História Juliet - Capítulo 1


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Categorias The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai)
Personagens Arthur Pendragon, Ban, Belial, Cain, Cenette, Dale, Dana, Diane, Dreyfus, Elaine, Elizabeth Liones, Escanor, Gelda, Gilthunder, Gowther, Griamor, Guila, Gustav, Hauser, Hawk, Helbram, Hendriksen, Hugo, Jericho, Katts, King, King Liones, Liz, Margaret, Mead, Meliodas, Merlin, Oslo, Pelio, Personagens Originais, Sariel, Veronica, Vivian, Zaratras, Zeal, Zeldris
Tags Drama, Ellie_palequeen, Meliodaseelizabeth, Melizabeth
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Palavras 4.435
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Lírica, Literatura Feminina, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey yo,agora sim eu trouxe o capítulo essa história ela é uma tragédia,assim como a história de Romeu e Julieta,só que nossos casais principais são o Meliodas e Elizabeth.
B
O
A
L
E
I
T
U
R
A
!☕🍩
E.P.Q.

Capítulo 1 - Sweet Juliet.


Tia Ellie On

"Será que o meu coração realmente tinha amado até agora? Pois eu nunca vi beleza tão pura até esta noite."

Britânia,Cidade de Liones

Hospital Regional de Liones.

2:45am.

Corredores do 3° e 4° andares. 

Alas Pediátricas

Enfermeiros e enfermeiras, médicos, seguranças corriam atrás do loiro,portas eram abertas com força e pressa,para ele não importava se causasse o caos,que fosse preso ou que estivesse perturbando aqueles que estavam sob cuidados médicos.

Ele queria vê ela, achar que tudo o que seu irmão gêmeo, Zeldris,lhe dissera no telefone era mentira que Elizabeth estava para partir que não esperará por ele. Virou uma esquina trombando com um paciente desorientado,pediu desculpas e continuou a sua correria,atrás de si os seguranças gritavam para que ele parasse,que seria preso.

Foda-se o que dizerem,eu só quero vê-la.

Subiu mais um lance de escadas chegando ao andar que procurava,esquinas e mais esquinas corredores e mais corredores.

- droga de hospital! O loiro amaldiçoa o local ao se encontrar em mais um corredor branco.

- mas que barulheira é essa? Dr. Dana,acompanhado de sua filha Cenette, enfermeira, sai por uma porta acompanhado de Margareth.

Tomando uma respiração errônea o loiro começa um andar devagar,mas assim que percebe as escleras vermelhas de Margareth. Não, não,Elizabeth não poderia ter morrido,não poderia ter deixado ele,ela prometeu. Deixando de lado a calma,Meliodas voltou a correr assim que viu a de cabelos índicos sair dali chorando.

Bartra,não conseguia acreditar,sua filha,sua princesa tinha partido antes dele,Elizabeth era sempre feliz,cheia de alegria,generosidade e amor para dá e se foi assim,levada por uma doença. Verônica que estava ao seu lado chorava silenciosamente abraçada ao seu namorado,Griamore, que lhe consolava. A atenção de ambos foi voltada para o corredor assim que ouviram mas barulhos e discussões.

- Elizabeth,onde está a Elizabeth! A voz de Meliodas chegará aos ouvidos do trio ali.

- Meliodas não deveria está aqui. Bartra sussura.- não pode sofrer,foi o que Elizabeth pediu.

O albino se encaminha para porta,mas para ao vê Meliodas ali,com os braços segurados e uma expressão irritada que logo muda para uma interrogativa sendo seguida para uma assustada.

Lágrimas brotavam dos olhos esmeraldas,não podia ser verdade,Meliodas não queria acreditar. Sem mais forças para se manter em pé o loiro deixa seu peso cair apoiando o corpo sobre seus braços tremendo.

- o que ela tinha?O loiro sussura cabisbaixo.

Silêncio.

- O QUE ELA TINHA?  Meliodas perde o controle de suas emoções olhando para os presentes.

- ela tinha... Dana olha para Bartra que lhe dá a confirmação.- ela tinha u doença terminal,Câncer de Pulmão.

- não tem como,Elizabeth não fumava. Meliodas sussura,sua franja esconde sua expressão.

