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História Jogo de azar. - Capítulo 1


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Notas do Autor


Oioii, só queria dizer desde já que vão ter coisas meio parecidas com inuyasha, mas não o suficiente para ser um crossover. Eu só peguei umas coisas básicas que os dois mundos tem parecido em relação a yokais, mas isso nem aparece nesse capítulo.
Espero que gostem, Bjss.

Yumi é praticamente minha unica personagem e nenhum personagem original de Yu yu hakusho me pertence, eles são da autoria de Yoshihiro Togashi. ( Vocês já devem saber disso mas acredito que seja sempre bom falar).

Capítulo 1 - Capítulo 1.


Hora do almoço na escola Meiou e Shuichi Minamino, conhecido por poucos também como Kurama, estava sentado sob a sombra de uma árvore qualquer do pátio, com seu bentô em mãos, quando uma voz familiar lhe chamou atenção.

– Ei raposa.

O ruivo olhou pra cima, na direção da voz, para encontrar Hiei pendurado em um galho baixo.

– Olá Hiei, não nos vemos desde a decida a prisão dos 4 monstros, não?

– Suponho que sim... – Ele soltou um murmúrio desinteressado antes de continuar. – Mas não estou aqui pra jogar conversa fora, vim avisar que a criança quer que nos reunimos na sala dele está noite.

– Entendi.

– Agora tenho que passar o recado pro Yusuke , como se não bastasse a porcaria da custódia, acham que sou menino de recados. – Ele murmurou a última parte num tom irritado.

Kurama deu uma risadinha da situação, ele também estava sob custódia mas já não se incomodava tanto quanto Hiei. – Certo, até logo então.

E sem dizer mais nenhuma palavra, o pequeno yokai sumiu em um flash.

Não muito tempo depois o sino tocou, anunciando o fim do intervalo e os alunos começaram a entrar na escola para voltar as suas salas.

Kurama sabia que sua próxima aula era história e se dirigiu até sua classe, quando chegou o professor ainda não estava e vários alunos estavam de pé conversando. Ele apenas encontrou sua mesa para esperar o início da aula.

Minutos depois o professor chegou. – Boa tarde, classe. – Ele anunciou e a turma se levantou para cumprimenta-lo.

– Boa tarde professor.

Ele maneou a cabeça. – Muito bem, vamos começar...

《 Quebra de tempo 》

– Antes de encerrar a aula, vou passar um trabalho para entregarem sexta que vem. – O professor anunciou enquanto organizava seus papéis. – Será em dupla e eu já tenho todas organizadas. Quero que montem uma espécie de revista com tudo que essas que vocês jovens leem hoje em dia tem direito, mas com assuntos sobre o que estudamos nesse bimestre. Vou anunciar as duplas. Togashi e Aoba, Shinobu...

Kurama apenas esperou ser anunciado seu nome humano, enquanto ouvia os outros alunos cochichando sobre como queriam fazer dupla com seus amigos mais próximos e como fariam o trabalho.

Se passou menos de dois minutos e então:

- Shuichi e Yumi.

Yumi Taisho, Kurama não a conhecia muito bem mas sabia quem era. Ele olhou para trás para onde sabia que a garota estava sentada e encontrou seu olhar com o dela. Ela lhe deu um polegar pra cima junto de um sorriso, o qual ele respondeu igualmente.

Ele esperaria o professor finalmente encerrar a aula para falar com ela.

Quando os nomes pararam de ser chamados e o professor saiu da sala, Kurama estava prestes a se levantar para ir até a mesa de Yumi, mas a morena foi mais rápida e quando ele se virou ela já estava diante de si.

– Ei Minamino! Parece que estamos juntos dessa vez. – Ela disse com um sorriso no rosto.

– Sim. – Ele devolveu o sorriso.

Por um momento parou para recapitular o que sabia sobre ela. Yumi Taisho não estudava na Meiou a tanto tempo quando ele, nem era muito popular. Ela tinha notas consideráveis, mas não era uma prodígio e em compensação era muito boa com esportes, principalmente vôlei e maratona.

