História Juramento - Capítulo 3


Escrita por: e ManuOliveira13

Postado
Categorias Stranger Things
Personagens Eleven (Onze), Mike Wheeler
Tags Caleb Mclaughlin, Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo, Millie Bobby, Noah Schnapp, Sadie Sink
Visualizações 119
Palavras 1.300
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpem os erros ortográficos.

Capítulo 3 - Three


Miami – Florida 

01/08/2018 

 

[MILLIE NARRANDO] 

 

O tal Finn, estava de costas, mas eu não podia deixar de notar seu corpo esbelta que transbordava saúde, as vestimentas pretas contrastavam perfeitamente com sua pele pálida, ele era tão branco quanto um papel se é que era possível. Minha respiração falha e minhas pernas parecem virar gelatina quando o mesmo se vira, fazendo eu fitar seus cachos bagunçados, sardas salpicavam cada centímetro do seu rosto como constelações, seus lábios pareciam tão rosados quanto os meus e quando meu olhar se encontrou com o seu me perco na imensidão de um mar negro. - Ruborizo drasticamente, sou capaz de sentir as maçãs do meu rosto quentes. - Desço os olhos, para seus braços que continha diversas tatuagens, e me pego imaginando qual era o significado de cada uma delas. 

 

- Millie....Millie. - A realidade me atingi tão rápida quanto a vergonha por te reparado em cada detalhe do estranho que tinha seus olhos em cima de mim. - Pare de encara o garoto, isso é esquisito! 

 

É pedir muito um buraco para que eu possa me enterra? 

 

- Eu não estava o encarando. - Minto, revirando os olhos.  

 

- Estava sim. - Cruzei os braços me fazendo de desentendida, ignorando completamente o que mamãe havia dito. Eu ainda podia sentir o queimar do olhar do cacheado sobre mim. Passo por ele, sem olha-lo, sentando-me na poltrona roxa ao lado de Katy, que segurava seu urso de pelugem branca. 

 

- Boa noite crianças. - Falou uma das enfermeiras, um sorriso gentil estava em seus lábios. Ela era novata no hospital, fazia poucos dias que havia sido transferida, seu nome era Paige e era apenas isso que eu sabia ao seu respeito. - Esse é Finn Wolfhard, alguns de vocês já devem o conhecer outros não. - O cacheado se mantinha calado, deixando Paige falar. Era difícil não reparar no mesmo, ele era lindo, nunca havia visto alguém assim pessoalmente, apenas por fotos na internet. Eu estava o encarando de novo e me martirizo quando ele solta uma piscadela em minha direção, apenas viro o resto com as bochechas coradas. - Não seja tímido garoto, se apresente! 

 

Ele coçou sua cabeça desconfortável. Do seu lado Paige lhe lançava um sorriso encorajador, mas quem ficaria confortável em uma sala cheia de pessoas desconhecidas e que tinham câncer? - Meu nome é Finn, sou vocalista da Calpurnia, mas vocês já devem saber. - Metido. - Ham, não achem que só porque vocês têm câncer que irei ser gentil e agradável com vocês, pois eu não vou. - Posso ver os inúmeros olhos arregalados. Um sorriso sínico se formou nos lábios do garoto. - Acreditem, não estou aqui por vontade própria. - A sala foi tomada por um silencio, Paige ainda estava com os olhos arregalados, Finn parecia não se importar com o olhar de repreensão de todos, ele apenas sorriu é tirou um março de cigarro de seu bolso direito. Meu estoma embrulha e sinto um nó em minha garganta. 

 

Mas que porra esse garoto está fazendo? 

 

- Você não pode fumar aqui dentro. - As palavras saem sem que eu perceba. De repente todos os olhares estão sobre mim, inclusive o olhar de Finn. 

 

- E quem é que vai me impedir? Você? - Seu olhar e agressivo é impiedoso, encolho-me sobe a cadeira, meus olhos estão marejados, mas eu não podia chorar. - O nenê vai chorar. - Gargalhou. Isso não está acontecendo, repito para mim mesma mentalmente. - Cresça garota. 

 

- Chega Finn. - Paige bradou. - Não se esqueça que, ou é aqui ou a cadeia! 