- sim,sabemos disto, é poucas as vezes,raríssimas na verdade,mas a doença se espalhou pelo corpo dela. Dana ajeita os óculos olhando para o corpo da albina sobre a cama.- por ter uma saúde bastante frágil ela adquiriu outra doença que impossibilitou fazer uma cirurgia ou tratamento.

- que doença? A voz do loiro sairá quebrada,a dor de um coração partido,não se comparava a dor de perder alguém importante.

- enfisema. Dana sussura.

- Elizabeth. O loiro se levanta cambaleando até o cadáver que um dia fora uma albina cheia de vida.

- Doutor? Um dos seguranças indaga olhando para o loiro.

- pode ir,não há problema com ele. Dana ergue sua mão.- ele só quer se despedir dela.

- sim,senhor. Ambos os seguranças ali concordam saindo do local.

- Ellie. Meliodas se aproxima do corpo dela.

Elizabeth que sempre possuirá uma pele clara, estava branca feito papel,a pouca cor que havia estava nas maçãs do seu rosto,um sorriso adornava seus lábios,o que significava que a prateada morrera feliz,mas feliz com o que? Meliodas se pergunta,ela me deixou aqui sozinho.

- Elizabeth por favor não se vá. Meliodas segura a mão gelada da jovem.- nãoe deixe aqui sozinho, você prometeu que sempre estaria aqui comigo,então não se vá.

- Meliodas. Bartra chega por trás do loiro colocando ambas suas mãos sobre os ombros do loiro.- ela se foi,ela não vai voltar mais,por mais que seja meu e os eu maior desejo ela não pode voltar mais.

- eu sei Bartra,mas gostaria de ter um pouco mais de esperança. Meliodas se senta na beira da maca,perto do rosto da albina,juntando sua testa junto a fria da mulher abaixo de si.- o destino doce e cruel,porque faz isso comigo,será porque eu não fui bom e segui o que traçou para mim? Destino é isso que você quer? Retira a pessoa mais importante para mim? Essa dor que me dilareca por dentro jamais será aplicada sem você ao meu lado.

O loiro cita a pequena prosa que Elizabeth sempre lhe dizia quando viajava e a última coisa que ela lhe disse antes sair aquele dia.

Dois dias antes...

Anfiteatro Georgia Baskerville.

Cidade de Liones, Britânia

6:30pm. 

Peça: Romeu e Julieta.

Camarins do Teatro.

- até quando vai mentir para ele? Mael vestido deu seu homônimo,Mercúcio,olha para a albina.

- não estou mentindo,só estou ocultando. Elizabeth,vestida de Julieta,seu homônimo,vem da direção do banheiro e se senta em frente ao espelho e  a bancada de maquiagem.- então não me venha com sermões Mael.

- não estou lhe dando sermões Elizabeth. Mael se posta atrás da albina que passava sua maquiagem.- só estou lhe dizendo que omitir algo de grande importância para Meliodas,não aplacara a dor que ele irá sentir.

- não quero contar a ele que tenho pouco menos de um mês de vida. Elizabeth para de passar o pó,colocando o pompom sobre o recipiente.

- e são esses poucos dias que você tem que ele e você deveriam aproveitar. Mael passa os dedos entre os fios prateados da menor.- Elizabeth você não acha que ele irá sofrer quando souber que sua amada Juliet foi retirada dele?

- sim,mas eu quero aplacar a dor dele. Elizabeth olha para baixo.- vou tentar contar a ele,assim que ele voltar da viagem.

- daqui a dois dias? Mael vai até a porta onde Estarossa está se arrumando.- amor a peça é hoje,vai sair ou não?

- nossa,já sai Mael! Estarossa sai pela porta passando a mão pelo cabelo.- porque está triste Elizabeth?

- por nada não. Elizabeth se vira para o espelho terminando sua maquiagem.- sabe é tão estranho ver vocês dois juntos.

- ué,porque? Mael passa o braço pela cintura de Estarossa que fica levemente rubro.- pensei que você contra homofobia.

- e sou. Elizabeth se levanta passando a mão sobre o vestido desamassando.- mas ainda é estranho vê dois homens cheios de músculos e testosterona juntos,vocês parecem mais irmãos,ainda mais depois deste corte.

- ficamos lindos não? Mael joga as madeixas para atrás.

- convencido. Estarossa murmura.

