História Jogando por Amor - Capítulo 6


Escrita por: e anna_cosmo27

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Hoseok!bottom, Jikook, Jimin!bottom, Jk Pauzudo, Jungkook!top, Kookmin, Menção Vhope, Taehyung!top
Visualizações 235
Palavras 2.128
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, amores! Espero que gostem do capítulo, mesmo eu mais uma vez não estando satisfeita...
Amo vocês, e desculpem os erros.

Capítulo 6 - 6


Com os lábios vermelhinhos e inchados, Jimin separou seu beijo ardente com Jungkook. Havia desperto o outro lado do moreno, aquele lado que ele ainda não conhecia.

Jungkook desceu seus lábios para o pescoço branquinho, inalando o cheirinho de morango que o seu anjo possuía, ouvindo Jimin arfar baixinho e segurar forte em seus ombros. O rosado estava tentando falar algo, mas Jungkook estava ocupado demais beijando o pescoço cheiroso.

Jungkookie,  espera... – Se controlou para não gemer alto, com o forte chupão que recebeu no pescoço. – Jungkook!

O maior levantou a cabeça, com os olhos escuros vidrados em Jimin, ainda encarando os lábios inchados, Jungkook não quis parar de beijá-lo nunca.

O que foi, pequeno? – Perguntou, com a voz visivelmente mais rouca. O que fez Jimin se arrepiar da cabeça aos pés. — Quer ir pra casa, moranguinho?

― Querer eu não quero, mas é necessário. O meu pai pode desconfiar...

Jungkook suspirou, claramente incomodado. Só queria ficar ali, curtindo o seu garoto, beijando seus lábios vermelhinhos, cheirando o pescoço cheiroso... mas como tudo que é bom dura pouco, levaria Jimin pra casa em segurança.

Segurou a mão pequena e adorável, indo a caminho da casa do menor. Não deixaram de trocar beijos quentes e apaixonados, ali mesmo na rua. Não importava se estavam rindo alto e se era tarde, nem se estavam chamando atenção. Nada importava quando estavam juntos, não para eles.

Jimin pov’s.

Acordei com o barulho do despertador, e hoje, eu não quis atirar ele na parede. Ontem a noite, foi tão... mágico e único.

O Jungkook é mágico e único. Nossos lábios juntos, ele beija tão bem... eu senti, que no meio do nosso beijo, havia sentimento. Corei só de lembrar, que quem tomou a atitude fui eu. Aish!

(...)

Sentado na mesma mesa de sempre junto com o Hobi, eu contava a ele como havia sido meu encontro com o Jungkook.

— Ai, depois de sair de dentro do circo, ele estava falando alguma coisa, mas eu só conseguia prestar atenção nos lábios dele, ali na minha frente. Tão convidativos... – Contei, com a mão apoiada no queixo, suspirando igual a uma garotinha.

― E daí? O que você fez? Não me enrola, caralho! – Hoseok estava mais animado que o normal, não sei se é por causa da história ou do rolo com o Taehyung. Chuto mais a segunda opção.

— Ai, eu beijei ele! Sim Hoseok, antes que você grite para o pátio todo escutar, fui eu que beijei ele!

― EI! Eu não ia gritar pro pátio todo escutar. – Colocou a mão no peito, fingindo uma expressão ofendida. – Ok, talvez eu ia gritar sim, mas não vem ao caso agora! E me conta, ele beija bem?

― Ah... – Suspirei de novo. – Ele beija sim, beija bem pra um caralho... Aaaaah, Hobi! Foi tão bom... – Eu estou meio alucinado no Jungkook, que até falei palavrão. Eu odeio falar palavrões.

Só não achei a palavra certa pra definir o beijo do Jungkook, então foi um palavrão mesmo.

― Você! – Gritei para o Hoseok, que deu um pulo no banco. – E como anda com o Taehyung? Vai me abandonar pra ir flertar com ele de novo?

Hoseok virou um tomate de tão vermelho. Ora...

— Eu e o Taehyung... ah, não sei mais de nada. Ele flertou comigo ontem, mas depois não me mandou mensagem nem nada! Do que adianta ele me chamar de frutinha e depois não me mandar uma mísera mensagem?

Eu comprimi uma risada. Hoseok bravo é a melhor coisa que existe, e nada se compara a cara dele vermelha de raiva.

Eu ia abrir a boca pra falar que o Taehyung vai pedir ele em namoro logo logo, mas uma voz que me arrepiou todo falou antes:

— Oi, anjo. Tudo bem? – Jungkook havia chegado e ido até nós e espalmado suas mãos na mesa, ficando perto do meu rosto.

Ai, meu Deus...

O-oi Jungkook! Tudo bem sim... – Melhor agora, quis falar. Mas me controlei.

