História Jughead - bughead - Capítulo 24


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Categorias Camila Mendes, Cole Sprouse, KJ Apa, Lili Reinhart, Madelaine Petsch, Riverdale
Visualizações 73
Palavras 4.017
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem. ❤️

8/13

Capítulo 24 - Capítulo 22


Depois que Jughead partiu, Betty ficou estática no lugar,

tentando assimilar o que acontecera. Ele tivera a audácia de compará-la com Toni,

aquela vaca?

Rolando os olhos para impedir as lágrimas, voltou para a sorveteria.

— Estou indo embora... — comunicou a Archie, assim que alcançou a mesa, já

recolhendo sua bolsa.

— Eu ainda não estou acreditando que me deixou plantado aqui, para correr atrás

daquele troglodita! — resmungava, petulante — E agora, provavelmente está indo

embora com ele! — foi direto, mas seu tom era baixo. Com certeza não queria que

seus amigos ouvissem que havia sido trocado por exemplar com Jughead— Você está

fodendo com ele, Betty? Ela deteve seus movimentos e o encarou firme. Ficou revoltada com toda a

arrogância, daquele que por sete anos, fora o homem de sua vida. Um ser patético,

filhinho de papai, mimado dos infernos!

— E se eu estiver? Isso é da sua conta? Que eu saiba, estou solteira! — acusou —

Bem diferente de você, quando levou aquelas duas vagabundas para foder na casa que

seria nossa, em poucos meses! — cuspiu as verdades na cara dele.

Viu o ex empalidecer e olhar a volta, provavelmente temendo que alguém os

tivesse ouvido.

— Eu já pedi desculpas... — murmurou, agora suas faces num vermelho vibrante.

— Eu até posso perdoar, mas esquecer nunca! Quer saber de uma coisa, Archie?

— sentava-se novamente, atacando-o irada — Quando eu olho para sua cara, tudo o

que me vem à mente, é aquela vaca que te sugava como louca, como se fosse arrancar

seu pau fora, enquanto você tinha a cabeça enfiada no meio das pernas da outra

vagabunda! E isso me dá nojo!

— De mim?

Oh, ele era patético!

— Sim, de você! E eu tenho mantido isso só para mim...

— Eu sei que contou para suas amigas! — retrucou — Aquela Verônica me metralha

com os olhos e Cherly nem conversa mais comigo...

— Elas são leais! Coisa que você não foi! Divido tudo com elas, mas tenho certeza

de que não vão contar para ninguém. E não quero que seus pais ou os meus saibam

dessa merda toda, porque sei que seria uma decepção enorme! Minha mãe te tem numpedestal! Mas, juro, se não parar de me atormentar, vou gritar tudo isso aos quatro

ventos, está me ouvindo? Entenda: deixe-me em paz, de uma vez por todas!

— E Alice sabe que anda fodendo com um sujeito como aquele? — sua

pergunta soou com um tom de ameaça, enquanto ele tinha um sorriso soberbo na

cara que um dia achara bonita.

Betty meneou a cabeça levemente, sua boca curvada para baixo, sentindo o asco

por aquele sujeito aumentar. Sem pensar duas vezes, pegou a taça de seu sorvete

derretido e o despejou sobre a cabeça dele, sorrindo de puro deleite. Ele ficou sem

ação, a boca aberta, enquanto o líquido melava seus belos cabelos, cuidadosamente

penteados.

Àquela altura, todos vaiam, aplaudiam e riam muito a volta deles. Betty apenas

deu de ombros e partiu. Sentia a alma lavada em relação ao seu ex.

Mas ao alcançar seu pequeno Corvette, quando já estava sentada de frente ao

volante, o silêncio a dominando, foi que sentiu a realidade voltando. Ele não disse

nada sobre as fotos. Nem uma justificativa sequer de tê-las em sua casa, tão ao alcance

de suas mãos.

O que acontecera, afinal? Fora o fim? Ele estava saindo de sua vida?

Ela engoliu em seco, sua respiração ofegante, como se não encontrasse mais ar...

Havia perdido seu grandão?

Um soluço involuntário a sacudiu. Então outro, e outro... Logo desabava em

lágrimas que lhe turvavam a visão.Mesmo tendo seu corpo trêmulo, resolveu que precisava sair dali. Logo Verônica e Cherly, que ainda estavam dentro da sorveteria viriam atrás dela e não queria que as suas

amigas a vissem naquele estado.

