História Journey To The Past - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Personagens JB, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Mark, Rap Monster, Suga, V
Tags Anjo, Jaebum, Park Shin Hye, Passado, Suga, Taehyung, Yoongi
Visualizações 7
Palavras 2.793
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Self Inserction, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, tudo bem? Essa fanfic anteriormente era postada no meu outro perfil, ~mywritterworld. Então se você acha que já a viu em outro lugar, não é coincidência. Ela ainda está lá, mas é porque pretendo avisar aos leitores que estarei passando ela para esse novo perfil só para kpop. A história continua a mesma, a propósito e a personagem principal é interpretada pela Park Shin Hye.

Vou deixar minhas redes sociais nas notas finais para caso queiram falar comigo. Não esqueçam de me dizer o que acharam nos comentários! Beijos e boa leitura ♥

Capítulo 1 - Back To The Past


Fanfic / Fanfiction Journey To The Past - Capítulo 1 - Back To The Past

“Gostaria que pudéssemos voltar no tempo e lembrar do porque brigávamos. Gostaria que você soubesse, eu sinto saudades demais para ainda estar brava. Gostaria que você estivesse bem aqui, agora. Tudo estaria bem, eu gostaria que você estivesse.”

I Wish You Would – Taylor Swift

 

Violet P.O.V

Eu nunca fui o tipo de garota que espera viver uma história digna de um filme. Eu sabia muito bem que por mais que alguns fossem inspirados na vida real, eles eram apenas ficção. Histórias criadas para nos fazerem acreditar naquilo que o mundo nos prova não existir. Como o amor, por exemplo.

Até que um dia, tudo mudou.

Eu abri meus olhos e tudo o que eu conseguia enxergar era uma luz forte. Quando finalmente a luz começou a enfraquecer e eu pude ver melhor onde estava, pisquei algumas vezes, sem acreditar no que via. Era o meu quarto, mas não o do apartamento que eu morava desde que conclui a faculdade de Letras. Aquele era o quarto que eu dormia quando ainda morava na casa dos meus pais. Eram os mesmos posters dos meus grupos favoritos, a minha mesma prateleira de livros e a mesa bagunçada com meus cadernos escolares. Tudo estava exatamente igual. E isso não fazia o menor sentido.

Eu não era mais aquela menina fazia anos. Agora eu era uma mulher formada em Letras e que ensinava inglês para crianças em uma escola. Eu estava noiva e me casaria em alguns dias. Além disso, fazia anos que eu não visitava aquela casa. Tudo isso na tentativa de evitar as lembranças que sempre voltavam. Eu tinha feito uma escolha. Tinha seguido em frente. Mas, sempre que eu estava ali, era impossível não sentir uma dor no peito ao lembrar como tudo acabou. Eu magoei uma das pessoas mais importantes da minha vida, afastando-o de mim e por mais que eu tentasse me mostrar forte mesmo depois de tantos anos, eu sabia que no fundo, eu sentia falta de como tudo era antes.

— Isso te traz muitas lembranças? — Uma voz perguntou, me fazendo virar para o outro lado da cama. Parado próximo a mim estava um garoto. Ele tinha o cabelo loiro e usava brincos. A camisa era preta e ele vestia calça jeans. Eu continuei observando, tentando raciocinar o que acontecia, enquanto buscava na minha mente se eu já tinha o visto antes, mas não conseguia reconhecê-lo de lugar algum.

Ele sorriu, notando que eu o observava por tempo demais e os olhinhos se tornaram pequenos, mostrando um pouco de olheiras debaixo de seus olhos, me fazendo acreditar que ele não dormia direito devia ter bastante tempo.

— Quem é você? — Eu questionei, me sentando na cama, finalmente lembrando o que estava acontecendo. Eu estava em um quarto de uma casa que não visitava há anos e havia um estranho parado ao meu lado, sorrindo como se me conhecesse bem mais do que eu imaginava.

— Eu sou um anjo, Violet. — Ele respondeu, calmamente, como se isso fosse algo que a gente escuta todos os dias, em todo lugar.

— Um anjo? — Pergunto, achando graça. Primeiro aquele quarto, depois um desconhecido e agora isso? Só podia ser piada. Alguém me embebedou e me levou para lá. Só pode. Isso também explicaria o fato de eu não me lembrar de nada desde que saí do meu apartamento, depois de uma briga com meu noivo.

— Sim. Um anjo. — Ele afirma, se aproximando mais ainda da cama para sentar ao meu lado. — Olha, eu sei o que você está pensando e isso não é nenhuma brincadeira.