Ele deu um riso nasal, percebendo o efeito que tem sobre mim. Cretino!

Hoseok, vou roubar seu amigo um pouco, devolvo ele depois. Ou não. – Ele apenas assentiu, com a maior cara de tédio.

Jungkook me puxou do banco, me puxando até o banheiro masculino. Ele...

Virou para trás, me dando uma piscadela, e eu fiquei perdido no seu olhar. Seus olhos escuros, tão lindos, fascinantes... Ah, mas que saco!

― O que foi, Jiminnie? Tá com medo de algo? – Já dentro do banheiro, ele tranca a porta e vem até mim. Minhas costas batem na parede, e eu ofego baixinho.

Percebi que ele trincou o maxilar, o deixando mais atraente ainda. – Bebê, não faz isso...

Chegou mais perto de mim, tocando minha bochecha. E com a outra mão, prendeu ao lado da minha cabeça.

Jungkook... o quê―

— Eu vou te beijar, ‘tá bom? Essa sua boca ‘tá me chamando...

Tomou meus lábios, logo pedindo passagem com a sua língua. Jungkook me transmite uma paz tão grande, e ao mesmo tempo, um desejo crescente... coisa que ninguém nunca despertou em mim.

Suas mãos desceram até a minha cintura, e eu enlacei meus braços em seu pescoço. Me empurrou mais na parede e me apertando mais ainda.

― Jungkook... – Separei o nosso beijo e arfei no pé do seu ouvido. — Vamos nos atrasar pra a-aula...

Ele praticamente rosnou. Puta que pariu...

― Te vejo no intervalo, bebê.

Destrancou a porta e saiu, me deixando ali, com as pernas tremendo e querendo mais beijos.

Jungkook pov’s.

Falta pouco tempo para o recreio, eu ‘tô doido pra ver o meu anjo de novo. Beijar aquela boca carnuda, ter ele encolhido nos meus braços... é a melhor coisa que eu já senti. Antes, eu o levei no banheiro, e definitivamente, seus lábios foram feitos pra mim.

Vou chamar o meu anjo pra ir em algum lugar, mas dessa vez ele escolhe aonde vamos. Só sei que, com ele, eu vou pra qualquer lugar.

Eu ainda ‘tava nas minhas brisas de Park Jimin, quando o Taehyung me cutuca. Lá vem o moleque incomodar.

—Hyung, me ajuda! – A sala ‘tá uma bagunça, mas ninguém liga, nem mesmo a professora, então ele sentou em cima da minha mesa. Abusado.

― Que merda tu fez agora, seu folgado do caralho? – Eu conheço o Taehyung melhor que ninguém, deu pra perceber logo de cara que ele fez merda.

— O Hoseok, hyung. Ontem a gente quase se beijou, daí eu achei que a gente ‘tava indo rápido demais, daí eu apenas dei um selinho nele, e depois fui correndo pro vestiário do CT. Me ajuda, hyung!

Puta que pariu. Selinho? Quantos anos o Taehyung tem?

― Taehyung, quantos anos você tem mesmo? 11? Mas que caralho mesmo. – Bati minha mão na testa, completamente indignado. Não honrou meus ensinamentos de irmão mais velho. —Faz assim cara, chama ele pra comer naquela barraquinha da nossa rua. Daí paga bastante comida pra ele, depois pede ele em namoro e vocês ficam felizes pro resto da vida. E vê se não faz merda dessa vez, nem parece que é meu irmão.

― Ui, desculpe por decepcioná-lo, mestre irmão Jeon Jungkook. – E esse infeliz ainda debocha da minha cara, um abusado mesmo.

— Pelo menos eu beijei o Jimin!

Dizer isso é muito bom, que orgulho de ter provado daqueles lábios...

― Me conta isso, sua anta!

E no resto da aula, ficamos apenas falando do Jimin e do Hoseok, até o sinal bater.

(...)

Já estamos no intervalo, e eu fico encarando o Jimin, enquanto ele come seu lanche. Tão fofo...

— Algum problema, Ju-ungkookie? –Ele ficou corado por eu estar encarando ele, que vontade de apertar...

― Nenhum problema, anjo. Você é lindo. – Digo, dando meu sorriso de coelho  a ele, que sorri e agradece, completamente corado. – Hey Jiminnie, tem algum lugar que você queira ir?

Ela olha pra baixo, parece estar pensando. E depois me responde:

― Tem sim Jungookie... mas por que quer saber?

— Eu e você vamos sair hoje. Escolha o lugar, pequeno. – Depois que eu disse eu e você, seus olhinhos brilharam e ele abriu um sorriso enorme, seus olhos viraram dois adoráveis risquinhos, e meu coração bateu mais forte. Porra... eu acho que o amo...

