História Journey - Interativa - Capítulo 11


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bts, Interativa, Naruto, Original
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Poesias, Romance e Novela, Saga, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 11 - Nômades persas....na Europa?


P.OV~Autor

Depois de alguns dias desde que havia matado o líder bárbaro Balgruf, Lucius havia ganhado a liderança do pequeno esquadrão de bárbaros, os quais decidiram segui-lo por conta da derrota de Balgruf.

Era um esquadrão não muito grande, aparentemente todos eram nômades, pois de acordo a um deles, não possuíam uma cidade fixa, assim como pareciam ser sobreviventes de uma grande batalha, já que seu número não contava com mais de 30 homens, todos utilizando-se somente de espadas e machados feitos de bronze curtos e aparentemente sem nenhum tipo de armadura.

Seus equipamentos eram precários, e seu bronze não era um dos melhores, pois a espada de Balgruf havia se entortado facilmente ao tentar perfurar a armadura de Lucius. 

Este comparava o bronze dos bárbaros com o dos espartanos, concluindo que o bronze espartano era, sem dúvidas, o melhor do mundo, pois após o bronze ser solidificado a dureza era semelhante à do aço, e quando este já estava enferrujado era duro como o ferro.

Lucius não tinha conhecimento de ferraria, portanto desconhecia o segredo do bronze de sua terra natal, pois este era feito pelos Periecos, os quais eram artesãos e cuidavam da forja das armaduras e armas deles, então seria difícil auxiliar os bárbaros a alterarem seus equipamentos, por que aparentemente não utilizavam-se do ferro.

Devido à nova quantidade de pessoas no acampamento, Lucius teve que adiar sua partida, e assim o ano de 480 a.C. se foi, iniciando, portanto, Janeiro de 479 a.C., um ano que iria alterar a vida de todos ali.

O acampamento logo tornou-se um pequeno assentamento, mas Lucius não estava convencido de esperar tanto tempo para melhorar os equipamentos dos bárbaros, e portanto um dia ele se aproxima de Anthea e diz:

Lucius: Anthea, devo ir a Roma novamente. Preciso trazer ferreiros, arquitetos e engenheiros para nosso grupo, ou vamos perecer com armas velhas, e com estruturas precárias.- diz, seriamente.

Anthea: tem certeza? Sem você aqui há uma grande chance de sermos atacados. Além disso você vai demorar 1 mês pra ir e voltar de Roma, tem certeza que deseja fazer uma viagem tão longa?- pergunta, olhando-o com carinho e preocupação nos olhos.

Lucius: é necessário, se quisermos um lar nostálgico. Eu quero sempre me lembrar de minha terra natal, Esparta.- diz, enquanto pegava uma carroça e se preparava pra partir.

Anthea: o que fazemos aqui na sua ausência?- pergunta, curiosa.

Lucius: construam um muro ao redor do assentamento, até meu retorno se protejam.-diz, beijando a jovem nos seus pequenos lábios, fazendo-a sorrir após o ato e se despedir de seu amado enquanto punha uma mão no ventre, e via como a carroça ia a velocidade total (32 km/h).

Anthea: cuide-se....querido.- diz, em voz baixa.

9 dias após isso, Lucius havia chegado à cidade de Roma, e assim que ele chega, uma movimentação intensa era vista em torno do centro da cidade, pois aparentemente era um festival local, e Lucius decide deixar seu cavalo e sua carroça em um estaleiro próximo do centro de Roma.

Depois disso ele vai até o ferreiro que havia feito sua armadura, e ao encontrá-lo o mesmo o recebe com alegria e diz:

Flávio: Demétrio! Faz um bom tempo que não te vejo, hein?- diz, contente em ver o homem que comprou seus melhores equipamentos que nenhum outro soldado aceitou.

Lucius: Flávio, eu não vim conversar. Serei breve, preciso que você venha comigo. Estou reunindo um grupo de trabalhadores, um ferreiro, um arquiteto e um engenheiro naval.- diz, com seriedade no olhar.

Flávio: entendo, mas por que precisa desse tipo de trabalhadores?- pergunta, curioso.

Lucius: eu planejo fazer um lar para mim e meus seguidores que eu reuni ao longo do caminho, mas eles são bárbaros que mal sabem usar ferro e seu bronze é fajuto ao ponto disso...*mostra a espada torta de Balgruf*....e de todos os ferreiros que eu já conheci, você é o melhor. Acredito que você apenas perde para os Periecos, que sabem fazer o melhor bronze de todos que usamos em nossas armaduras em Esparta.- diz, cruzando os braços. 