Os dois começam uma pequena discussão,dando um risinho a albina sai dali indo até as cortinas que dividiam o palco do auditório. Ali sentando em uma das fileiras estava Meliodas Deamon,seu namorado e futuro noivo,o mesmo conversava com seu irmão gêmeo Zeldris e sua cunhada Gelda,sorriu ao vê-lo ali,Meliodas cumprir a promessa que fez a ela.

Andando até o grupo de artistas,Elizabeth viu Gowther ajustando os últimos detalhes dos personagens enquanto Nadja revisava as falas.

- Elizabeth se prepare para entrar em cena okay? Gowther olha para a albina.

- certo. Elizabeth concorda sentindo uma fadiga misturada a dor bater em.ssu sistema.

......

As pesadas cortinas vermelhas na cor profunda se abrem mostrando o primeiro a cidade de Verona,a cena principal do momento é o baile, Páris,interpretado por Estarossa,entra acompanhando Julieta,já do outro lado entra Romeu,sendo interpretado Arthur,junto de Rosalina,interpretada por Merlin. Os dois se conhecem ali,se apaixonam sem saber que são de famílias rivais e que seu amor recém descoberto é proibido.

Partimos para a próxima cena onde há lutas de espadas, Mercúcio,amigo de Romeu,junto a ele lutam contra Teobaldo, interpretado por Ban,primo de Julieta. Ambos Teobaldo e Mercúcio morrem em cena. Seguiremos agora para o próximo ato.

Ato II,Cena II

Romeu que fora exilado de Verona,pelo Príncipe Escala,interpretado por Escanor,vai até o jardim da casa de Julieta. 


Romeu/Arthur: ri das cicatrizes quem ferida nunca sofreu no corpo

Julieta aparece na janela

Mais silêncio!Que luz ecoa agora da janela?Será Julieta, o sol daquele oriente?Surge formoso sol,e mata a Lua cheia de inveja,que se mostra pálida, e doente de tristeza,por ter visto que,como serva,és mais formosa que ela.Deixa,pois, de serví-la.

Ela é invejosa.

Somente os tolos usam sua túnica de vestal, verde e doente;joga-a fora.És minha dama.Oh,sim!É meu amor!Se ela soubesse disso!Ela fala;contudo não diz nada.Que importa?Com o olhar está falando.Vou responder-lhe.

Não,sou muito ousado,não se dirige a mim.As duas estrelas do céu, as mais formosas,tendo tido qualquer ocupação,aos olhos dela pediram que brilhassem nas esferas até que elas voltassem.

Que se dera se ficassem lá no alto dos olhos dela,e em sua cabeça dois luzeiros?Suas faces nitentes(resplandecentes,brilhantes)deixariam corridas às estrelas, como o dia faz com a luz das candeias, e seus olhos tamanha luz no céu espalhariam, que os pássaros, despertos, cantariam.Vede como apóia o rosto à mão.

Ah!Se eu fosse uma luva dessa mão para poder tocar naquela face!

Julieta/Elizabeth: ai de mim!

Romeu/Arthur:Oh!Falou!Fala de novo,anjo brilhante,porque és tão glorioso para esta noite,sobre a minha fronte,como o emissário alado das alturas,poderia ser para os olhos brancos dos mortais atônitos(espantados,pasmados,estupefatos),que, para vê-lo,se reviram,quando montado passa nas ociosas nuvens e veleja no seio do ar sereno.

Julieta/Elizabeth:Romeu!Romeu!Por que és tu,Romeu?Renega o pai, despoja-te do nome,ou então,se não quiseres, diga ao menos que amor me tens, porque uma Capuleto deixarei de ser logo. - nesta parte Elizabeth olha para Meliodas na plateia.-

Romeu/Arthur(à parte):Continuo ouvindo-a mais um pouco,ou lhe respondo?

Julieta/Elizabeth:Meu inimigo é apenas o teu nome.Continuarias sendo o que és se Montecchio tu não fosses.Que és Montecchio?Não será mão,nem pé, nem braço ou rosto,nem parte alguma que pertença ao corpo.Sê outro nome.Que há num simples nome?O que chamamos de rosa sob uma outra designação teria igual perfume.Assim,Romeu,se não tivesses o nome de Romeu,conservaria a tão preciosa perfeição que dele é sem esse título.Romeu,risca teu nome, e em troca dele,que não é parte alguma de ti mesmo,fica comigo inteira.

