História Jully M. Fitz - Capítulo 11


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Categorias Pretty Little Liars
Personagens Aria Montgomery, Ezra Fitzgerald
Tags Adoção, Ariamontgomery, Aventura, Brasil, Brazil, Castpll, Ezrafitz, Ezria, Família, Jullymfitz, Pll, Prettylittleliars
Visualizações 13
Palavras 852
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - Uma Surpresa.


Jully:

-Princesa, eles querem te adotar.

-ELES QUEREM O QUE?

Fiz uma cara de animada.

Quando Dona Luzia disse que eles queriam me adotar, eu não soube o que fazer. Se eu chorava ou se eu sorria, se gritava ou se eu chorava baixinho. Fiquei com cara de espanto logo depois da animada.

Então o casal falou:

-Jully, o concurso valia a uma adoção,queríamos você desde o começo porém.....

-Porem não poderíamos adotar a criança errada, teríamos que ter certeza para não cometer injustiças.

-Entao fizemos esse concurso besta para decidir quem seria a nossa nova filha....

-Meu sonho era dar uma criança para o Ezra, mas, eu sou estéril, e a partir do dia que eu descobri e o Ezra me aceitou como sou, decidimos adotar uma criança.....

-Mas, o problema é que moramos longe daqui.....

-E o Ezra estava na turnê do lançamento dele, e é aqui por perto, então.....

-Decidimos passar por aqui como férias e soubemos de Hampton, o melhor orfanato de Paris.

-E entramos, e aí nos deparamos com você chorando naquele dia, e nosso coração partiu. Quando botamos os nossos olhos em você.....

-Decidimos que era você que seria nossa filha.

-Maas....mas....porque uma garota grande?, Porque não uma criança menor?

-Bom Jully, somos um casal jovem, e o Ezra tem compromissos com o término do filme, uma criança menor não iria nos ajudar, não teriamos tempo o suficiente para educar, por na escola e tudo mais.

-Ja uma menina grande, não teríamos esse problema, teríamos tudo encaixado.

Com os olhos cheios de lágrimas, e sem reação abracei eles. Eles fizeram a coisa mais bonita que eu já vi, eles me beijaram na testa, e me perguntaram:

-Jully você aceita ser a nossa filha?

E eu respondi:

-SIM!!!!!!! ACEITO!!!

O homem sorriu pra mim e depois ficou sério e ele perguntou:

-Pequena, como dissemos, não moramos aqui, somos de Rosewood, entao você teria que se mudar pra Rosewood, você gostaria?

Eu parei, pensei.....

Sair de Paris? Ir a Rosewood? Uma cidade nova desconhecida.... Teria que pensar, muitos de vocês diriam: vai logo garota!! Não perca a chance. Mas sair de cidade, de Pais!!!! Não era tão fácil. Rosewood ficava em Pensilvânia e Paris na França, muito longe. Mas aqueles dois, aquele casal, mexiam muito comigo, tinham uma conexão, uma paixão pela fotografia e pela escrita, eram o casal perfeito. Então eu perguntei:

-Mas, quanto tempo resta para o filme ficar pronto?

-Duas semanas.

-E eu teria que esperar vocês acabar para ser adotada?

-Sim Princesa, ou entao, adoraríamos você e você viria para nossa casa, mas tudo se você concordar.

-voce quem manda Jully.

Sorri.

E concordei com o fato de ser adotada logo.

Todos nós sorrimos, o casal explicou que era regra de Hampton, que tivesse primeiro a visita e depois a adoção é que teríamos que respeitar, etão demoraria um pouco até decidirmos a data exata.

Isso me dava tempo para falar com o Marcos, afinal, eu meio que gostava dele. Tá tá, eu confesso, eu gosto muito do Marcos, não poderia ir embora sem ele.

Ele era a melhor parte de Paris, não poderia deixar escapar.

Eu acenti com a cabeça, o casal me abraçou e nos despedimos.

A diretora informou que como o tempo do Sr Ezra, era curto. Poderia ser o dia da visita nesse final de semana, e eu, e  todos nós concordamos.

O casal foi embora e eu subi para o meu lugarzinho do céu, escrevi em um papel, e fiz um avião de papel, joguei. 

"Marcos, você não vai acreditar, lembra daquele casal? Então, eles vão me adotar!!!!."

Em alguns minutos, o papel retornou.

"Não acredito!!! Que incrível!!! Ju isso é incrível. Mas, eles são daqui né?."

Lendo, eu fiquei triste.

" infelizmente não, essa é a pior parte, eles são de Rosewood, Pensilvânia. E eu terei que morar com eles, mas enquanto eu estou aqui, vou ficar na casa deles, e a gente pode se ver...."

"pela última vez?."

Meu coração quebrou não sabia o que responder a ele, seria a última vez? Eu não veria o Marcos nunca mais? Com lágrimas nos olhos, recebi outro papel:

"Aonde você for eu vou, não chora minha fotografa preferida."

Sorri lendo aquilo.

"você vai me ver antes de partir?."

"sim, óbvio que sim prepararei uma surpresa a voce, você vai ver."

Sorri lendo aquilo, mais uma vez.

Marcos era incrivelmente incrível, e ele era tudo pra mim não podia perder aquele garoto, não dessa vez, além de um grande rapaz, era um grande amigo. E eu não deixaria ele para trás, falaria para o casal,seria sincera, eu iria com eles, mas não perderia Marcos. Faria de tudo para ter ele por perto.

Conversamos sobre tudo, ele me contou como funcionava, como era o casal. E eu expliquei tudo, detalhe por detalhe. Como eles fizeram para me escolher. Como eles eram. Tentei passar o máximo possível da imagem deles. Marcos ficou feliz em ler aquilo, e não via a hora da gente se ver.

E eu também não via a hora daquilo acontecer.

Nós despedimos, e eu desci.

Estava ansiosa e esperançosa para dar tudo certo. Inclusive o meu plano de surpreender o Marcos. Afinal... Como sera que era ele?



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