História Johnny - Capítulo 4


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Categorias Johnny Depp
Tags Amor, Banda, Drama, Guitarrista, Johnny Depp, Musica
Visualizações 20
Palavras 1.220
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - My darling


   O dia de sábado nublado amanheceu sonolento para Angelica. Revirou-se a noite toda em sua cama pensando nos últimos acontecimentos de sua vida. Só de pensar em ver o guitarrista outra vez, tinha náuseas.

Lutando contra a sua vontade de nunca mais ve-lo, suas olheiras aparentes e a enorme falta de disposição, se dirigiu ao centro da cidade 1h antes do horário marcado. Com um vestido preto básico e uma jaqueta jeans, tentou ficar melhor apresentável do que no dia anterior. Manteve seus cabelos soltos e uma maquiagem habitual. Colocou todos os documentos possíveis dentro de uma pasta que levaria na sua mochila. Não fazia ideia do contrato que assinaria.

Aproveitando que Megan dormia como uma pedra e não poderia obriga-la a comer, saiu de estômago vazio. Tinha a convicção de que voltaria cedo para casa ou comeria qualquer lanche na rua. Apenas deixou para amiga um bilhete de bom dia, do seu inseparável bloquinho de post-it.

Saiu de casa com seus fones de ouvido e pedindo ao universo todas as energias positivas que ele pudesse dar a ela.




        Enquanto do outro lado da cidade, Johnny dormia tranquilamente agarrado a uma mulher qualquer que havia se envolvido na noite anterior. Não sabia seu nome e nem fazia questão de saber. Para ele era apenas mais um divertimento, a inútil tentativa de esquecer seus problemas. Apenas acordou depois que a mesma o balançava para chamar sua atenção. Seus olhos lutavam para se manterem fechados. Após mais algumas tentativas, conseguiu que ele a notasse.

- Acorde amorzinho! Seu celular não para de vibrar. - A dona de olhos azuis entregou o celular e começou a se vestir sem dar a mínima atenção para o que Depp fazia no telefone. Antes dele terminar a ligação, já tinha deixado a enorme casa. Sabia que não conseguiria mais de uma noite com o vocalista.

Johnny também não deu muita atenção para o celular, até perceber o por que vibrava tanto. Tinha que fechar inúmeros contratos, inclusive o da assessora. Abel estava prestes a ter um ataque e jurava que também iria se demitir.

Como nunca foi um homem apegado com horários, não fez questão nenhuma de se apressar. Se arrumou calmamente vestindo uma calça jeans e uma jaqueta de couro, colocando todos os adereços que compunham seu visual. E já que não amanheceu com nenhum sintoma de ressaca, tomou o café de acordo com o que a nutricionista o tinha recomendado. Gostava de manter a sua boa forma e de ir na academia de vez em quando. Saiu de casa dirigindo seu Range Rover tranquilamente.





            Frustrada, Angelica balançava sua perna cruzada impacientemente naquele banco estofado, dentro de um dos maiores prédios da cidade. Tinha feito tudo que podia para se distrair enquanto aguardava o seu contratante. Observava aquela enorme sala, com pôsteres e quadros da banda para todos os lados. Sua barriga roncava de fome e já não sentia seus sentidos tão aguçados. Sabia que não poderia ficar ali por muito tempo ou passaria mal. Para ela, era só mais um indício de que não deveria começar naquele emprego.

Aguardando mais alguns minutos, sua paciência havia se esgotado e resolveu deixar o prédio. Arrastou-se até o elevador sentido uma tontura, que ninguém notou. As pessoas daquele lugar estavam eufóricas e não paravam por nenhum segundo.

Apertou as pressas os botões para chegar até o térreo. Proucurava qualquer trocado para poder comprar alguma coisa quando sentiu sua cabeça pesar. Suas pernas já davam sinais de que não aguentavam mais o peso do corpo.
Encostou-se ao fundo do elevador, respirando fundo, tentando fazer com que aquela sensação passasse.