Assim que chegou a sua casa, tomado pela ira, Jughead deixou a porta bater com

estrondo. Mas isso não amenizou sua raiva. Não podia acreditar que Betty ainda

estava lá com seu ex-noivo, aquele merdinha arrogante!

Num acesso de fúria, lançou o capacete que ainda estava em sua mão contra a

parede. A força foi tanta que a peça se partiu ao meio, um buraco se fez no concreto e

todos os quadros foram ao chão.

Estava sim, se sentindo um babaca pelo que havia dito a ela. Nunca deveria ter

insinuado que tivesse qualquer semelhança com a louca! Mas fora tomado pela raiva.

Ficou magoado por ela ter preferido ficar com Archie

As fotos! Ele se lembrou num estalo. Correu para seu quarto, buscando por elas. E

ficou chocado quando as encontrou.

Não era possível! Ele as tinha queimado, assim que voltou da reabilitação! De

repente, uma constatação o atingiu! Só havia um modo daquelas malditas fotos

estarem ali: Toni!

Ele fechou os olhos. Não se defendera ao ser acusado de tê-las, porque temia saber

de que fotos Betty falava.Bastou examiná-las rapidamente que um gemido de agonia escapou de sua

garganta. Betty tinha toda a razão em estar furiosa! Se ela viu tudo o que tinha ali.

OH, merda! Estava de fato ferrado!

Amontoando todo aquele conteúdo dentro da toalha, seguiu para o quintal de sua

casa, pegou uma garrafa de álcool e fósforos ao passar pela cozinha. Jogou tudo

dentro do cesto de lixo, jogando o líquido inflamável em cima, deixando tudo muito

molhado e ateou fogo, assim como fizera atrás, quando já estava recuperado de todos

seus vícios, inclusive de Toni.

Dela ele cuidaria mais tarde. No momento, precisava correr de volta à sorveteria e

pedir perdão à Betty! Jogaria ela nos ombros e a arrastaria com ele se ela não quisesse

ouvi-lo. E se aquela merda de seu ex-noivo tentasse interferir. Melhor ainda! Estava

louco para quebrar alguns daqueles dentes brancos dele!

Betty estacionou em frente a sua garagem e desceu. Nem tinha fechado a porta do

Corvette ainda, quando o clarão de um farol a alcançou e cegou por poucos segundos.

Então, Jughead se aproximava devagar.

Ela bufou e revirou os olhos ao vê-lo descer de Delayla. Inferno, por que tão

grande, sexy, parecendo perigoso com aquela cara de mal?

— O que está fazendo aqui? Está me seguindo? — atacou, já fazendo seu caminho

para a entrada de casa.

Odiava agir como uma criança birrenta, mas estava tomada pelo ciúme. Era a

primeira vez que experimentava aquele sentimento e não estava gostando nada dele!— Não! Bem, não — ele seguia em seu encalço — Eu voltei à sorveteria e não a

encontrei mais. Então resolvi vir para cá e esperar...

Já com a chave na fechadura, evitava encará-lo. Não queria que notasse seus olhos

inchados.

— Me esperar? – foi sarcástica — E se eu resolvesse não voltar? Quem sabe

estivesse por aí, comemorando ter reatado meu noivado!

Jughead contraiu o maxilar, nem querendo imaginar aquela hipótese. Segurou a porta

que ela jogou. Talvez com a intenção de acertá-lo:

— Era um risco. Mas você voltou. Sinal de que não deve ter voltado com aquele...

Sujeito, certo?

Despindo sua jaqueta, a jogou, com sua bolsa e chaves sobre o sofá. Inquieta,

alisou o vestido leve que usava. Então correu as mãos sobre os cabelos:

— Jughead, escute, estou cansada, minha cabeça está explodindo, por favor, vá

embora. Eu não quero falar sobre... — suspirou profundamente — oh, Deus, eu só

quero que esse dia termine! — deu-lhe as costas para que não notasse que seus olhos

estavam de novo marejados.

Jughead veio lhe segurar os braços, seu corpo grande encostando-se a suas costas,

seus lábios junto a seus cabelos. Ela conteve uma respiração. Era tão bom estar de

volta ao aconchego do corpo dele! Era como se fosse seu lugar de direito.

— Eu voltei naquela sorveteria disposto a quebrar cada dedo daquele maldito, por

ousar tocar em você! — confessava entredentes.

— Jughead...

