História Jughead - bughead - Capítulo 25


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Categorias Camila Mendes, Cole Sprouse, KJ Apa, Lili Reinhart, Madelaine Petsch, Riverdale
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Palavras 3.515
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem. ❤️

9/13

Capítulo 25 - Capítulo 23


Jughead acordou com um belo tapa na cara. De início se

assustou, mas então recordou-se de que passara a noite com Betty. Ela tinha um

sono agitado e gostava de se espalhar toda na cama. Sorrindo, abriu os olhos para

encontrá-la aninhada ao seu ombro com os cabelos lhe cobrindo a face delicada. Com

cuidado para não despertá-la, retirou a mão que lhe acertara o rosto e colocou-se de

lado, apoiando-se num cotovelo para admirá-la.

Mesmo dormindo profundamente, era tão linda! Retirou os fios loiros claros

que cobriam seu rosto, para poder continuar a observá-la. Tocou a ponta de seu nariz

arrebitado com um dedo. Ela balbuciou algo em protesto, mas não despertou. Sentia

uma paz interior, tendo-a ao seu lado. Parecia que tudo daria certo.

Seus olhos passearam pelo seu corpo nu, os seios alvos entre cobertos pelo braço

dela, seu ventre chato, as coxas roliças enroscadas nas suas. Sentiu o desejo de voltar a

toda, mesmo tendo feito amor com ela repetidas vezes naquela noite.

Consultou as horas em seu celular, depositado no criado-mudo ao lado da cama. Já

passavam um pouco das sete. Já não era assim tão cedo. Sorrindo com malícia, pensou

que talvez ela não se importasse em ser despertada. Betty estava nesse sonho delicioso. Seu corpo era assaltado por ondas de prazer.

Seu clitóris sensível era atacado suavemente por delicados golpes. Antes mesmo de

abrir os olhos, gemeu e soube que não estava sonhando.

As mãos grandes de Jughead lhe seguravam as coxas separadas, enquanto sua cabeça

estava entre elas. Ele chupou seu pequeno botão e agora ela estava bem desperta,

gemendo alto dessa vez, em meio a um sorriso.

Rebolando os quadris em direção a ele, deixou sua mão pousar em sua cabeça,

acariciando-o:

— Acho que não existe no mundo melhor maneira de se despertada! — sentiu o

riso dele junto a sua pele sensível e se arrepiou toda.

— Eu juro que minha intenção não era te acordar — dizia ele, de forma abafada

contra suas dobras femininas.

— Hum... — voltou a gemer, sentindo a languidez se espalhar por seu corpo, um

frio em seu baixo-ventre... — acredito!

— Por que não relaxa e fica quietinha? Estou no meio de algo muito importante

aqui...

Betty tentou rir, mas teve de morder o lábio diante de outra lambida deliciosa:

— Longe de mim interrompê-lo, meu querido! — Betty ajeitou suas pernas sobre

os ombros dele e suas mãos subiram para agarrar o travesseiro.

E deixou-se apreciar o momento.Depois de deixá-la como que desmembrada com um delicioso orgasmo, Jughead

escalava seu corpo, subindo e distribuindo beijos com pequenas mordidas por onde

passava. Quando alcançou seus seios alvos, de lindos biquinhos marrons, se deteve

neles, juntando-os com as mãos, lambendo e sugando um, depois o outro.

— Hum, eu já disse que você sabe como usar sua língua?

Jughead forçou uma cara séria, torcendo sua linda boca:

— Creio que não!

— Pois saiba que você faz maravilhas com ela, grandão! — o puxava para beijá-lo,

sentindo ainda seu gosto na boca dele. Era excitante. — Mas tente não ficar

convencido, ok? — murmurava junto a sua boca.

Ele somente sorriu e lhe endereçou uma piscadela sexy e baixou sua cabeça de

novo para beijá-la com paixão.

Jughead estava encaixado entre suas pernas, sua mão lhe acariciando a coxas de pele

macia. Podia penetrá-la quando quisesse, pois estava molhada, quente, ansiosa e

pronta para recebê-lo. E o pau teso dele roçava deliciosamente em sua vagina, mas ele

deteve o movimento e a encarou:

— Bee, nós nos deixamos levar pelo calor do momento ontem e nem

conversamos... — acariciava sua face com carinho, seu tom era sério — Quero que

saiba que estou cem por cento, limpo, saudável. Eu nunca compartilhei agulhas. Aliás,

nunca usei drogas injetáveis. Eu só... — franzia o cenho, baixando os olhos, como se

tivesse vergonha do que dizia — cheirei mesmo. E sou doador de sangue, então... Só

queria te tranquilizar, meu anjo.

