História Jully M. Fitz - Capítulo 10


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Categorias Pretty Little Liars
Personagens Aria Montgomery, Ezra Fitzgerald
Tags Adoção, Ariamontgomery, Aventura, Brasil, Brazil, Castpll, Ezrafitz, Ezria, Família, Jullymfitz, Pll, Prettylittleliars
Visualizações 6
Palavras 1.323
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 10 - Uma Palestra e Um Teste


Jully:

A palestra já iria começar, e eu estava tão ansiosa,aqui em Hampton não tem Wi-fi e essas coisas sabe, então pra ter conhecimento os livros bastam. Não é chato, porém não é legal (Confuso né eu sei..).

Depois do fato do banheiro com a Dhapne, eu fiquei meia cabulada, tipo, um dia ela está triste e chorosa, no outro ela me humilha na frente de todos. É triste sabe? Só queria ter um contato maior e melhor com ela, mas aprendi que não dá pra agradar a todos, e mesmo assim não vou ficar chorando porque não se importa comigo.

Cheguei na palestra pontualmente, até porque atrasos são feios, sentei na primeira cadeira, e aguardei. Quando olho para o lado, vejo,o casal, aquele casal, sorrindo em minha direção, sem entender nada troquei o sorriso e dei um aceno tímido. A verdade é que eu morro de vergonha quando alguém me olha nos olhos, ou quando alguém fala muito olhando pra mim.

Havia um pequeno palanque, um quadro azul com os dizeres em vermelho:

"A Arte da Fotografia e da Escrita.

Com Ezra Fitz e Aria Montgomery."

A moça com uma prancheta na mão, sentou em uma cadeira, e com uma garrafa de agua. Dava pra ver que ela era jovem, e dedicada. E também dava pra ver que a moça era pequena, os pés dela não alcançavam o chão. O homem, alto, magro e com uma beleza absurda, reparando que eu olhava muito pra moça, me olhou intrigado. Sorriu. Quando vi que eu estava sendo observada "tremi na base", olhei para o chão, com vergonha. O rapaz, era alto (Bem mais alto do que a moça inclusive) e aparenta ser mais velho também. Com um porte de professor, e a moça com o porte de aluna,

(Estranho isso, mas deve ser apenas impressao).

Ele sorriu pra ela, e começou a falar, primeiro ele comprimentou a todos, as alunas, a diretora, e a supervisora, algumas meninas apareceram, mas não foram todas. A palestra não era obrigatória, ia quem se interessava pelo assunto, ou pra quem queria ter um conhecimento a mais. Ninguém sentou na minha fileira, da segunda pra trás, mas isso não me incomodou, afinal, depois do vexame do refeitório tava na cara que ninguém iria chegar perto. O Homem começou a falar, falar sobre fotografia, como manusear câmeras, os tipos diferentes de câmeras, e cada vez que ele ia falando meu coração acelerava e aumentava o meu desejo de ser filha deles. Porém, não era bem assim, eles eram palestrantes, somente isso.

"Para de se iludir Jully, sua boba!!!."

Pensei.

A palestra foi curta e objetiva, o homem foi muito simples nas instruções e dizeres, quando o homem acabou. Chegou a vez de Aria, Como ela se apresentou, ela falou da arte da escrita, a motivação de ler e de escrever, e o poder da história através das palavras. Eu anotei tudinho que eles disseram, anotei cada palavra, cada frase, e por mim passaria todas as horas possíveis ali. A moça com calma, explicou a evolução dos utensílios da escrita, e disse que cada coisinha foi essencial para a evolução da escrita. E mais uma vez fui pega pensando:

"Oooi? Quer ser minha mãe?."

Sorri pensando em como eu seria cara de pau falando isso pra moça.

A palestra durou exatamente no tempo previsto, sem um minuto a mais. E quando acabou, fui toda animada e ansiosa para conversar com eles.

Primeiro fui falar com a moça, que sorridente olhou para o meu caderno e disse:

-Ora só, temos uma escritora aqui. Será que eu posso ver a sua história?

Sorri tímida e acenti.

Ela era a única pessoa a ler minha história,não compartilhei nem com a Dona Luzia!!! A moça olhou minhas histórias, e sorriu. Cutucou o marido e disse:

-Amor, olha essa história,é fascinante....cheia de emoções e sentimentos. Menina, você quem escreveu isso?

-Sim Sra. Eu escrevi.

O homem sorriu, e disse:

-E além de escritora temos uma jovem Fotografa, ora só.posso ver suas fotos?

-Claro......claro.

E mostrei.

