História Jogada Mortal - Capítulo 3


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Categorias Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Bucky, Loki, Steve Rogers, Thor
Tags Avengers, Bucky, Capitão América, Loki, Steve Rogers, Stucky, Thor, Thorki, Yaoi
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Palavras 2.682
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção Científica, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Sci-Fi, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


40 FAVORITOS EU NÃO SEI LIDAR DOIJSAIOJCISOAJ OBRIGAAAADA
Boa leitura! Leiam as notas finais!

Capítulo 3 - A cientista e o médico


                Ao acordar pela manhã, Steve se sentiu infinitamente grato pela janela de vidro escurecido que impedia o Sol da manhã de atingir diretamente seu rosto. Bucky ainda dormia no outro sofá, o manual de instruções da casa estava aberto sobre seu peito e sua expressão facial indicava zero progresso na compreensão da tecnologia. Steve esfregou o rosto. A sensação era de que estivera acordado dentro do próprio corpo pelas duas últimas horas. Sua mente estava agitada e ele se levantou.

                — Vamos. Hoje temos muito que fazer. — Disse em voz alta, colocando a mão no ombro de Bucky e sacudindo-o levemente. Bucky abriu os olhos mordazes apenas para fechá-los novamente e se revirou no sofá.

                — Pensei que você iria embora. — Murmurou com a voz rouca.

                — Pensou errado. Levanta.

                Lançando a Steve um olhar fulminante, Bucky se deu por vencido. Caminhou até o banheiro – grande demais para seus padrões – e, enquanto tomava banho – milagrosamente morno, talvez a leitura do maldito manual não fosse uma completa perda de tempo –, sentiu cheiro de café. Foi o que bastou para que seu mau humor desaparecesse e desse lugar a fome.

                Saiu do banheiro e foi para o quarto, onde a cama estava intocada – um contraponto interessante com a bagunça da sala – e se vestiu. Ouviu a voz de Steve vindo do banheiro, pensando alto sobre como regular a temperatura da água. Achou graça. Não queria aceitar a casa que T’Challa lhe oferecera. Viver na vila estava bom demais para ele, não era como se sentisse falta de internet ou de ambientes climatizados. A única razão pela qual cedeu, pouco depois de finalmente iniciar seu tratamento psiquiátrico, foi porque Steve não parava de argumentar sobre a necessidade de um ambiente mais confortável, principalmente durante o início do tratamento, e porque era terrível dormir na cabana quando ia visitá-lo. Se estava ali, a culpa era de Steve – em todos os sentidos da palavra. Ainda preferia a cabana, então deixaria Steve lidar com sua inabilidade com tecnologia. Riu.

                Seria um longo período de adaptação. Não que já tão houvesse passado por muitos outros, ainda mais complicados.

                Viver com apenas um braço parecia mais difícil do que realmente era e Bucky se sentia ansioso. Mesmo com o tratamento psiquiátrico, a intervenção cirúrgica e os medicamentos, havia a insegurança de que qualquer alteração em seu organismo pudesse ser o estopim para reativar o controle da H.Y.D.R.A. sobre seu cérebro.

                Estava terminando de calçar o tênis quando Steve apareceu na porta. Seu cabelo estava úmido e ele trocara de camisa. As pessoas em Wakanda aparentemente apreciavam aromas florais, porque todo produto com que Bucky tinha contato rescendia a flores. Não foi diferente e agora o cheiro de café competia com o aroma doce e terroso que ele não conseguia identificar.

                — Você está com medo? — A pergunta foi direta.

                — Seria um imbecil se não estivesse. — Subitamente, uma ideia lhe ocorreu e Bucky arqueou a sobrancelha. — É por isso que você ficou aqui?

                — Eu estou de sobreaviso, esqueceu? A missão foi dada a nós dois.

                — Steve.

                Com um suspiro, Steve se deu por vencido. Entrou no quarto e escorou-se na parede de frente para Bucky.

