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História (Johnny Depp) Minha Annie - Capítulo 8


Escrita por: Cupcake020Selvagem

Capítulo 8 - C8 - O Resumo


Fanfic / Fanfiction (Johnny Depp) Minha Annie - Capítulo 8 - C8 - O Resumo

(POV = Ponto de Vista)

Resumo...

NARRADORA ON _ POV. Johnny Depp


Johnny não pode negar que estranha àquela menina era, mas não seria mais estranho ainda crescer um interesse sob ela, mesmo não sabendo sobre nada e tão pouco a origem dessa curiosidade... Aconteceu.


JD

Havia tantos porquês porem só de começar a pensar já me cansava e voltava aos mesmos hábitos (bebia e fumava). Certo que minha vida não está tão monótona. Mesmo sem fazer shows, ainda ensaio algo com a minha banda e com outros músicos, tirando isso, tenho alguns projetos de artes e encontros casuais – nada demais – sempre pode se tornar algo empolgante já que “certos amigos” faz questão de me colocar no meio dessa roda. Acho engraçado a maneira de como eles agem em nome da minha “recuperação”.


Eu sei dos riscos que estou me colocando se eu enviar uma mensagem para essa menina... mais sério queria tentar falar com ela, conhecer ela. Mas como havia dito ela pode se sentir intimidada e não irá me responder, e se isso acontecer na pior das hipóteses é eu receber vários nudes ou declarações de amor. Não que eu ache ruim o carinho mais as fotos...


Tudo bem. Porque eu me interessei nela???


Ok eu não tenho as respostas... (passo as mãos nos cabelos e no bigode) Será que é por ela não ter me cumprimentado? Não... não. Não seria a primeira pessoa a agir dessa forma, então... por quê?


DEITADO A NOITE...


- Quer saber esquece. Eu desisto.  – digo desbloqueando meu celular e quando dei por mim já tinha aberto o perfil dela na rede social.


Sorri de lado com sua homenagem me lembrando detalhadamente do belo filme da Noiva Cadáver que tive o prazer de dublar, ele tem uma essência tão única, será que todos que assistem consegue encontrar o lado exótico dele?


Era uma época boa, tão cheio de vida, tudo tão possível, tão... droga, com que diabos eu senti algo por aquela coisa? Em instantes percebo que já não estou bem internamente e sinto um aperto no meu peito por mais uma vez relembrar de uma época incrível que nunca irá voltar e muito menos a minha estúpida escolha de trocar um relacionamento de anos que Eu sei que poderia fazer funcionar, mas sendo cego suficiente em desistir dele me apaixonando por alguém que só fudeu com a minha vida. Para ela estar em um novo relacionamento tenho certeza que está feliz e já me superou. Não a culpo, achei que estava fazendo a coisa certa terminando e lhe dando tudo que tinha direito, mais saber que não temos mais a chance de talvez tentar uma recon... droga preciso parar com isso. Não faz mais sentido esses pensamentos, já foi, essa é a minha realidade agora. Pelo menos de uma coisa eu tenho certeza e isso não pode mudar, ela continuará sendo a mãe dos meus filhos.


Não tive como não fumar um outro cigarro. Ver meus antigos trabalhos e relembrar de tudo que já vivi enquanto fazia eles; me deixava péssimo. E era o que aquela garota estava fazendo. Criando conteúdos onde um de seus focos era eu, me fazendo viajar para o passado e relembrar os melhores momentos da minha vida. Isso é bom, por um lado.


O problema é que eu paro, me distraio, e sem controle me deixo ser levado e penso em tudo que aconteceu e como estou hoje e... Não posso criticá-la e muito menos achar ruim, ao contrário. É um modo dela de chamar minha atenção e de me homenagear. Sendo sincero me admira que alguém a essa altura do campeonato ainda me considere um ídolo, ou uma estrela.


Depois daquela tóxica bomba de difamação ter sido exposta no final de 2018 para todos lerem, e eu ainda sem conseguir provar minha inocência, ver uma garota sozinha do outro lado do mundo usando meu nome como algo bom é surpreendente sem nem me conhecer pessoalmente (mesmo tendo tido a chance naquela tarde no Parque) e por sorte ou coincidência a encontrei aqui (olho de volta para o meu celular na página dela) sinto uma sensação de alívio com bom pressentimento ver que nem todo mundo me odeia (apaguei o cigarro). Eu sei que não posso me arriscar em me envolver com alguém e ter o mesmo azar de passar por tudo isso de novo. Eu sei, eu sei. Eu já deixei claro para minha consciência que nem todo mundo é igual a Heard, o medo, o receio está aqui, mais a curiosidade é mais forte.


