História Jogo das Paixões - Capítulo 32


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Lord Voldemort, Personagens Originais, Severo Snape
Tags Ação, Drama, Severo Snape
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Palavras 1.847
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Magia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Tia UnicornSilver postando atrasadíssima e vai ali descansar um pouquinho com a promessa de responder em breve os reviews pendentes.

E hoje tem coisa boa! hehehe Apreciem!

Boa leitura!

Capítulo 32 - Capítulo XXXI - Despertar do Amor


Snape e Luísa se beijavam com muito ardor, mas um lampejo de razão chamou Luísa fazendo-a se afastar bruscamente dele.

— Desculpe... – ela disse baixinho envergonhada.

— Luísa... – Snape pediu dando um passo na direção dela e tentando lhe tomar a mão.

— Não... Não posso... – ela disse e saiu em disparada do escritório dele em seguida deixando a porta escancarada.

Snape via Luísa se afastar rapidamente corredor adentro, praticamente se mesclando com a penumbra e só pensava que não podia deixá-la escapar da sua vida daquela maneira. Naquele momento em que ela finalmente se declarou a ele, tinha certeza mais do que nunca de que finalmente teria uma chance de experimentar o verdadeiro amor entre um casal, algo que nunca vira possibilidade de acontecer com ele, pois como Luísa, ele também não se achava digno do amor de ninguém, principalmente depois de ter entregado seu primeiro amor para a morte.

Com pensamento firme e uma coragem que tirara não se sabe de onde, Snape saiu no encalço de Luísa que seguia em frente sem olhar para trás nos extensos corredores das masmorras. Àquela hora, somente os inúmeros quadros pendurados nas paredes eram as testemunhas de toda aquela cena.

— Luísa, por que foge de mim? – Snape disse em bom som vendo Luísa parar imediatamente, mas ainda sem se virar para ele. 

Snape caminhou forte e decidido e parou de frente à Luísa que mantinha os olhos baixos. E sem dizer uma palavra, ele levou a mão dele no queixo dela e o levantou suavemente.

— Não tem o porquê fugir... – ele disse baixinho encarando olhos negros amendoados assustados.

— Severo... – ela suplicou, mas era quase impossível resistir ao magnetismo dele.

Snape tomou o rosto de Luísa entre suas mãos e se aproximou mais dos lábios dela: — Juntos somos mais fortes...

— O Lorde das Trevas... – Luísa queria arrumar justificativas que o afastasse, em vão.

— Esqueça-o... – Snape disse se deixando levar pelo clima do momento fechando os olhos.

Luísa também fechou seus olhos e grudou seus lábios nos de Snape num beijo longo e profundo, ansioso e desesperado, cheio de desejo e paixão.

— Fique comigo... – Snape suplicou nos lábios de Luísa interrompendo o delicioso beijo — Mas não apenas por uma noite...

— Eu quero você... – Luísa sussurrou de volta, não segurando mais a emoção – Quero ficar do teu lado... para sempre...

Snape sorriu levemente e a tomou novamente nos braços em outro beijo profundo e guloso no corredor parcialmente escuro, mas interromperam o beijo ao ouvirem passos se aproximando.

— Deve ser o Filch... vem comigo – disse Snape pegando a mão de Luísa e tomando caminho para o dormitório.

Luísa e Snape entraram nos aposentos dele e a porta foi selada logo em seguida, ele a puxou e a pressionou na parede enchendo-a de beijos. Luísa já estava sem fôlego, descobria como era muito bom ficar totalmente entregue a ele. Ela o enlaçou com uma perna, o agarrando mais forte na cintura. Ele desceu os lábios pelo pescoço dela, enquanto sua mão subia para o decote onde repousava eternamente aquele pingente de estrela de cinco pontas cravejada de brilhantes, ah! Que inveja daquele pingente, queria ele repousar ali sempre.