Sua aparência era como a de uma estudante normal japonesa- cabelos longos e negros assim como as íris de seus olhos e pele clara – exceto por uma cicatriz solitária no lado esquerdo do queixo, como um corte, seu corpo era bem esculpido mesmo não revelando muito com o uniforme, mas Kurama não prestava muita atenção nisso.

Mesmo dizendo que ela não é popular a verdade é que ela é bem admirada, principalmente pelos rapazes, é uma garota bonita e um tanto talentosa.

– Eu já ia falar com você sobre o trabalho, acho que quanto mais rápido cuidarmos disso melhor. – Ele continuou.

– Concordo, tem algo em mente?

O ruivo coçou a nuca para parecer envergonhado. – Bem... Eu sinceramente não leio muitas revistas dessas que o professor quer que montamos, eu esperava que você tivesse uma ideia e então colocaríamos em prática.

Ela fez uma expressão envergonhada, como ele. – É... Eu também não leio revistas, na verdade.

Os dois passaram a se encarar sem dizer nada até que o professor da próxima aula, que seria matemática chegou e eles tiveram que voltar aos seus lugares.

《 Quebra de tempo 》

A aula acabou e nesse tempo, Kurama não conseguiu falar com Yumi de novo. Na educação física ele a procurou, mas ela estava jogando vôlei. E tiveram duas aulas de geografia seguidas e com prova, então ele também não pode falar com ela e como sempre que terminava uma prova, saiu antes de algumas pessoas e inclusive dela. Percebeu que a morena tentava as vezes se aproximar dele na educação física mas algo sempre a impedia e agora ele estava no portão da escola esperando ela passar.

O sinal tocou e os alunos começaram a sair, seria difícil avistar uma cabeça de cabelos negros entre tantas e Yumi ainda não era muito alta, então estava apostando no rosto.

– Minamino!

A voz agora familiar lhe chamou atenção e ele se virou para encontrar Yumi, correndo em sua direção.

– Finalmente te achei, não estava dentro da escola esse tempo todo?

– Não. Eu estava esperando que nos encontremos no portão e veja nós aqui agora.

Ela o olhou meio surpresa, mas reconheceu que ele estava certo. – Oh... Bem, tem razão. Enfim, vamos terminar aquela conversa?

– Claro.

–Eu estava pensando, porque eu não arranjo umas revistas e nós não começamos estudando-as? – A morena deu uma risadinha descontraída.

– Boa ideia, porque não nos encontramos em algum lugar amanhã? Depois da aula.

– A depois da aula eu não posso... Fica meio tarde e eu não posso sair às noite, tenho que voltar direto para casa.

– Sem problemas. Tarde de domingo, então?

– Por mim está ótimo. Posso te passar meu contato, para qualquer coisa?

– Claro.

Ele ia pegar seu celular na mochila, mas a garota foi mais rápida, tirou uma caneta do bolso e agarrou sua mão, anotando o número na palma.

– Certo... – Ela disse enquanto guardava a caneta. – Até amanhã, Minamino. – E lhe deu um último aceno antes de sair correndo, Kurama pensou que seus pais deviam ser bem rigorosos para ela estar com tanta pressa.

Mas não importa agora, ele tinha de ir para casa e deixar suas coisas, já que tinha uma reunião marcada com Koenma.

E foi exatamente o que fez, ao chegar, encontrou sua mãe na cozinha preparando o jantar. – Estou em casa!

– Olá querido. Como foi o dia?

– Normal, mais uma prova terminada e agora um trabalho para começar.

– Entendi. – Ela veio até ele para abraçá-lo e então percebeu algo escrito em sua mão. – O que é isso?

Ela puxou a sua mão e a virou para ler o que estava escrito e continuar.

– Huuu, um número de telefone. – Ela lhe deu um sorriso e um olhar malicioso. – É uma garota?

– N-Não mamãe! Quer dizer... É, mas não é nada disso! – Ele se atrapalhou envergonhado. – Ela é a minha dupla no trabalho, só isso.

