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História Jomaz - Um Amor Confuso - Capítulo 27


Escrita por:


Notas do Autor


Fala leitores tudo certo? Hoje lhes trago mais um capítulo muito bom (eu espero né). Espero que gostem do que eu escrevi.

Um grande beijão pra vocês, aproveitem!

Capítulo 27 - Ele Voltou


Fanfic / Fanfiction Jomaz - Um Amor Confuso - Capítulo 27 - Ele Voltou

*ALGUNS DIAS DEPOIS*


POV Marcelo

Alguns dias se passaram depois da noite que finalmente eu consegui experimentar um pouco do Giovani. As coisas não mudaram depois dessa noite, Giovani continuou falando comigo normalmente e fazendo suas brincadeiras idiotas. Infelizmente hoje é o dia que ele terá que ir embora, mas antes vamos tentar convencer sua mãe e a minha de que ele possa ficar e talvez estudar na mesma escola que o Luis e que também vou estudar lá. Giovani está no terceiro ano do ensino médio e infelizmente ele repetiu um ano, mas não porque ele quis e sim por conta de alguns problemas.

Eu estava sentado na mesa tomando meu café da manhã quando Luis desce as escadas um pouco mais rápido que o normal.

- Bom dia. - Falei meio espantado pelo fato dele puxar a cadeira com força.

- Bom dia! - Respondeu servindo seu café.

- Dormiu bem?

- Mais ou menos!

- O que aconteceu? - Sim, eu realmente estava tentando puxar assunto com ele por mais que estava na cara de que hoje não está sendo um bom dia pra ele.

- Tive um pesadelo meio estranho e hoje o Giovani vai embora! - Explica ele.

- Eu também estou meio triste e puto. Mais triste do que puto, mas estou. - Que confusão.

Luis não disse uma palavra se quer e talvez esteja pensando na sua mãe e ainda esteja puto por causa da festa. Não tento mais puxar assunto e nem conversar sobre nada, só queria que o Giovani estivesse aqui nessa mesa pra quebrar esse silêncio. E falando no diabinho ele desce as escadas fazendo o maior alvoroço.

- Bom dia galera. - Puxou a cadeira e sentou, largando um enorme sorriso.

- Bom dia. - Disse Luis meio seco.

- Bom dia barulhento. - Falei sorrindo.

- Aí que dia lindo hehe. - Giovani olha para o Luís e percebe que ele não tá bem. - O que aconteceu com você Luis? Tá com a cara fechada.

- Nada. - Ele deu uma olhada para o lado.

- Ah vem cá. - Giovani se levanta e vai atrás de Luis lhe dando um abraço. - Sei que vai ficar com saudade de mim.

- Sai! - Luis tentou sair do abraço apertado de Giovani.

- Mas você vai falar com a sua mãe pra poder morar aqui né? - Perguntei mordendo um pedaço daquela torrada maravilhosa.

- Sim! Mas duvido muito que ela deixe. - Disse cabisbaixo desfazendo o abraço e sentando em seu lugar. - Não quero ir embora. Vocês são incríveis e eu não quero ter que ir.

- Ela vai deixar. Meu pai ontem a noite me mandou mensagem dizendo que ele vai ter que ir para Las Vegas junto com o pai do Vini por causa da empresa! - Comentou Luis finalizando com um sorriso.

- Tá, mas e a sua mãe? - Pergunta Giovani.

- Ela nem vai se importar com isso porque passa a maior parte do tempo trabalhando. - Explica Luis.

- Entendi.

Conversamos sobre a possibilidade do Giovani morar com a gente e se ele morasse como nós iríamos dormir. Meu quarto já estava pronto e pedi para que minha mãe colocasse uma cama de casal e assim foi feito. Giovani dormirá comigo caso fique aqui com a gente.


POV Thomaz

Depois daquela noite aqui em casa João e eu não nos vimos pessoalmente, apenas trocamos várias mensagens. Minha mãe e meu pai ficaram todos os dias me perguntando dele e querendo saber o que ia rolar entre nós e realmente eles estavam surtando com a questão de eu ainda não saber o que quero.