Snape não ia se demorar mais e puxou Luísa pela mão até o seu quarto, a trouxe até a beira da cama e então ele a despiu delicadamente descobrindo cada centímetro da pele dela como se fosse a primeira vez, porque tudo estava sendo diferente dessa vez e ela também o ajudou a se despir devagar. O contato da pele quente de Snape na pele dela a deixou arrepiada de tanto desejo. Ela se deitou na cama clamando por ele que imediatamente se juntou a ela e começou a lhe explorar o corpo devagar e voluptuosamente ao mesmo tempo. Ele saboreava cada centímetro de pele nua, os lábios descendo pelo corpo dela indo ao encontro do sexo intumescido. Ele queria prová-la logo, ansiava sentir o gosto doce da intimidade dela.

Luísa agarrou os lençóis ao sentir os lábios quentes de Snape no seu sexo e sentir a língua dele lhe explorar por inteiro. O jeito carinhoso dele, deixou-a mais apaixonada: descobria que o sexo feito com amor era fascinante.

Snape logo percebeu que Luísa o queria muito dentro de si. Ele se colocou sobre ela e a penetrou devagar. Luísa reagiu inebriada logo o agarrando forte com suas pernas, sentindo o movimento delicioso dele, querendo que ele fosse cada vez mais fundo. Ela estava em êxtase, Snape insaciável, beijava-a por onde alcançava e seus braços envolviam o corpo delicado dela seguindo ritmado e embalado pelo delicioso calor dela e logo os movimentos ficaram mais frenéticos, e juntos, alcançaram as estrelas com um grito rouco escapando de suas gargantas.

Snape se largou sobre o corpo de Luísa totalmente extasiado, apoiando a cabeça no peito dela porque não queria sair dela tão rápido, esperando seu coração desacelerar e seu corpo acalmar. Luísa estava se deleitando com o contato prolongado, pois nunca havia experimentado sensação semelhante.

Assim que se separaram, Snape se deitou ao lado de Luísa e a trouxe para se aconchegar em seu peito, sentindo o delicioso cheiro do cabelo dela e lhe acariciando as costas, enquanto ela deitava a cabeça em seu peito e com a mão brincava com seus pêlos.

Aos poucos a realidade ia surgindo e ambos voltaram seus pensamentos para Lord Voldemort e Luísa deu um longo suspiro que Snape ouviu.

— Juntos seremos mais fortes – ela disse. – Mas teremos que fingir muito mais agora.

— Sim. - Snape apertou Luísa mais em seus braços – Teremos que redobrar o cuidado. Inclusive aqui, em Hogwarts. 

Snape tinha acabado de dizer quando percebeu que Luísa ficou repentinamente inquieta.

— O que foi? – ele perguntou observando-a se levantar e pegar a roupa que estava espalhada pelo quarto.

— O Lorde das Trevas está me chamando – ela disse com tristeza. — Eu preciso ir. Eu sabia que não ficaria livre dele hoje.

Snape olhou consternado para Luísa enquanto ela se arrumava em silêncio, pois seria inútil pedir para ela ficar aquela noite.

— Você volta? – Snape pediu tendo um leve aceno positivo de Luísa como resposta.

Luísa sentia um enorme aperto no peito. Depois daquela maravilhosa noite de descobertas, de ter finalmente um amor correspondido, ela não estava em condições psicológicas de encontrar Voldemort, mas infelizmente não tinha escolha a não ser se armar com uma forte oclumência que não passou despercebida por Snape.

Ela se despediu de Snape de longe e saiu dos aposentos dele depressa e logo ela saía do castelo onde pôde desaparatar ao encontro de Voldemort que a esperava num esconderijo seguro muito longe dali.

Snape estava ainda deitado em sua cama e se pegava pensando no que acabara de vivenciar com Luísa que foi muito diferente do que tivera com qualquer mulher até então.  Se levantou da cama e foi tomar uma ducha e pouco tempo depois saiu do banho um pouco inquieto e apreensivo por Luísa.

Se vestiu e seguiu para a saleta a fim de esperar por Luísa, e assim as horas se passaram e ele que estava cada vez mais ansioso, quase querendo ir atrás dela, olhou o relógio e constatou que já estava amanhecendo, tendo sua atenção voltada para as leves batidas na porta.  Rapidamente abriu a porta e deu de cara com Luísa que estava com o semblante cansado e abatido.

