História Just a Dream (Imagine - Kris Wu) - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Kris Wu
Personagens Kris Wu
Tags Dirty Talk, Exo, Imagine, Kris Wu, Yifan
Visualizações 325
Palavras 3.678
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu já desisti de dizer que vou postar cedo.
Enfim, como me pediram. A segunda e ultima parte da fic. Demorei de fato, sorry estou um pouco acumulada nas matérias, compromissos e o famoso Enem (graças aos céus acabou). Mas cá estou hehe
AVISO: Vai ter recadinho e pergunta importante nas notas finais, por favor leiam!!

Bom, espero que gostem, flores kkkk
Boa leitura

Capítulo 2 - Uma pequena punição


- Bons sonhos pra você também, princesa!

 

O maior tinha me deixado só naquela cozinha tão gélida, enquanto meu corpo pegava fogo. Estava perplexa pela audácia daquele garoto. Quem ele pensava que era? Primeiro tinha me deixado sozinha de manhã, e agora isso? Sei que estávamos ambos nos provocando, mas aquilo foi covardia. Se ele pensa que vai ficar por isso mesmo, está muito enganado.

 

- Você me paga, senhor Wu.

 

Me dirigi ao quarto e encontrei a porta fechada, me segurei para não chutá-la com toda a minha força. Contei até dez, respirei fundo e entrei. Yifan se encontrava deitado e coberto, quando percebeu minha presença ele me olhou com uma cara falsa de sono.

 

- Oh, você está aí. - Abriu a boca simulando um bocejo. - Venha dormir.

- Não quero! - Disse ríspida

- Mas não era você que estava louca pra voltar pra cama e…- O interrompi

- Perdi o sono. - Me dirigi ao guarda-roupa sem olha-lo, mas sabia que seu olhar estava sobre mim.

- O que está fazendo? - Não respondi, apenas retirei sua camisa de meu corpo rudemente e joguei no chão fazendo o mesmo com  calcinha boxer. Procurei por meu pijama - que ele tanto dizia gostar, e quando o encontrei, comecei a vesti-lo de maneira lenta. Eu queria provoca-lo - sim eu sou muito imatura-. Vesti a blusa de alcinhas primeiro, tardando a hora de me cobrir com a peça de baixo, queria mostrar e ele, o que estava perdendo. Peguei uma calcinha mais cavada - que definitivamente mostrava mais pele que a última- e me debrucei para vesti-la, empinando o máximo que conseguia. Estava realmente brava, mas isso não me impediu de sorrir sacana. Me virei para conferir o estrago que tinha feito em sua pessoa e me deparei com o mesmo deitado de barriga pra cima com um travesseiro no rosto. Meu corpo ferveu de raiva, fiz tudo aquilo atoa? Vesti o short do pijama de qualquer jeito e me virei pra ele.

- Dá pra tirar isso da cara? - Não recebi resposta. - EI!

- An? Que? - Retirou o travesseiro, me olhou de cima a baixo e sorriu.- Que bom que vestiu o pijama. Sinal de que está pronta para dormir.

 

Deus, me dê forças

 

- Eu já disse que perdi o sono! - Disse cruzando os braços. - Não vou dormir.

- Nem se deitar?

- Não.

- Bem, mas eu vou. - Bocejou e se aconchegou na cama.

 

Abusado. Wu Yifan era uma abusado, um filho da mãe de marca maior. Estava me punindo direitinho pela minha falsa inocência de momentos atrás. Mas de uma coisa ele não sabia, eu também sou ótima em punir.

 

- Então acho que vou me entreter sozinha.

- Sim, faça isso. - Se deitou e fechou os olhos. - Só não faça muito barulho, okay? Quero dormir.

- Pode deixar, vou ficar bem quietinha.