Já tomei meu café da manhã faz um tempo e fiquei no quarto a manhã inteira, mexendo no celular e vendo série. Já era a hora do almoço e na noite passada minha mãe e eu cozinhamos macarrão e almôndegas. Terminei de responder algumas mensagens do João e desci as escadas até a cozinha e peguei o macarrão na geladeira. Botei um pouco em um prato e o coloquei no microondas, sentei no balcão e logo a campainha toca. Deduzi que seria o João fazendo alguma surpresa vindo me visitar. Levantei e fui até a porta, mas quando abri me deparei com uma pessoa e não era João. Nunca havia desejado tanto não abrir aquela porta, nunca desejei tanto não ver uma pessoa na minha frente. Fiquei parado ali, apenas o observando e sem reação.

- Não vai me convidar pra entrar irmãozinho? - Me tirou do meu transe quebrando o silêncio intenso que ali estava.

Sim, eu tenho um irmão e mais velho. E por que eu não quero vê-lo? Simples, ele havia brigado com meus pais e saiu de casa quando tinha 15 anos e foi morar com nossos tios, dois anos depois ele foi preso por ter agredido um cara. Ficou preso durante três meses, depois ficou dois anos solto e voltou a ser preso. Ele agrediu outro cara, mas dessa vez quase o matou e por quê? Ninguém sabe.

- Entra! - Falei indo até o microondas e desligando aquele barulho irritante que estava fazendo. - Quer comer algo Miguel?

- Sim estou com muita fome, obrigado! - Disse colocando sua mochila em cima do sofá e vindo em minha direção.

Ele parou na minha frente e não disse uma palavra, apenas me encarou. Deu um sorriso enorme e abriu seus braços vindo me abraçar e pela primeira vez eu senti que aquele abraço foi verdadeiro, senti que ele realmente queria aquilo.

- Eu estava com tanta saudade. - Disse ele no meu ouvido. - Única coisa que eu pensava naquela maldita prisão era em você.

- Não sentiria saudade se não tivesse ido preso. - Falei com frieza saindo do abraço.

- Se soubesse o porquê de eu ter sido preso, não falaria isso. - Sentou de frente pra mim do outro lado do balcão. - Eu voltei por sua causa. Porque eu não aguentava mais viver longe de vocês.

- Por que saiu de casa? E por que foi preso? - Perguntei servindo um pouco de suco para ele. - Você nunca comentou com ninguém sobre isso e nunca quis falar.

- Nunca comentei com ninguém e sempre fiquei na minha, sempre fui fechado. Não gosto muito de conversar com as pessoas.

- Por isso você brigou com nossos pais?

- Em partes, sim. - Respirou fundo. - Um dia eu estava aqui em casa com dois amigos e eles namoravam, você e a mamãe saíram e ficou só o pai em casa. Estávamos fazendo um trabalho e o meu amigo começou a discutir com a namorada dele e surtou e quase bateu nela, eu imediatamente me meti no meio e ele veio pra cima de mim. Nunca gostei de resolver as coisas na conversa, sou meio temperamental e as vezes perco a cabeça. Eu não tinha a intenção de brigar com ele, mas ele me atacou e eu não ia apanhar. Derrubei ele no chão e comecei a dar socos na cara dele, a namorada dele em parte me agradeceu, pois ele já batia nela a algum tempo, mas eu estava exagerando. Não parei até ver o sangue escorrer na cara dele toda e aquilo fez com que ela gritasse.

- Você é meio doido. - Disse espantado.