Betty ficou de fato tocada pelo cuidado dele:— Confio em você, Jughead. Mas fico muito agradecida que se importe em me

informar. Quanto a mim... — enfiando sua mão entre seus corpos, alcançou o

membro rijo como pedra, fazendo-o arfar e grunhir baixinho. O encaixou entre suas

dobras e enlaçou os quadris dele e deixou que a invadisse, lentamente, com o cuidado

que ele sempre tinha para não machucá-la — totalmente limpa! Tomo pílula e eu

nunca fiz sexo antes sem proteção. Você foi meu primeiro.

Jughead se moveu contra ela, admirando sua face:

— Você é preciosa, Betty! Uma garota muito especial e eu sei que sou um filho da

mãe sortudo por ter você.

Após um banho, Jughead adentrou na cozinha e se deparou com Betty lhe

estendendo um prato com ovos mexidos, toda orgulhosa:

— Você cozinhou? — ele se espantava.

— Sim! — Betty exclamava feliz. Então sacudiu o smartphone em direção a ele,

dizendo — a internet é uma mãe!

— Sim, porque fazer ovos mexidos têm muitos segredos! — balbuciava, Jughead

divertido.

— Hey! — Betty ralhava com uma mão na cintura — ovos mexidos com ervas

finas, cara!

— Se está dizendo... Vamos provar! — ele se acomodou no balcão e levou o prato

a altura do nariz, sentindo o aroma da comida — É, o cheiro não está mau.

Diante da ansiedade na face dela, Jughead respirou fundo, fazendo drama e pegou

uma garfada. Ela revirou os olhos, rindo.

Lentamente, ele levou a porção à boca e mastigou bem devagar. Então suas

sobrancelhas se erguiam de espanto.

— Hum! Está bom... — ele levou os dedos à boca, retirando dela um pedacinho

de casca de ovo — apesar disso — mostrou a ela.

— Ops! — dava de ombros, rindo — Me dê um desconto! Não é fácil quebrar a

casca de um ovo...

— Não, não é mesmo! — zombava Jughead, levando outra garfada a boca — Um

risco muito grande!

— Sem explodir todo o ovo, eu dizia! — concluía, rindo muito.

— Você não vai comer? — estranhava ele, ao ver que ela não se servia.

— Com certeza não! — afirmou ela com firmeza, cruzando os braços sobre os

seios.

Jughead abandonou o garfo sobre o prato, abruptamente:

— Ok! O que colocou nesses ovos?

— Hum, cianeto é um tempero? — brincava.

— Eu já disse que sou inocente pelas fotos, certo? Por que então está querendo me

matar?

— E se eu não tiver acreditado? — provocava erguendo uma sobrancelha.— Pois agora você vai comer! — Jughead a enlaçou pela cintura, mantendo-a no

lugar. Alcançou uma garfada farta e a levou aos lábios bem fechados de Betty

— Não! — gritava ela, tentando em vão se desvencilhar dele.

— Vamos, coma! Coma ou vou lhe fazer cócegas!

— Não, por favor! Eu não suporto cócegas!

— Então coma!

Betty encarou o garfo a sua frente. Quando ameaçou cutucar uma costela com os

dedos, ela gritou:

— Tudo bem! Eu como! — depois de respirar fundo, abriu a boca e fechou os

olhos e aceitou a porção.

Mastigou com cautela, mas também acabou surpresa:

— Eu não acredito! Está realmente bom! — assim ela recolheu o prato da mesa, o

gafo da mão dele e atacou a comida.

— Hey, isso não era para mim?

— Moço, é a primeira vez que faço algo de fato comestível, então deixe eu

apreciar, ok? Você que fique com as torradas! Ou então faça um para você! Os

ingredientes estão ali! — apontava com o garfo.

Jughead meneou a cabeça, rindo enquanto se encaminhava para a pia:

— Eu não devia te feito você provar...

Betty sentou-se no canto do balcão, vez por outra retirando pedaços da casca de

ovos da boca:— Jughead? — agora era ela quem tinha um tom sério, observando a desenvoltura

dele ao preparar seu café.

— O quê?

— Eu realmente não queria falar disso, mas... Acho que preciso saber de toda a

história sobre você e Toni.

Percebeu que os ombros dele se tornaram um pouco rígidos:

— Por que isso, Betty?

