História Jurassic Park -Interativa- - Capítulo 5


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Categorias Jurassic Park
Tags Bioética, Biotecnologia, Interativa, Isla Nublar, Isla Sorna, Jurassic Park
Visualizações 37
Palavras 710
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Então... voltei! Peço mil desculpas pela minha ausência, estava em férias e acabei tendo um bloqueio criativo que me impossibilitou de escrever mais capítulos. Mas estou feliz em afirmar que a história não foi abandonada e que pretendo lançar mais capítulos em breve.

Como sempre, caso haja algum erro de português ou concordância, por favor me avisem e eu arrumarei assim que puder.
Se seu personagem esteja na lista de aceitos e não tenha aparecido nesse capítulo, não se preocupe, ele aparecerá mais pra frente.
Se seu personagem tenha aparecido nesse capítulo mas você acha que ele(a) tomaria uma atitude diferente da qual descrita na história, por favor me mande uma MP e eu tentarei arrumar o mais rápido possível!^^

Capítulo 5 - Capítulo III


12:34PM, Isla Nublar, Rio da Selva

Nastya andava de um lado ao outro nervosamente, os saltos afundando no chão a cada passo que dava, fazendo com que a ruiva suspirasse penosamente tentando recordar-se do por quê. não trocara de sapato antes de sair para essa pequena “aventura” no coração da ilha. A verdade é que não se lembrava nem por que estava naquele lugar, deveria estar almoçando na lanchonete perto do laboratório, ou até mesmo reclamando do sol escaldante do meio dia para seus colegas. Mas não, estava naquele fim de mundo sujando seus preciosos saltos brancos, no meio de uma floresta tropical cercada de dinossauros, vendo a Doutora Gonzáles examinar um dilofossauro doente, protegida apenas pelo segurança loiro do qual não se recordava o nome.

-Então, Doutora... Já descobriu o que há de errado com ela?- O homem perguntou, visivelmente desconfortável com o cheiro adocicado de vômito velho que assaltava suas narinas e com os tímidos piados, quase como os de corujas, soando cada vez mais perto.

-Ainda não sei ao certo, Mateo.- Então esse era o nome dele; Nastya devaneou tentando lembrar-se de quando havia conhecido-o.- Mas tenho quase certeza de que são os rins… De novo.- A veterinária, que diferente da dupla que a acompanhava, não parecia nada incomodada com os piados assustadores ou o odor desagradável, respondeu virando-se para a ruiva, que saiu de seu “transe” e sussurrou alguns xingamentos em sua língua natal.

-Você tem certeza de que é insuficiência renal, Catharina?- A ruiva questionou chegando mais perto do animal, se agachando e acariciando o focinho do mesmo de maneira melancólica.

-Bem, não absoluta… Mas os sintomas se encaixam. Ela não dorme, está bebendo água demais…- A morena argumentou, mas logo foi interrompida pelo segurança que olhava as duas mulheres incrédulo.

-Bebendo água demais? Vocês controlam até isso?!- O loiro exclamou surpreso olhando para a cientista que apenas acariciava o dinossauro adormecido.

-Há quanto tempo você trabalha aqui, Mateo?- Nastya perguntou com uma calma muito fora de personagem para a mulher que era bastante conhecida entre os funcionários por ser tão cabeça quente quanto a gerente administrativa do parque.

-Quase seis meses.- O homem respondeu sem se intimidar com o comportamento inusitado da ruiva que assustava até mesmo a veterinária que tentava se manter fora da conversa se concentrando no exame do animal.

-E ainda não pegou o jeito das coisas? Só podia ser irmão do Noah…- A russa falou mais para si mesma do que para o loiro que a olhava irritado.- Entenda uma coisa, garoto. Eu, e apenas eu, dito as regras por aqui. Esses dinossauros não são seres vivos, que nascem e crescem livres em uma utopia repleta de campos verdes e arco-íris. Eles são criados em laboratório, e eu sou a responsável por eles. Então se eu digo que eles  estão tomando água demais, eles estão tomando água demais. E se eles estão tomando água demais eles não são perfeitos. E se eles não são perfeitos…- Ela pausou o monólogo para colocar a cabeça do dilofossauro adormecido em seu colo, sem se importar com as manchas de terra e saliva fresca que esse deixava em sua saia.- ...Não servem para o Jurassic Park.

Nastya anunciou essa última parte tirando um objeto acinzentado, muito parecido com uma pistola, do bolso de seu blazer, encostando-o no pescoço do dinossauro adormecido em seu colo e, com um último afago melancólico e um beijo quase maternal na testa do animal, puxou o gatilho. Essa ação fez com que seus dois companheiros a fitassem assustados, com as bocas abertas e os olhos arregalados em descrença à frieza da mulher que mantinha a cabeça baixa, o rosto escondido pelas madeixas avermelhadas como uma cortina.

-Vamos logo.- A cientista falou tirando a cabeça do cadáver de seu colo e se dirigindo ao jipe que jazia parado à poucos metros do local.- Se sairmos agora ainda dará tempo de almoçar antes de voltar ao trabalho.

Por alguns segundos, Catharina jurou ter visto algumas lágrimas caindo nas bochechas da ruiva, e se perguntou se essas se davam pela morte do animal ou pela incapacidade da cientista de criar a perfeição. Mas, ao seguir a mulher até o jipe, notou que a água nos olhos da mesma parecia nunca haver existido


Notas Finais


Seguindo a sugestão do leitor @Teron, editei o jornal com a informação sobre a história e adicionei um tópico com a foto, nome, função e link para a ficha de todos os aceitos

https://www.spiritfanfiction.com/jornais/jurassic-park-13196274


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