E novamente o vídeo do Piano Corpse Bride termina me perguntando se quero assistir de novo e percebo que passei os últimos dois minutos pensando em tudo menos ali. Naquele vídeo. Clico em recomeçar para dar a devida atenção que ela merece. Mesmo com a pouca claridade do ambiente vejo que ela está usando um dos meus colares que a presenteei, isso é um bom sinal de que ela gostou e é mais curioso que ela não espalhou para internet. Talvez seja hora de eu ousar um pouquinho, mais nem tanto para não me comprometer e ao mesmo tempo não assustá-la.


Pronto. Agradeci e agora veremos se ela vai me responder.


[...]


Como previsto não. É sempre assim a atenção da pessoa que você quer tanto ter é sempre a mais difícil de conseguir. Não posso culpa-la eu entendo o “medo” ou o “receio” dela de entrar em contato comigo.


Não vou mentir que desde que comecei a acompanhá-la online, começando a ver seus posts. Pode ser aleatório obvio, você compartilha aquilo que gosta, mesmo assim fico um tanto desconfiado em relação às suas músicas cantadas, as letras delas e seu significado, consegue ser estranho e intrigante ao mesmo tempo... Nossa como queria mesmo falar com ela.


[...]


Conversando com ela, só confirmei o que já sabia. Annie tem mesmo uma bela voz. E um talento para arte que não posso negar. É uma pena que a própria não reconheça isso.


Nesses últimos meses estou um tanto preocupado, Annie simplesmente parou com tudo. Mesmo ela tendo feito um vídeo explicando seus motivos e eu entrando em contato com ela para me dizer o que realmente estava acontecendo e encontramos uma solução, não foi o suficiente. Só de ter visto sua última postagem – God – o que era aquilo? Ela tá falando sério mesmo?


Última postagem. Johnny se refere ao ultimo cover postado; Sutilmente da banda SKANK.


[...]


Outro mês chega ao fim, aproximando-se cada vez mais para uma nova virada de ano.


JD

Annie parece estar bem e empolgada. Sei disso pois o jeito dela de se expressar enquanto toca a trilha de Alice In Wonderland no Piano é nítido. Vejo sua expressão é um tanto contente mais bem contida, pois ela quer parecer séria, algo que não parece ser de sua natureza.


Não da para não achar graça, essa menina é muito fofa.


Resolvi mostrar ao meu amigo Alice Cooper o outro vídeo do pequeno solo de guitarra, o relembrando do passado e acabamos entrando na Madrugada conversando sobre o quanto tempo havia passado por nós. Não disse a ele que estava em contato com ela (ainda) mais disse que ela é uma fã da gente e do trabalho do Tim. Não revelei sobre isso a ela com intenção de impressiona-la, mostrei porque achei muito bom mesmo. Mais acho que ela não aceitou muito bem (sorriu de lado) só de lembrar a indignação dela.


[...]


Sei que falta alguns dias para chegada do aniversário dela, isso é bom tive tempo sobre o que fazer em relação a isso. Se deixaria passar ou não. Escolhi que não, pois a informação fora fácil de conseguir, queria ligar e desejar feliz aniversário, mais acredito que nossos horários estarão cada vez mais indiferentes. Preciso me adiantar logo  e preparar algo que ela possa gostar e tem que ser rápido, essa semana mesmo pegarei um longo voo então preciso agilizar tudo antes. E que seja entregado no dia certo.


Resolvo ir ao um cômodo pessoal. É um quarto onde guardo ali a maioria das lembranças de alguns trabalhos mais divulgados. Chego perto de um dos armários passando o olho em tudo que estava ali e vejo uma coleção de bonecos e resolvo pegar dois, eu tenho tantos moldes semelhantes aqueles, que não me farão nenhuma falta, e como são para Annie só torna minha vontade ainda maior, pois sei que será bem cuidado.


Por alguma força desconhecida estava ansioso em fazer aquilo. Queria fazer aquilo. Pego um plástico bolha para protegê-los durante o trajeto e os coloco cada um dentro de uma caixa cheia de cubos de isopor. Pego um pequeno pedaço de papel mais parecido com cartão, dobro ele no meio amarrando com um laço (como se fosse uma etiqueta pendurada na frente de cada boneco) e escrevo minhas iniciais JD de um lado e meu autógrafo do outro. Espero realmente que ela goste do seu presente de aniversário.