— Só me faltava essa agora. — Resmungo, encarando-o. — Agora você além de ser um anjo, lê mentes? Qual é a próxima? Vai me dizer que viaja no tempo?

— E não é isso que fizemos, afinal? Quer dizer, você já deve ter percebido que esse não é o seu quarto atualmente.

— É, eu…

— Além disso. — Ele continuou, se levantando e ignorando minha tentativa de responder.  — Se você reparar melhor nos detalhes, verá que tem muitas coisas aqui, que não estavam quando você saiu da casa dos seus pais para viver por conta própria. — Ele disse e comecei a olhar em volta, com maior atenção.

Quanto eu tinha 15 anos, havia um grupo que eu era loucamente apaixonada, colando um pôster deles na parede do meu quarto, em cima de onde ficava minha cômoda. Mas, conforme eu fui ficando mais velha, meus gostos acabaram mudando e aos poucos fui deixando de lado esse grupo, decidindo substituir o pôster pelo de uma banda japonesa que eu estava viciada na época. No entanto, olhando agora em volta com mais atenção, o pôster que eu havia tirado estava de volta e não havia sinal nenhum do que eu havia colocado por último. E o pior é que isso se repetia também em alguns móveis e até mesmo fotografias que eu tinha em um mural, perto da escrivaninha.

— O que você fez com meu antigo quarto? — Acuso o garoto, caminhando até ele, irritada. Rapidamente o garoto desce o olhar para o meu corpo, desviando-o rapidamente. Eu franzo o cenho, confusa e olho para mim mesma, sentindo a confusão aumentar. Passo pelo garoto, seguindo em direção ao meu antigo guarda-roupa, abrindo uma das portas. Paro de frente para o espelho preso ali e encaro meu reflexo, sem entender o que estava acontecendo. — O que é isso? — Questiono, sem ter coragem de desviar o olhar do espelho a minha frente. — Porque eu pareço ter 15 anos de novo?

— Porque, você tem 15 anos de novo, Violet. — Ele diz, se aproximando de mim com um roupão na mão. Pego com ele, colocando-o por cima do pijama que eu vestia, agradecendo mentalmente por ele ter pensado nisso. O pijama que eu usava era mais curto, porque eu costumava usa-lo em casa quando nenhum dos meus amigos vinha dormir aqui. Mas, isso era quando eu tinha 15 anos. Hoje em dia eu usava uma camisola de seda, porque não tinha a preocupação de amigos dormindo na minha casa. Só que, por algum motivo que eu desconheço, não é essa a roupa que estou usando.

— Isso não faz o menor sentido. — Declaro, passando novamente pelo garoto para me sentar na cama. — Quem te pagou?

— O que? — O garoto pergunta, franzindo o cenho.

— Eu perguntei quem te pagou. — Repito. — Você sabe, para fazer esse showzinho todo de teatro.

— Violet, quantas vezes terei que dizer que isso não é nenhuma brincadeira? — Ele pergunta, se aproximando de mim e se ajoelhando na minha frente para que seu rosto ficasse da altura do meu. — Eu sei que parece loucura, mas é verdade. — Ele insiste. — Se quiser, posso lhe provar. Era para eu deixar toda a história rolar quando você já acreditasse nisso tudo, mas posso adiantar o processo, desde que você me prometa não falar nada sobre sua vida no presente para ninguém.

— E porque eu prometeria isso a você? Eu nem ao menos te conheço!

— Você me conhece Violet. Você só não sabe. — O garoto diz, misterioso e encaro os olhos castanhos a minha frente, tentando encontrar o mínimo de sinal de que ele estava falando sério quando disse que tudo aquilo não era brincadeira.

— Anjos não existem. — Respondo. — Quer dizer, não assim. Em carne e osso. — Digo, tocando nos braço dele, fazendo-o rir.

— Anjos existem e sim, em carne e osso também. Só não saímos espalhando quem somos sempre que viemos até a Terra ajudar alguém.

— Então, porque está me contando isso?

— Porque você precisa saber disso para podermos começar.

— Então comece. O que você pode me mostrar para provar que tudo isso não é brincadeira?

Ele sorri e estala os dedos, se levantando e parando em pé ao meu lado da cama. Eu o encaro, confusa e ele aponta para a porta do quarto. Em poucos segundos ela se abre, revelando meu irmão gêmeo, Jeon Jungkook.

Eu o observo, sem acreditar no que via, porque ele estava exatamente como quando tínhamos 15 anos. O mesmo cabelo ruivo com franja e camisa branca, junto com uma calça moletom preta.