 

Fitei o maior por alguns momentos até que decide colocar meu plano em ação. Fui para a cozinha e bebi um copo de água gelada. Voltei para o quarto e me aproximei da cama lentamente, não queria fazer barulho. Sou uma garota muito obediente, afinal. Coloquei um de meus joelhos na cama e segurei a ponta do cobertor onde ele estava tapado. Esperei alguma reação de sua parte, mas nada.

 

- Sua última chance, querido. - Sussurrei, mas só recebi um suspiro sonolento como resposta. - Ok

 

Abaixei meu corpo e levantei minimamente o cobertor, só o suficiente para que eu me metesse em baixo dele. E assim o fiz, me enfiei entre os cobertores e entre as pernas do moreno. Subia devagar enquanto alisava suas coxas e pernas, o mesmo se encontrava sem as calças de moletom, devia ter tirado antes de se deitar. Não conseguia ouvir, tampouco, sentir resposta de sua parte, o que me deixou mais zangada ainda. Quando cheguei onde queria, levei minha destra para a barra de sua cueca e adentrei minimamente meus dedos pela abertura de sua coxa. Comecei a beijar sua barriga lentamente, nada.

 

Frustrada, desci os beijos indo diretamente para seu membro, minhas mãos apertaram a carne por cima do tecido e senti seu corpo se movimentar. Soltei um riso abafado, queria que ele soubesse que tinha percebido seu vacilo. Desci novamente minha mãos por suas coxas e as arranhei, ouvindo um suspiro. Com toda certeza ele não estava dormindo.

 

Abaixei a cueca o máximo que consegui e puxei seu falo pra fora. Assoprei a glande e o senti arfar. Desviei de seu membro e comecei a distribuir beijos molhados por sua virilha. Se ele pensa que vai receber isso tão fácil, está redondamente enganado. Subi meus beijos para seus testículos passando a ponta da língua bem superficialmente, fiz movimentos circulares pelo lugar e logo terminei com beijinhos. A essa altura do campeonato,Yifan já se encontrava duro, porém, relutava em demonstrar que estava gostando, afinal, ele estava “dormindo”.

 

Comecei a fazer movimentos de vai e vem em seu falo, era algo lento, quase parado. Sabia que ele odiava isso, e irritá-lo era o que eu queria. Levei meus lábios para sua glande dando um beijinho na mesma, abri minha boca e levei a língua para o sua fenda, passando sutilmente sobre ela. Com esse simples ato senti seu quadril se elevar, ri, ele queria mais contato. Consegui

 

Levei minha mão até sua glande e comecei a acariciá-la, fazendo movimentos giratórios com o polegar. Quando coloquei enfim, minha boca em seu membro, o ouvi soltar um suspiro seguido de um gemido baixo. Como bem o conhecia, sabia que ele devia estar mordendo os lábios agora. Continuei com os movimentos de vai e vem com as mãos agora adicionando minha língua, para ajudar na lubrificação. Coloquei metade de seu membro dentro de minha boca e o suguei, retirando em seguida fazendo um barulho obsceno. Ouvi Yifan soltar um grunhido e logo senti suas mãos em minha cabeça, por cima do cobertor.

 

Aquele movimento me pegou de surpresa, não era algo que eu tinha planejado, e como posso dizer... Aquilo tinha se mostrado um pequeno problema. Problema porque o ato em si já era quente, esquentava meu corpo, esquentava o dele e digamos que, fazer aquilo debaixo de cobertores não ajudava muito. Tudo estava abafado, e quando ele colocou suas mãos ali, digamos que só acelerou o processo para que eu morresse sufocada. Mas apesar das circunstâncias, continuei. Tinha que me vingar, e assim o faria.

 

Suas mãos me impulsionavam para frente, acelerando o movimento. Acariciava suas coxas enquanto o ouvia gemer, meu corpo estava igualmente excitado. E não me surpreenderia se soubesse que minha calcinha estava ensopada. Uma das coisas que mais gostava em Yifan era como ele não economizava nos gemidos, não tinha vergonha de me mostrar o quão estava excitado, e fazia isso de bom grado. E eu, claro, adorava. Seus gemidos eram ora roucos, ora manhosos, isso quando ele não grunhia, me deixava completamente insana.

