História Jovem Tom Riddle - Capítulo 23


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Tags Harry Potter, Tom Riddle
Visualizações 52
Palavras 1.305
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Demorei um pouco, mas aqui estou.

Capítulo 23 - A fuga


O dia 31 amanheceu mais belo e mais agitado que nunca, pois todos no Castelo estavam animados para a chegada do ano novo, mas para Tom Riddle, a única coisa que importava era que enfim ele era maior de idade. Enfim ele poderia fazer magia fora da escola, e seu primeiro desejo era matar todas as crianças do orfanato que fora criado. Ele já havia traçado todo um plano para que nunca desconfiassem dele, e depois de tanto tempo, enfim colocaria o plano em prática.
Aproveitem o resto de vida que lhes restam porque logo estarão mortos. Ele pensou.

Ao sair do dormitório, recebeu alguns tapinhas nas costas pelos colegas sonserinos, mas ao chegar na sala comunal da Sonserina, alguém se jogou em seus braços. Era ela, Magda Carrow com os seus cabelos dourados e os olhos verdes intensos. Ela olhava feliz para ele, completamente hipnotizada pelo olhar frio do garoto.

— Meus parabéns, milord— ela disse essa última palavra baixo – , espero que o seu dia seja tão maravilhoso quanto você é. – completou enquanto dava um beijo demorado no rosto dele, mas bem próximo da boca.

— Obrigado, Magda. – o rapaz respondeu se soltando da garota – vindo de você, significa muito. – completou fazendo-a sorrir intensamente

— Sabe que sempre poderá contar comigo. – ela se aproximou para sussurrar no ouvido dele - Sempre abraçarei a sua causas incondicionalmente, serei sua serva mais fiel e mal posso esperar para receber a sua marca no braço!

— Fico realmente satisfeito em saber disso – disse empurrando-a suavemente para manterem distância. – Mas se me der licença, preciso de um café da manhã.

— Eu vou com você! – disse garota segurando no braço dele que não fez nenhuma objeção

O fato de Tom ser popular na escola fazia com que todos se esforçassem para ir até ele para felicitá-lo, o que ele, obviamente,  o garoto detestava. Quando o último aluno a felicitá-lo se afastou, Slughorn apareceu com os braços abertos e um vasto sorriso no rosto para desejar votos de felicidade. Tom abraçou-o se má vontade.

— Meu rapaz, 17 anos já? É uma idade muito bonita e cheia de responsabilidades, por isso decidi que não haveria melhor presente para te dar do que sorte líquida, não é mesmo? – disse dando uma piscadela enquanto entregava uma caixinha a Tom – a srta. Carrow que aqui se encontra sugeriu que fizéssemos uma festinha para comemorarmos essa data tão especial... podemos começar às 19:00 h, e você pode levar sua adorável namorada. Seria um grande prazer, meu jovem, um grande prazer... 17 anos...

— Fico muito feliz, professor, e agradeço o convite tão gentil, mas é que eu já tenho planos com a Anna... não sei o que exatamente porque ela não quis me contar, mas ela se...

Ele não conseguiu terminar a frase porque alguém se jogou em cima dele, o que fez com que ele se desequilibrasse e quase caísse com aquela garota de cabelos cacheados que viera correndo e depois pulara em cima dele. Por pouco o vidro de Felix felicis não caiu no chão.

— Amor da minha vida, que felicidade! Meus parabéns! Eu te amo, te amo, te amo – dizia Anna enquanto o enchia de beijos. Magda fechou a cara e saiu de perto.

— Se acalme, Anna Por pouco não me derruba no chão! – Reclamou Tom se soltando da garota e um pouco constrangido pelo professor Slughorn estar olhando.

— Não se preocupe, Tom, o amor é lindo, ainda mais nessa idade...aah, meus 17... – o professor suspirava – estava dizendo a ele, Anna – continuou o professor olhando pra garota que o escutava com atenção – Eu estava dizendo ao seu  namorado que estava pensando em fazer uma festinha particular pra ele pra comemorarmos o aniversário desse jovem rapaz! Podíamos chamar os amigos mais chegados dele e você, é claro.

