História Jogada D.R.A.R.R.Y - Capítulo 7


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Categorias Harry Potter
Personagens Draco Malfoy, Harry Potter, Hermione Granger, Lílian Evans, Remo Lupin, Ronald Weasley, Sirius Black, Tiago Potter
Tags Draco, Draco Malfoy, Dracoxharry, Drarry, Harry, Harry Potter, Harryxdraco, Pinhão
Visualizações 591
Palavras 1.425
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura ♡

Capítulo 7 - I'm everywhere


7 - I'm everywhere

Harry Pov

Após algum tempo me sentindo perdido, eu sabia que precisava conversar com alguém. Desesperadamente.

Então mesmo sendo tarde, eu tentei a sorte e segui para a torre onde ficava a grifinória, me sentindo um tanto perdido ao ficar ali quieto, sem saber o que fazer.

Não tinha ninguém próximo então não conseguiria pedir para chamarem Hermione, e estava quase desistindo disso quando vi uma pessoa caminhando se esgueirando pelo corredor, chegando com dois bolinhos nas mãos

Merlin, aquele cara não parava de comer nunca?

– Er… Weasley? – Chamei, vendo ele se assustar, virando para mim de cenho franzido.

– O que faz aqui? Não devia estar nos corredores a essa hora…

– Eu… preciso falar com uma pessoa. Da grifinória – Falei vendo ele franzir o cenho, se aproximando de mim com certa curiosidade.

– Você está legal? Parece… ter chorado.

– Eu… preciso muito mesmo falar com Hermione.

– Eu vou ver se ela está acordada – Avisou, e eu assenti, ficando ali quieto, na ponta do corredor, esperando ele ir até aquele quadro, falando com ele antes de entrar.

Suspirei, me sentindo quase idiota naquele momento por estar indo incomodar ela, mas eu me sentia chateado e amargurado de uma forma que precisava tirar aquilo de dentro de mim.

Ele voltou alguns instantes depois, com uma expressão que já dizia tudo.

– Hã… foi mal. Não tem nenhuma garota no salão comunal para ir chamar. E os meninos não podem subir no dormitório dela, então… – Falou gesticulando, e eu assenti, suspirando.

– Tudo bem. Já está tarde mesmo.

– Ela te deu um fora? – Questionou com aquela total falta de tato, e eu arregalei os olhos, chocado, vendo ele dar de ombros – Você estava chorando e procurando por ela, então…

– Porque é que todo mundo acha que nós temos algo? Somos amigos! – Protestei com indignação e ele deu de ombros.

– Vocês começaram a andar juntos as vezes, parecem próximos… – Explicou para a minha pergunta retórica, e eu revirei os olhos.

– Eu sou gay – Bradei com fúria, não querendo pensar sobre o assunto.

Estava triste e magoado, e não queria simplesmente raciocinar direito.

Naquele momento nem prestei atenção para o fato de que era a primeira vez que dizia aquilo em voz alta para alguém.

Ele arqueou o cenho, e eu fechei a expressão.

– Tem algum problema com isso? – Entoei em tom de ameaça, porque não aguentaria mais um olhar de desprezo. Ah, eu ia azarar o desgraçado que me olhasse daquela forma de novo!

– Como é que o melhor amigo de alguém como Draco Malfoy pode ser gay? – Questionou arqueando o cenho, e eu suspirei, sentindo a tristeza me encher como um soco só de ouvir aquele nome.

– A partir de hoje eu não sou mais o amigo de Draco Malfoy.

Ele sorriu minimamente.

– Então é isso. Ele descobriu que você é gay, e surtou?

Fechei a expressão, não querendo responder, e ele suspirou.

– Não era de se esperar, não é? O cara é da pior espécie. Hã… desculpe não poder ajudar. Mas Hermione acorda bem cedo. Sempre sai daqui exatamente na hora do café. Então… você pode procurar ela.

– Como sabe a hora que ela acorda?

Ele pareceu desconcertado, coçando a cabeça de forma perdida, e eu anotei mentalmente que iria contar isso para ela amanha.

– Hã… eu sou observador – Respondeu e eu franzi o cenho, porque sabia que era uma mentira.

Weasley era a coisa mais desastrosa e desligada do universo, e todos sabiam disso.

– Enfim, eu sinto muito por… hã, sua situação. Arranje amigos melhores – Deu de ombros, e me estendeu um bolinho que tinha em suas mãos, o que aceitei de forma mecânica – Aqui, garotas afogam mágoa em doces.

Fechei a expressão, indignado, erguendo os olhos com fúria para ele, vendo sua expressão divertida, e abrandei ao entender que era uma piada.

De mal gosto, mal elaborada, mas não parecia querer me ofender ou depreciar.

– Se cuida, Potter.

Assenti, vendo ele seguir para dentro novamente, e suspirei, caminhando de forma perdida em direção as masmorras.

Enquanto mordia aquele bolinho, eu me perguntei se ele estaria ali dentro do nosso quarto, e enrolei por um bom tempo para entrar, me sentindo idiota ao ver a cama dele vazia.

Ainda estaria com Filtch? Qual seria a detenção? Quantos pontos nossa casa perderia?