        John parecia estar de bom humor naquela manhã. Chegou ao prédio cumprimentando a todos e até interagiu com alguns fãs. Por mais que por vezes fosse cansativo, gostava de se sentir querido por tanta gente.

Segurava um envelope que recebeu na recepção com todos as cláusulas que tinha que analisar aquela manhã. Aguardou o elevador distraidamente enquanto assobiava uma melodia que havia aprendido ainda quando criança. Ficou surpreso com o que viu quando as portas se abriram. Era a mesma que Abel tinha o apresentado ontem, e ela não parecia estar nada bem.

- Garota?! Está acontecendo alguma coisa? - Angelica ainda conseguiu juntar forças para sair da cabine feita de aço e metal, tentou responde-lo, mas sua voz não saia. Sua visão ficou turva e não sabia mais o que acontecia ao seu redor.

Percebendo que ela cairia, Johnny se prontificou em segura-la. Um de seus braços estavam na cintura enquanto o outro erguia a cabeça da jovem. Ele não sabia o que fazer, olhando aquele rosto pálido e tentando decifrar o que ela tinha.

Com a ajuda de um dos recepcionistas, conseguiu leva-la até um dos inúmeros bancos que haviam ali. Não sabia se ligava ao hospital ou tentaria acorda-la.

- Marco, o que eu faço com uma pessoa desmaiada? - Não sabia o por que, mas se sentia culpado dela estar naquela forma.

- Senhor John, espere um pouco que eu já volto com algum produto. Tente falar com ela.

Depp apenas assentiu e seguiu o conselho. Balançou seu braço e mexia em seu rosto. Falava algumas palavras mas ela não apresentava nenhuma resposta. O guitarrista tentava lembrar de seu nome a todo custo. As únicas lembranças da noite anterior era de como havia sido rude com ela. Se sentia horrível naquele instante. Teve a ideia de mexer em sua mochila, mesmo parecendo ser arriscado. No bolso achou um pequeno cartão onde continha seu nome e número de telefone. - Angelica Perez. - Logou pensou que ela teria parentesco com famílias latinas. Guardou consigo o cartão e fez mais algumas tentativas para desperta-la.

Marco voltou trazendo um recipiente com álcool e um paninho. Johnny imediatamente os pegou, colocando um pouco do líquido no pano branco. Encostou perto do nariz de Angelica. 

Sentindo aquele cheiro forte inebriando suas narinas, acordou sentindo uma forte dor de cabeça. Seus olhos abriam devagar e ouvia as vozes longe. Quando finalmente recuperou sua consciência, viu o guitarrista passando a mão de um lado para o outro em frente ao seu rosto.

- Angelica? Tá me ouvindo? - Não fazia ideia de como tinha chegado ali. Balançou a cabeça em sinal de sim, mas se arrependeu logo depois quando sentiu uma dor, levando a mão até o local.

- Vamos pro hospital! Você não tá bem.

- Não precisa!
- Sua voz saiu fraca.

- Você acabou de desmaiar. Caiu feito um saco de batata. - Johnny insistia.

Angelica apenas queria se livrar dele. Maldita hora que resolveu sair de casa sem comer. Se Megan soubesse daquilo a mataria.

- Não foi nada demais. Só preciso comer
. - Tentou se levantar. Apenas não se desequilibrou porque Johnny puxou seu braço e passou ao redor do pescoço, apoiando a mão em sua cintura. Desde o momento que acordou se perguntava por que diabos ele estava com ela e por que agia daquela forma.

- Então eu te levo. Tem uma cafeteria por aqui. Marco, desmarque meus compromissos. - O recepcionista saiu indo fazer o que chefe pediu.

- Eu disse que não precisa!
Tenho duas pernas e elas ainda funcionam. - Tentava se livrar dos braços de Johnny, mas ele a segurava firmemente.

- Não te dei o direito de escolha, minha querida.










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