                — Tem algo me incomodando.

                — O que quer dizer?

                Steve franziu o cenho. Não era esse o assunto sobre o qual queria conversar, mas era tarde demais para voltar ao tópico medo, porque Bucky parecia infinitamente mais interessado em seu questionamento interno do que em responder perguntas complexas.

                — T’Challa nos pediu para ir até os Estados Unidos para trazer Scott Lang até aqui. Quero dizer, você conhece o Scott. Eu poderia mandar SMS ou o que fosse para ele que ele entraria em qualquer nave, escoltado por qualquer pessoa, e viria até aqui sem pensar duas vezes. Por que T’Challa pediu isso a nós?

                — E Nakia está em missão. — Bucky murmurou.

                — Você não acha estranho?

                — Qual é a sua teoria sobre isso?

                — Nenhuma. E é por isso que hoje temos pendências a resolver.

                — O que quer dizer?

                — Que vou te seguir o dia todo até que alguém diga qualquer coisa que esclareça minha dúvida.

                Bucky revirou os olhos. Saíram do quarto para a cozinha e, enquanto comia – realmente gostava da comida daquele lugar, poderia comer aqueles pães pelo resto da vida, sem reclamar – resmungou:

                — O Doutor Drumm vai adorar te conhecer.

                Steve não soube dizer se era uma afirmação ou sarcasmo e Bucky optou por deixar a dúvida no ar.

 

                ***

 

                — Eu não sei o que o maninho tem contra um pouco de propulsão. — Shuri reclamou.

                Estavam no laboratório. Bucky mantinha a parte que sobrara de seu braço sobre um suporte colocado ao lado da cama onde se sentara. Shuri estava concentrada, registrando as medições no computador, e, ainda assim, conseguia sentir o olhar de Steve em suas anotações.

                — Você pediu a ele que te deixasse mexer na prótese? — Ele finalmente perguntou e Shuri sorriu contidamente.

                — Pedi. Nunca se sabe. Mas ele foi firme e disse que vocês dois, mesmo sem auxílio tecnológico, já causariam um estrago, se fosse necessário.

                — Você acha que vai ser necessário? — Bucky perguntou enfim e Shuri suspirou.

                — Eu sinceramente não tenho ideia. Ele não quis me dizer. Acha que vou ter um surto de ansiedade antes da hora.

                Bucky olhou para Steve e teve certeza de que estavam pensando na mesma coisa. A junção das peças foi imediata e Steve quis se estapear, tamanha era a obviedade da situação. T’Challa estava interessado na tecnologia usada por Scott. Só gostaria de entender com qual finalidade T’Challa usaria as partículas Pym, aparentemente limitada se comparada ao Vibranium.

                O calor matinal começou a atrapalhar Shuri no processo de registro e ela alterou a temperatura do ambiente. Provavelmente era mais tarde do que imaginara, se considerasse a altura do Sol. Olhou no relógio. Estavam em cima da hora para a consulta e ela suspirou.

                — Acho que não vou poder acompanhá-lo hoje até o Doutor Drumm. Ainda tenho muito que fazer e o prazo é curto.

                — Não será preciso. — Steve se adiantou.

                — Sem músicas hoje, senhorita. — Bucky completou com um sorriso e o olhar de indagação que ela dirigia a Steve recaiu sobre Bucky.

                Então Shuri constatou enfim algo que vinha observando já havia um tempo, mas que nunca fora tão óbvio quanto naquele momento. Aquela maldita sinergia entre os dois que a deixava infinitamente curiosa. Era algo que ia além do fato de serem Super Soldados, sobreviventes da Segunda Guerra ou algo do gênero. Porque, no olhar de ambos, quando estavam próximos um do outro, havia uma paz intrínseca que contrastava com todo o caos pelo qual passaram e ela gostaria de entender como tantos eventos errados pudesse gerar um resultado tão ridiculamente certo.