 

Acordei de meus devaneios quando o moreno elevou seu quadril novamente me fazendo engasgar, mas não consegui recuar por conta de suas mãos, me deixando um pouco desesperada. Okay, eu vou morrer pagando um boquete. Não foi assim que imaginei meu fim. Meus olhos começaram a lacrimejar por conta dos engasgos seguidos, comecei a suar e meu pescoço parecia que estava pegando fogo, estava quase desistindo de tudo quando o ouvi proferir algo.

 

- E-Eu… vou gozar. - Avisou com voz falha e tirei forças do além para me afastar de seu falo. Enfim vingada, não iria deixá-lo gozar e essa era sua punição. Soltei uma gargalhada maléfica enquanto o ouvia choramingar pelo súbito movimento. - Aish, por que raios você parou?

- Vou dizer o porque. - Sai dos cobertores finalmente respirando ar fresco. - Porque está é sua punição, querido. - O encarei com ar de superior e um sorriso largo no rosto, mas ele me encarava com uma feição estranha, feição essa que se seguiu de uma gargalhada alta. - Que foi, louco?

- Você… sua cara. - Ele ria descontrolado me deixando mais confusa.

- O que tem ela?

- Está parecendo um pimentão. - Disse me fazendo tocar meu próprio rosto. Malditos cobertores. - Seu cabelo, tá todo embolado.- Ria enquanto tentava buscar ar que lhe faltava

- Aish! Você quem tentou me sufocar ali em baixo, queria o que? - Tentava me justificar, mas o mais velho só sabia rir da minha cara. - Pare de rir, seu idiota!

- Não dá, você tá muito engraçada! - Tentava focar seus olhos em mim, mas sempre caia na risada quando o fazia. - Você saiu toda convicta….

- Você é um desgraçado. - Disse nervosa. - Fique aí sozinho também. - Tentei me levantar com pressa, mas fui impedida por sua voz.

- Espera! Desculpa. - Buscou por ar enquanto parava de rir. - Desculpa, desculpa. Não vai embora, por favor. - Chegou perto de mim e começou a arrumar meus cabelos com as mãos.

- Minha punição já foi feita, não tenho nada a fazer aqui. - Empurrei suas mãos e  me levantei indo em direção a porta.

- Que? Você não vai me deixar assim, vai? - Apontou para seu membro ainda ereto.

- Só estou retribuindo o favor que me fez na cozinha. - Ri seca - Agora se vire!

- Nem pensar! - Se levantou e veio em minha direção. - Você é bem melhor que eu, não é tão baixa.

- Esses joguinhos não vão funcionar. - Arqueei uma sobrancelha.

- Você não pode simplesmente me chupar daquele jeito e ir embora sem terminar o trabalho, flor. - Falou isso rente ao meu ouvido me fazendo arrepiar

- Quer apostar que posso? - Levei minha mão a maçaneta da porta só para desafiá-lo e logo senti sua mão sobre a minha e seu corpo grudado ao meu.

- Não faça isso, fique aqui. - Levou seus lábios até minha orelha e mordeu meu lóbulo. - Deixa eu te dar a atenção que você merece, hum?

- Qual a palavrinha mágica, Wu?

- Por favor… - Puxou meu quadril em direção a sua ereção e o pude sentir perfeitamente por conta do tecido fino de minha roupa. - Por favor, deixa eu te foder forte naquela cama.

- Yifan…- Tentei protestar contra suas palavras sujas, mas quando me virei senti seus lábios irem de encontro aos meus. Fechava os olhos conforme ele se aproximava mais, até que enfim sinto seu beijo doce.

