não era o afastamento do Park, era que o mais velho estava tão desleixado com o relacionamento deles que nem ao menos notou o quão Jungkook também estava inerte nas investigações secretas. Era quase um insulto — seu namorado nem ao menos prestava atenção em si. Já estava lavando as mãos quando ouviu barulhos vindos do quarto.

— Jungkook? — era a voz de Taehyung, o Kim que praticamente vivia na sua casa. — Seu irmão está procurando a escova de cabelos dele.

— Deve estar no criado-mudo — gritou de volta, enxugando as mãos com papel-toalha.

Era o espelho do banheiro ou seu reflexo transmitia mesmo o quão devastado ele estava? Jungkook também tinha se descuidado um pouco nesse meio tempo — talvez fosse por isso que ele e Jimin não se amavam mais como antes. Ele estava feio, nada atraente, parecia cansado e velho.

— Achou? — perguntou, saindo do banheiro e dando de cara com um Taehyung concentrado em observar todo o acervo de informações íntimas espalhado na cama de Jungkook. O mais novo arregalou os olhos e tentou sibilar rapidamente algo para se explicar. — Hyung, não é isso que está pensando. E-eu...

— De novo, Jungkook? Olha, é melhor você ter mesmo um bom motivo para toda essa tralha estar espalhada no seu quarto. Você não aprende não?

— Taehyung, não é isso — suspirou, exasperado. — O Jimin, ele...

— Ele o quê?

Ainda levou um tempo para que Jungkook pudesse explicar para o garoto de cabelos claros o porquê dele ter começado uma nova perseguição atrás do namorado. O mais novo passou a mão pelo rosto e encarou o hyung, sem saber exatamente o que dizer, se poderia dizer. Um ciúme bobo ainda queimava no fundo de seu cérebro, mas não era sobre isso; se tratava de confiar em Taehyung e envolvê-lo dentro daquele segredo.

Quantos mais aliados, melhor.

E mesmo que fosse um desastre em tentar explicar toda a situação, gaguejasse demais e trocasse as palavras, Jungkook fez Taehyung entender que, daquela vez, talvez, fosse necessário a intervenção de um detetive particular. O Kim estava preocupado demais com o melhor amigo no meio do esclarecimento para realmente raciocinar sobre certo ou errado, apenas concordou, aflito, com aquilo.

 Jungkook sabia que, minutos depois, Yoongi também estaria sabendo. Aqueles dois eram tão grudados quanto ele e Jimin, mas nem pensou muito nisso naquele instante. Disse ao Kim sobre os sócios muito suspeitos de Seokjin, sobre as saídas ainda mais suspeitas dos modelos e sobre a distância do namorado. No final disso tudo, seus olhos estavam marejados e o cunhado o confortando — da maneira desajeitada que podia.

— Tem alguma coisa errada, não tem? Eu não estou paranoico — murmurou, mexendo nos próprios dedos.

— Claro que não, Jungkook — Taehyung confirmou. — Sinto que falhei com Jimin também, eu me afastei dele e mal temos nos visto ultimamente, mas eu tentarei falar com ele. Ele ama você, não iria simplesmente desaparecer dessa forma.

A porta se abriu de repente, revelando um Yoongi de boné e mascando chiclete.

— Tae, só pedi uma es... O que houve?

O Min já veio todo exasperado para cima do irmão caçula, segurando o rosto deste entre suas mãos e o enchendo de perguntas aleatórias. Mania de advogado. Taehyung acabou o convencendo a comer algo na cozinha depois de o ameaçar com uma escova de cabelos. Só então Jungkook pôde ficar sozinho e checar seus e-mails. O Sr. Son havia o mandado um anexo de mídia que demorou a carregar, mas continha basicamente Jonghyun, o colega de trabalho de Jimin, beijando Lee Jooheon, um dos sócios de Seokjin. O que seria até normal se Jooheon não fosse casado e Jonghyun não namorasse um tal de Kibum.

Jungkook mordeu o lábio, pensativo e, mais uma vez, checou as mensagens do celular, não ganhando nada.

“Kim Jonghyun se encontrou com Lee Jooheon às 10:30. Eles foram até o JW Marriott Dongdaemun Square Seoul e permaneceram por lá durante uma hora e meia. Lee foi o primeiro a deixar o local. De lá ele seguiu até o Woori Bank, e, de acordo com registros bancários, foi transferido de sua conta para a conta de Kim Seokjin o valor de 300 wons. Logo após isso, Jonghyun foi visto sacando dinheiro em um caixa eletrônico próximo ao hotel. 100 wons foram transferidos para sua conta e, depois, sacados por ele.”

Roendo as unhas, Jungkook leu aquela mensagem, achando tudo grave e perigosamente suspeito demais. Será que Jimin sabia? Seu cérebro doía porque era coincidência demais e a verdade era cruel demais, então era melhor se acalmar e respirar funda, esperando que fosse tudo mesmo obra do acaso e nada daquilo fosse real.

Se Jungkook apertasse o travesseiro com força, de verdade, podia fingir que era Jimin ali, que ele finalmente estava de volta; até que não havia desconfiança. O que era realmente difícil, porque ele estava muito desconfiado. 


Notas Finais


ALGUÉM POR FAVOR ABRE OS OLHOS DO JUNGKOOK ~não literalmente

Ah, minhas paçoquinhas, venham cá: deem sugestões de capítulos bônus para a fic algo que vocês querem muito ver acontecendo ou saber como aconteceu. Vocês escolhem!
PRÓXIMO CAP É TEXTING
ÚLTIMO TEXTING DE JJK1997!!!


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