Romeu/Arthur:Sim.Aceito a tua palavra.Dá-me o nome apenas de amor,que ficarei rebatizado.De agora em diante,não serei Romeu

Julieta/Elizabeth:Quem és tu, que encoberto pela noite,entras em meu segredo?

Romeu/Arthur:Por um nome, não sei dizer-te quem eu seja.Meu nome, cara santa, me é odioso, por seu teu inimigo:Se estivesse diante de mim,escrito, o rasgaria.

Julieta/Elizabeth:Minhas orelhas ainda não beberam cem palavras de tua boca,mas reconheço o tom.Não és Romeu, um dos Montecchios?

Romeu:Não bela menina, nem um,nem outro,se isto te desgosta.

Julieta:Dize-me como entraste e por que vieste,muito alto é o muro do jardim,difícil de escalar, sendo o ponto,a própria morte,se és quem atendermos-caso fosses encontrado por um dos meus parentes.

Romeu:Do amor as lestes asas me fizeram transpor o muro,pois barreira nenhuma conseguirá deter do amor o curso,tentando o amor, tudo o que o amor realiza.Teus parentes,assim, não poderiam desviar-me do propósito.

Julieta:No caso de seres visto, poderão matar-te.

Romeu:Ai!Eu teus olhos há maior perigo do que em vinte punhais de teus parentes.

Olha-me com doçura, e é o quanto basta para me deixar à prova do ódio deles.

Julieta:Por nada neste mundo, desejara que fosses visto aqui.

Romeu:A capa tenho da noite, para deles ocultar-me.Basta que me ames, e eles que me vejam.Prefiro ter cercada logo a vida,pelo ódio deles, a ter morte longa, faltando o teu amor.

Julieta:Com quem tomaste informações para até aqui chegares?

Romeu:Com o amor,que a inquirir me deu coragem;Deu-me conselho, e eu lhe empreste olhos.Não sou piloto, mas se te encontrasses tão longe quanto a praia mais extensa que o mar mais longínquo banha, aventurara-me para obter tão preciosa mercancia.

Julieta:Sabe-lo bem,a máscara da noite me cobre agora o rosto;do contrário um rubor virginal me pintaria,de pronto, as faces pelo que me ouviste dizer neste momento.

Desejara-Oh!Minto!-Retratar-me do que disse.Mas, fora!Fora com as formalidades....

Amas-me?Sei que vais dizer "sim", e creio no que dizes.Se o jurares, porém,talvez te mostres inconstantes, pois os perjúrios dos amantes, dizem.Jovem sorri.Ó, meu gentil Romeu,se amas, proclama-o com sinceridade; ou , se pensas, acaso, que foi fácil a minha conquista,vou tornar-me ríspida,franzir o sombrancelho,e dizer "não", porque me faças novamente a corte.Se não,por nada,nada,neste mundo.

Belo Montecchio;é certo,estou perdida,louca de amor,daí, poder pensares que meu procedimento é assaz leviano ,mas podes crer-me cavalheiro,que hei de mais fiel mostrar-me do que quantas tem bastante astúcia para serem cautas.

Poderia ter sido mais prudente,preciso confessá-lo.Se não fosses teres ouvido sem que eu percebesse,minha veraz paixão.Assim,perdoa-me,não imputando à levianidade,nunca, meu abandono pronto, descoberto tão facilmente pela noite escura.

Romeu:Senhora,juro pela Santa Lua,que acairela de prata as belas frondes de todas estas árvores frutíferas...

Julieta:Não jures pela Lua,essa inconstante, que seu contorno circular altera  todos os meses,porque não pareça que o teu amor também é assim, mudável.

Romeu:Por que devo jurar?

Julieta: Não jures por nada,ou jura, se o quiseres, por ti mesmo,por tua nobre pessoa, que é objeto de minha idolatria.Assim te creio.

Romeu:Se o amor sincero deste coração....

Julieta:Pára!Não jures,muito embora seja a minha alegria,não me alegra a aliança desta noite,irrefletida,foi por demais,precipitada,súbita,tal qual como o relâmpago que deixa de existir antes que dizer possamos.Ei-lo!Brilhou!Boa noite, meu querido, que o hálito do estio amadureça este botão de amor, porque ele possa,numa flor  transformar-se,delicada,quando outra vez nos vimos.Até a vista;Boa noite.Possas ter a mesma calma que nesse instante,se me apossa da alma.

Romeu:Vais deixar sair mal satisfeito?