Suspirei, mordendo o lábio inferior, e decidi que não queria pensar mais sobre Draco.

Tomei um longo banho, vestindo roupas quentes e confortáveis, e fui deitar.

Demorei um empo considerável para dormir, porque mesmo que me obrigasse a parar de pensar, as coisas vinham o tempo todo na minha mente, e era realmente horrível reviver aquele dia horroroso.

Junto a isso, tinha aquela sensação estranha a cada vez que ouvia algum barulho, de medo de vê-lo e não saber o que dizer ou fazer.

É claro que foi infundado, porque quando acordei naquela manhã, ele não estava la.

E eu não o vi o dia inteiro.

Ele matou todas as aulas, e não voltou para o dormitório.

Eu sabia que a sonserina havia perdido vinte pontos por ele ter sido pego, mas não sabia nada além disso.

Ele realmente estava me evitando.

– Onde ele pode estar?

– Eu sei onde ele está – Respondi para Hermione, suspirando – Mas não vou procurar por ele. Se ele não quer me ver… ótimo.

– Harry, você está bem?

Apenas assenti, com um longo suspiro.

– Estou pensando em ir para casa nesse feriado. Hã… eu tinha dito para meus pais que iria ficar na escola, mas...– Dei de ombros, e ela assentiu.

– Talvez seja uma boa ideia. Ficar aqui, com essa situação apenas está te chateando. Acha que consegue falar com seus pais a tempo?

– Eu vou usar o telefone da escola.

– Ah, sim. Para os nascidos trouxas falarem com os pais. Não sabia que seus pais tem.

– Temos muitas coisas do mundo dos trouxas – Sorri, e ela retribuiu – Acho que vai ser legal. Passar o natal com meus pais. Eles vão estar ocupados trabalhando, porque eu pai pegou um caso importante, mas… ainda assim, vai ser bom estar em casa.

Animado com a perspectiva, não pude deixar de me sentir apressado, me separando de Hermione, para ir pedir autorização.

Sabia que era muito perto, afinal os alunos que iam para casa pegariam o trem dali a dois dias, mas realmente sentia que talvez meus pais conseguissem mandar a autorização para escola para que eu pudesse voltar.

Tinha dito para minha mãe que não tinha problema ficar na escola naquele ano, mas sentia que não poderia aguentar um feriado, sem as aulas, me sentindo daquela maneira.

Eu precisava me distrair.

– Mãe?

– Harry! Querido, você nunca liga! Sempre manda cartas, aconteceu alguma coisa? – Sorri ao ouvir sua voz, sempre branda e amável.

– Não, eu… queria perguntar algo.

– O que houve?

– Eu… hã, queria saber se posso… ir para casa no natal. Eu sei que disse que não iria, mas…

– Oh – Ela exclamou, e eu franzi o cenho, um tanto confuso – Me desculpe querido, quando disse que não viria, nós aceitamos um trabalho na Irlanda… Eu vou ligar para seu pai e ver se ele consegue desmarcar, ettão…

– Não! Não precisa, eu não quero… Eu só…

– É o garoto? – Sorri ao ouvir a voz de Sirius ao fundo, e imaginei que ele tinha voado no telefone, porque ouvi um barulho, e logo em seguida a voz dele soou nítida – Harry?

– Padrinho!

– Ei, garoto. Ouvi que queria vir para casa?

– Hã… bem, sim. Mudei de ideia de última hora. Eu nem sei mais se autorizariam aqui na escola. Mas… enfim…

– Vamos mandar hoje a autorização, e eu e Remo te pegamos na estação, combinado?

– Ah… tem certeza?

– É claro, Harry. Você pode ficar na minha casa. É para isso que servem os padrinhos. E sem sua mãe por perto me censurando, vamos poder fazer várias coisas erradas. Te contei que comprei uma moto nova….auch! – Ofegou, e eu ri, porque sabia que ele havia levado um beliscão – É brincadeira! Hey! Lily! Não vamos fazer nada errado – Choramingou e eu ri – Enfim, pode vir. Vai ser ótimo ter você aqui, garoto.

Ainda ficamos por algum tempo conversando, enquanto eu ria dele e da minha mãe brigando por causa das baboseiras que ele falava, e eu realmente me sentia muito feliz naquele instante.

Me sentir querido em casa, ouvindo minha família brigar no telefone fez um pouco daquela tristeza abandonar meu coração, e eu me peguei com os olhos cheios de lágrimas.

Não importava se eu tinha perdido o meu melhor amigo.

Eu ainda tinha pessoas que me amavam, e sabia que tudo iria ficar bem.


Notas Finais


Sinceramente, vocês são muito mimados oka??????? Kkkkkkkk
Ameaçando deixar de me amar se eu não trazer a att hj... Absurdo.
Mas tem sorte que eu sou kashi fadinha realizadora de desejos kkkkk
Ronald teve sua primeira aparição. Quanto tempo até eles formarem o trio de ouro? Kkkkk
E quanto tempo até Draco aparecer?
Nos vemos no próximo e tenho uma notícia: o próximo..... É AMORZINHO ♡
Agora repitam comigo por duas atts rápidinhas :amém kashi


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