História Jully M. Fitz - Capítulo 14


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Categorias Pretty Little Liars
Personagens Aria Montgomery, Ezra Fitzgerald
Tags Adoção, Ariamontgomery, Aventura, Brasil, Brazil, Castpll, Ezrafitz, Ezria, Família, Jullymfitz, Pll, Prettylittleliars
Visualizações 8
Palavras 865
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 14 - A casa dos Fitz Part 2


Jully:

Subimos na bicicleta, por incrível que pareça, os Fitz foram me buscar de bicicleta!!! O Sr Fitz Disse que quando ele ainda lecionava ele amava andar de bicicleta, e que Aria a esposa Morria de ciúmes, Aria fez uma cara de quem comeu e não gostou mas ouvindo o minha risada pela primeira  vez quebrou a braveza e passou a rir também.

Estacionamos em uma sorveteria, e ali juntos comemos uma porção enorme de sorvete de limão, quer dizer, a Sra Fitz comeu. Eu escolhi de pêssego, por mais que coco e limão fossem meus favoritos, eu queria experimentar sabores novos e exóticos. Eu claro, maneirei em questão de quantidade, até porque, era feio sair colocando um monte, e a sorveteria era por kg então óbvio quanto mais eu colocasse mais caro seria e eu não iria abusar. Quando o Sr Fitz Viu minha tigela, pegou-a e colocou umas cinco bolas de sorvetes, daquelas bem gorda, e deu uma piscadela pra mim. Eu sem jeito me escondi na montanha de sorvete, e Aria bateu a primeira foto, e depois eu bati a foto do Sr Fitz cheio de bigode de sorvete, e o Sr Fitz bateu a foto minha e da Sra Fitz se lambuzando de sorvete. Depois da sorvetada, o Sr Fitz lembrou que desde o colégio dos dois, eles faziam a seguinte coisa:

Compravam tortas!

E eu me diverti muito com aquilo, porém, ali não era Rosewood, e sim Paris. E tortas iguais a de Rosewood eles não iriam encontrar, mas o Sr Fitz fez questão de nós levar até a loja de torta, e comprou a maior que tinha e levantando a torta como se fosse um troféu disse:

-JANTAR!!!!!

E nos tres sorrimos com aquilo.

Subimos na bicicleta, a minha era rosa, da Aria era rosa pink, e do Ezra azul.

Quando chegamos na casa dos Fitz, aliais, apartamento dos Fitz, subimos as escadas, e eu achei uma graça o apartamento. Era muito simples,e muito organizado e limpo, e tudo parecia muito com o perfil do casal,contraído e alegre porém sério e responsável.

Aria me levou até o meu quarto, e perguntou se a decoração estava boa, e eu acenti.

O quarto era uma graça, havia uma cama de solteiro, uns ursinhos segurando plaquinhas com dizeres:

"I love you."

E outros com os dizeres :

"A nossa querida Ursinha Puppi."

O que eu não entendi muito bem. Mas certamente eu iria perguntar.

E mais um escrito:

" Pai nosso."

E certamente esse ursinho rezava ao pai nosso.

Nas prateleiras estavam os livros, e na janela, ficava a Torre Eiffel, limpa e perfeita , brilhante que só.

-Gostou pequena?

-Se eu gostei? Eu amei!!! É lindo Sra Fitz.

-Ah para de me chamar assim pequena, pode me chamar de Aria,fica muito melhor.

E eu sorri.

Deixei minha mala ali, e fui para a cozinha, o Sr Fitz estava sentado no sofá e Aria também, quando ambos me viram se entreolharam  e o homem disse:

-Jully, gostaria de nós acompanhar até o estúdio?

-Mas é claro Sr Fitz, EU vou amar.

-Certo. Menina para de me chamar de Sr Fitz me envelhece uns trinta anos.

Me chame de Ezra.

-Ou "Z".

Aria gesticulou aspas com os dedos

-Quale você não superou isso né?

-Nananinanao..... Ainda não.

Os dois sorriram.

Eu confusa sem saber do assunto, já via que eu tinha que aprender muita coisa.

-Entao bora Jully?

-Bora, eu respondi ao Sr.....quer dizer ao  Ezra.

Nós saímos do apartamento, fomos a garagem. Ele sorriu e disse:

-Nao tem estacionamento para bicicletas no estúdio,vai ter que ser  de carro mesmo. -E deu de ombros.

-Ainda bem. -A mulher respondeu.

Entramos no carro, coloquei o cinto de segurança, e atravessamos o bairro, o estúdio era um lugar grande, enorme. Com várias especies de garagens, Aria me contou que cada "garagem" daquela representava um set, e cada set era feito um "Take", que era cada cenazinha feita e produzida. Cada série ou filme tinha seu estúdio e era ali que acontecia a magia da cenografia. Eu achei um máximo sabe, escada coisa era uma descoberta. Tirei foto de tudo, inclusive quando o Ezra estacionou errado e derrubou o cone, a cara dele foi a melhor.

Sem dúvidas aquele dia estava sendo incrível!!!! E tinha muito mais para acontecer.

Quando eu cheguei lá, todos vieram me comprimentar, todos queriam saber de mim, e foi um máximo. Apesar da vergonha, fui aceita ali com muita honra, e pude comer e visitar cada cantinho. Como o Ezra havia dito, o filme estava na reta final, e eles só tinham pouco tempo, 2 semanas no máximo. Alguns atores e atrizes já estavam se despedindo. E alguns com lágrimas nos olhos, não conseguiram segurar. Todos eram muito gentis, o diretor era um homem bravo, e perfeccionista, mas comigo foi um doce de pessoa.

Passamos a tarde ali e até o restinho dela, e foi o melhor dia da minha vida!

Almejava mais do que tudo dê estar ali, mas, apesar de estar sendo divertido, meu pensamento ainda estava com o Marcos. Não conseguia esquecê-lo. Não dava, era muito difícil.

Não dá pra esquecer alguém que se torna inesquecível para você. 

E eu só conseguia me perguntar:

"Será que ele está bem?."



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