— Porque... Quando eu reencontrar aquela vaca, me perdoe o palavreado, tenho

de estar preparada.

Ouviu o suspiro dele. Não parecia estar confortável em falar e não era um assunto

de preferência dela, mas precisava ser discutido.

— Ok! O que quer saber?

— Comece do início: como a conheceu?

— Numa festa de amigos em comum. Quando a vi... Ela parecia um anjo, com

seus cabelos castanhos!

Merda! Já estava quase arrependida de ter começado aquela conversa! Não lhe

agradava em nada a forma como ele falava da outra...

— Eu mal sabia que estava entrando na maior fria da minha vida! — agora ele

despejava seu ovo mexido num prato ao lado dela. Betty logicamente roubou uma

garfada — eu não era um santo, mas... Eu bebia, como qualquer outro cara normal —

apoiou suas mãos na quina do balcão e soltou uma respiração — os pais dela acham

que fui eu quem a colocou no mundo das drogas, quando na verdade, foi o inverso.Ela fazia parecer divertido e eu caí nessa. Era o começo de uma tormenta! Eu perdi

meu controle, passei a beber até perder a noção... E vivia chapado! Realmente não

gostava do que eu havia me tornado! Acho que se cruzasse comigo naquela época,

você sentiria nojo de mim! — sua voz soou triste quando disse isso.

— Quanto tempo vocês ficaram juntos?

— Não durou um ano.

— E você sabia que ela estava com você ao mesmo tempo em que era noiva de

Bruce? — arriscou dizer, com cautela.

— Eu descobri isso, mais tarde. Na verdade, foi o pai dela quem me disse! Ele

descobriu sobre nós dois. E em um belo dia, surgiu na minha casa para buscá-la e me

cuspiu essas e outras verdades bem dolorosas na minha cara! — notou o maxilar dele

contrair — não posso culpá-lo por me odiar! Eu não era mesmo boa companhia para

qualquer garota. Eu estava um lixo! O juiz arrastou sua filha porta a fora e disse que

ela ia se casar com um figurão de respeito da alta sociedade. Aquilo me chocou e jurei

que não a procuraria mais. Mas acho que eu era um pouco sádico, sabe? Ou minha

dependência estava nas alturas, pois dias depois, ela reapareceu na minha porta, com

todo aquele papo de que me amava, que tinha de manter aquele noivado que era de

faixada para proteger a carreira do pai que iria se tornar juiz... E eu a aceitei de volta!

Até o dia em que ela surgiu, recolheu todas suas coisas que estavam na minha casa e

disse que eu havia sido um erro, que nunca mais queria me ver. Eu fiquei fora de mim!

Não queria deixá-la ir de forma alguma! — ele bufou num riso triste — eu era

patético! Quebrei toda a casa e não a deixava sair. Foi então que o Travis apareceu.

Graças a Deus, ele apareceu! Ela deve ter ligado para ele. Disse que já bastava, que

queria o amigo dele de volta e ia dar um jeito. E deu. Internou-me numa clínica dereabilitação. Na época, eu o odiei por isso, pois foi uma internação compulsória,

entende? Quando o dependente não quer ser internado...

— Eu entendo...

— Mas hoje, sou muito grato pelo que fez por mim! Sempre digo que devo minha

vida a ele!

— O cara é amigo mesmo!

— O melhor que posso ter! Quando sai da clínica, meses depois, eu havia voltado

a ser eu mesmo. Retomei meu trabalho na oficina, que eu havia abandonado antes,

porque eu acreditava que Travis estava pegando muito no meu pé. E apaguei Toni da

minha vida! Só fui reencontrá-la dois anos depois, na sua loja.

Betty mordeu o lábio. Muito provavelmente ele não sabia o que levara a morena a

deixá-lo. Sim, temia contar e isso de alguma forma mexer com ele, mas... Não ficaria

bem consigo mesma, se ele não soubesse de todos os fatos.

— Jughead, ela te contou porque partiu?

— Ora, para se casar com o outro, o que ela fez dias depois de me deixar!

Lá vai...

— Ela me disse que o pai dela ameaçou-a. Na verdade, ameaçou prender você por

tráfico...

— O quê?! — ele exclamou chocado. — Mas eu nunca...

— Toni disse que sabia disso, mas o pai dela tinha como fazer isso. Você sabe,

certo?

— Sim, eu sei disso...