Shiori riu da reação do filho. – Eu estou só brincando, querido. O jantar vai sair em meia hora.

– Certo. Vou sair com uns amigos mais tarde, tudo bem?

– A essa hora?

– Tem problema?

– Não, meu filho. É só que você nunca sai com amigos, na verdade estou bem feliz. – Ela lhe deu um sorriso o qual ele retribuiu enquanto pensava na mãe amorosa que tinha.

Depois do jantar e um banho, Kurama agora se encontrava no escritório de Koenma. Ele e Hiei estavam esperando o resto da gangue chegar.

E não demorou muito para Yusuke literalmente arrombar as portas do escritório, acompanhado de Kuwabara.

– Tô na área, me derrubou é pênalti! Fala logo que que tu quer baixinho. – Ele então percebeu os outros Yokais. – Opa. Hiei, Kurama a quanto tempo!

– Olá Yusuke, Kuwabara. – Ele deu um aceno de cabeça enquanto Hiei soltou um bufo.

– Humph, o idiota veio. – Ele murmurou baixo.

– Eu só quero saber porque eu tenho sempre que seguir o Urameshi?! Vocês não me chamam pra nada! – Kuwabara se manifestou.

Koenma franziu o cenho. – Mas eu mandei que chamassem os 3...

– Como é?! – O ruivo gritou, como sempre e então todos na sala se viraram para o pequeno Yokai.

– Que que foi agora?

– O seu nanico, você não me chamou de propósito?!

– Ops?

Kuwabara já estava prestes a pular em Hiei quando Koenma finalmente interveio e limpou a garganta para chamar atenção. Quando todos ficaram quietos ele começou:

– Certo, eu chamei vocês aqui porque tenho uma missão, como devem imaginar. – Ele então apertou um botão em um controle remoto e uma tela desceu atrás deles.

Koenma continuou. – Tão vendo esse ponto ali? – E apontou para a tela. – A gente descobriu que naquele lugar tem um cassino, balada ilegal.

– Tá e o que que a gente tem a ver com isso? É pra avisar a polícia? – Yusuke se manifestou.

O governante suspirou. – Acontece que o estabelecimento é uma fachada para tráfico de órgãos. O dono do lugar da um jeito de vender carne humana para homens ricos e poderosos que tem yokais de estimação ou como empregados, até mesmo para os próprios yokais.

Os dois humanos e a raposa franziram o cenho, enquanto Hiei permaneceu com sua expressão indiferente.

Koenma continuou. – Ficamos sabendo que amanhã a noite vai haver um evento importante naquele lugar, muitos poderosos vão estar lá para contribuir para o esquema. Quero que se infiltrem na festa e consigam mais informações, se possível até fazer algo arriscado. Era isso, dispensados.

Depois disso os quatro saíram da sala e voltavam juntos ao ningenkai. Hiei continuava quieto como sempre, enquanto Kurama ria de Kuwabara e Yusuke em mais uma de suas disputas bestas.

Até que um aceno vindo da raposa chamou a atenção dos dois humanos e eles puderam ver algo meio apagado na mão de Kurama. Os dois se entreolharam com sorrisos sacanas nos lábios, uma oportunidade de provocar.

– Opa amigo, que que é isso aqui? – O ruivo então levantou o braço da raposa.

– Hmmmm pelo visto o foxboy faz sucesso com as meninas. – O detetive provocou.

Kurama revirou os olhos. – Não é nada disso. Ela é apenas uma colega, vamos fazer um trabalho juntos.

– Aham, sei. – Os dois humanos mexiam as sobrancelhas para cima e para baixo.

Kurama decidiu ignorar, e se arrependeu de não ter esfregado as mãos o suficiente.

Logo Hiei fez um comentário sobre Kuwabara e o assunto mudou, finalmente eles passaram pela casa da raposa e ele se despediu.

Amanhã seria mais um longo dia.


Notas Finais


E é isso, espero que tenham gostado e vou postar mais um capítulo ainda hoje.
Bjss, Até já.


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