História Jogo Perigoso - Capítulo 3


Escrita por: e PandaunicornioK

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Máfia, Stripper
Visualizações 14
Palavras 821
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oie! Então mais um capitulo quentinho!! Espero que gostem!

Capítulo 3 - Let yourself sin


Fanfic / Fanfiction Jogo Perigoso - Capítulo 3 - Let yourself sin

“Mesmo que por apenas uma noite, vamos nos perder neste romance. E viver uma noite repleta de luxúria e prazer.”

 

 

Vou até o aparelho de som no canto da sala o ligando e sintonizando no iphone a música solicitada, quando ia apertar o play ouço uma batida um tanto quanto violenta na porta, o que me assusta, vejo o Carlos, não e Carlos, seria Cris? As vezes duvidava de minha memória! Como me esqueci tão rápido? Carky? Sim! Clarky era o nome dele!

 

Vejo Clarky indo em direção a porta e a abrindo, mas o muro ambulante não me permite ver quem estava na porta, vejo um pouco de suas feições, elas pareciam raivosas.

 

Logo ele sai do quarto, mas volta.

 

Tchau, prometo que teremos outras oportunidades de nos conhecermos melhores – ele pisca pra mim com um sorriso safado no rosto.

 

Tchau Clarky – Digo normalmente.

 

E Cley! – Vishi ele parecia raivoso.

 

Logo Clarky quer dizer Cley sai bufando nervoso depois de ouvir um risinho do outro homem no quarto, um riso de deboche, ele era mais alto e parecia mais forte que Cley, aparentando ter uns 23 anos e ter uns 1,87 de altura, usava um terno preto com camisa branca por baixo, sem gravata foco meu olhar em seu rosto logo mordendo os lábios. CARAMBA! Retiro o que disse, não conhecia os homens tão bem, ele não era um homem era um Deus grego, que Deus grego! Cabelos ruivos tão vermelho como brasas e olhos tão azuis quanto o mar, um tanto irônico essa controvérsia não? Ele se dirige até a mezinha ao lado da cama de casal, pegando um copo de vidro da bandejinha de aço e enchendo de whisky, tomando um gole ele larga o copo na mesa, caminha até mim em passos calmos e longos exibindo poder e dominância, ele se ajoelha pega o aparelho celular de minhas mãos e coloca uma música que logo sai no aparelho de som ecoando suas melodias por todo quarto identifico na hora Slipknot, uma banda de rock pesada, amo esse tipo de música, ele se levanta me dá as costas, pega o copo de whisky e se senta na poltrona, deixando suas pernas aberta um de seus cotovelos apoiado no estofado de couro da poltrona na mesma mão há o copo de whisky que ele bebe em pequenos goles enquanto me olha seriamente, seus olhos penetravam os meus, juro que por um momento pensei que ele pudesse ver minha alma.

 

Desvio meus olhos dos dele e me levanto indo até a barra de pole dance.

 

Quatro Horas Depois

 

O despertador começa a tocar após eu parar de rodar na barra. Quatro horas da manhã, hora dos pecados acabarem, os adúlteros voltariam para suas casas fingindo serem os maridos perfeitos, os viciados iriam fazer loucuras para que as 08:00 pudessem consumir sua preciosa erva, os pecaminosos que juravam lealdade ao um deus iam procurar perdão, os padres que pregavam a palavra de um ser superior repunham suas batinas, os políticos voltavam para seus gabinetes mas logo voltariam ali para gastar o dinheiro do povo,  ao fim da madrugada os pecados sombrios e sórdidos de cada um tinham seu fim. Os piores fetiches e desejos voltavam para as caixas.  O bar é aberto as 08:00 PM e fechava as 04:00 AM, oito horas, oito horas de pecados e delitos a serem cometidos.

 

- Acho que meu tempo acabou- O deus grego fala, e meu pai, que voz é essa? Grave, imponente, forte mas ao mesmo tempo leve e suave.

 

-Sim, acabou- O respondo calmamente.

 

Ele caminha em passos largos e confiantes até a porta a abrindo, pego o robe jogado na cama o coloco e saio do quarto, o ruivo fecha a porta a trancando.

 

-Quanto eu te devo?

 

- Isso e com o Kristopher.

 

Ele murmura um “hum”. Então olha no relógio de ouro em seu pulso.

 

Ele se vira e quando estava preste a virar a curva do corredor ele se vira com um sorriso de deboche no rosto e diz alto;

 

- Boa madrugada Baixinha.

 

Antes que pudesse xinga-lo ele se vira de costas novamente, e desaparece na curva do corredor.

 

Bufo de raiva, a qual é? Odiava ser chamada de baixinha! As pessoas pensavam que eu queria ter 1,57 de altura?

 

Me viro e saio do bar indo em direção a escada da entrada da casa de Kristopher, subo as escadas e vou para o último quarto, pego a chave na minha cinta liga e destranco a porta, entro no quarto e fecho a porta a trancando pego a caneta vermelha e risco o dia de ontem. Retiro meus saltos a cinta liga, espartilho e a saia, vou a penteadeira e retiro o batom e a máscara de cílios, prendo meu cabelo, fecho as janelas e ligo o aquecedor, vou pra debaixo de meus três cobertores, antes de adormecer tenho um pensamento que me faz sorrir.

 

375 dias.


Notas Finais


Então o que acharam? Comentem suas opiniões e favoritem! Beijinhos! <3


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