História Jughead - bughead - Capítulo 17


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Categorias Camila Mendes, Cole Sprouse, KJ Apa, Lili Reinhart, Madelaine Petsch, Riverdale
Visualizações 69
Palavras 3.160
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Iniciando mais uma maratona.

Espero que gostem. ❤️

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Capítulo 17 - Capítulo 17


— Ora, vamos, linda! — Jughead a volteava, correndo sua mão grande sobre sua

barriga lisa e então parava nas suas costas, falando em seu ouvido — por que não,

bonequinha? Só estamos você e eu aqui. Com Delayla por testemunha...

— Você está me assustando, Jughead! — Betty tentou se desvencilhar do abraço,

sem muito empenho. Ainda mais se ele roçava sua ereção poderosa em seu bumbum.

Mordendo o lóbulo dela, prosseguia:

— Não pensei que fosse covarde, Quenn Bee...

— Grandão, eu não quero ser presa por atentado ao pudor!

Não resistindo mais, Jughead caiu na gargalhada, junto aos cabelos dela:

— Jughead? — estranhava.

— Relaxe, preciosa! Eu não sou nenhum pervertido... — ao dizer isso, a encarou e

ela tinha uma sobrancelha arqueada, como se contestasse o que ele dizia — Ok! — se

viu corrigindo — Eu sou um pervertido, mas não a tal ponto!

Aliviada Betty suspirou, olhando em volta:

— Mas então, o que estamos fazendo aqui?— Já pilotou uma moto antes?

— Não.

— Então... Chegou a hora! — comunicou, aproximando-se de Delayla.

Os olhos dela se arregalaram. Sua expressão era tão doce, como a de uma criança

que recebia um enorme presente. Jughead desejou beijá-la mil vezes e guardar aquela

imagem na mente. Com as lindas imagens de quando fazia amor com ela,

principalmente quando a fazia gozar. Ou mesmo quando o montava. Ou então...

Bom, só o fato de ter Quinn ao seu lado era incrível. É algo que realmente queria

preservar.

— Vai me deixar pilotar a Delayla? — parecia incrédula.

— Sim... E é por isso — correu uma mão sobre o banco da Harley, lentamente —

que espero que cuide bem dela.

Betty já estava pronta para responder que tomaria cuidado, mas ele se dirigia à

máquina, e não a ela:

— Certo, garota?

Ela se sentiu enternecida. Da forma como Travis falara do apreço dele pela moto,

imaginava quanto podia estar lhe custando tal oferta.

Caminhou até ele e segurando-o pela gola da jaqueta, trouxe sua boca para perto da

sua:

— E eu também prometo cuidar bem dela, grandão.

Jughead lhe respondeu com uma piscadela sexy, fazendo seu baixo-ventre se contrair.

Oh, precisava beijá-lo e o fez, colando seu corpo longo a cada centímetro do dele.Como muitas outras vezes, o beijo foi faminto, mas dessa vez era ela quem

dominava, explorando, exigindo.

Ouviu o gemido surpreso e abafado de Jughead, que lhe enlaçava a cintura fina e

aceitava o ataque.

— Se eu soubesse que essa seria sua reação a oferta de pilotar Delayla, já o teria

feito há muito tempo.

Betty balbuciou alguma coisa, enquanto lhe mordiscava o queixo. Jughead sentia os

pelos de sua nuca eriçados, seu pau pulsando dentro das calças. Enfiando a mão sob a

jaqueta dela, colheu um seio, apalpando-o suavemente, o polegar instigando o mamilo

que inchava ao toque:

— Bonequinha, se continuar a me atacar dessa forma, vou repensar a ideia de sexo

ao ar livre...

Betty sorriu e depois de um último beijo nos lábios dele, se afastou, contragosto:

— Não vamos correr esse risco, certo? — esfregando as duas mãos, examinava

Delayla com interesse — Por onde vamos começar?

— Deixe eu me endireitar primeiro — resmungava, enquanto ajeitava o pau duro

sob a calça, com uma mão, tendo de arquear o quadril para isso.

Ela teve de morder os lábios para não rir ou se oferecer para ajudá-lo...

— Isso dói? — perguntou com inocência.

— Ah... Um pouco. Se eu não gozar nas próximas horas, posso nem mesmo

conseguir dormir... — respondeu, sugestivamente.