Flávio: nossa....obrigado, mas se você não sabia eu já fui um Perieco.- diz, dando um sorriso de satisfação. 

Lucius: você?- pergunta, não entendendo.

Flávio: Flávio é o meu codinome romano, pois meu verdadeiro nome é Gerião. Meu pai era um ferreiro Perieco, e minha mãe uma Romana artesã. Enquanto meu pai viajava por aqui ele a conheceu e ambos se mudaram pra Esparta, foi lá que eu aprendi a arte da ferraria Perieca e Romana, e a uni em uma só. Meu pai continua morando em Esparta, e minha mãe, bem, está morta. Mas o que eu tenho certeza é que eu também conheço o segredo do bronze espartano, e somente não o usei na sua armadura por medo que soubesse minhas origens.- diz, cabisbaixo.

Lucius: não te preocupes, homem. Eu não farei nada a você, até por que já não sirvo mais à bandeira de Esparta, porém não me canso de dizer que ainda me considero um espartano e que caso me aceitem novamente eu darei a vida pela minha cidade.- diz, olhando para ele com atenção.

Flávio: bem...obrigado, Demétrio. Nesse caso irei com você.- diz, sorrindo pra ele.

Lucius: então pegue suas coisas e coloque-as na minha carroça ali naquele estaleiro, enquanto eu vou procurar algum arquiteto e engenheiro.- diz, apontando para sua carroça.

Flávio: eu recomendo que procures naquele festival. Certamente deve haver algum engenheiro e arquiteto.- diz, enquanto preparava suas coisas.

Então Lucius se afasta da ferraria e vai até o festival, onde haviam várias pessoas saltando de alegria e bebendo vinho enquanto um tipo de música com Lira tocava. 

Enquanto caminhava, no meio dos festejos, Lucius escuta o barulho de socos e gritos ofegantes de um homem, e os gritos de preocupação de uma mulher, e ao olhar ao redor vê um beco onde uma mulher estava sendo segurada por dois homens muito fortes e um homem extremamente musculoso como o guerreiro bárbaro mais forte de Vougan que Lucius havia matado, o qual estava segurando outro homem de estatura mediana enquanto um homem não muito alto mas bem musculoso batia neste, e o homem grande dizia:

??????: você é um bastardo, seu persa imundo! Como se atreve a tentar ficar com a minha irmã?! Agora você vai pagar por sua indolência.- diz, dando um soco no homem, que já estava bem machucado para se defender.

??????: DASTAN!!!- grita, a mulher enquanto estava preocupada pelo rapaz.

Dastan: hehehehe, sua irmã....É bem cheirosinha, pelo visto deve ser rosinha e apertadinha também.- diz, provocando o homem.

??????: daqui a pouco vamos ver como são os seios de uma persa, sua irmã vai adorar sentir um romano dentro dela.- diz, dando um soco no abdômen do persa, seguido de uma cotovelada em seu nariz.

Dastan: L...Layla....saia daqui.- diz, enquanto se apoiava do homem que o segurava e dava um chute duplo no peito do homem que estava lhe batendo, e um dos homens que estava segurando a moça acaba a soltando para pegar Dastan, e a mesma aproveita isso e pega um pequeno prego e perfura o olho esquerdo do homem que a segurava, fazendo-o retroceder pra trás e gritar de dor.

Depois disso, a jovem corre até seu irmão para ajudá-lo, mas o homem que estava batendo em seu irmão dá uma investida surpresa nela e a derruba, incapacitando-a. Então um dos homens saca uma espada e sorri, dizendo:

??????: diga olá para o hades.- diz, prestes a atacá-lo, mas uma voz se faz presente.

?????: não acham que é covardia atacarem em grupo apenas duas pessoas?- diz, uma voz revelando ser Lucius, que aparece no beco olhando os homens com seriedade.

??????: covardia é o cara dar em cima da minha irmã que só tem 17 anos.- diz, com raiva.

Lucius: vocês já deram o merecido a ele, não é? Então deixem-no, não é necessário que o matem.- diz, enquanto em seu interior se amaldiçoava a si mesmo por haver dito a frase de Anthea.

