História Jura Secreta - Capítulo 25


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Categorias Supergirl
Personagens Alex Danvers, Cat Grant, Eliza Danvers, James "Jimmy" Olsen, J'onn J'onzz "John Jones" (Caçador de Marte), Kara Zor-El (Supergirl), Lena Luthor, Lucy Lane, Maggie Sawyer, Personagens Originais, Samantha Arias (Reign), Winslow "Winn" Schott Jr.
Tags Kara, Lenaluthor, Supercorp, Supergirl
Visualizações 199
Palavras 1.014
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Ficção, LGBT, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 25 - Capitulo 25- É tão fácil abandonar


Charles saiu da sala e vai até o parquinho e sentar em um balanço olhando as outras crianças brincando e ele ali sem vontade nem de sair do lugar. Tem sentido fraco e tão sozinho. Todos seus coleguitas pelo menos uma vez por semana são levados pelo pai ou a mãe. Seus nunca o levaram nem até o carro em frente a castelo. Tocar a sineta e ele sair do balanço só que tudo ficar escuro e cair de cara na areia. Durante o intervalo e é levado ao hospital e nenhum dos pais está no país. 

Diretor. – Boa tarde! Gostaria de fala com o Sr. e Sra. Arias. É urgente sobre seu filho. 

Carolina. – Meus patrões estão fora do país a trabalho. Mais estou responsável pelo jovem Charles. A governanta quase cair com a notícia que o menino desmaia e foi para no hospital. Chegando lá é direcionada ao consultório do medico que atendeu o menino que lhe faz dezenas de perguntas. 

Medico. – Olhe aparentemente ele estar bem só um pouco de febre! Seria melhor deixa-lo em casa o resto da semana. Pôde ser uma virose forte. Nesse tempo é bem comum! No entanto todo cuidado é pouco. 

Carolina. – Certo! Vou cuidar bem dele. Obrigada. 

Médico. – Bem preciso espera os exames para saber mais a fundo, pôr hora pôde ir. Quase coisa fora do comum só ligar para minha secretaria marcar uma nova consulta. 

Carolina assim que chegar ao castelo ligar para os patrões que simplesmente ordenam que ela cuide do resfriado do garoto e não voltasse a importuna por besteira. – Sim senhora. Coloca o telefone no gancho quase o quebrando de tanto força que usou. Os dias se passaram e a febre do menino ia e voltava. Só que no domingo o garoto nem conseguia acordar! Todos os empregados correram para ajudar a governanta que tremia de tão nervosa que estava. 

Enfermeira. – Senhora! Seu neto vai ficar bem. Afagar o ombro da senhora de rosto aflito. Que só conseguir acenar com a cabeça. 

Algumas horas depois o médio analisa os resultados e se assusta com o que ler. – Senhorita Gless chame  a senhora que acompanha o senhor Charles Arias vem ao meu consultório agora! Diz aflito. 

Coralina. – O que ele tem doutor? Sentia seu peito doer com a possibilidade do menino ter algo grave. 

Médico. – Não posso mentir para senhora! Todavia preciso falar urgente com aos pais do menino. Por que tenho uma suspeita mais para ter certeza é necessária à autorização dos responsáveis para fazer um exame mais evasivo. 

Carolina. – Eles estão fora do país! Vou tentar me comunicar agora com eles. O medico sair para lhe dar privacidade. – Sei o que a senhora disse na última ligação! Suspirar. Samuel fala que não pôde ir ! Victória volta nem um pouco feliz fica ainda pior quando o medico dez que não passou de uma virose forte mais que tem que tomar mais cuidado. 

Victória. – Que tenha sido a última vez que me ligar durante algo importante por algo bobo. Você é muito bem pagar para cuidar dele como se deve. A loira vai até o quarto e sentar ao lado do filho que dormia inquieto. - Vocês são tão parecidos mesmo que nunca tenham se conhecido. Sair do quarto e caminha para a suíte do casal quando olhar para o final do corretor onde ficava o quarto da filha mais velha. Desde a última visita foi trancado e nunca será destrancado se depender dela. 

Samuel ver o filho quase caindo da cadeira de tanto sono. – Carolina, por que o Charles por acaso tem dormido tarde? Encara a governanta que acabava de deposita a bandeja na mesa de centro. 

Carolina – Ele tem dormido no mesmo horário de sempre senhor. Olhar o menino não tinha melhorado nada! Tem fica cada dia mais fraco e sonolento pelos cantos. 

Um mês passou e Charles volta ao medico só que dessa vez acompanhado pelos pais. - Então tem ou não resposta para o estado de saúde do meu filho? Senhor Arias pergunta sem paciência. 

Medico. – Na verdade os primeiros exames não deram nada. Como ele retornou com os mesmos sintomas! Tenho uma suspeita de algo. O doutor sair para fazer uma bateria exames para em fim descobre o que há. O ruivo suspirar ao terminar de ler os resultados. O menino tem leucemia crônica. – Sinto informa mais seu filho tem leucemia crônica. 

Os dois o encaram e começam a rir até que notam que o homem de jaleco não estava brincando. Samuel se apoia na mesa e puxar o médico pelo colarinho do jaleco. – Como assim meu filho tem câncer? Ele esteve aqui há um mês e disse que era só uma virose. Seu incompetente. Gritar com o médico que se assustar com a expressão assassina do Arias. 

Médico. – Senhor! O tipo de leucemia que seu filho tem os sintomas é comum em outras doenças por isso a casos que se demora a descobri que o paciente tem leucemia. Agora o que precisamos agora é correr contra o tempo. Pelo que a empregada de vocês relatou na outra consulta ele está assim há bastante tempo o que é não ajuda no tratamento. Irei interna-lo por alguns dias se quiserem vê-lo me acompanhem. Os três saíram e foram até a ala pediátrica. 

O pequeno Charles estava deitado na cama sendo avaliado por uma enfermeira que fazia graça para tentar distrai o menino de olhar tão triste. - Logo seus pais chegam e fazerem companhia. 

Samuel não conseguia acreditar no que estava acontecendo com sua família. Outra vez se encontrava perto de perder outro filho. Seu garoto parecia ainda mais pálido que o normal. – Como não notamos que ele tinha adoecido. Perguntar alto. 

Victória tão pouco conseguia pensar vendo seu filho ali deitado em uma cama hospitalar tão frágil e sem cor. Ele que sempre corria pelos corredores do castelo da família fazendo lembra-se de uma menina com o mesmo jeito alegre e risonho há tantos anos atrás que fazia o mesmo. – Ele ficara bem Samuel! Ele é o futuro da nossa linhagem. Aperta a mão do marido. 



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