Os jovens se olharam, e sorriram um para o outro,

(Era incrível ver a química deles, e a comunicação pelo olhar!), O moço prosseguiu:

-Querida, estávamos pensando, se você gostaria de participar de uma competição, você não foi a única em Hampton que ama ler, escrever e fotografar. Há muitas meninas que gostam disso também, gostaria de participar da competição? Só precisa assinar seu nome.

-Sim querida, a competição será as 4:30 de hoje, o que você acha?

-Acho maravilhoso!!!!! Mas o que terei que fazer?

Eles se olharam e disseram:

-Bom, você terá que escrever uma história sobre seus pais.

Eu arregalei os olhos. Como eu iria escrever sobre duas pessoas desconhecidas? Porém, como eu poderia ganhar um prêmio que eu não sabia, e aqueles jovens demonstravam confiança e passam ela, eu acenti.

E eu disse:

-E da Fotografia?

A moça me olhou e disse:

-Bom, vai escolher um lugar de paz pra você, um lugar que transmita alegria. O que vocês acha? Pode fazer isso?

-claro!!!!!

Sorri.

Anotei meu nome na listagem, e nem vi quem estava participando, peguei meu caderno e minha camera,subi no terraço e tirei foto da torre Eiffel que estava brilhante com o calor do sol, bati a foto e a legenda era:

"Um cantinho de paz."

A parte mais difícil era, escrever sobre meus pais, então fui sincera e honesta. Comecei com:

"Como posso falar sobre duas pessoas desconhecidas?..........

Coloquei todos os meus sentimentos, meus fracassos, minhas emoções. Não era fácil, escrever aquilo, e dentro de mim não havia motivo para ter sido jogada ali em Hampton, mas tinha motivo para ser adotada! Fiz a personagem triste, mas com esperança, e isso que eu queria passar, que mesmo em meio às dificuldades sempre podemos ter esperança.

Acabei a história com lagrimas nos olhos, porém fui honesta, e sincera. Pra mim mesmo que eu não ganhasse, já tinha ganhado um presentão, fui sincera, e alimentou minhas esperanças.

Com o texto pronto e a foto tirada. Só me restava, esperar. Dona Luzia chegou sorrindo e disse:

-Oi pequena,ansiosa pro concordo?

-Sim!!!! Demais!!!!

-Posso ler?

-Claro.

Entreguei o papel para Dona Luzia, que emocionada ao ler disse:

-Voce merece ganhar pequena, você merece.

-Dona Luzia? Como eram meus país?

-Oooh pequena, não pude vê-los, encontrei você embalada em um edredom com uma cartinha dizendo: "Cuida dela para mim."

Infelizmente não podemos ver quem era, e o que se passava. Mas tivemos a honra de temos você conosco. E não deixaria uma pequena branquela no meio do frio.

E fez cócegas em mim.

Eu sorri, aliais, gargalhei. Emocionada abracei a Dona Luzia, e disse:

-Eu te amo Dona Luzia.

-Eu também pequena. Muito. Muito mesmo.

O sinal tocou, Dona Luzia me olhou e sorriu e disse:

-Pequena, hora de ir para o concurso.

Eu sorri, segurei a mão dela. E fomos.

O casal estava sentado, em uma sala disponível para aquele momento, Uma mesa longa, e com garrafinhas de água para os dois. Sentei na sala e disse:

-Olá,Sr e Sra Fitz.

-Olá Sra Jully.

Todos nos sorrimos, as outras meninas entraram, com cara de orgulho e preocupação, não culpo elas, e nem julgo. Eu também estava assim.

Elas sentaram do meu lado, sem trocar nenhum olhar. O casal pegou todos os conteúdos, leram, releram, viram as fotos inúmeras vezes. Pediram para nós nos retirarmos, nervosas nós fomos para o refeitório, que comemos um belo bolo de chocolate.

O casal nos chamou, e foram dispensando uma a uma, só sobrou nós duas, e o medo era imenso. E se eu fora dispensada? Que medo.

O casal sorriu, e dispensou a menina, e só restou eu, nervosa, olhei para os lados.

O casal sorriu e disse:

-Bem, Jully, só restou você.

-Sim....só me restou.... E agora?

-Bom, agora é a sua premiação.

O casal tirou um papel, e nele estava escrito:

"papel de adoção

Jully Montagomery Fitz."

EU olhei, li, sorri, li, reli, e disse:

-Nao estou entendendo, não mesmo.

O que houve?

-Pequena, o casal quer te adotar.

-ELES QUEREM O QUE???????

Fiz cara de animada. 



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