Julieta:E que alegria querias esta noite?

Romeu:Trocar contigo o voto fiel de amor

Julieta:Antes que me pedisses já te dera,mas desejara ter de dá-lo ainda

Romeu:Desejas retirá-lo?Com que intuito,querido amor?

Julieta;Porque mais generosa,de novo te ofertasse.No entanto,não quero nada,afora o que possuo.Minha bondade é como o mar:Sem fim,e tão fundo quando ele.

Posso dar-te sem medida,que muito mais me sobra,ambos são infinitos.

-A Ama chama dentro-

Julieta:Ouço bulha dentro de casa.Adeus,amor.-Ama,vou já-Sê fiel Doce Montecchio.Espera um momentinho,volto já.

-Retira-se da janela-

Romeu:Que noite abençoada.Tenho medo, de um sonho,lisonjeiro,em demasia para ser realidade.

- Julieta torna a aparecer em cima-

Julieta:Romeu querido,só três palavrinhas e boa noite outra vez.

Se esse amoroso pendor for sério e honesto,amanhã cedo uma palavra,pelo próprio que eu te mandar:em que lugar pretendes realizar a cerimônia,que a teus pés deporei minha ventura,para seguir-te pelo mundo todo, como senhor e esposo.

Ama(do lado de dentro):Senhorita!

Julieta:Já vou,já vou!-Porém se não for puro o teu pensamento...

Ama:Menina!

Julieta:Já vou, já vou!...Neste momento...Que não sigas com tuas insistências, e me deixes entregue à minha dor.Amanhã cedo te mandarei recado por um próprio.

Romeu:Por minha alma...

Julieta:Boa noite vezes mil

-Retira-se-

Romeu:Não.Má noite,sem a tua luz gentil.O amor procura o amor como um estudante que para a escola corre:num instante.Mas ao afastar-se dele, o amor parece que se transforma em colegial refece(vil,ordinário,miserável)

-Faz menção de retirar-se-

-Julieta torna a aparecer na janela-

Julieta:Psiu!Romeu,psiu!Oh!Quem me dera o grito do falcoeiro,porque chamar pudesse este nobre gavião!O cativeiro tem voz rouca;não pode falar alto,senão eu forçaria a gruta de eco,deixando ainda mais rouca do que a minha, a sua voz aérea à força de cem vezes o nome repetir do meu Romeu.

Romeu:Minha alma é que chama pelo nome.Que doce som de prata faz a língua dos amantes à noite,tal qual música langorosa(fraco,débil,lânguido),que ouvido atento escuta?

Julieta:Romeu!

Romeu:Minha querida?

Julieta:A que horas devo mandar alguém para falar-te?

Romeu:Às nove horas

Julieta:Sem falta.Só parece que até lá são vinte anos.Esqueci-me do que tinha a dizer.

Romeu:Deixa que eu fique aqui parado para que te recordes

Julieta:Esquece-lo-ia,se ficasses aí parado,recordando-me de como adoro a tua companhia.

Romeu:E eu ficaria para que esquecesses ,deixando de lembrar-me de outra casa que não fosse esta aqui.

Julieta:É quase dia.Desejaras que já tivesses ido,não mais longe,porém,do que travessa menina deixa o passarinho,que das mãos ele solta-tal qual pobre prisioneiro na corda bem torcida-para logo puxá-lo novamente pelo fio de seda,tão ciumenta e amorosa é de sua liberdade.

Romeu:Quisera eu ser teu passarinho.

Julieta:O mesmo,querido,eu desejara,mas de tanto te acariciar,podia até matar-te..

Adeus,calca-me a dor com tanto afã(cuidado),que "boa noite"eu diria até amanhã

Romeu:Que aos teus olhos,o sono baixe,e ao peito.Fosse eu o sono e dormisse desse jeito!Vou procurar meu pai espiritual,para um conselho lhe pedir leal.

(Sai)


Após essa cena o atorees tiram quinze minutos para trocar as roupas, aproveitando essa deixa Elizabeth corre para o banheiro.

- está tudo bem Elizabeth? Mael agora já sem seu figurino segura a albina que tropeça no vestido recém trocado.

- só um pouco zonza. Elizabeth se apoia no albino e lhe dá um sorriso.

- você deveria passar o papel para sua substituta. Mael guia a albina até perto da entrada do palco novamente.