— Eu fiquei fora de mim, quando te vi com ele! — o nariz dele se esfregava em

cabelos — Você. É. Minha! Não posso suportar pensar em outro homem tocando em

você, Betty! Eu enlouqueço com essa simples ideia!

— Por favor, não faça isso... — era agoniante ele falar aquelas coisas, quando

mantinhas aquelas imagens para si.

— Eu fui até a minha casa e encontrei aquelas fotos...

Ela enrijeceu:

— Não! Não quero falar delas! Me Machuca muito!

— Eu não tinha mais aquelas fotos, Betty! — sacudiu-a de leve, como se para

reforçar o que dizia — Precisa acreditar em mim! Eu as queimei, assim que voltei da

reabilitação. Não tinha como elas estarem ali! Só há uma explicação para isso.

Betty de repente ficou muito interessada no que ele dizia e girou em seu eixo,

dentro dos braços dele, uma ponta de esperança a invadindo:

— O que está tentando me dizer?

— Eu nunca troquei as fechaduras e Toni tinha todas as chaves — seu tom era

grave, seu olhar sério, suplicante — Ela pode ter colocado aquelas fotos lá e sabe o

que mais pode ter espalhado pela minha casa para que você encontrasse.

Ela franziu o cenho. Aquela cadela morena bem que podia ter feito isso! Não

duvidava nem por um segundo do que era capaz. Sentiu um grande alívio a invadir.

Ele realmente não tinha mais qualquer interesse na outra?— Você acredita em mim, anjo? — Jughead dizia baixinho, erguendo seu queixo —

Por favor, preciso que acredite! Esses dois dias longe de você quase me

enlouqueceram! — beijou sua testa e confessou num sussurro — eu preciso de você!

— Ela disse que o que vocês tiveram foi muito intenso, que ela ainda está em

você...

— Betty, não acredite em nada do que aquela maníaca diz, porque é tudo o que

ela é: uma maníaca! Escute uma coisa e nunca se esqueça, ok? — segurou seu rosto

para que o fitasse — Eu sou louco por você, bonequinha!

Um sorriso brincou nos lábios dela, pouco antes que ele os tomasse. A forma

como ele deixou aquelas palavras saírem de sua boca... Não havia como não serem

reais. Beijou-a de forma sôfrega, ansiosa:

— Senti tanta a falta dessa sua boca! — murmurou, provando-a de novo — Desse

seu corpo quente! — abraçou-a forte, moldando seu corpo ao dele.

— Jughead! — foi só o que conseguiu balbuciar, antes de lhe envolver o pescoço

grosso, entregue ao beijo, cheia de saudade e alívio.

Ele devorou seus lábios, agarrando seus cabelos, mordendo sua boca e depois a

acalmando com beijos:

— Minha! — grunhiu junto a sua garganta.

Gravou seus dentes na curva entre seu pescoço e ombro, como se para marcá-la. A

marca de Jughead em sua pele. Betty gemeu. Já estava mais que entregue. Queria aquele

homem impregnado em sua pele, dentro de seu corpo.Logo ele alcançava a barra de seu vestido, subindo-a e fazendo a saia da peça se

amontoar em sua cintura. As mãos grandes vieram lhe apertar o traseiro,

grosseiramente, fazendo seu ventre sentir a dureza de seu membro:

— Obrigado por usar esse vestido, bebê — sussurrou logo abaixo de sua orelha,

aproveitando para mordiscar seu lóbulo.

Betty riu, empurrando a jaqueta dele fora e então subindo sua camiseta, até que

também estivesse no chão. Cravou as unhas em suas costas largas, enquanto ele

distribuía beijos em seu colo. Quando a roupa não lhe permitiu avançar, puxou-a para

cima, retirando-a pela cabeça.

Então se colocava de joelhos, admirando suas curvas, mal cobertas por um sutiã e

calcinha minúscula de renda preta.

— Tão fodidamente linda! — murmurou, sua boca provando a pele de sua cintura,

enquanto suas mãos calejadas roçava-a, marcando-a.

Betty baixou seu olhar para o homem a sua frente. Tão lindamente rústico,

másculo, adorando seu corpo. Os olhos verdes nunca deixando os seus, mesmo agora

que sua língua deslizava por seu ventre chato, fazendo a respiração acelerar.

Quando encontrou seu umbigo, brincou com ele, enquanto lhe apalpava suas

nádegas, suas unhas curvas a marcando.

