História Journey - Interativa - Capítulo 11


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bts, Interativa, Naruto, Original
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Poesias, Romance e Novela, Saga, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 11 - "dzjrmania", a terra dos bosques e da neve


P.OV~Autor

Após descansarem em sua cabana improvisada ao norte da tribo dos Helvécios, Lucius e Anthea estavam deitados abraçados enquanto Anthea não parava de beijá-lo, em sinal de agradecimento e amor, e o mesmo somente a deixava, pois para quem está acostumado a ser torturado e sentir dores extremas, um cálido beijo e um abraço quente é algo reconfortante.

A pele de Anthea era lisinha, fazendo jus à sua beleza, e seus lábios mesmo não sendo muito carnudos eram suaves, além desta ser  não ter pêlos ao redor do corpo além dos seus longos cabelos loiros.

Já Lucius era praticamente um bruto, pois sua pele era "dura" e áspera, e este era peludo, além de possuir sua barba característica de quase todo espartano. 

Mesmo assim, isso não fazia diferença para Anthea, que o acariciava e o beijava várias vezes para demonstrar como gostava dele, e o mesmo somente deslizava seus dedos pelas costas dela.

A diferença de altura de ambos era notável, sendo que ela possuía ao redor de 1,52 e o espartano chegava aos 1,75, sendo a média das mulheres atenienses e dos homens espartanos respectivamente, e mesmo Anthea não sendo alta como as espartanas, que chegavam aos 1,67 de média, ela era muito carinhosa, assimilando-se a uma criança com uma boneca.

Depois de deixar de beijá-lo, Anthea olha nos olhos dele e se aproxima do rosto do mesmo, passando a mão direita pelos cabelos do homem, que já estavam longos por sinal, pois faziam já mais de 4 meses desde a última vez que ele cortou seus cabelos, e então a ateniense diz:

Anthea: por que você voltou, meu amor? Eu pensei que iria embora pra sempre, e não suportaria viver sem você.- diz, com lágrimas de emoção enquanto olhava nos olhos dele.

Lucius: por que era o certo a se fazer. Infelizmente eu te engravidei, agora já estou manchado e terei de dar o sustento à nossa família.- diz, de forma fria e distante.

Anthea: m...mas por que você está assim?- pergunta, muito preocupada.

Lucius: por que como eu já disse, em Esparta se um espartano prenhar uma estrangeira ou hilota, este é desonrado. E eu já tive muita má sorte com desonra na minha família, pois meu pai, assim como eu, sobreviveu a uma batalha contra hilotas por sorte e mesmo assim este foi desonrado e não suportou a desonra se suicidando na minha frente. Eu jurei recuperar a honra, mas no momento que sobrevivi às Termópilas e te engravidei, caso descubram que estou vivo, minha desonra será a maior em Esparta.- diz, enrolando os cabelos dela.

Anthea: querido....você está longe de Esparta. Não iremos retornar mais, então no momento somente sua origem é Espartana, mas você já não serve mais a Esparta.- diz, pondo sua mão direita na bochecha direita dele.

Lucius: bem...quanto a isso....eu estava pensando em me comunicar com meu filho, pois ele é a luz que me ilumina. Eu não posso permitir que ele pense que eu estou morto, pois assim que ele cumprir seus 18 anos pretendo trazê-lo conosco.- diz, se sentando na cama.

Anthea: você realmente ama seu filho, não é? Isso prova que é um bom pai.- diz, dando um doce sorriso para ele.

Lucius: s..sim. Eu não sou de demonstrar, mas amo meu filho muito. Por isso pretendo esperar até que o mesmo tenha uma maturidade maior para que venha conosco, já que não quero que ele fique fadado à desonra.- diz, recebendo um abraço dela.

Anthea: então o que nos resta é esperar....esperar longe de zonas de confronto. Aqui os Helvécios estão em guerra entre si, e se formos estaremos longe do confronto.- diz, sem soltá-lo.

Lucius: bem....eu não tenho outra escolha. Além disso, eu admito que desde que olhava o horizonte em uma colina próxima do monte Taigeto em Esparta eu sentia vontade de explorar o mundo afora. Mas nunca tive essa chance por sermos adversos ao estrangeiro.- diz, se lembrando de seus tempos de jovem.

