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História Juntos pela eternidade - Marichat - Capítulo 1


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Notas do Autor


Volteei galera, desculpem pela demora

Capítulo 1 - Meu primeiro dia : Marinette


Fanfic / Fanfiction Juntos pela eternidade - Marichat - Capítulo 1 - Meu primeiro dia : Marinette


Tudo começou no meu primeiro dia de aula no Colégio Françoise Dupont, foi tambem o primeiro dia em que eu o vi... Aah... O Adrien... Não foi o primeiro encontro MAIS romantico do planeta (até porque eu achei que ele havia grudado um chiclete na minha cadeira e fiquei furiosa),mas enfim, esse não é o assunto... por enquanto.

Enfim! Durante a aula tiveram alguns acontecimentos, conversa vai, conversa vem, PUFT! Surgiu o primeiro akumatizado.

A Srta. Bustier nos mandou para a casa, até porque o Ivan (akumatizado) havia virado pedra e ficado enorme! Ninguem mais sabia o que era ou não possivel!

Quando cheguei em casa fui correndo para meu quarto para ver o noticiario, estava sendo transmitido em literalmente TODOS os canais ao vivo. Foi quando eu notei uma pequena caixinha em cima da minha mesa (eu não havia deixado a caixinha lá, e meus pais não tem o costume de entrar no meu quarto quando estou fora), peguei a caixinha e abri.

Foi o momento mais bizarro da minha vida! Do nada saiu uma luz voando na minha cara, depois que a luz se foi, a Tikki apareceu. Owwnt ela era tão fofa! Mas ao mesmo tempo parecia um rato enorme voador falante que sabia meu nome... Entrei em desespero! Derrubei a caixinha (além de quase ter tido um ataque cardiaco!). Depoois de algum tempo ela me convenceu de que não era um rato, que eu não poderia contar à meus pais sobre ela, que não me faria mal E me disse que EU seria a pessoa que iria SALVAR PARIS daquele monstro ENORME! Detalhe: ela só me pediu pra colocar um par de brincos...

Mas enfim, depois que ela me explicou certinho o que ela era e o que estava acontecendo, eu fiquei mais apavorada ainda! Mas ta bom, fui na dela e disse "Tikki, transformar!". Resultado: ela SUUMIU, e eu fiquei sozinha no meu quarto chamando por ela com uma mascara, roupa vermelha com bolinhas pretas, e a minha super arma magica! : um ioiô...

Blz neh, eu fiz oq? Pulei do prédio com o ioiô. Como eu tive coragem de fazer isso? Nem eu sei! Fui ao encontro do coração de pedra (nome do akumatizado), e para a minha surpresa já tinha outra pessoa a caminho... foi assim que eu conheci (esbarrei) o Cat Noir, meu futuro parceiro nos momentos mais dificeis... literalmente.

Depois disso tivemos uma grande batalha contra o vilão e o vencemos. Foi facil? Não! Nem um pouco! Me senti super bem comigo mesma, mas ainda estava curiosa e um pouco assustada com essa história de super-herói, mas Tikki me convenceu de que eu havia ido muito bem, além de me incentivar, dizendo que logo logo eu me acostumaria com as responsabilidades, e que não seria tão ruim assim, já que além de salvar a cidade e as pessoas que eu amo, eu teria a ajuda de um certo gato preto. Ta ok.

