História Jully M. Fitz - Capítulo 12


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Categorias Pretty Little Liars
Personagens Aria Montgomery, Ezra Fitzgerald
Tags Adoção, Ariamontgomery, Aventura, Brasil, Brazil, Castpll, Ezrafitz, Ezria, Família, Jullymfitz, Pll, Prettylittleliars
Visualizações 6
Palavras 739
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 12 - O Perdão


Jully

Após eu ser escolhida a ser adotada pelos Fitz's, EU não pensei em outra coisa, além de surpreender e encontrar o  Marcos, e também da ansiedade de Visitar logo os Fitz's. A visita seria na sexta, e hoje era Quarta. Ou seja? Faltava muito pouco para mim conhecer o lar onde seria meu. E a emoção e a felicidade de estar com eles,era algo que eu nunca havia sentido por ninguém, nenhum casal que tentou me adotar me fez sentir como eu me sentia.

E Honestamente, era incrível.

Acordei naquela Quarta feira, sem me importar com o resto, tipo, claro, fiz minhas tarefas, mas, não parava de pensar em Marcos. Eu queria muito conhecê-lo e seria naquele final de semana.

Como eu iria para a casa dos Fitz's EU teria a chance de conhecer Marcos, não havia pensado em como eu iria ver ele estando em Pensilvânia, afinal, era muito longe. Mas eu sabia que nada seria impossível para aquele sentimento tão puro e sincero.

Sorria sempre ao pensar em Marcos. Por isso havia decido de mais tarde, depois do almoço, ir lá ver como ele estava.

Marcos estudava apenas no período da manhã, assim como eu, porém, não era igual a minha situação, ele de fato ficava na escola, e em casa. E sempre havia um tempinho para mim, parecia que ele ficava me esperando sempre. E quando ele tinha compromisso, avisava via papel. Dizendo os horários e as coisas para fazer.

E vice e versa.

Cheguei no refeitório, e novamente, sendo a última a chegar, todos me olharam. Estranhei, mas como não era novidade de todos naquele mesmo lugar, ficarem me olhando. Já estava preparada para a humilhação alheia, sentei na mesa, logo que peguei meu prato, todas uniformizadas, me olhando, aquilo me deixava nervosa.

Logo entra quem?

Exatamente quem você está pensando:

DHAPNE!

Logo que ela entrou, já pensei:

"ah não!!!!, Me lasquei."

Dhapne, com saia de Hampton cinza e casaco da escola, parou no meio do refeitório e começou a falar:

"Meninas, há um tempo atrás eu cometi um erro, eu disse coisas horríveis para uma pessoa.....

Meu coração parou de bater.

" E quando eu mais precisei de alguém, essa mesma pessoa não pensou em me ajudar, em trazer palavras de conforto. Por isso devo em nome de todas as meninas de Hampton, pedir desculpas a Jully, como ela vai ser adotada em breve, devo pedir desculpas e meu perdão em quanto há tempo.....

Gelei...... Pera..... Dhapne? Me pedindo perdão? Pera ..... Dhapne? O que?.... Dhapne.... Eu já disse Dhapne gente?....D.H.A.P.N.......

Interrompida pelos meus pensamentos Dhapne chegou perto de mim e disse alto:

-Jully! Você aceita o meu pedido de perdão e desculpas?

- o...o...o..que? Aceito? Quer dizer. Aceito!

O refeitório veio a chuva de aplausos, e cada menina, uma por uma, me pediu perdão e desculpas.

Eu não sabia o que dizer, morri de vergonha, gelei na verdade, afinal, era

A DHAPNE GENTE!!!!!!!!!

Morri de vergonha, não era fácil pra mim. E logo depois da vergonha, veio as lágrimas, saber que um dia cada uma delas me fizeram chorar e agora estavam me pedido perdão, era algo emocionante. Não sabia o que dizer, e no meu coração, eu fui perdoando cada uma. Afinal, todas nós erramos, não somente eu, mas ah, todas nós.

Após aquele momento bonito, todas nós colocamos a mão no peito e fizemos o juramento de Hampton. Sempre que terminamos alguma discussão dizemos o juramento.

"família Hampton unida, sempre unida. Mesmo que haja discussões, estaremos sempre unidas."

O juramento é simples, porém,todas que entram ali, juram firmemente a jurar o juramento e a seguir, por isso, não havia muitas brigas e discussões. Pelo menos não em público.

Após a comida e o refeitório, sai. Subi no terraço, Lá a Torre Eiffel estava cinza, porém radiante. Costumo a dizer que quando torre Eiffel estiver escondida é porque algo não vai bem. Escrevi em um paoel:

"Marcos?, Você está aí?."

E não houve resposta.

Novamente, mandei mais uns 5 papeis, (limite nosso).

Pensei:

"Bom ele deve estar ocupado."

E tirei algumas fotos, porém, com aquilo me incomodando, afinal, onde ele estava?, Escrevi mais um roteiro e trecho da minha história. E desci, o vento estava forte naquele dia, e estava difícil segurar as folhas do meu caderno.

Mas o vento não era o problema, o problema era a preocupação, de que, será que eu havia feito algo de errado para o Marcos? Onde ele estava? Preocupada, desci do terraço,

e fui para o meu quarto.



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