Anthea: Lucius, esta é a nossa chance de viajar pelo mundo, conhecer áreas novas e quem sabe fazer uma colônia neutra, sem uma cidade como a líder?- diz, se ajoelhando na frente dele.

Lucius: bem....eu planejava realmente fazer isto. Mas infelizmente ao norte daqui....

?????: senhor Lucius! Invasores!- exclama, um dos escravos.

Lucius: o quê?!- diz, se levantando rapidamente da cama e pegando sua espada e seu escudo e vestindo sua armadura, saindo da casa e se deparando com um grupo de bárbaros mantendo os escravos de refém.

?????: ᚲᚹᛁᚱᛖᛗᚨᛊ᛫ᛊᛖᛒᚱ᛫ᛟ᛫ᚲᚹ᛫ᚠÓᛊ,᛫ᛖᛊᛏᚱᛖᚾᛞᛉᛃᛁᚱᚨᛊ,᛫ᚠᛖᛉᛖᛗ᛫ᛇᚲᚹᛁ᛫ᚾᚨ᛫ᛞᛉᛃᚱᛗÂᚾᛁᛇ.- diz, um homem de baixa estatura mas que impunha grande temor entre seus soldados, os quais aparentemente não demonstravam emoção em fazer aquilo e 

Lucius: o que ele disse, Tristan?- pergunta, para o escravo jovem.

Tristan: e...ele quer saber o que vocês estrangeiros fazem nas terras da Germânia. Aqui pertence ao senhor Balgruf, pele de urso.- diz, engolindo saliva de medo.

Lucius: diga a ele que nós estamos apenas por hoje aqui, pois já partiremos ao noroeste em breve.- diz, tentando acalmar o bárbaro.

Tristan: ᛞᛖ᛫ᛊᛖᛊ᛫ᛞᛖ᛫ᚾᚨᛏ᛫ᚹᛁᛚ᛫ᛊᛏᛖ᛫ᚺᛁᚱ᛫ᚨᚾᛏᛁᛚ᛫ᛏᚨᛗᚨᚱᚱᛟ,᛫ᛏᚨᛞᛖ᛫ᚹᛖᛚ᛫ᚷᛟᚾᛖ.- diz, enquanto o bárbaro soltava os demais escravos e dava as costas pra Lucius.

Após isso, em um ato rápido, o bárbaro saca um machado de sua cintura e o arremessa no escravo, mas Lucius rapidamente o protege com seu escudo derrubando a arma enquanto o bárbaro dizia:

Balgruf: ᛃᚢ᛫ᚨᚱ᛫ᛏᛁ᛫ᚠᚱᛊᛏ᛫ᚹᚨᚾ᛫ᚺᚢ᛫ᚺᛇᚠ᛫ᛞᛁᚠᛖᚾᛞᛁᛞ᛫ᛗᛇ᛫ᛒᛇᚲ᛫ᛇᛏᛏᛇᚲ,᛫ᚾᛟ,᛫ᛃᚢ᛫ᛗᚨᛊᛏ᛫ᛒᛁ᛫ᛞᛖᛞ.- diz, sacando sua espada e outro machadinho.

Lucius: o que ele disse?- pergunta, curioso.

Tristan: e...ele disse que quando alguém defende seu ataque de machado, que não pode ser defendido por ninguém por ordem dele, a pessoa que defendeu o ataque deve enfrentá-lo para decidir quem será o próximo líder dos germanos.- diz, resumindo a frase de Balgruf.

Lucius: está me dizendo que ele pretende....lutar comigo apenas por um movimento defensivo?- pergunta, sem entender nada.

Tristan: é....a...cultura deles, senhor.- diz, engolindo saliva assustado da presença dos bárbaros.

Lucius: bem, se ele deseja me enfrentar então não tenho escolha.- diz, em pose de combate, enquanto os bárbaros batiam com seus pés no chão e gritavam "uh!" várias vezes para tentarem intimidar o espartano.