- não posso,prometi a Meliodas que encenaria toda a peça e que com ele na platéia eu me sentiria sempre segura. Elizabeth solta do albino sendo arrastada por Liz, interpretando a Sra. Capuleto.

.......

Ato Final,Morte de Juliaus ta e Romeu.

Logo após descobrir que irá se casar com Páris Julieta corre até Frei Lourenço,interpretado por King, e pede que a ajude,o Frei lhe dá um remédio dizendo que este lhe ajudará em fingir sua morte,agradecida a jovem pega o frasco carregando consigo,ao chegar em casa e fazer tal ato deixa um aviso ao frei que passa-se a Romeu,mas este não pegou o aviso a tempo já que se encontrava  caminho de Verona novamente para apostar daquela que amava.

Indignado com tal descoberta que Julieta morrerá Romeu pede um veneno e segue até o túmulo onde o corpo da Capuleto descansa,vendo sua amada ali em estado de morte, Montéquio se deita ao lado dela virando o conteúdo mortal se aceitando seus últimos momentos de vida,neste momento Frei Lourenço chega e vê ambos,mas Julieta acorda e vê Romeu ao seu lado. Deseperada pelo seu amado que jazia agora morto ela faz uma decisão.

Julieta - Vai, que eu daqui não sairei jamais.
(Sai frei Lourenço.)
Que vejo aqui? Um copo bem fechado na mão de meu amor? Certo: veneno foi seu fim prematuro. Oh!
que sovina! Bebeste tudo, sem que me deixasses uma só gota amiga, para alivio. Vou beijar esses lábios;
é possível que algum veneno ainda se ache neles, para me dar alento e dar a morte.
(Beija-o.)
Teus lábios estão quentes.

Primeiro Guarda (dentro) - Vamos, guia-me, rapaz; qual é o caminho?

Julieta - Ouço barulho. Preciso andar depressa. Oh! sê bem-vindo, punhal!
(Apodera-se do punhal de Romeu.)
Tua bainha é aqui. Repousa ai bem quieto e deixa-me morrer.
(Cai sobre o corpo de Romeu e morre.)
(Entram os homens da guarda, com o pajem de Páris.)

Seguindo a cena,vemos a praça de Verona onde os corpos de Julieta e Romeu repousam em caixões,os pais de ambos estão a cabeceira de cada um,o Príncipe declara que os.dois cometeram suicido amoroso já que seu amor fora proibido. Montéquios e Capuletos declaram que suas rivalidades foram absorvidas graças ao ato de amor deles.

- e não existe história mais triste que a de Julieta e seu Romeu. Gowther diz assim que a peça é encerrada.

Aplausos soam pelo anfiteatro,os presentes ali se levantam quando o elenco de mãos dadas agradece ao público.

Já dentro do camarim,muitos dos familiares parabenizaram seus parentes. Meliodas,Zeldris e uma Gelda bastante emocionada - hormônios da gravidez- seguem até Elizabeth que conversava com seus colegas.

- você foi incrível Elizabeth. A albina se joga sobre a outra molhando o figurino que Elizabeth não retirará ainda.

- obrigada Gelda. Elizabeth ri baixo passando a mão nos cabelos livres da trança habitual de Gelda.

- vamos Gelda desgruda da Elizabeth,está molhando a menina toda. Zeldris retira a esposa de cima da cunhada.- você estava incrível como sempre Eliza.

- você é muito gentil Zeldris. A albina fora de leve com o elogio.- obrigada.

O moreno acena para a outra carregando Gelda que se recusava a sair do local,depois de prometer a ela que lhe daria dois potes de sorvete ela saiu com mais facilidade.

- rosas,para minha Julieta. Elizabeth se vira vendo Meliodas a sua frente com um buquê de íris azuis.- você aceitaria?

- oh meu doce Romeu é claro que eu aceito. Elizabeth sorri pegando o buquê,inclinando para beijar o loiro.

- Ownnnnnn! O som resplandece por todo o lugar assim que os presentes vem a cena.

- você sempre me impressiona com suas cenas,eu amei cada momento daquela peça. Meliodas cita quebrando o ósculo com selinhos.

- obrigada. Elizabeth fica mais vermelha escondendo o rosto atrás do buquê.

- aí amiga se esconder aí atrás não vai deixar de mostrar seu rostinho igual a um Moranguinho não. Estarossa inclona a cintura para o lado batendo de leve na de Mael.