- É, as vezes! - Largou um sorriso. - Depois nosso pai entrou no quarto e me tirou de cima dele. Chamou os pais do menino e eles conversaram, eles iriam processar o meu pai por aquilo, mas meu pai disse que não era preciso e pagou um tratamento para o garoto. Depois disso ele eu começamos a discutir no quarto e ele disse que não toleraria agressões e falou que seria a primeira e a última vez, mas eu retruquei e falei que não era a primeira vez que eu tinha feito aquilo. Ele surtou e continuou me xingando, você e a mamãe chegaram em casa e foi onde ela se meteu e eles me xingaram muito. Por mais que eu tentasse explicar a situação eles continuaram a gritar e a me xingar aí chegou um ponto que eu fiquei puto demais e disse que odiava eles.

- Meu Deus eu não tô crendo!

- Pois é. No calor do momento o nosso pai disse que era pra eu ir embora então, já que eu odiava eles. Eu apenas obedeci e liguei para o tio Jorge e ele disse que ia me hospedar lá. Assim que eu cheguei lá um mês depois me meti em uma briga na escola com o professor.

- Você gosta de brigar né?

- Só quando necessário. - Deu um gole no suco e continuou. - O professor tava assediando uma menina e eu fui pra cima dele com uma vassoura e fui expulso da escola. Obviamente nossos tios ficaram putos com isso e iam me mandar de volta, mas eu não quis. Sai da casa deles e fui morar sozinho, eu tinha juntado uma grana com o dinheiro que o nosso pai me dava por ajudar em casa. Aluguei um apartamento e comecei a trabalhar depois de um tempo, mas dois anos depois aconteceu uma briga na festa que eu fui e o cara veio me bater.

- Por que as pessoas gostam de te bater? - Aquela história estava me irritando e me deixando triste que eu esqueci o motivo de eu estar puto com ele.

- Sei lá, talvez eu atraia isso. - Ele riu. - Enfim, eu bati no cara e quase matei ele. A polícia chegou e me levou para a delegacia e descobriram que eu havia agredido um professor. Fui preso e fiquei três meses. Depois que eu saí procurei outro emprego e dois anos depois voltei a brigar, mas dessa vez foi diferente. Ele começou a me bater primeiro e depois eu bati nele, mas acabei acertando a cabeça dele na parede e ele ficou em coma e novamente a polícia chegou e me prendeu. Como eu ja tinha passagem na polícia e tinha 19 anos eles me prenderam por um ano e alguns meses. Hoje eu tenho 21 anos e estou solto, espero que ninguém queira brigar comigo. - Finalizou acabando de tomar seu suco.

- Eu tô chocado com essa história. - Coloquei a mão na cabeça e fiquei pensativo. - Mas por que você brigou com o último cara.

- Ele estava bêbado e arrastou uma mulher pelo cabelo. Acabei me metendo e ele veio pra cima de mim. - Explicou

- Você defende bastante as mulheres né?

- Claro, mulher nenhuma merece apanhar de macho.

- Tá certo! - Me levantei. - Enfim, vai tomar um banho no meu quarto e troca de roupa, vamos esperar nossos pais chegarem.

- Okay, mas minhas roupas estão sujas.

- Pode pegar no meu closet qualquer roupa.

- Obrigado maninho! - Me abraçou forte e dessa vez eu retribuí. - Depois do banho vou dormir um pouco, pode ser na tua cama?

- Claro, sem problema.

- Te amo. - Pegou sua mochila e subiu para o quarto.

Eu fiquei ali na sala pensando em como deve ter sido a vida do Miguel em tão pouco tempo. Quando ele saiu de casa eu tinha 11 anos e não tinha entendido nada.

Me deitei no sofá e coloquei os fones, nem respondi as mensagens de João. Eu só quero ficar um pouco em paz e ficar a sós, sem mensagem, sem pessoas e sem conversas.


POV Luis

A manhã se passou e já era três e quarenta e cinco da tarde e sem absolutamente nada para fazer resolvo chamar os meninos para ir tomar banho de piscina.

Subi as escadas e entrei no quarto, os dois estavam jogando baralho na cama.

- Querem entrar na piscina? - Pergunto parado na frente da porta.

- Bora. - Disse Giovani se levantando da cama.

- Bom, eu acho que não vou entrar, mas vou ficar lá com vocês sentado em uma cadeira. - Comentou Marcelo.