                Porque parecia bastante certo para ela, no fim das contas. E Shuri tinha um conceito bastante diverso das pessoas no que se referia a coincidências. Era praticamente impossível que fosse o caso.

                — Sem músicas agora. — Ela retrucou. — O dia tem muitas possibilidades, senhor. Terminamos aqui. Vocês podem ir.

                — Obrigado. — Bucky agradeceu e Steve fez um respeitoso aceno com a cabeça em direção à garota. Shuri os observou sair e franziu o cenho. Não. Nem em um milhão de anos um conjunto tão ridiculamente grande de tragédias poderia ter um resultado como aquele. Começou a trabalhar com o molde da prótese. Queria deixá-la pronta o mais rápido possível para conseguir algum tempo livre em que pudesse sanar suas dúvidas.

 

                ***

 

                A recepção do consultório estava vazia, exceto pela secretária. Ela pediu a Bucky que aguardasse a saída do último paciente e ele e Steve praticamente se jogaram no sofá de espera. A caminhada do laboratório de Shuri até o consultório era longa. Pelo menos não havia Bruno Mars e suas insinuações sexuais daquela vez.

                — Não é a primeira vez que te oferecem uma prótese, acertei?

                — Como sabe? — A reação de Bucky foi imediata.

                — O exame foi rápido demais. — Steve deu de ombros. — Por que não aceitou?

                — Só em caso de necessidade. — Bucky desviou o olhar.

                — Seu braço não tem nada a ver com o que fizeram com sua cabeça, para deixar claro.

                — Você não deveria se importar tanto. — Disse e meneou a cabeça.

                — Não é o tipo de coisa que se controla.

                Com um suspiro, Bucky desistiu de argumentar. E, aparentemente, não precisava. Sabia que Steve entendia seu ponto, porque o processo de convencê-lo a se tratar e a aceitar a casa durara muito mais do que aquela conversa. Steve de fato não concordava com aquela espécie de autopunição, mas Bucky certamente saberia a melhor hora de seguir adiante.

                Um passo de cada vez.

                A porta da sala do médico se abriu a o paciente saiu. A recepcionista avisou que o médico estava chamando e Bucky entrou na sala, deixando Steve na recepção, e fechou a porta. A fração de segundo foi suficiente para que Steve dirigisse um curto aceno ao médico, que respondeu com um meneio de cabeça.

                — Olá, senhor Barnes. Como se sente?

                — Bem, no geral.

                Jericho Drumm tinha uma voz grave que era quase com um calmante. Era alto, tinha longos dreadlocks pretos e brancos e um sotaque de quem não pertencia àquele país. Bucky se perguntava de onde T’Challa o conhecia, e algo lhe dizia que, ainda que questionasse o médico ou rei, nenhum dos dois lhe daria a resposta.

                — Vamos continuar de onde paramos? — O médico questionou com um meio sorriso.

                — Por favor. — Bucky pediu. Respirou fundo. Não queria começar a falar. Nunca sabia direito por onde começar. O médico era aquele tipo de pessoa inexpressiva que era ridiculamente difícil de ler. E Bucky não precisava de mais julgamentos, muito embora o médico nunca demonstrasse qualquer aversão à sua narrativa durante as consultas.

                — Sensação de deslocamento.

                — Sim, você sabe... — Bucky finalmente relaxou na cadeira e encarou o médico.

                — Não existe uma maneira fácil de falar, senhor Barnes.

                Bucky aquiesceu.

                — Ao mesmo tempo em que sei que não faço parte dessa geração de nenhuma forma, não tenho memórias o bastante para dizer que realmente vivi uma vida. Como se eu dormisse por setenta anos e fosse acordado esporadicamente apenas para... — Suspirou. — São as únicas lembranças que eu tenho. Sangue. E morte.