Então, endereçando-lhe um olhar predador, ele foi descendo, até seu nariz roçar na

vagina quente, úmida, pulsante, ansiosa por tudo dele.

Com lábios abertos, o vislumbrou absorver sua essência, com um gemido de

apreciação:

— Eu amo seu cheiro, Betty. Me diz que está excitada, pronta para mim!

Ela engoliu em seco. Não tinha voz para responder, ainda mais quando os dedos

grossos vieram lhe atormentar, correndo para frente e para trás em sua abertura. Teve

de se agarrar aos seus ombros fortes, pois suas pernas estavam a ponto de se

transformar em gelatina.

— Eu não disse? Molhadinha, tão pronta!

— Jughead! — murmurou num gemido, agora que ele brincava com clitóris inchado e

sensível e sua boca mordiscava logo acima da linda calcinha.

— O que você quer, anjo? Sou todo seu!

— Você! Eu preciso de você!

— Onde, Bee?

— Dentro de mim!

— Oh, eu vou, bonequinha! Bem fundo e forte! Vou fodê-la com todo meu ser! —

rapidamente se colocava de pé, sedento de sua boca, possuindo-a, invadindo-a.

Livrou-a do sutiã, acolhendo os seios rijos em suas mãos. Puxando-a para cima, fez

com que lhe enlaçasse o quadril, abocanhando um biquinho túrgido que surgia diante

de seus lábios. Caminhava lentamente em direção ao quarto, degustando um mamilo,

depois o outro, torturando-os com mordidas, lambidas e sendo sugados com força.

Sentindo a cama logo abaixo deles, Jughead a jogou sobre os lençóis, fazendo-a rir.

Como ele adorava aquele som.

— Você está tomando anticoncepcionais, bonequinha? — perguntava, de pé,

enquanto fuçava em seu cinto, sob o olhar aguçado de Betty, apoiada sobre seus

cotovelos.— Hum, por que essa pergunta, grandão?

— Porque eu estou louco para sentir sua bocetinha engolindo meu pau, sem

nenhuma porra de barreira!

Os seios alvos dela se elevaram junto com uma respiração mais profunda ao ouvir

suas palavras. Tão linda! Tão sexy! Ele morreria feliz se aquela fosse a última imagem

que pudesse ver.

— Pedindo desse jeito — respondia de forma lânguida, erguendo um ombro.

Ele agora despia sua boxer branca e, oh, era tão magnífica nele! Quando o membro

dele surgiu, esplendidamente dura com uma rocha, teve de reformular seu

pensamento: ele era divino nu!

— Olhe a animação dele, — dizia Jughead, agarrando seu pênis lindo e o

manipulando para ela — só de pensar que estará dentro de você, em pouco tempo.

A vagina dela parecia ter vida própria, seus sucos inundando sua calcinha, a boca

também salivando por senti-lo:

— Eu não sei... Não posso vê-lo direito dessa distância. Por que não o traz para

mais perto? — esticando uma perna, roçou o pé no eixo dele, fazendo-o arfar,

enquanto sorria com inocência.

Jughead lhe endereçou um olhar mortal, agarrando um calcanhar, depois o outro:

— Você vai me pagar por essa, gracinha! — prometia.

— Não vejo a hora! — Betty deslizou a língua pelos lábios, de forma provocativa.

Logo ele estava de joelhos na cama, entre as pernas dela. Beliscou um mamilo, com

um pouco mais de força, deixando a pele dela eriçada de desejo.— Deixe-me ver você... — pedia, sua mão seguindo a linha da calcinha.

— Mais ainda? — o provocou.

— Sim! Quero ver cada pedacinho do seu corpo delicioso — juntando as pernas

dela, as levando para cima, puxou a única peça que a vestia e voltou a lhe esparramar

as pernas, deixando-a toda aberta aos olhos aguçados dele.

De forma alguma, se sentia tímida com ele. Era tudo tão natural. Mesmo agora que

ele molhava os dedos em sua boca e esses mesmos vinham separar seus grandes

lábios, deixando-a ainda mais exposta.

— Oh, Deus! Olhe isso! Tão perfeita! — sua outra mão ainda se manipulava e

Betty teve de admitir que vê-lo fazer aquilo, a deixava alucinada, em ebulição.

Então ele trazia seu pau, lindamente adornado por seu piercing, com sua ponta

brilhante por conta de seu pré-sêmen, para roçar em toda a extensão de sua boceta

quente.