— Oh, pobrezinho! — Betty fez biquinho, deslizando o dedo sob o queixo dele

— Prometo cuidar... — pausou propositalmente, continuando de forma sexy — de

você mais tarde. Não quero você com dor, Grandão!

— Eu vou cobrar isso, com toda certeza! — deu um tapinha no traseiro dela,

enquanto lhe estendia o capacete — agora coloque isso de volta.

— Certo... Mas e se eu fizer algo... Digamos ruim com a Delayla?

— Bom — indicava que subisse na moto e assim que se acomodou, sentou-se

atrás dela — não pretendo deixar que nada aconteça, nem a você, nem a ela, mas...

Ainda bem que sou mecânico!

Ela riu com gosto:

— Sim, isso pode ser providencial — remexeu-se no assento, esfregando-se nele,

intencionalmente, claro.

— Garota, estou começando a achar que você gostou da ideia de transar aqui

mesmo!

— Não! — exclamou, afastando-se imediatamente.

— Pois é o que vai conseguir, se continuar me provocando!

Betty prestou muita atenção a tudo o que lhe era explicado. Estava nervosa e por

conta disso, ria muito.

Jughead ficava a cada momento mais encantado. Era muito fácil esquecer todas as

preocupações, todas as diferenças que havia entre eles, com ela tão feliz junto ao seu

peito.Quando enfim, conseguiu colocar aquela máquina enorme em movimento, não

pôde conteve um gritinho de contentamento:

— Tente não se empolgar demais e perder o controle, Bee... — advertia-lhe.

— Ok. Essa velocidade está boa?

Ele riu com gosto. Não passavam dos 20 km por hora:

— Bom, eu acho que aquela lesma ali vai nos ultrapassar! Pode aumentar um

pouco, mas devagar e não demais, certo?

— Wow! — exclamava Betty, quando a Delayla deu um solavanco.

— Com calma, bonequinha. — Suas mãos estavam fortemente encaixadas em sua

cintura, lhe transmitindo segurança.

Após alguns minutos, já dominava até bem a máquina:

— Uma exímia amazonas e agora uma bela motoqueira! — disse-lhe, quando

pararam e já retiravam os capacetes.

— Hum — fazendo um gracejo, ela descia da moto — Eu aprendo rápido, meu

caro!

— Percebi isso... — sorria malicioso — agora vamos para minha casa, para ver o

que mais você pode aprender... — aproximava-se para um beijo.

— Não tão rápido, grandão! — o deteve, com um dedo em riste no peito dele —

Quem está em débito aqui é você! — então, como se uma ideia lhe cruzasse a mente,

seus olhos se arregalaram e um largo sorriso lhe tomou os lábios — E eu acho que já

sei como você pode pagar sua dívida!— Oh, Deus! Por que sinto que estou ferrado?

— Você, meu querido — enlaçou o pescoço dele, ainda sorrindo diabolicamente

— fará um strip-tease para mim!

— O quê? — Jughead se esquivou dela, rindo — Está brincando, certo?

— Não, não estou! — cruzando os braços, o encarou decidida — É o preço que

terá de pagar, se não quiser... Dormir com dores.

Jughead encaixou as mãos nos quadris estreitos, rindo de puro escárnio e meneando a

cabeça:

—Ok! Se é isso o que quer... — alcançando sua cintura, puxou-a bruscamente

contra o peito — é o que terá, bonequinha! Mas eu aviso: — deslizou um dedo sobre

os lábios dela — corre um sério risco de se apaixonar por mim, depois disso!

Antes que ela respondesse, beijou-a rápido e duramente e se afastou. Ainda meio

tonta, o vislumbrou subir a moto e apontar que o seguisse.

Minutos depois, já se encontravam na casa dele. Todo misterioso, tascou-lhe outro

beijo na boca, pedindo que o esperasse na sala:

— Não está fugindo, está? — provocou.

Jughead bufou:

— Benzinho, se vou fazer isso, será bem-feito. Assim, se acomode e espere o show

— E sumiu rumo ao quarto.

Betty esfregou uma mão na outra, sentindo a excitação atingir as alturas. Correu

para apagar as luzes, deixando apenas um abajur aceso. Descalçou as botas, despiu seu

jeans para ficar mais confortável e sentou-se no meio do sofá, ansiosa. Não estava

acreditando que Jughead faria mesmo aquilo!