Como eu já havia dito, nós derrotamos o akumatizado. No dia seguinte ele voltou. Com UM MONTE de seres de pedra junto. Eu fiquei apavorada! O que tinha acontecido? Isso não era normal! Depois de uma conversa com Tikki, descobri que eu deveria ter purificado aquela tal borboleta chamada akuma... pronto, eu sabia! Era culpa minha e da minha falta de atenção! Paris não merecia aquilo, não merecia um super herói que só os colocasse em ainda mais perigo! Eu já não queria mais ser a Ladybug, já tinha desistido, então eu tive a brilhante ideia de dar o meu miraculous para minha mais nova amiga, Alya Céseire, uma garota determinada e cheia de coragem que eu conheci no dia anterior. N deu certo. OBVIO Q N DEU CERTO. Meu plano era perfeito, mas ela precisafa sair só com o celular e deixar a bolsa com o miraculous na escola, e quando eu fui atrás dela para devolve-la ela estava onde? No meio da luta, Cat Noir já estava lutando, e ela, havia chegado perto demais e se envolvido um tanto que inesperadamente. Resumindo: ela estava onde? presa entre um carro e uma parede gritando por socorro igual à uma galinha esganada. Corri para o beco mais próximo e peguei de volta a caixinha dentro de sua bolsa... Eu teria que usar o miraculous pra salva-la, depois de ouvir os gritinhos de felicidade de Tikki por eu não ter realmente desistido, coloquei os brincos e disse as palavras que me trariam novamente aquele uniforme vermelho e aquele ioiô magico, depois fui atrás da Alya e a libertei, encontrando no caminho o bastão do Cat, mandei-a ficar longe da luta para que não se machucasse mais e fui atrás do meu parceiro de lutas, o outro grande herói de Paris, o gato preto com o poder do Yin da Destruição. Ele havia sido capturado... dei o meu melhor e, finalmente, depois de algum tempo, consegui fazer o vilão se desfazer dele e o libertar. Mas ele ainda estava com Chloé (Urgh) e Milene, duas garotas que também estudavam no Françoise Dupont, até que, depois de ter subido na Torre Eiffel, o akumatizado lançou Chloé com uma força inimaginavel! Por sorte (e instinto) eu a peguei à tempo para que ela não se choca-se contra o chão, e a levei até uma das varias viaturas policiais que lá estavam. Mas eles me agradeceram? Nãão! Muito pelo contrario, disseram que não precisavam de mim, e que eu não era uma verdadeira super-heroína, pois ja havia falhado uma vez. Isso foi a gota d'água... fiquei abatida, mas sem nem pensar duas vezes Cat Noir levantou meu astral novamente! Ele podia até ser atencioso por trás de TODO aquele sarcasmo e piadinhas irritantes. Do nada o vilão começou a tossir e de sua boca sairam muito mais akumas, e eles formavam um rosto, que se apresentou e disse à mim e a Cat Noir que entregassemos nosos miraculous e acabassemos com o sofrimento de todos esses parisienses. Claro que eu não cairia nessa! Em um surto de adrenalina retruquei as palavras do vilão e purifiquei todos os akumas que formavam seu rosto, e naquele momento fiz uma promessa que eu realmente daria o maximo de mim para cumprir, disse que enquanto eu e Cat estivéssimos por aqui eles não tinham o que temer, pois seriamos seus protetores contra as forças de Hawk Mof.

Depois de uma luta incessante, finalmente conseguimos! Salvamos paris, e de quebra eu finalmente aprendi que eu preciso purificar os akumas senão vai dar merda! Resolvi ficar com o Miraculous da joaninha e me tornei uma pessoa com duas vidas muito corridas, além de ganhar uma amiguinha muito fofa e com mais de 3 mil anos.

Gente, eu coloquei humor na historia mas a coisa foi séria!

Depois disso voltei para o colégio para pegar minhas coisas e começou a chover muito forte, e, como eu não havia trazido guarda-chuva, tive que esperar... mas não fiquei muito tempo, pouco menos de um minito depois que eu estava parada ali, o aluno novo, Adrien Agreste, passou por mim e me cumprimentou, eu ainda estava chateada por pensar que ele havia sabotado minha cadeira com um chiclete mascado, então só virei a cara e dei uma respiradinha em tom de deboche.

Então ele parou, à mais ou menos um passo de distância e me olhou com aqueles olhos verdes que, Deus me perdoe, mas era de botar qualquer um no chão.

Ele me contou que não tinha sido ele quem havia posto o chiclete, mas sim Chloé (tinha que ser), além de se abrir para mim, dizendo que nunca havia tido um amigo na vida e muito menos frequentado uma escola antes... fiquei cheia de pena, e, algo mais, uma coisa que eu não sabia no momento, mqs mudaria minha vida para sempre! Ele me entregou seu guarda-chuva em um gesto de gentileza, e eu aceitei.

Estava um clima tão bom, senti que realmente viraríamos amigos, mas é claro que eu tinha que estragar tudo! Sem querer apertei o botão e o guarda-chuvas se fechou, prendendo-me em um casulo todo preto. Nem eu nem ele conseguimos nos segurar, caímos na gargalhada e ele se despediu, quando eu o respondi comecei a gaguejar, o que estava acontecendo comigo? Logo depois eu viria à descobrir, e o resultado dessa história seria um tanto quanto clichê.

Voltei para a casa e, no mesmo dia, enchi meu quarto com pôsters e fotos do modelo, cujo as revistas eu já tinha, até porque meu maior sonho era ser estilista, assim como meu futuro sogr... ah... seu pai.

No dia seguunte fui à escola e só o que sabiam falar era: Ladybug, Ladybug,Ladybug, Ladybug,Ladybug.

Meu mundo virou de cabeça para baixo e eu não sabia como, mas teria que me acostumar à ser duas pessoas.



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