- Tá bom então. Bora. - Sai do quarto e fui para a piscina.

Tirei a camisa e logo mergulhei, Marcelo também tirou sua camisa e ficou sentado na cadeira de pegar sol. Giovani tirou a bermuda e a blusa e deu um grande pulo, jogando água para todo o lado.

- Por que você toma banho de piscina de cueca? - Perguntei.

- Sei lá, é melhor. - Respondeu e logo deu um mergulho.

Ficamos ali na piscina conversando e debatendo sobre alguns assuntos. Marcelo e Giovani nunca comentaram o que eles foram fazer no banheiro naquele dia.

- Gente o que vocês dois fizeram no banheiro aquele dia do filme? - Perguntei parando na beira do piscina.

O silêncio pairava no ar e a cara dos dois não deixava esconder o fato de que eles com certeza fizeram algo que provavelmente os deixa com muita vergonha.

- Falem logo poxa! - Falei já sem paciência.

- Nada pô! - Respondeu Giovani.

- Nada? E por que quando eu perguntei vocês se olharam e ficaram vermelhos?

- Mas não fizemos nada. - Retrucou Giovani mais uma vez tentando parecer que nada ocorreu de verdade.

- Ah cansei. - Disse Marcelo. - Eu mamei ele, pronto!

Não fiquei nada espantado, pois já sabia dessa possibilidade.

- Bom, eu já sabia que a probabilidade seria bem alta disso acontecer uma hora. - Dei um sorriso.

- Espero que não conte pra ninguém, entendeu? - Exigiu Giovani.

- Tá!

Marcelo e Giovani por mais que sejam primos e isso é meio estranho, combinam um pouco. Ficamos na piscina por algum tempo e depois tomamos café.

Quando já era quase noite nós ficamos jogando vídeo game. Meus pais vão chegar daqui a pouco junto com meus tios e aí sim vamos saber se o Giovani fica ou não.


POV Thomaz

Fiquei no sofá a tarde toda e acabei dormindo ouvindo música. Acordei com uma voz meio grossa me chamando e duas mãos encostando no meu peito me chacoalhando. Dei uma vira no rosto e abri os olhos, dei três piscadas e finalmente consegui enxergar uma figura, era meu pai. Esfreguei os olhos e levantei.

- Por que estava dormindo no sofá filho? - Pergunta minha mãe colocando algumas comprar no balcão da cozinha.

- É... bom eu... - Engoli seco. - Já volto, fiquem aqui.

Subi as escadas rapidamente e fui até o quarto, Miguel ainda estava dormindo. Cheguei bem perto e o chamei.

- Miguel, acorda! - Dei uma mexida nele e o sacudi que fez o mesmo levar um leve susto e despertar.

- O que foi? Aconteceu algo? - Pergunta ele com voz de sono e abrindo os olhos tentando entender algo.

- Nossos pais chegaram, vamos lá.

- Tá, vou colocar uma camiseta, perai. - Ele levanta e vai até o closet, pega qualquer blusa e descemos.

Chegando lá embaixo meus pais estão sentados no sofá, chegamos por trás e eu fico do lado deles.

- Mãe, pai. - Suspiro. - Alguém quer ver vocês! - Estico o braço e Miguel se aproxima.

- Oi pai. Oi mãe. - Disse ele sem jeito.

Meus pais arregalaram os olhos e ficaram sem reação, nem se quer deram uma palavra. Minha mãe se levanta e chega mais perto de Miguel e lhe dá um abraço.

- Filho, eu senti tanta sua falta. - Disse ela iniciando um choro.

- Eu também mãe.

Meu pai se levanta e fica parado, minha mãe sai do abraço e vem para o meu lado. Miguel e meu pai ficam cara a cara, se encarando até que finalmente Miguel o abraça e ele retribuí.

- Eu senti sua falta filho. - Disse meu pai com os olhos cheios de lágrimas. - Fiquei tão preocupado.

- Me desculpa pai, por ter ido embora e por ter feito vocês sofrerem.