Betty gemeu, mordendo os lábios e movendo os quadris em direção a ele. O

contato do apadravya com seu clitóris. Geladinho! Ela se contorceu, uma mão

deslizando por seu rosto, sua boca e se detento num mamilo rijo, o torcendo, para

deleite dele.

Jughead agora encaixava a ponta do eixo em sua abertura, detendo-se por um

instante:

— Você tem de olhar para isso, Betty! — sugeriu, sua voz grave, carregada de

possessão — Olhe como nos encaixamos perfeitamente, anjo!

Ela voltou a se apoiar sobre seus cotovelos, e observou em êxtase quando ele se

empurrava, encontrando uma pequena resistência no começo. Mas então, toda aextensão dele sumia dentro dela, fazendo-o urrar de prazer, jogando a cabeça para trás

por um instante.

— Porra, Betty! Isso é tão bom! Eu sinto seus músculos me aceitando, me

aquecendo! — ele retirou, quase que completamente o pau maciço e macio ao mesmo

tempo, para voltar a mergulhar fundo e lento. E de novo ele urrava — Eu posso

morrer agora!

— Não ouse! — Betty rebatia arfando, rebolando seus quadris para ele — Não

sem terminar isso aqui, Grandão!

Dentro de toda sua concentração para não perder o controle diante de tanto tesão,

Jughead riu nervosamente para ela. Aquela garota era mesmo um achado! Como

conseguia achar humor, quando ele mal conseguia pensar?

Segurando os ombros dela, puxou-a para montá-lo, ele sentado em suas pernas

dobradas.

— O que eu fiz para merecer você, bonequinha? — suas mãos se emaranharam

nos cabelos dela e buscou sua boca, sedento por seu beijo, com fome do gosto dela

— Você é tão perfeita! Sou louco, completamente louco por você, Betty! — beijou-a

com desespero, sua língua instigando, procurando a sua, sugando-a, enquanto puxava-

a com força contra seus quadris, num delicioso e frenético vai e vem.

Ela mordeu o lábio dele, o prendendo. Temia abrir sua boca e dizer um monte de

besteiras. O que estava sentindo por aquele homem era tudo muito forte, de uma

intensidade a qual não sabia lidar. Ele estava possuindo não só seu corpo. Sua alma e

seu coração estavam indo juntos no processo.

Agora que a fodia de forma cadenciada, profunda, levando-a a caminho de um

orgasmo mágico. Segurou o rosto dele entre suas mãos, fitando-o fixamente,esperando que não lesse em seus olhos, o rebuliço de sentimentos que rolavam por

dentro dela. Estava perdidamente apaixonada por aquele homem! Era fato. Mesmo

com o pouco tempo em que estavam juntos. Estava apaixonada por Jughead Jones.

Enquanto segurava as ancas de Betty, puxando-a contra si, fundindo seu corpo ao

dela, ele não podia acreditar no quanto aquela mulher mexia com sua cabeça. E era

tudo nela: seu cheiro, o sabor de sua pele, sua boceta apertada, quente, que parecia

prendê-lo a ela. A forma como o encarava, com admiração e... Havia algo mais ali que

ele não podia identificar, mas que fazia seu coração bater acelerado como uma bateria

em um show de rock pesado.

Era linda, perfeita! Seus gemidos como música para ele. Teve de beijá-la uma vez e

outra. Não conseguia se deter. Precisava sentir todo tipo de conexão com o corpo de

Betty. Sua boca na boca dela, seu pau enterrado fundo, suas mãos tocando cada

centímetro daquela pele de seda.

O suor dela se misturando com o seu. Apoiando uma mão no coxão, com cuidado

para não quebrar o contato de seus corpos, deitou-a sob ele, a fitando fascinado.

Arremeteu com força, fazendo-a jogar sua cabeça para trás. As unhas delas se

cravaram em suas costas, fazendo-o grunhir como um animal.

Nada no mundo era mais precioso que fazer amor com ela. Pertencia-lhe, assim

como era todo dela.

Constatando o óbvio, de que estava perdido de amor por sua bonequinha, tornou

seus movimentos desenfreados.

Quando ela arqueou o quadril alto, soube que havia alcançado seu auge. E sentiu

uma sensação de paz em seu peito, pouco antes de gozar feito louco, dentro de sua

garota.Como não podia deixar de ser, urrou no momento de seu prazer, ainda metendo

contra uma desmembrada, sorridente e saciada Betty. Oh, ela sabia que o deixava

fora de si.