- Est! Mael ralha com o namorado que ergue as mãos rindo.

Rindo Meliodas olha para a albina que abaixa o buquê.

- quer jantar fora comigo? Meliodas oferece a mão para a albina.

- sim. Elizabeth pousa a sua sobre a dele segurando o buquê com a outra.

- moranguinho~. Estarossa cantarola pegando suas coisas.- não se esqueça de trocar a roupa.

- pelo amor de Deus! Estarossa para! Mael empurra o amado.

......

- Meliodas esse não é o caminho para um restaurante. Elizabeth olha ao redor percebendo que o loiro entrará na estrada de cascalho para a casa de Zeldris.

- eu sei,hoje nós vamos jantar na casa do Zel. Meliodas manobra o carro parando ao lado Peugeot de Gelda.

- e onde eles vão ficar? Elizabeth desce do carro depois que Meliodas abrir a porta para ela.

- em minha casa ou no apartamento de Estarossa. Meliodas fecha a porta jogando seu casaco sobre os braços desprotegidos de Elizabeth.

-Hm. A albina concorda.

A casa de Zeldris era no meio de uma clareira a cor branca e preta predominavam no local silencioso,as cores ajudavam a trazer paz. Ao entrar na sala Elizabeth percebeu que havia muitas roupinhas de bebê no tapete de camurça.

- por aqui. Meliodas a guia até uma das varandas onde uma mesinha com velas, talheres,pratos e duas taças estavam brilhando a luz da lua.

- isso é lindo e romântico Mel. Elizabeth sorri encantada.

- essa é só a primeira parte. Meliodas puxa a cadeira para ela como um verdadeiro cavaleiro.- me dar a honra de se sentar Srta.Liones?

- claro Sr. Deamon. Elizabeth se senta sendo empurrada junto a cadeira de leve.- o que teremos para o jantar?

- não faço ideia. Meliodas se senta em frente a ela.- Zeldris é um mistério na cozinha e seus pratos também.

- então vamos vê o que meu cunhado fez de maravilhoso. Elizabeth junta as mãos.

- ei assim eu fico com ciúmes! Meliodas diz fazendo com que os dois riam.

..... 

- o que foi? Elizabeth repousa o garfo e faca sobre o prato.

- só admirando sua beleza. Meliodas sorri colocando sua mão sobre a mesa juntando as mãos.

- Mel. Elizabeth sussura olhando para os olhos que brilhavam cheios de amor na luz vinda da sala.

- Elizabeth. Meliodas aperta sua mão na dela.

- há algum problema Meliodas. Apreensiva Elizabeth olha para o loiro que carregava uma feição séria.

- sim. Meliodas se levanta ainda com suas mãos entrelaçadas.- o problema aqui é que você não está casada comigo.

- Meliodas. Elizabeth fica assustada ao vê o loiro se ajoelhar  e com a mão livre pegar uma caixinha do seu bolso.

- Elizabeth,nós nos conhecemos a dois anos naquele mesmo anfiteatro onde vive encenava Noite dos Reis.  Você esbarrou em mim já saída e desde daquele encontro inevitável nos tornamos amigos,depois melhores amigos e por último namorados. Meliodas aperta a mão dela mais forte.- e agora eu lhe peço para que tornemos mais. Elizabeth Liones,você aceita se casar com esse loirinho baixinho?

-....

Sem dizer nada a albina puxa o loiro para um beijo demorado que retira o fôlego de ambos.

- sim,eu aceito. Elizabeth sorri sentindo os polegares do loiro limparem suas lágrimas.

- minha Elizabeth. Meliodas diz assim que terminam a troca de anéis.

- meu Meliodas. Elizabeth abraça o loiro que  ergue no estilo noiva.

- promete nunca me deixar? Meliodas roça seus lábios nos dela.

- eu prometo. Elizabeth sussura sentindo uma pontada dolorida no coração.

......

O sol da manhã bateu contra o rosto de Elizabeth a acordando para o dia que começará lá fora. Os passarinhos assobiavam a música matinal,a brisa fresca da manhã junto ao perfume dos sabonetes poucos doces já que Gelda fora proibida de ficar perto de cheiros doces, estava no ar.