Então, ele surgia, recostando-se no batente da porta. Tinha um chapéu enfiado em

sua cabeça, escondendo seu olhar. Uma camisa preta, com os pulsos abertos. Um

jeans claro e justo, emoldurando suas coxas fortes.

Sexy. Como. O. Inferno.

Sacou o celular e os acordes de uma música tomou o ar. Conhecia a canção. Era

Closer, com Nine Inch Nails. Ela nunca tinha achado aquela música sensual. Nem era

de seu gosto, mas quando Jughead ergueu sua cabeça, de lado, somente o suficiente para

lhe dirigir uma piscadela mortal, Betty teve de reformular sua opinião.

Então ele encaixava os polegares no cós de sua calça e começava a mover seus

ombros largos ao ritmo da batida. E escorregava seus pés sobre o chão, dando um

giro e parando de costas para ela, no meio da sala.

Ela quase suspirou, não conseguindo evitar admirar o traseiro bem-feito dele,

delineado pelo jeans. Oh, bom Deus! Ele o balançava de um lado paro o outro, ainda

seguindo o ritmo. Desejou apertá-lo e muito!

E agora virava-se lentamente, correndo os dedos sobre a aba do chapéu e

descendo por seu rosto, detendo dois dedos sobre os lábios e lhe enviando um beijo.

Betty fingiu pegá-lo no ar e o levou a boca. Os dentes brancos dele surgiram. Mas

era o sorriso mais pervertido que já tinha visto em sua vida. Sentia-se vibrar. O

homem era quente!Ficou encantada em ver que mesmo com todo aquele tamanho tinha tanta

desenvoltura para dançar, e ele o fazia maestria!

Os botões saiam de suas casas muito lentamente. Ela se deleitava com cada

centímetro de pele que aparecia. Sua tatuagem surgindo, como a marca registrada de

seu homem. A camisa deslizava por seus ombros e Jughead fazia seus belos e trabalhados

músculos peitorais se flexionarem, um, depois o outro.

Gostaria de ter exclamado: porra! Aquele sujeito estava colocando fogo em suas

veias!

A camisa voava em sua direção e Betty a agarrou levando-a imediatamente junto a

seu nariz, para aspirar à essência dele. Um cheiro que era uma mistura de perfume

masculino e algo mais. O cheiro de Jughead, másculo, cru... Macho!

Quando a batida da música chegava ao seu ápice, vislumbrou-o deslizar suas mãos

grandes sobre seu abdômen trincado e seguir para suas coxas... Puta que pariu! Ele

estava duro! Betty salivou e deixou a língua deslizar sobre seus lábios, muito

lentamente. Estava deixando ela faminta!

Nesse trecho da letra, o cantor dizia:

Quero te foder como um animal...

Jughead tocou o pau rijo e destacado no jeans e repetiu esse trecho da música para

ela, enfatizando o te foder, olhando fixamente para ela. Betty esqueceu-se de como era respirar. E sentiu seu sexo pulsar, estava molhada,

cheia de uma necessidade que só ele poderia satisfazer.

Muito calmamente, ignorando o desejo quase desesperado que despertava nela,

agora ele desabotoava o cinto, tão devagar, que parecia a calma em pessoa.

Não pôde evitar um riso nervoso. Estava pagando por sua ousadia!

Então vinha em sua direção, sem tirar os olhos dos seus, parando diante dela.

Quando o cinto já estava fora, enrolou suas pontas firmemente em suas mãos e

passou-o em torno do pescoço dela.

O trecho: Quero te foder como um animal, se repetia e Jughead fez o gesto com os quadris,

como se estivesse metendo com força contra ela. Oh, sim! Jughead Jones estava

fodendo com o cérebro dela!

Betty estendeu as mãos para tocar sua ereção, mas ele se esquivou, fazendo que

não com um dedo.

Ela fez beicinho.

De novo se tocava, para cima e para baixo, por toda sua extensão, fazendo-a roçar

uma perna na outra, para conter um pouco do frisson que rolava entre elas.

Então, o botão estava fora e o zíper descia. Diante do olhar ansioso e guloso de

Betty, ele se deteve, sorrindo diabolicamente. Então a chamou com dois dedos.