Quando o último resquício de forças o abandonou, deixou-se desabar sobre o

corpo dela, completamente ofegante. Foi recebido por um beijo em seu ombro,

pernas que ainda rondavam sua cintura e um abraço ao qual desejava nunca sair. O

coração dela batia tão descompassado quanto o seu. Era a satisfação total, completa,

como nunca experimentara antes. E tudo isso porque estava nos braços de Betty.

— Está tudo bem por aí, Grandão? — ela murmurou, preguiçosamente em seu

ouvido.

Num esforço supremo, deixou seu pau ainda rijo, sair do corpo dela, sentindo seu

sêmen, ali. Uma estranha sensação de possessão o dominou. Ela era tão sua!

Só ergueu o dorso para fitá-la, acariciando sua face, retirando os cabelos grudados

em seu rosto bonito:

— Eu nunca me senti tão completo! — confessou, provando seus lábios com

ternura.

— Se você tivesse me dito o que houve naquela manhã, tudo teria se resolvido,

mocinha! — ralhou, de forma divertida, agora que estavam sob uma ducha quente, ele

esfregando as costas dela com suavidade — Mas não, preferiu ficar me dizendo está

tudo bem! — imitou-a e ela não pode deixar de rir.

— Não brigue comigo, seu bobo! — voltou-se torcendo os cabelos, para retirar o

excesso — Eu estava em choque por ter visto tudo aquilo e também queria te poupar,já que estava resolvendo os problemas com sua mãe. A propósito, como foi com sua

irmã? Já se encontrou com sua mãe?

— Eu te digo depois — acariciou a face dela. — Lembra que me perguntou como

encontrei-a?

— Sim.

— Foi através de uma mensagem de Toni.

— Aquela maldita! — balbuciou entredentes.

— A pergunta é como ela sabia onde você estava?

— Nós temos o mesmo círculo de amizades — ela mordiscou o peito dele — Não

seria difícil para ela descobrir.

— Me diga... — a fitou com uma ponta sombria no olhar, segurando seu queixo

— você marcou com seu ex-noivo naquela sorveteria?

— Não, Jughead! — respondeu com firmeza, para que não tivesse nenhuma dúvida.

Notou-o soltar a ar, parecendo aliviado — Estava lá com minhas amigas e ele surgiu

do nada!

— Não acha isso estranho?

— Agora que falou...

— Seria possível que ele e Toni estejam juntos nessa?

— Hum... Creio que não. Archie é muito sonso para isso! Mas ela pode bem ter

avisado a ele onde eu estava e depois a você, para que nos pegasse juntos!— Não duvido de nada! Ela é maquiavélica, manipuladora! — acariciou o queixo

dela, sua voz baixa, como uma carícia — Sabe, eu fiquei muito mal vendo você

conversando com aquele cara. E ele segurando a sua mão... — pegou-a entre as suas,

como se revendo a cena.

— Não viu o que fiz com ele depois, meu caro! O deixei todo melado de sorvete!

Deve tomar um banho agora e não tão gostoso como o nosso, já que o ego dele deve

estar lá embaixo — sorri de forma perversa.

— Melhor assim! — enrolando os cabelos dela em seu pulso, os puxou para trás,

de forma possessiva — se eu ver aquele merdinha com as mãos em minha garota de

novo... Eu juro, quebro todos os dentes brancos que ele possui naquela boca!

Ouvi-lo dizer que era sua garota, de forma tão possessiva, fazia as entranhas de

Betty se revirar e sua vagina pulsar. Mas não perderia a oportunidade de provocá-lo:

— Alto lá, Grandão! Não sou sua garota! — colocou um dedo em riste — Sou sua

amiga com benefícios, lembra?

— O inferno que não é! — segurou o rosto dela firme em sua mão, enquanto a

outra a puxava duramente contra seu peito — Arranco as bolas do sujeito que disser o

contrário!

— Mas eu sou uma menina! O que vai fazer comigo? — lambeu lentamente o

lábio dele.

Jughead sorriu de lado, perigosamente sedutor e lhe sussurrou:

— É ainda mais fácil. Vou fodê-la até fritar seu cérebro.

— É uma ameaça?— É uma promessa!


Notas Finais


Desculpem qualquer erro.

Comentem e apertem o coraçãozinho. ❤️


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