A respiração de Betty estava pesada, lenta. Estava na expectativa. O que dissera

podia bem mudar tudo. Agora ele sabia que se Toni o deixara, não fora por

vontade própria. Notou que os dedos dele estavam brancos, tamanha era a força com

que segurava a quina de mármore. Seus olhos estavam perdidos ao longe, seu cenho

franzido, como se processando tudo o que acabara de ouvir.

Podia se arrepender de ter contado tudo aquilo, mas agora ele sabia que fora de

fato amado e que a outra fizera um sacrifício por amá-lo. Para protegê-lo. Apesar de

todo mal que a mulher causara na vida dele, fora uma vítima do pai dela também.

— Hey? — ele vinha se encaixar entre as pernas dela, segurando seu rosto para que

o encarasse — Nada disso importa mais. Sinto muito que ela passou, mas tenho de

admitir que foi o melhor, ao menos para mim. O que eu sentia por ela não era amor.

Era obsessão, dependência! Nós fazíamos mal um ao outro — o polegar dele

acariciou o lábio inferior dela, olhando-a de forma... Apaixonada? — É muito

diferente do que tenho com você, Betty — sua voz era baixa, grave — Pode soar

piegas, mas você me faz querer ser um homem melhor.

Um sorriso de alívio e felicidade brotou devagar nos lábios dela:

— E, porra garota, quando você sorri para mim desse jeito, meu coração parece

que vai sair da minha boca!

Antes que ele concluísse sua frase, Betty tomou seu rosto entre suas mãos e o

beijou. Com desejo, carinho, com entrega. Aquele homem lhe pertencia! O olhar dele,

o jeito que a abraçava apertado, colando-a junto ao seu peito, exigindo mais daquele

beijo. Dizia-lhe que Antoniette Topaz não o balançava mais. Ela não era mais uma

ameaça.Escorregando o traseiro para a beirada do balcão, entrelaçou suas pernas atrás das

costas dele, segurando-o apertado, gemendo quando encontrou a língua dele, pedindo

passagem entre seus lábios. Aceitou-a, sugando, enroscando na sua. Seus seios se

esmagavam no tórax rijo e podia sentir o coração dele pulsar agitado junto ao seu.

Jughead a convidou para assistir uma apresentação que faria com Os infernais.

Tocariam algumas músicas e depois seria microfone aberto, para quem quisesse subir

no palco e cantar.

Convidou Cherly e Verônica. A ruiva aceitou na hora, mas sua assistente disse que já

tinha um compromisso... Betty sentiu que ela estava estranha, um pouco nervosa.

Mas preferiu não comentar. Podia ser um assunto particular dela. Quando se sentisse

pronta, falaria com ela.

Perguntou ao Jughead o que deveria vestir. Não sabia como era a boate, por isso

queria estar preparada. Assim, como ele disse que um jeans cairia bem, optou por um

claro, bem justo... Sim, queria provocá-lo. Uma regata branca sob uma jaqueta de

couro azul, um rabo de cavalo, sapatos de salto e estava pronta!

Estava muito excitada em vê-lo no palco!

Depois da passagem de som, Jughead se ajeitou de frente à bateria. Matt assumiria a

guitarra, pelo menos naquela música. Estava feliz por seu amigo. O pouco que podia

entender, ele andava interessado numa garota careta e por isso estava tentando largar

o vício. Tinha de admirá-lo pela força de vontade. Jughead sozinho não seria capaz de

deixar as drogas, mas o cara estava firme em sua opinião. O que o amor por uma

garota não fazia?Tinha de admitir que estava um pouco nervoso em tocar naquela noite. Betty viria

assisti-lo. Esperava não errar as notas ao vê-la. Não pode evitar um sorriso ao pensar

nela.

Carter tomou seu lugar de frente ao microfone, cumprimentando a plateia e em

seguida apresentando os integrantes da banda. O que era quase desnecessário, pois

costumavam tocar ali com frequência, mas era de praxe. Além de Sweet nos vocais,

Fangs na guitarra, Jughead na bateria, havia o cabeludos loiro de Stevie no baixo. Ele

deixava as garotas doidas com suas madeixas e sabia disso, sempre dando um jeito de

exibi-las com coreografias loucas. Sempre dizia que o que faltava na cabeça de Jughead,

ele tinha na dele.

Logo eles estavam tocando Runin, de Adam Lambert, música a qual Sweet adorava

tocar.

Mal havia começado, ele avistou Betty se aproximando do palco, junto de uma

linda loira. Ela lhe sorriu e acenou. Meu Deus, aquele sorriso!