Não se fazendo de rogada, colocando-se de pé e se rebolando toda ao ritmo da

música. Jughead abriu os braços para recebê-la. Colou suas costas ao peito largo, suas

mãos apoiadas nas coxas rijas e claro, roçando seu bumbum no membro duro dele.

Jughead gemeu e lhe mordiscou a orelha:

— Está gostando do show, bonequinha?

— Oh, bom Deus! Não sabe o quanto! Você está quase me fazendo subir pelas

paredes, grandão!

Espalmando sua mão grande sobre seu ventre, apertou-a ainda mais junto ao seu

pau que latejava por ela:

— E veja como eu estou com você me devorando com os olhos dessa forma...

— Ah, eu vou te devorar de outro jeito, Jughead Jones! — voltando-se, buscou sua

boca, sugando, exigindo, gemendo no processo — Eu te quero tanto! — murmurava

contra seus lábios — Agora deixa eu despir o resto, antes que eu enlouqueça de

desejo...

— Sou todo seu, Quenn Bee. — erguia os braços, rendido ao ataque dela.

Nenhum dos dois se atentava de que a música já havia cessado. Metendo as mãos

entre o jeans e a boxer preta que o vestia, apertou seu traseiro, como ansiara antes,

sorrindo travessadamente. Mordeu seu lábio inferior, então descendo por seu queixo,

seguindo a linha bem-feita de sua mandíbula. Adorava o sabor da pele dele.

Enquanto descia sua calça, sua boca continuava a explorar agora sua garganta, logo

seu peitoral arfante. Provocou um mamilo túrgido e voltou a sorrir quando ele deixou

uma exclamação lhe escapar.

Agora seus dedos estavam encaixados no cós da boxer e seus joelhos bateram no

chão, segurando o olhar de expectativa dele. Quando seus lábios roçaram em seu

abdômen, ele prendeu a respiração:

— Porra, Betty! Você quer me deixar louco, mulher?

— Minha vez! — deu de ombros, prosseguindo com sua exploração.

Mais um puxão e o pênis enorme, rijo, lindamente rijo, saltou diante dela.

Admirou-o bem, como nunca o fizera antes. Era grosso, com sua ponta rósea,

adornado com seu belo apadravya. Veias grossas saltavam aqui e ali... E sim! Era

deliciosamente grande..

Correndo a língua sobre seus lábios, uma vez mais, fitou-o por um instante,

encontrando sua expressão turvada de desejo:

— Você é lindo, Jughead! — e o tomou no interior de sua boca.

Sentiu-o arfar e soltar um palavrão, mas ela não se importou. Aliás, gostava do

palavreado chulo que usava quando transavam. Era másculo, natural, demonstrando

de fato tudo o que sentia.

Os dedos dele vieram enrolar em seu rabo de cavalo e sabia que devia estar se

controlando para não puxar sua cabeça, e assim o foder fortemente com sua boca.

Mas também devia saber que não seria capaz, nem em duas vidas, tê-lo inteiro em sua

boca.

Para compensá-lo de tal possível frustração, enrolou sua língua em torno de seu

eixo e voltou a suga-lo. Sentia o piercing dele roçar no fundo de sua garganta:

— Oh, Betty! — ele gemia, sentindo os joelhos feitos de gelatina.

Sua bonequinha sabia usar a língua, porra, como sabia! Jughead assistia ao espetáculo,

seu cérebro fritando com a imagem sensual da deusa Betty, com sua linda boca em

torno dele:

— Olhe para mim!

Ela obedeceu e quase se sentiu explodir, com a sensualidade devassa que

encontrou em sua expressão:

— Porra, Betty! Eu não posso com isso! — com cuidado para não a machucar,

retirou seu membro da boca dela e logo em seguida a puxou de pé.

Tomou sua boca com fome, enquanto suas mãos encontraram a frente da blusa

dela. Não havia tempo para delicadeza. Queria ela nua. Precisava estar dentro dela

imediatamente, senão enlouqueceria. Assim, não hesitou em rasgar em pedaços a

blusa dela. Tão pouco ela pareceu se importar, recebendo seus beijos com igual

fervor. Logo o sutiã também estava fora do caminho e não demorou e a calcinha tinha

o mesmo destino da blusa.