— Você está surda? — Jungkook questiona, me olhando estranho. Foi então que notei que eu o observava por tempo demais, sem escutar uma palavra sequer do que ele havia dito.

— Desculpa. Eu estava pensando em uma coisa. Mas, o que você disse?

— Eu perguntei se você quer ir à festa que a tia do Tae vai dar hoje à noite? Ele acabou de me mandar uma mensagem perguntando.

— Festa da tia do Tae? — Pergunto, aos poucos me recordando desse dia.

Tae havia ligado para Jungkook avisando e meu irmão topou, vindo me perguntar o que eu achava. Eu aceitei e no horário combinado, meu pai nos deixou na casa da tia de Tae, onde a festa estava acontecendo. Lá, nós nos divertimos como o trio inseparável que éramos. Em certo momento, lembro até de ter dançado com Tae e começado a rir, porque nós dançávamos muito mal. Mas, no fim da noite, eu e meu melhor amigo acabamos brigando. Eu nunca soube o motivo de tudo aquilo ter começado, para ser sincera, só sabia que aconteceu. Eu fiz uma nova amizade com um vizinho da tia de Tae que havia sido convidado, mas briguei com meu melhor amigo, me fazendo ter me arrependido de ter ido até lá.

— É. Festa da tia do Tae. — Jungkook repete. — Sério que você não está surda? — Ele questiona e reviro os olhos.

— Eu acho que vou ficar em casa. — Decido, lembrando o quanto eu desejei não ter ido naquele dia.

— Certeza? Você sabe como é a tia Bae. Ela vai ficar paranoica achando que fez alguma coisa que te chateou.

— Não se você inventar que estou me sentindo mal. — Sugiro, sorrindo para ele.

— Desde quando você me pede para mentir por você? — Droga. Eu tinha esquecido desse detalhe. Nessa época, eu também não era muito a favor de mentir, mesmo que para fugir de algo.

— É só dessa vez. — Explico, observando-o se aproximar de mim e se sentar ao meu lado na cama. — Eu realmente prefiro ficar em casa.

— Você e Tae brigaram?

— Não? Não. — Respondo, sem saber o que dizer. — Eu só quero ficar um pouco sozinha hoje.

— Tudo bem. Você não quer falar o que houve realmente, então não serei eu que vou insistir. — Meu irmão diz, se levantando da cama para ir até a porta. — Se você quer manter a mentira, recomendo não sair do quarto. Eu posso até mentir por você, mas duvido que nossos pais fariam o mesmo.

— Obrigada. — Agradeço, sentindo os olhos marejarem aos poucos. Ele estava sendo carinhoso comigo, como quando tínhamos 15 anos. Fazia tanto tempo que isso não acontecia, já que não somos mais tão próximos quanto antes. Eu sentia falta de ser a melhor amiga do meu irmão.

— De nada. — Ele diz e sorri para mim, fechando a porta do quarto.

Ouço alguém pigarrear e aos poucos a ficha cai, me fazendo olhar para trás. Encostado na cabeceira da minha cama estava o garoto que se dizia anjo, folheando um dos meus livros.

— Agora você acredita em mim? — Ele pergunta, sem desviar a atenção do livro. Mas, ao invés de respondê-lo, eu levanto da cama, caminhando de um lado para o outro do quarto.

Durante todo esse tempo ele estava ali e com certeza Jungkook o viu. Se tudo aquilo que ele disse era verdade, o que Jungkook iria pensar de mim em ver um desconhecido no meu quarto? Apesar de que, ele não parecia ter notado ninguém além de mim no quarto.

Paro de andar, me virando para o garoto que a essa altura já havia fechado o livro, colocando-o na cabeceira da minha cama e agora estava com os braços cruzados, me observando.

— Jungkook não notou que você estava aqui, certo? — Pergunto, me aproximando um pouco mais da cama.

— Não.

— E como você fez isso?

— Eu sou um anjo. Já disse.

— Desculpa. Mas eu não consigo acreditar nessa sua história.

Ele suspira, cansado e se levanta, se aproximando de mim enquanto fala.

— E como você explica estar no seu quarto revivendo um dos momentos de quando você tinha 15 anos?

— Eu… Eu estou sonhando. — Respondo e aponto para ele. — E você é só um personagem da minha cabeça que inventei. — Completo e ele ri.