??????: hahahaha, um cara como você vem aqui nos dar ordens? Nós odiamos gente como você.- diz, enquanto o outro homem soltava Dastan no chão.

Lucius: vocês não vão querer essa luta. Eu sou um espartano, e sempre que luto eu mato alguém, e se valorizam suas vidas saiam daqui.- diz, enquanto o homem de baixa estatura se aproximava dele e dizia:

?????: um espartano? Aaah, que medo! Acha que não queremos lutar com alguém tão forte?- pergunta, de forma irônica enquanto dava um tapa na cara de Lucius, irritando-o. 

Lucius: vá....embora!- exclama, de forma serena e calma.

??????: então mostre-nos que é um espartano.- diz, dando um soco nele, mas o mesmo defende e com um rápido movimento acerta um golpe no cotovelo dele, assim quebrando-o e posteriormente dando uma cotovelada no rosto do mesmo, derrubando-o no chão.

Então os outros 3 correm contra ele para tentar acertá-lo, mas Lucius desvia de cada soco facilmente e finalmente pega um deles pelo pescoço e com um movimento forte este lhe rasga a garganta, sufocando-o até a morte.

Quando outro homem ia atacá-lo com uma faca, Lucius gira e o desarma pegando a faca e apunhalando-o no pescoço várias vezes finalizando ao apunhalar o olho do homem, assim o último que estava vivo corre na direção dele, mas Lucius o pega e o empurra contra a parede, derrubando-o no chão e rapidamente sobe em cima dele, colocando seus dedos nos olhos do homem até o cegar e finalmente pegando uma adaga do bolso do mesmo, perfurando-lhe a testa assim o matando.

Quando o homem que havia quebrado o braço se levanta, percebe que seus amigos estavam mortos e sai correndo de medo, amaldiçoando-o ao estar assustado.

Depois disso, a moça auxilia seu irmão a se levantar e posteriormente olha o espartano, dando um leve sorriso e dizendo:

Layla: bem....obrigada, senhor. Você realmente nos ajudou muito, se não fosse você meu irmão teria morrido.- diz, enquanto o espartano dava as costas.

Lucius: por serem persas eu me arrependo um pouco de havê-los ajudado, mas não podia deixar que aqueles covardes os matassem sem uma luta justa.- diz, de forma fria e distante. 

Layla: é que eles tentaram enfrentar meu irmão ao mesmo tempo, e só assim conseguiram o deixar nesse estado. Se eles tivessem lutado uma luta de 1 contra 1, meu irmão poderia tê-los massacrado.- diz, lembrando do início do embate.

Dastan: aqueles caras sabiam que sozinhos não podiam contra mim e por isso decidiram lutar em grupo, até a Layla podia dar conta daqueles fracotes.- diz, cuspindo no chão.

Lucius: é por isso que vocês persas sempre perdem lutas, pois deveriam aprender a trabalhar em equipe.- diz, sem dar a mínima pra eles.

Layla: bem....Você é mesmo um espartano?- pergunta, curiosa ao ver a armadura dele.

Lucius: sim. Eu sou o último sobrevivente dos 300 de Esparta, e por culpa do seu rei, Xerxes, eu já não posso retornar à minha cidade e ainda por cima perdi meus irmãos.- diz, em forma fria e com um tom de desprezo.

Layla: nós não respondemos pelos atos do rei, pois já não servimos o império.- diz, enquanto caminhava com seu irmão para outro lado.

Lucius: então renunciaram vossa cidadania...

Dastan: algo do tipo, hehehe.- diz, dando um sorriso forçado.

Lucius: em breve eu partirei a uma terra distante para buscar um novo lar para mim, pois não sou bem-vindo na minha cidade, mas só assim que encontrar um arquiteto e um engenheiro naval. Como posso ver, também não são bem-vindos nem lá nem aqui. Se for de vosso agrado, podem vir.- diz, olhando de canto pra eles.

Layla: está nos convidando?- pergunta, parando de andar.

Lucius: vocês já não se consideram persas, portanto eu admito que temos destinos semelhantes. Eu estarei na ferraria de Flávio, naquela esquina. Se desejarem vir, estejam lá até o pôr do sol.- diz, caminhando para longe deles.

Depois disso, Lucius começa a procurar o arquiteto e engenheiro naval, que pelo visto tardariam a ser encontrados.


Notas Finais


Será que Lucius encontrará o engenheiro e o arquiteto?


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