Puxando-a pela cintura fina, levantou seus pés do chão e a levou para o sofá.

Depositou-a escancarada e ajoelhou-se entre suas coxas.

Enquanto sacava um preservativo tirado do bolso traseiro da calça, ainda embolada

em seus pés, não pôde evitar admirar o sexo dela. Tinha lábios róseos, transbordando

umidade, inchado, pronto para ele:

— Eu já disse que você tem uma bela bocetinha, não, bonequinha?

Ela apenas meneou a cabeça, arfando quando ele tomou sua vagina em sua mão,

esfregando, espalhando seu creme, preparando-a para recebê-lo:

— E me deixa doido para prová-la, foder com a minha boca... Mas agora que

preciso mesmo estar dentro dela! Não faltará oportunidade para que eu a aprecie,

como merece

Betty envolveu suas pernas nos quadris dele, quando se ajeitou e preparou-se para

penetrá-la:

— Sim — balbuciou ao senti-lo em sua entrada.

Tinha o ímpeto de puxá-lo e fazê-lo entrar com força, com todo o tamanho da

fome de seu desejo por ele. Mas sabia que Jughead, mesmo a beira de seu controle, o que

podia notar por seu maxilar contraído, as veias pulsando em seu pescoço e suas mãos

apertando-a com força, que não faria isso. Nunca a machucaria. E era isso que a

encantava sobre ele. A protegia, apesar de seu martírio.

Jughead separou os lábios dela e encaixou a ponta úmida de seu pênis vibrante.

Devagar, a despeito do que desejava, sempre devagar.

A forma como ela moveu seu quadril para ele... Oh, Cara! Poderia arremeter fundo

e sem piedade, se não fosse seu zelo em não machucá-la:

— Oh, Betty! Eu amo como sua bocetinha é apertada! Como ela suga o meu pau!

Como se pertencesse a ele... — o que havia acabado de dizer? Ah, merda! Era o que

sentia. Que havia nascido para foder com Elizabeth Cooper. Pertencia-lhe de todas

as formas possíveis. Não era só seu corpo ali. Sentia que sua alma havia sido

completamente tomada, dominada por essa sensação mágica de fazer o certo.

Vislumbrou seu membro desparecer dentro dela, centímetro a centímetro. Inferno,

como era quente!

Ergueu seu quadril do sofá, fazendo-a recebê-lo todo. O jeito que sua garota se

contorcia, as mãos tocando os próprios seios... Que imagem!

Quando sabia que ela estava pronta, aumentou seus movimentos, sentindo suas

bolas baterem no traseiro sexy.

— Jughead!

— Sim, bonequinha! — seu polegar veio encontrar o clitóris sensível,

manipulando-o.

Betty gritou, seu corpo convulsionando:

— Oh Deus! Jughead! — rebolando contra ele, veio segurar seu rosto entre as mãos,

os dentes cerrados contra a boca dele — Sim!

— Betty! Você é minha! — exclamava possessivo, abraçando a cintura dela,

metendo com toda a força de que era capaz, fora de controle. Uma vez e outra, até

não poder parar mais, golpeando-a e sendo aceito — Minha!

— Sim!

Sentiu quando ela gozou. O grito que veio do fundo de sua garganta, o jeito que

seu corpo estremeceu junto ao dele, então a languidez que a tomava, seus lábios

entreabertos, e olhos fechados... Um conjunto perfeito! Era tão linda, fodidamente

linda, no sentido literal.

Foi impossível se segurar muito, além disso. Betty cravou as unhas em suas costas

e Jughead mordeu seu ombro, arremetendo uma última e longa vez.

O gemido trêmulo de Betty em seu ouvido era música. Abraçou-a junto ao peito,

mantendo-a ali, sentindo o coração dela tão descompassado quanto o seu. Era

preciosa, aconchegante. Desejou que aquele instante nunca chegasse ao fim: ter o

corpo quente de sua bonequinha entrelaçado ao seu, suado e relaxado.

No silêncio da noite, o único som que ecoava pela casa, era o de suas respirações

ofegantes. Tudo parecia tão perfeito! Como nunca antes.


Notas Finais


Me desculpem qualquer erro.

Comentem e apertem o coraçãozinho. ❤️


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