Luísa entrou e sem dizer palavra, se atirou nos braços de Snape que a recebeu e percebeu que ela estava trêmula, notando que ela havia sido torturada. Ele a conduziu até o banheiro, e em silêncio a ajudou se despir e entrar na banheira de água quente e sais perfumados.

Snape viu que Luísa estava machucada e depressa buscou uma poção cicatrizante e assim tratou as feridas frescas das costas dela notando que ela mantinha um olhar esquisito e estava estranhamente calada até romper um choro baixinho enquanto ele lhe massageava as costas com uma esponja macia.

Imediatamente ele parou a massagem e levantou o rosto dela para si.

— O que aconteceu? – perguntou Snape com preocupação, ainda que desconfiasse o que sucedeu o encontro de Luísa e Voldemort aquela noite.

— Ele me estuprou – respondeu Luísa entre soluços desviando o olhar de Snape. — E me bateu muito...

Snape não disse mais nada e sentiu uma raiva surda tomar conta do seu peito e seu sangue ferver. Os planos de Dumbledore estavam indo longe demais, ele pensava irado.

Ele acalmou Luísa e após o banho revigorante, a fez se deitar em sua cama e providenciou uma poção relaxante para que ela conseguisse dormir tranquilamente.

— Obrigada... – ela disse baixinho, já acomodada debaixo das cobertas – Eu não estou acostumada a cuidarem de mim.

Snape sorriu de leve e não disse nada. Num gesto automático ele a beijou de leve nos lábios e saiu do quarto, indo atrás de Dumbledore que estava tomando o café da manhã sozinho no Salão Principal, pois ainda era muito cedo e o castelo ainda estava praticamente adormecido.

— Bom dia Severo! – saudou Dumbledore ao vê-lo. – Caiu da cama?

Snape sentou ao lado dele com a expressão péssima no rosto: — Na verdade nem dormi. E excepcionalmente, hoje, acredito que Luísa não está em condições de dar suas aulas.

— E por quê? – Dumbledore perguntou com leve espanto.

— Se for possível, podemos conversar após o café, diretor? – Snape solicitou em tom formal porque avistou alguns alunos chegando para tomar o desjejum.

Dumbledore acenou em sinal positivo e voltou sua atenção para suas torradas, enquanto Snape se serviu de uma xícara de café puro e outros professores foram chegando para o café.

Meia hora mais tarde, Snape acompanhou Dumbledore até o escritório dele.

— E então? Conte-me sobre Luísa. Onde ela está? – perguntou Dumbledore indicando a cadeira de frente à sua mesa para Snape se sentar que recusou e permaneceu de pé.

— Ela está no meu quarto dormindo profundamente sob efeito de uma poção relaxante – Snape respondeu friamente.

— O que aconteceu com ela? – Dumbledore franziu o cenho com a expressão preocupada.

— Ela foi violentada e espancada pelo Lorde das Trevas – Snape respondeu sem emoção.

— Por que será que foi castigada dessa maneira? – Dumbledore perguntou demonstrando mais apreensão.

— Ela não me disse, apenas apareceu na minha porta ao amanhecer pedindo ajuda – desconversou Snape e Dumbledore o encarou perplexo.

— Certo... deixe-a descansar, vou avisar Minerva – Dumbledore olhou profundamente para Snape que se virava e tomava o rumo da saída – Ah, Severo!

— Sim? – Snape se virou a um passo de sair.

— Cuide de Luísa – pediu Dumbledore seriamente e Snape nada respondeu, saindo da sala em seguida.

Dumbledore olhou para o vazio da porta, por onde Snape acabara de sair, e suspirou.

— Então, você tem algum sentimento, Tom... – Dumbledore disse baixinho para si mesmo chegando a uma conclusão inusitada.

Snape voltava para as masmorras pensando em manter seu amor em sigilo até mesmo de Dumbledore. Era a única forma que acreditava que preservaria o que estava começando com Luísa, embora adivinhasse que Dumbledore estivesse desconfiado.


Notas Finais


;))


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