Nós podemos ir á Praia de Gwangalli? Eu amava ir lá quando criança... – Ele é de Busan? Dessa eu não sabia.

— Claro meu anjo. Só vamos demorar um pouquinho, ‘tá? Vai ser um prazer te levar lá.

Ficamos o resto do intervalo trocando carícias e beijos, igual a dois namorados. Em breve.

Levei o Jiminnie pra sala dele, e na porta me despedi com um beijo, chamando a atenção de todos na sala, até da professora. Na verdade, toda aquela porra de escola sabe que eu sou afim do Jimin a tempos já, então a surpresa deles deve ser por que eu finalmente consegui o baixinho para mim. E pretendo tê-lo para sempre.

Vou passar na casa do Jimin ás sete horas, até Busan demora um pouco, e eu provavelmente vou ter que pedir o carro do papai emprestado, mas isso não é problema. E convencer a mamãe a me dar as pulseiras que ela e o papai usaram... acho que essa vai ser a parte difícil.

Sigo pra sala do terceiro ano, com um puta sorriso no rosto. Taehyung e Yoongi logo repararam e vieram tirar uma com a minha cara, são uns palhaços mesmo.

— Olha só se não é o mais novo namorador do colégio. Conhece ele, Taehyung?

― Acho que é o Jeon namorador Jungkook.

E esse foi o nível da provocação desses ridículos, é o tipo de gente que eu escolho pra conviver.

Narrador pov’s.

Jimin arrumava alguns cobertores e sanduíches para levar em sua pequena viagem para Busan com Jungkook, que chegaria dali a pouco.

Já havia tomado banho, seus cabelos rosas estavam ainda um pouco úmidos, e estava com o cheirinho de morango do seu creme corporal. Jimin adora morangos , e também adora quando Jungkook o chama de moranguinho. Usava um moletom com duas sapatilhas de Ballet, calça jeans e seu allstar preferido.

Há muito tempo que não ia a praia de Gwangalli, desde que era pequeno. Quando se mudou para Seul, por causa do trabalho do seu pai, nunca mais havia voltado a cidade natal. Jimin estava morrendo de saudades do lugar, e tinha certeza de que teria lembranças novas.

Ouviu uma buzina, e logo desceu correndo as escadas. Agradeceu mentalmente por seu pai não estar em casa e ser sexta, provavelmente voltariam de madrugada e Jimin não teria disposição nenhuma para acordar cedo. Fechou a porta de sua casa, e dentro da mochila que estavam os lanches e os cobertores.

Entrou no carro, esse que era luxuoso, e logo cumprimentou Jungkook.

— Oi, Jungkookie... – Disse, pensando se dava um beijo no moreno, um abraço, ou se apertava sua mão...

― Boa noite, anjo. – E o puxou para um beijo lento, pondo sua mão grande na coxa grossa de Jimin, esse que suspirou durante o ósculo, segurando seu antebraço. Jungkook nunca havia lhe tocado...assim. E Jimin adorou, com certeza.

Depois de se separarem, Jungkook deu um selinho doce nos seus lábios vermelhinhos , e depois puxou seu cinto, logo dando partida no carro, pegando o caminho de Busan.

Depois de alguns minutos na estrada, Jungkook resolve puxar assunto:

— Então babe, sua cidade natal é Busan?

Tentando disfarçar o que sentiu com o apelido, o rosado logo respondeu:

— Sim, mas eu vivi me mudando por causa do trabalho do meu appa. Mas eu amo muito Busan, vai ser um enorme prazer ir lá de novo! Obrigado por estar me levando, Jungkookie. – Disse, com um sorriso sincero e feliz, fazendo o coração de Jungkook se encher ainda mais de amor, se é que isso é possível.

― De nada, meu anjo. Mas e a sua mãe?

Jimin olhou para baixo, já havia superado a morte de sua mãe, mas estava nervoso por contar a Jungkook.

Se lembrou das palavras da dupla do circo, ele confiava em Jungkook. Suspirou, já mais calmo, e disse:

—Ela morreu em um acidente de carro, quando eu tinha  seis anos de idade. Meu pai sofreu muito, e eu, naquela época, não entendia o que tinha acontecido. Papai apenas me disse que ela foi para o céu...

Jungkook apertou sua mão fortemente, e logo disse:

― Ela com certeza foi para o céu meu anjo, não a conheci, mas posso jurar que era uma pessoa boa, e que você puxou a ela.

Jimin se emocionou a beça com o que ouviu, Jungkook era uma pessoa incrível. E não se espantaria se descobrisse gostar do mesmo.

Com as mãos dadas, chegaram até Busan, mais felizes do que nunca. E na cabeça de Jimin, ele esperava que acontecesse tudo perfeito.

E realmente, tudo seria perfeito para aqueles dois.


Notas Finais


Beijão, e até o próximo <3


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