[...]


16 Novembro 2019. Sábado.

Com duas semanas seguidas de Tribunal, tenho um Sábado cheio começando pelos meus advogados ocupando praticamente a Manhã inteira, e em seguida vindo a Tarde promovendo meu novo filme com algumas pessoas do elenco ao meu lado no carpet, até que finalmente chego na minha base (casa) para ter o completo descanso merecido. Como estou sendo alvo de críticas extremamente pesadas me dou ao máximo de atenção e o dobro da minha energia para a publicidade e o marketing do projeto, preciso de bilheteria, preciso de resultados positivos caso ao contrário estúdios e suas afiliais cancelaria cada vez mais seus trabalhos comigo.


Depois de um longo banho relaxante volto para cama já satisfeito com um jantar digno, pego meu celular para responder algumas mensagens de amigos preocupados comigo, quando me dou conta de já ter passado uma hora no relógio e já estar deitado na minha cama bisbilhotando o perfil da menina que estou interessado. Ela não tem uma publicação nova, apenas storys. Mesmo sabendo que não irei entender nada clico para pelo menos poder vê-la como estar nesse exato momento, pois storys é algo que você grava dentro de vinte e quatro horas, e é nela que escolho encerrar esse dia pesado, é nela que escolho ver antes de dormir.


Eu a vejo com um sorriso invejável, estava linda e radiante. Olho para seu pescoço e ela ainda continua usando os meus colares. Ela fala rápido ou talvez eu que não estou familiarizado com o seu idioma, já tive que estudar espanhol, sei me virar com que aprendi, mesmo assim o que ela fala é diferente e mais rápido.


A vejo mostrando papéis de cartas escritas e outras com desenhos feitos a mão, ela mostra com intuito de compartilhar o nome e a conta das pessoas que escreveram a carta. Até que chega em seus últimos storys e vejo ela se aproximar de uma cômoda perto da sua TV, enquanto ela anda presto atenção atrás de si, o vislumbre do seu quarto. Vejo sua cama bagunçada, discos de vinil na parede, uma guitarra e um violão suspenso perto da janela com entardecer laranja e uma prateleira suspensa com livros por cima da cama dando um destaque para um ukulele transparente com led ligado. Quando ela vira a câmera mostrando o meu presente sob a cômoda pude ver uma pilha de livros em cima do outro no chão, diferente daqueles pequenos que são de leitura, esses já são grossos, como se fosse de escola ou da faculdade. Sorri ao ver aquele quarto cheio de vida, não estava bagunçado, parece que cada coisa estar ali propositalmente em seu devido lugar. Não era diferente de mim, gosto das minhas coisas onde estão, é dinâmico e de fácil memorização. Só que minha serviçal teima em chamar tudo de bagunça.


Quando o vídeo acaba percebo uma coisa que me intriga. E decido rever de novo para ter certeza, e... pronto, confirmado. Ela não me revelou. Não compartilhou a entrega do presente, no caso o meu endereço de Los Angeles ou o meu autografo. Isso é realmente muito estranho e interessante. Qualquer um revelaria sem pensar duas vezes para ganhar seguidores ou mais atenção. Não que eu ache isso ruim, com uma informação dessa pode-se fazer qualquer coisa. Eu acho que consigo entender, ela quer discrição. Ela não vai compartilhar tudo que tem de mim para a mídia. Isso é bom, o que acontece entre nós fica entre nós.


[...]


Ano Novo. 2020.

JANEIRO

Que réveillon. Não seria diferente estendendo deste o Natal até a virada do ano novo tendo meus “cúmplices” como os Reis da festa, tendo muita bebida, diversas drogas e várias garotas seria meio óbvio que pelo menos a cada sexo uma orgia fosse rolar.


Pela primeira vez posso admitir sem duvidar do meu orgulho, que já superei o término com a Polina. Se foi a festa não sei, pode até ser. Mais agora depois de eu ter voltado para minha casa e estando em completo silêncio conversando com meu eu, agora tenho certeza. Eu sei muito bem que é Ela que está fazendo isso. Sim, aquela garota. Droga, já tô envolvido.


Acordo com belo sorriso contido e estampado. Passo a mão no meu rosto em direção aos meus cabelos meio que penteando com os dedos pensando sobre o motivo desse tal sorriso repentino. Acredito que tive a melhor ideia que poderia ter. E o melhor é que nem foi planejado, apenas surgiu do nada e... sabe... Porque não tentar?



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