Endereçou-lhe uma piscadela.

Ok. Se achava Jughead Jones um homem sexy, o que dizer daquele momento em

que ele vestia uma regata branca e um colete de couro sobre esta, deixando seus

braços definidos e sua linda tatuagem à mostra. Nos pulsos, pulseiras também em

couro e cheias de taxas metálicas. Dava batidas vigoras na bateria, tocando com

maestria. Era uma visão de molhar calcinha! E por sorte, ele era todo seu! Enviou-lhe

um beijo.

— Uau! Que homens são esses? — Cherly exclamava em voz alta, por causa da

música — Com certeza eu quero um! Betty riu, jogando a cabeça para trás:

— Escolha qualquer um, meu bem, mas o baterista é todo meu! — brincou

possessiva.

Cherly também riu e a empurrou com o ombro:

— Pessoalmente ele parece maior do que nas fotos! Sua vaca sortuda! Ele é um

belo de um gostoso!

— Sim e é todo meu!

A banda era muito boa! Agora atacavam de Two Princess, do Spin Doctors, dos anos

80. Estavam levando a galera ao delírio! Ok, não era seu estilo de música, mas era

contagiante demais para se ficar parada e ela e Cherly estavam se acabando de tanto

dançar.

Betty agora assumira a guitarra. Percebeu que algumas meninas gritavam seu nome.

Pobrezinhas! Sem chance alguma! Aquele homem pertencia a ela e somente a ela!

Na terceira música, estava sedenta! Chamou Cherly para irem buscar algo para beber.

Fizeram os pedidos ao barman e estavam aguardando quando ouviu essa voz

irritantemente conhecida:

— Mas olhem se não é a cadelinha Cooper?

Betty deixou uma exclamação escapar de sua boca antes de se virar para Toni.

A morena a encarava com um sorriso cínico na cara, um copo de bebida numa mão e

a outra na cintura, numa postura desafiadora. E ela não estava sozinha, ao seu lado,tinha uma garota morena, de aparência latina e muito mal-encarada. Mas se ela

pensava que a assustava, estava muito enganada:

— O que você e essa branquela fazem por esses lados? Estão muito longe de casa,

coisinhas?

Cherly fez menção de ir para cima de Toni, mas Betty colocou a mão na frente

de seu corpo, impedindo-a.

— Realmente estou longe de casa! — Betty concordou, encarando a outra de

perto e com firmeza — Não desconfia do que possa ter me trazido até aqui? Vim ver

o show do meu homem, queridinha! — disse com extremo prazer.

Oh, ela devia ter tirado uma foto da expressão da outra. Ficou muito pálida, o

sorriso morreu em sua boca vermelha e seus olhos se arregalaram.

— Está aqui... Com Jughead?

— Oh, garota esperta! — foi cínica com a outra.

— Mas eu pensei...

— Pensou o quê? Que espalhar fotos e sabe mais Deus o quê, pela casa dele e dar

o seu jeitinho para que Jughead me visse conversando com Archie fosse o suficiente

para nos separar? — soltou uma alta gargalhada de escárnio na cara da garota que

agora estava tomada pela ira — Infantil, até mesmo para você, Toni! Tenho de

admitir que discutimos, sim. Mas sabe o lado bom disso tudo? — aproximou-se ainda

mais da morena, provocando — A reconciliação foi uma delícia, regada a sexo, muito

sexo...

Antes de terminar sua frase, sentiu a bebida gelada que Toni trazia em sua mão,

acertar seu rosto. Conseguiu dar um passo atrás e evitar que lhe molhasse a roupa.Ainda tomada pela surpresa, secou o rosto com a mão e olhou para Cherly. A outra deu

de ombros, como quem diz se você for eu vou atrás.

— Eu juro que não queria fazer isso, mas você está merecendo! — falou

entredentes, antes de acertar um tapa estalado na face da morena. O golpe foi tão forte,

que Betty sentiu sua palma e os dedos doerem.

Uma Toni, extremamente surpresa, cambaleou para trás, com a mão sobre o

rosto. Olhava para a rival como se não acreditando no que ela fizera.

— Eu não devia, mas estou tão feliz por ter feito isso! — exclamou, soltando o ar

dos pulmões com força, para demonstrar seu alívio.

Mas ela sabia que aquilo não acabaria assim, tão facilmente. Dessa forma, já estava

preparada para retaliação, com Cherly do seu lado.


Notas Finais


Desculpem qualquer erro.

Comentem e apertem o coraçãozinho. ❤️


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