                O assunto ainda era difícil, mas o Doutor Drumm sorria. A evolução de Bucky, além de rápida, progredira geometricamente. Ele conseguia se expressar. Conseguia falar sobre o passado sem entrar em crise e havia ali uma vitória que qualquer médico normal classificaria como impossível. Jericho gostava da ideia. Sentia-se parcialmente responsável por aquela melhora, ainda que fosse uma parcela muito pequena. Havia já algumas semanas que Bucky se mostrava aberto a conselhos e Jericho sentia que deveria aproveitar a chance. Era quase como conversar com um amigo.

                — Dê um tempo a si mesmo, senhor Barnes. Você está se saindo muito melhor do que qualquer paciente que eu já tive. Isso não é pouco.

                — Talvez eu precise criar memórias. — Sorriu de leve e o médico concordou com a cabeça, para sua surpresa.

                — É exatamente esse o ponto. Mesmo que as memórias de seu período como Soldado Invernal ainda sejam dolorosas, haverá um momento em que você aprenderá a lidar com essa dor sem odiar a si mesmo. E é possível que você encontre esse refúgio criando novas memórias. De uma nova vida. Seja fazendo o bem ou vivendo como uma pessoa normal. As possibilidades sempre existirão.

                — As pessoas não conseguem me perdoar, doutor. — Bucky murmurou, a voz distante. Uma sensação gélida em seu peito começou a incomodá-lo e ele se remexeu na cadeira.

                — As pessoas não perdoam a mim, senhor Barnes. — Jericho sorriu. — O mundo sempre apontará um dedo em sua direção, não importa o que você faça. Mas quando é você mesmo quem se julga e condena, a situação é outra. A paz se torna um sonho inatingível. Você ainda se culpa?

                — Eu nunca tive escolha. — As palavras simplesmente escaparam e Bucky sentiu o coração acelerar. Porque aquela era a verdade, ainda que as pessoas se recusassem a entender. Se não fosse ele, provavelmente teria sido outra pessoa a sujar as mãos. Mas, de qualquer forma, aconteceria, porque a H.Y.D.R.A. estava além do alcance de qualquer um e não havia nada que pudesse fazer àquele respeito.

                Ao menos não naquela época.

                — É importante que continue com esse pensamento em mente. Por mais que suas memórias te sabotem, te compelindo a crer que você é culpado, existem agravantes.

                — Os tons de cinza. — Bucky disse mais para si mesmo do que para o médico, mas Jericho concordou.

                — Exatamente. — Jericho ficou em silêncio por algum tempo e acabou por ceder ao instinto, mudando completamente de assunto — Você não tem intenção de cortar seu cabelo?

                A pergunta fez Bucky arquear a sobrancelha.

                — O que quer dizer?

                — O que eu disse. Sente-se confortável com ele dessa forma?

                Bucky deu de ombros, estranhando a súbita leveza da conversa.

                — Prefiro assim.

                — Sempre preferiu?

                — Não tive muitas oportunidades de testar algo assim no passado, mas posso dizer que sim. — Sorriu. Definitivamente, manter o cabelo àquele comprimento, por mais patético que pudesse parecer, não era algo que a sociedade de seu tempo aceitaria. Então Bucky compreendeu o teor da pergunta do médico.

                — Entendeu, não é? Sua inaptidão com o ambiente atual é questão de tempo até acabar. — Jericho disse com firmeza. — O que sente a respeito disso?

                — Liberdade. — Foi a primeira palavra que lhe ocorreu. Estava livre, em todos os sentidos da palavra, e, sem dúvida, aquela era a grande beleza de ter vivido o bastante para ver o mundo daquela forma.

                — Isso é o senhor que está dizendo. — Jericho sorriu. — Você deveria ter orgulho de si mesmo, senhor Barnes. Considere o início do tratamento e nosso momento atual. Outra pessoa em seu lugar teria desistido na primeira oportunidade.

                — Eu não posso desistir, doutor. — Sorriu. — Não enquanto ele ainda estiver aqui.