 

Ele a encara enraivecido, o nó em minha garganta evapora e toda a atenção que estava em mim vai para Finn, que tenho os punhos cerrados e o maxilar travado. A curiosidade me atingi em cheio, mas que merda ele havia aprontado? 

 

- Acabou o show. - Sua voz saiu roca, seus olhos pareciam pegar foto. - Podem ir pra merda dos quartos de vocês! 

 

-  Finn!  

 

[...] 

 

Miami - Florida 

02/08/2018 

 

Peter era sem dúvidas o cara perfeito para Lara Jean, eu era uma tola apaixonada por livros de romance, eu devorava página por página. O romance cheio de idas e vindas de Peter e Lara me deixava encantada. Já era a 5 vezes que eu lia o livro, e parecia nunca me cansar dele. Mamãe fala que eu sou uma garota que sonha em encontrar o cara perfeito, mas quem nunca sonhou com isso? 

 

A poltrona roxa era bem confortável, eu estava envolvida por um lençol felpudo quentinho, as meias de gatinho estavam em meus pés, aos olhos de Sadie eram muito infantis e que uma garota na minha idade não deveria usa-las. Pelo canto do olho podia observa Paige assinando alguns papeis, Finn estava ao seu lado emburrado, as mãos enfiadas nos bolsos de seu casaco preto de lã, ele conversa baixo com Paige, que aparentava desanimo com o assunto. 

 

- O soro acabou criança. - Eu não havia notado a enfermeira que estava ao meu lado até sua voz soa baixa, um sorriso gentil estava em seus lábios. Estiquei o braço para que ela pudesse retirar o escalpe, com cuidado ela retirou, ponto um algodão com álcool no local. Aquilo ardia um pouco, mas eu já estava acostumada. - Está lendo esse livro de novo Millie? - Assenti sorridente. Todos já estavam familiarizados com o livro. 

 

- É o meu favorito! - Ela assentiu é saiu empurrando o carinho de remédios. 

 

Voltei a leitura e quando dei por mim já estava na página 200, o relógio batia 15:00 em ponto. Fechei o livro pondo-o em baixo de meu braço me levantando da poltrona. Caminhava em direção ao meu quarto em passos lentos. Eu estava cansada, podia sentir minhas pálpebras pesarem, mamãe não viria hoje me ver pois tinha uma reunião importante na empresa em que trabalhava. 

 

Ao abrir a porta de meu quarto me deparando com um cacheado jogado em minha cama, as pálpebras fechadas e a respiração lenta. Ele estava dormindo, no meu quarto e em minha cama, quem o deu permissão para entrar aqui?  

 

- Finn. - O cutuquei mas ele murmurou alguma coisa que eu não fui capaz de entender. - Finn. - Chamei novamente. 

 

- Só mais 5 minutos Iris. - Quem era Iris? Sua mãe? Sua namorada? 

 

- Finn. 

 

- CARALHO. - Dei um passo pra trás assustada com o palavreado é o grito dele. - Eu disse 5 minutos. - Seus olhos se arregalaram quando ele se deu conta de onde estava e que eu não era a tal de Iris.

 

- Eu não sei quem você pensa que é para entra aqui sem permissão, e para falar assim comigo. - De onde havia vindo essa coragem?  

 

- Pelo que eu sei sou Finn Wolfhard, e faço o que eu bem entender! - Suas sobrancelhas estavam arqueadas é um sorriso convencido estava em seus lábios. 

 

- Saia da minha cama agora, e do meu quarto inclusive. - Berrei batendo o pé. 

 

- E se eu não quiser. - Eu vou bater nesse filho da puta! 

 

- Eu vou gritar. - Falei. - E tenho certeza que Paige não gostara nada de saber que você está causado confusões aqui! 

 

Meio contragosto ele se levantou da minha cama, ele parou a centímetros de mim, minha respiração estava entrecortada. Mas que merda ele estava fazendo? 

 

- Você é uma graça. - Mas o que? Ele apertou minha bochecha e eu arqueei a sobrancelha esquerda. 

 

- Uma graça? - Semicerrei os olhos e engrossei a voz. - Saia daqui, AGORA. - Gritei. 

 

- Já estou indo princesa. - Pulei quando sentir seus lábios macios contra minha bochecha direita. Ele saiu rindo de meu quarto enquanto sentia minhas bochechas ruborizarem. 

 

Princesa? Que merda! 


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Até a próxima.


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