— Então se belisque. Não era isso que você costumava dizer que funcionava para acordar de um sonho? Faça e vamos ver se você acorda. — Ele sugere e respiro fundo, fechando os olhos e me beliscando. Eu espero passar alguns segundos e abro os olhos, encarando uma porta branca. Eu olho em volta, confusa, mas só encontro um corredor vazio, exceto por mim e pelo garoto de antes, encostado na parede oposta a porta.

— Onde estamos? — Eu pergunto, confusa, e ele desencosta da parede, parando ao meu lado.

— Você já vai saber. — O garoto diz, simplesmente. — O que você precisa entender agora, é que essa é a última chance de você acreditar em mim, Violet. Você precisa acreditar, se não tudo isso terá sido atoa e não há mais chances de te salvar.

— Como assim? Do que você está falando?

Ele segura na maçaneta da porta e a abre, dando espaço para que eu entre depois dele. Enquanto o garoto fecha a porta, me aproximo da cama do hospital, observando a garota deitada ali. Ela estava toda machucada, mas eu conseguia reconhecê-la facilmente. Aquela garota era eu. Eu não sabia como, mas eu estava me vendo em uma cama de hospital, ligada a diversos aparelhos, e nem mesmo em meus sonhos mais malucos eu poderiam imaginar isso.

— Sim. Essa é você. — Ele diz, lendo meus pensamentos. — Você sofreu um acidente quando saiu do seu apartamento, por isso essa é a sua última lembrança. Os médicos tentaram de tudo, mas você acabou entrando em coma e até agora não acorda. Isso já faz quase um ano, Violet.

— Como quase um ano? Eu saí hoje cedo do apartamento. Estava de madrugada, isso eu lembro, e…

— Violet, isso foi há quase um ano atrás. — Ele repete. — Para você parece recente, mas para todos que se importam com você, isso já não é mais.

— E porque só agora eu estou assim? Falando com você, me vendo nesse estado, revendo meu passado…

— Porque você está quase morrendo. Não há mais nada o que os médicos possam fazer para te salvar, então eles querem convencer sua família a desligar as máquinas que te mantém viva. Mas, eu encontrei uma chance de te salvar, Violet.

— Qual chance? E porque você?

— Porque, eu sempre estive presente na sua vida. Eu já te disse. Você me conhece, só não sabe. E por conta disso, fiz um acordo com Deus.

— Um acordo com Deus?

— Pare de perguntar como se fosse tudo coisa de outro mundo. Não é tão impossível assim um anjo se preocupar com um ser humano, ainda mais se ele sempre esteve na vida dessa pessoa.

— Tudo bem. Só me explique isso.

— Deus me deu uma chance de te levar de volta aos seus 15 anos, quando você fez uma escolha decisiva para o seu futuro te trazer até essa cama de hospital. Ele quer que você reviva aquilo, só que dessa vez tomando as atitudes certas com base em tudo que você já viveu. Se ao final de tudo, você tiver aprendido a lição e feito as escolhas certas, você terá uma nova chance.

— E se eu não fizer as escolhas certas e não aprender a lição?

— Se isso acontecer, os médicos vão ter a chance de convencer a sua família e desligar seu aparelho, Violet.

Eu desvio o olhar do garoto, encarando meu corpo imóvel naquela cama. Eu não quero morrer. Não quero perder as pessoas que são importantes para mim, mais do que já perdi ao longo dos anos.

— Me leve de volta. — Eu peço, decidida. — Eu farei as escolhas certas. Eu vou viver.

— É assim que se fala. — Ele responde, sorridente e se aproxima da porta do quarto na intenção de abri-la, quando seguro no braço dele, fazendo-o parar.

— Você ainda não me disse seu nome.

— Meu nome… — Ele começa, incerto sobre falar ou não. — Im Jaebum. — Ele diz, após alguns segundos.

— Oh, prazer Jaebum. — Respondo, observando-o. Ele sorri e pega em minha mão, abrindo a porta. Assim que passamos por ela, voltamos para meu antigo quarto na casa dos meus pais. Tento raciocinar em como ele fez aquilo, mas no segundo seguinte meus pensamentos são interrompidos pela voz do garoto.

— Eu preciso ir agora. — Ele diz, sério. — Mas se quiser falar comigo, é só me chamar.

— Espera. — O chamo, antes que ele vá embora. — Que escolha decisiva é essa que eu fiz? — Eu pergunto, curiosa. Jaebum fica em silêncio, pensativo, e encarando o chão, finalmente responde, antes de desaparecer do quarto, me deixando com mais perguntas ainda.

— Kim Taehyung ou Min Yoongi?


Notas Finais




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