                Bucky indicou a porta com um aceno de cabeça e Jericho compreendeu imediatamente. Já ouvira inúmeras vezes aquela história, de como o Capitão América abandonou seu posto para salvar o seu agora paciente. E a história, não importava de qual ângulo fosse contada, sempre continha a mesma essência. Steve fizera uma escolha. E Bucky estava fazendo a sua.

                Queria prosseguir com a conversa, mas seu celular tocou. Ele trocou poucas palavras com a pessoa do outro lado da linha e Bucky estreitou os olhos. Era a primeira vez que aqui acontecia desde o início das consultas e Bucky não pode deixar de associar à desconfiança de Steve. Talvez estivesse exagerando, mas a ideia permaneceu em sua cabeça.

                — Tenho um imprevisto. Precisamos encerrar por hoje. Bom revê-lo, senhor Barnes.

                Ótimo. O médico acabara de atirar em sua cara constatações que Bucky se recusava a fazer por si só, e agora teria de lidar com o turbilhão de pensamentos em casa. Certo, não estaria sozinho. Mas, talvez, conversar sobre o assunto com Steve pudesse ser potencialmente pior para a organização de seus conflitos internos.

                Jericho o acompanhou até a porta e Steve se levantou ao vê-los sair. Cumprimentou o médico com um aperto de mãos.

                — Obrigado pelo que tem feito, doutor.

                — Eu que agradeço pela ajuda. Por incentivá-lo a continuar o tratamento e tomar as medicações. Aliás, preciso que providenciem um novo exame para daqui a algumas semanas. É possível que o medicamento não seja mais necessário.

                — Faremos isso. — Steve afirmou. Despediu-se do médico e saiu, acompanhando Bucky que o esperava do outro lado da porta.

                Caminharam por alguns minutos e Bucky estava pensativo. Não conseguia falar, porque cada palavra que vinha a sua mente remetia, de imediato, à conversa que tivera com o médico. Olhou para Steve, procurando alguma resposta, e percebeu que ele o encarava.

                — Você está curado.

                Bucky desviou o olhar.

                — Steve...

                — Que outra explicação você tem para o fato de que não vai mais precisar tomar os remédios que cicatrizam o seu cérebro?

                — Não sei. Talvez estejam fazendo outra lavagem cerebral em mim e ela esteja quase concluída.

                — E por que não em mim também, se for esse o caso?

                Steve sorria. Passou o braço pelo ombro do amigo, envolvendo-o em um meio abraço, enquanto ainda andavam, aos tropeços.

                — Porque eles sabem que você já enlouqueceu o bastante. — Bucky resmungou, mas o sorriso involuntário estava ali presente.


Notas Finais


Pois é, Jericho Drumm está aqui e temos um motivo para isso, assim como temos uma razão pra esse insight que a Shuri teve no laboratório.
E sim, Bucky ainda vai voltar pra cabana (a cena em que ele recebe o braço ele tá por lá, então cá estou pegando mais um gancho), mas existe uma razão também.
Podem teorizar oisioxjosaijx

O tratamento do Bucky tá em estado avançado. Ele vem se consultando há meses e todas as semanas. Achei importante reforçar isso aqui porque acho o fim quando o personagem tem um trauma todo fodido como ele tem e é curado pela “força do amor” ( ͡° ʖ̯ ͡°)

GALERA DE THORKI, TENHAM PACIÊNCIA COMIGO POR FAVOR !
Esse aqui é um flashback de três meses antes de Guerra Infinita, então Thor e Loki estão vivendo o que se passou no Ragnarok. Logo as coisas vão começar a caminhar para eles também, tenham fé djcjidcjiocdo
Tô tentando eliminar a maior quantidade de pontas possíveis e, pra isso, preciso trabalhar bem essa parte da fic, porque vai ser muito importante.

Um beijão e obrigada novamente!


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