- Não tem problemas filho, agora você está em casa e está bem! - Disse meu pai.

Minha mãe também o abraçou e me puxou junto. Um abraço aconchegante em família, era disso que ele precisava. Desfizemos o abraço e só dava pra ouvir os soluços e as fungadas que cada um dava por conta do choro.

- Diga que voltou pra ficar, por favor? - Pergunta minha mãe.

- Claro mãe. - Responde ele. - Isso é, se vocês me aceitarem de volta.

- Ora, não diga besteiras. Claro que queremos você de volta, é nosso filho. - Disse ela sorrindo.

- Eu amo vocês!

- Bom, parece que seu antigo quarto, que virou quarto de dispensa, vai voltar a ser seu. - Falou meu pai.

- Senti falta dele também! - Miguel soltou um enorme sorriso em seu rosto.

- Já que está todo bagunçado, essa noite você pode dormir no meu quarto comigo e amanhã a gente pode organizar, se você quiser. - Comentei dando essa super ideia.

- Pode ser.

- Bom, agora vamos jantar e você conte tudo que aconteceu, tá bom filho? - Minha mãe estava realmente muito feliz por ele estar de volta e isso é tão bom.

- Okay. Pode deixar que vou contar tudo.

Minha mãe e eu preparamos uma lasanha para o jantar e assim que ficou pronta, sentamos no balcão da cozinha e começamos a conversar e a comer.


POV Luis

Estávamos jogando vídeo game na sala quando de repente nossos pais entram. Desligamos a tv.

- Oi gente, tudo bem? - Pergunta minha mãe.

- Sim e com vocês?

- Estamos ótimos. - Deu um sorriso.- Sobreviveram bem? Nada de problema?

- Não mãe, estamos bem!

- Bom filho, vamos já pegar a estrada. Espero que tenha arrumado suas coisas, vá lá pegar. - Disse minha tia.

- Então mãe. - Começou Giovani. - Precisamos falar algo com você. Na verdade pedir.

- Bom, então comece.

- Queríamos saber se o Giovani pode morar aqui conosco esse ano! - Falei me intrometendo.

- Quê? Vocês estão loucos?

- Não, não estamos tia. - Falei. - Giovani gostou daqui e quer ficar.

- Mas nem tem lugar e outra que seus pais não deixam. - Disse ela.

- Claro que tem lugar e meu pai vai ir para Las Vegas, minha mãe passa a maior parte do tempo no trabalho e Marcelo e eu não queremos ficar sozinhos. - Expliquei. - E mãe, né que você deixa?

- Bom eu. - Ficou pensativa. - Por mim não tem problema. Você deixa amor? - Pergunta ela para o meu pai.

- Por mim, tudo bem também! - Diz ele.

- Bom, já que não tem problema, pode ficar filho. - Disse ela.

Giovani larga um enorme sorriso que nem eu tinha visto antes.

- Obrigado mãe, te amo! - Disse ele dando um abraço nela.

- Está com todos os seus documentos aí? - Pergunta minha tia.

- Sim mãe, todos eles.

- Bom, então nós já vamos indo! Qualquer coisa que precisarem, me liguem. - Ela abraçou todos nós. - Fica com Deus filho, se cuida.

- Se cuida também mãe, te amo. - Disse ela dando um enorme abraço nela. - Te amo pai.

- Tchau tchau gente. - Ela entrou no carro e seguiu viagem.

Meus pais logo foram dormir, pois estavam muito cansados. Amanhã falaremos melhor com eles! E meu pai precisa organizar sua mala, pois sua viagem será amanhã a noite.

Os guri e eu ficamos acordados falando algumas coisas, mas logo resolvemos ir dormir pra amanhã levantarmos com bastante energia.


Notas Finais


Obrigado a você que chegou até aqui e eu espero muito que vocês tenham gostado!

Mais um personagem novo hein? Surpresas vem por aí e eu espero que vocês estejam preparados!

Beijos leitores, até o próximo! 😘


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