Sonolenta Elizabeth passa a mão ao lado da cama de casal procurando pelo seu noivo,não o encontrando ali Elizabeth se levanta cobrindo a parte de cima de seu corpo,suas roupas jaziam no chão junto as de Meliodas,já que na noite anterior os dois jogaram elas ali para se amarem.

- Meliodas? Elizabeth pergunta para o nada não recebendo resposta.

Levando consigo o lençol, Elizabeth anda até o closet do quarto de hóspedes pegando um roupão para se cobrir.

- bom dia. Meliodas saúda ela assim que ela pisa o último degrau da escada de metal.

- bom dia. Elizabeth anda até o loiro que usava uma blusa azul clara de mangas longas,calças sociais e sapatos pretos lustrosos.- vai sair já?

- marquei meu vôo para as 9:00. Meliodas sorri para ela por cima da xícara de café preto.

- e café preto? Elizabeth senta ao lado dele.

- sim. Meliodas serve a albina enquanto ela passa manteiga em um pedaço de pão.

- que horas são? Dá tempo de eu passar em casa ,me trocar para ir no aeroporto com você? Elizabeth olha para o loiro que ergue uma sombracelha.

- hm? Você quer me acompanhar até o aeroporto? Meliodas pergunta é recebe um aceno de concordância.- pode vestir algo da Gelda ela não terá problemas em pegar depois.

- tudo bem então. Elizabeth toma o último gole de café saindo da cozinha.

...

Depois de arrumarem o quarto,lavarem a louça suja Meliodas e Elizabeth que usava um vestidinho florido leve e uma sapatilha creme entram no carro.

- você vai ficar com o carro para ir para casa está bem? Meliodas olha para albina e volta o olhar para a avenida.

- sim. Elizabeth brinca com uma das mechas do cabelo.

- não fica assim eu volto em dois dias. Meliodas coloca sua mão sobre a perna dela.

- tudo bem. Elizabeth sorri pequeno.mas não é com isso que estou preocupada.

.....


-o destino doce e cruel,porque faz isso comigo,será porque eu não fui boa e segui o que traçou para mim? Destino é isso que você quer? Retirar a pessoa mais importante para mim? Essa dor que me dilareca por dentro jamais será aplacada sem você ao meu lado. Elizabeth cita sua fala de sempre enquanto abraça Meliodas.

- deixe de drama Ellie. Meliodas ri devolvendo o abraço.- eu volto o mais rápido possível.

- está bem. Elizabeth deixa um beijo em seus lábios.- eu te amo.

- eu também. Meliodas diz ouvindo a chamada de seu vôo.

Mal saberia ambos que não se veriam mais,pelo menos um deles.

Dois Dias depois...

Aeroporto Internacional De Liones.

2:00am

Cidade de Liones.

Meliodas acabara de chegar de viagem,estava na plataforma de desembarque esperando sua mala para que saísse do aeroporto,estava verificando algumas mensagens recém chegadas,quando número do seu irmão apareceu na tela.

- Zeldris,o que foi? Meliodas atende o telefonema.

- Meliodas. A voz de Zeldris sai apreensiva.

- o que foi Zeldris? O loiro pega sua mala saindo do aeroporto.- está me deixando assustado. A Gelda entrou em trabalho de parto e está com medo de ser pai.

- Meliodas é sério! Zeldris a voz do moreno sai nervosa e loiro para de rir.- é a Elizabeth.

- o que tem ela? Nervoso o loiro acena para um táxi.

-Meliodas, Elizabeth está no hospital nos seus últimos momentos de vida. Zeldris diz e o loiro paralisa.- Meliodas?

- qual hospital? Meliodas entra no táxi.- qual hospital Zeldris?

- no regional. Zeldris responde.

- hospital regional de Liones,pisa fundo! Meliodas diz ao taxista.

- sim,senhor. O taxista diz.

Por favor Elizabeth,não se vá. Meliodas olha apreensivo pela janela.

Momento de agora.

- eu também te amo. Meliodas sussura,ele não chegará a tempo e perderá aquela que amará por tanto tempo.



Notas Finais


Eu estou chorando,juntar Melizabeth com Romelit é algo difícil de não se apaixonar.
Eu demorei muito para escrever ele,já que meu celular desligou 6 vezes! 6 VEZES!
Mas deixemos isso o capítulo está aqui e ele está enorme,ela é uma Two-Short então o próximo será o último.
Beijos!
Ellie_PaleQueen!🌹🌺


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