Balgruf: ᛊᚨ,᛫ᛃᚢ᛫ᛇᚲᛊᛖᛈᛏ᛫ᛞᚨ᛫ᛏᛊᛃᚨᛚᛖᚾᛞᛉᛃᛖ?᛫ᛃᚢᚱ᛫ᛗᚨᛊᛏ᛫ᛒᛁ᛫ᛇᚾ᛫ᛁᛞᛁᚨᛏ.᛫ᚾᚨᚹ᛫ᛁᛚ᛫ᚲᛁᛚ᛫ᛃᚢ᛫ᛇᚾᛞ᛫ᛁᛚ᛫ᚠᛁᚨᛚᛖᛏ᛫ᛞᛟᛉ᛫ᚠᚱᛞᛉᛃᛁᚾ᛫ᛊᛚᛖᚠᛖᛊ.- diz, rindo enquanto olhava as jovens escravas e para Anthea.

Tristan: ele disse....

Lucius: eu acho que sei bem o que ele disse.- diz, furioso com o bárbaro.

?????: ᛚᚢᛏᚨ!!!- grita um bárbaro logo atrás do rei.

Então Balgruf corre na direção de Lucius e acerta um corte horizontal com sua espada, o qual Lucius defende usando seu escudo e quando o bárbaro ia lhe dar um ataque descendente com o machado, o espartano defende com sua espada e acerta um chute no abdômen do bárbaro, empurrando-o pra trás. 

Após isso, Balgruf se recupera e novamente corre até ele, dando corte após corte até que Lucius finalmente revida dando um golpe com a borda do escudo no braço que Balgruf usava para utilizar sua espada, desarmando-o e finalizando com um corte giratório no mesmo braço dele, finalmente o forçando a retroceder.

Então Balgruf se recupera, mas ainda com dor, ele tenta atacar o espartano com sua machadinha, mas Lucius com facilidade desvia o ataque e com um golpe com a borda do escudo este incapacita o bárbaro, derrubando-o no chão e antes de matá-lo este diz:

Lucius: nunca.....

Anthea: NÃO, LUCIUS!!!- grita, abraçando o mesmo para que este não matasse o bárbaro.

Lucius: A...Anthea....

Anthea: chega de matar por nada....chega de violência inecessária, meu amor.- diz, entre lágrimas pois não suportava ver seu amado assassinar a sangue frio por algo tosco.

Lucius: eu....

Balgruf: ᚠᚢᛚ!!!- exclama, pegando sua espada e perfurando o abdômen do espartano.

Para sua surpresa, por estar de armadura vestida, e pela espada do bárbaro ser de bronze de baixa qualidade, esta acaba entortando ao fazer contato com a couraça do espartano, que ao perceber a ação rapidamente pisa na cabeça do bárbaro, desmaiando-o e deixando muito sangue espalhado pelo local.

Lucius: ele mereceu.- diz, de forma fria e distante. 

Anthea: mas você não o matou, meu amor. Você não sabe como isso me deixa muito feliz, pois já mostra como está mudando.- diz, beijando a nuca dele enquanto o abraçava com carinho.

Para a surpresa deles, os bárbaros se ajoelham perante Lucius, em forma de respeito e admiração, algo que impressionou a todos, pois aquele pequeno grupo estava tratando o vencedor com respeito.

Lucius: p...por que eles estão me tratando assim, Tristan?- pergunta, enquanto os bárbaros se levantavam e ficavam ao lado dele.

Tristan: pelo que eu ouvi falar, o povo do Norte, no caso estes, quando seu rei morre pelas mãos de um inimigo, o vencedor deve possuir a liderança do grupo. Pelo que vi, o senhor é agora o líder dos germânicos.- diz, engolindo saliva.

Lucius: então ensine a eles o nosso idioma, por que estou cansado de que traduzam tudo o que eles dizem.- diz, cruzando os braços. 

Depois disso, Lucius pega o corpo do bárbaro desmaiado e o joga no lago, deixando-o por ali para que alguma hora este despertasse bem longe deles e lembrasse eternamente o nome do homem que o venceu: Lucius.


Notas Finais


Será que Tristan poderá ensinar grego aos bárbaros?


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