— Acho que não poderemos, professor. Esta noite, vou roubar o Tom pra mim... eu já havia organizado algo... nos desculpe – respondeu a garota passando um braço pela cintura de Tom ao sentir a mão dele em seu ombro como forma de agradecimento por livra-lo de uma noite tediosa com Slughorn

— Entendo, é claro que entendo, mas que tal amanhã? Não faria mal comemorarmos atrasado...

— Amanhã seria perfeito! Nós iremos. – respondeu Anna por Tom que apenas suspirou porque não teria desculpas pra escapar amanhã

— Espero vocês amanhã, às 19:00 então. Enviarei os convites mais tarde! Até mais meninos, aproveitem – disse Slughorn ao se afastar

— Nem pensar que ele vai roubar você de mim hoje! Quero te ver às 22:00 no portão da escola, de lá sairemos sem rumo pra um lugar que eu já escolhi – disse a menina e Tom somente concordou

O dia passou razoavelmente rápido e quando deu 22:00, Tom e Anna se encontravam perto dos portões para fugirem da escola por uma noite. Ele vestia um terno preto até muito bonito combinado com a gravata e a camisa que Anna deu a ele. Seus cabelos estavam perfeitamente arrumados, em resumo: estava espetacularmente lindo. Já a namorada vestia um vestido azul, salto que a deixava quase da altura de Tom. Ela alisara os cabelos com uma poção e fez uma discreta maquiagem para a noite que combinava perfeitamente com o figurino escolhido.

— Pronto para fugir da escola, monitor? – ela perguntou com um olhar divertido.

— Mais pronto do que nunca!

Juntos, desfizeram o feitiço que guardava o castelo e saíram para a noite que prometia. Eles tinham a opção de tomar alguma condução, mas optaram por ir caminhando de mãos dadas já que o vilarejo não era tão longe. Às vezes, ele ainda carregava a garota no colo por conta do salto que começava a incomodar, fazendo a menina rir.

Chegando ao lugar que Kim recomendara, eles perceberam que se tratava de uma espécie de boate para bruxos. Tom olhou para Anna com uma expressão incrédula por ela ter escolhido aquele lugar para comemorarem o aniversário dele, mas decidiu encarar o desafio e entrou no bar. O ambiente seria totalmente escuro se não fossem as luzes coloridas que invadiam o local aceleradamente, dando um ar psicodélico ao local. Ao escolherem uma mesinha para se sentarem, foram atendidos por uma mulher que não aparentava ter mais de 30 anos.

— Boa noite, o que vão querer? – disse a mulher olhando mais pro Tom do que para o casal em si – não me digam que namoram!

— Dois whiskies de fogo, por favor! – pediu Tom – e sim, namoramos. – acrescentou.

— Uma pena! – ela continuava a olhar Tom – ela é muito novinha, aliás, você também. Vou trazer o que pediram. – disse ao se retirar.

— E não é que a megera estava dando em cima de você? – bufou Anna.

— É o que pareceu, mas já que estamos aqui, vamos ao menos tentar nos divertir.

Esperaram as doses de whisky chegarem para se levantarem e seguirem para a pista de dança. Vez ou outra, iam ate o bar para comprarem mais alguma bebida, e depois da 4° ou 5° dose, já estavam completamente bêbados. Anna sentiu vontade de ir ao banheiro e Tom se sentou para esperá-la, quando foi abordado por um homem que ofereceu dois comprimidos pra ele por 10 galões que ele pagou de bom grado. Tom sabia o que era aquilo, já havia entorpecido os sentidos uma vez e havia gostado, então decidiu repetir a dose ali com a namorada. Quando a garota voltou, Tom ofereceu a pílula para a menina que de tão bêbada, aceitou. Tomaram juntos aqueles comprimidos e o que se seguiu, não foram capazes de acreditar pois a droga em questão não apagava as memórias das coisas feitas, mas tirava o poder de ponderação fazendo os usuários ficarem mais impulsivos e a darem ouvidos aos mais primitivos desejos. A coisa mais realista que se lembravam de ter feito foi de terem chegado juntos a um quarto e começarem a se beijar. Acordaram nus, abraçados em uma cama e com uma extrema dor de cabeça. Definitivamente, lá não era Hogwarts.


Notas Finais


Doorgas! Não usem.


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