 

Ele ria durante o beijo, pois eu ainda relutava em me entregar totalmente, não dando espaço para que ele aprofundasse o ósculo. Mas para o meu azar - ou não - Yifan sabia muito bem como lidar com essas situações. E foi quando o moreno me prensou na porta e colocou uma de suas pernas no meio das minhas, que eu cedi. Arfei alto, vacilando e dando espaço para que sua língua adentrasse em minha boca, deixando tudo mais obsceno. O mais alto apertava a carne de minhas coxas com força, me fazendo cortar o beijo para reclamar ora ou outra. Mas sempre me vingando com mordidas fortes em seus lábios.

 

Éramos um casal vingativo, tenho que admitir. Quem nos conhecia falava o mesmo, acham impressionante como ainda não nos matamos com as diversas brincadeiras e pegadinhas que fazemos um com o outro, brincadeiras essas que nunca se davam fim, pois nenhum de nós queria sair como perdedor. Nunca. E claro que isso não era diferente no quesito sexo.

 

Yifan cortou o beijo e começou a descer seu nariz por minha pele, me deixando completamente arrepiada. Soltei um riso anasalado sem querer, deixando o clima mais divertido. Subiu suas mãos até o cós de meu short e começou a deslizar para baixo sem pressa. Começou a distribuir beijos e mordidas na área do osso do meu quadril, me fazendo fechar os olhos e morder os lábios.

 

- Como suspeitei. - Disse rouco me fazendo olhá-lo de cima. - Não tinha notado ontem por conta da pressa, mas hoje posso ver claramente.

- O que? - Perguntei sem entender

- Está emagrecendo. - Fez pressão em meus ossos da minha cintura. - Não está se alimentando direito, não é?

- Alimentar? - Ri sem graça. - Vem falar sobre isso agora?

- Sim! - Me olhou sério. - Está trabalhando demais e esquecendo de se cuidar.

- Não precisa se preocupar com isso, Yifan. - Passei meus dedos por seus cabelos. - Só vamos continuar com…

- Me preocupo com você. - Pegou minha mão e a beijou. - Tens dormido demais e esquecendo de se alimentar, vai acabar doente. - Sorri com aquilo, como ele conseguia mudar de personalidade tão rápido?

- Foi por isso que levantou cedo hoje? - O moreno desviou o olhar e não me respondeu, me fazendo rir. - Obrigada por isso. Vou me cuidar.

- Mesmo? - Levou sua destra por dentro das minhas coxas me pegando de surpresa.

- S-sim. - Gaguejei quando senti suas mãos levantando minha perna esquerda e colocando em seu ombro.

- Vai se alimentar direitinho? - Subiu sua mão por minha perna até encontrar minha calcinha, onde afastou delicadamente o pano. - Hum?

- Vou…- Apertava os lábios com força esperando por seu toque

- Prometa. - Me olhava fixamente enquanto passava seus dedos sutilmente por meu clitoris. Não consegui responder, o que fez com que ele apertasse o local como punição. - Prometa!

- E-Eu prometo! - Me curvei um pouco quando um arrepio passou por minha espinha.

 

Yifan sorriu inocente e depositou um beijo em minha coxa. Logo se pôs em pé me abraçando e enterrando seu rosto em meu pescoço. Sua respiração me arrepiava e seus dedos ajudavam ao adentrarem minha blusa. Acariciava minha costas com cuidado, como se estivesse às examinando. Sabia que ainda estava preocupado, e isso me deixava incomodada. Levei minhas mãos até se abdômen e desci arranhando superficialmente a sua pele, sentindo o mesmo se arrepiar. O moreno se afastou para me olhar e tive que ficar na pontas dos pés para alcançar seus lábios tão convidativos.

 

- Está tudo bem. - Falei entre beijos. - Só precisa se preocupar em me foder gostoso agora. - Disse e ele ri, dando o sorriso mais lindo que já vi.

- Seu desejo é uma ordem. - Se abaixou e segurou minhas pernas para me levantar e me colocar em seus ombros. Me assustei com o ato.

- Eu vou cair, louco! - Comecei a me debater enquanto ria, mas logo senti um tapa fraco ser depositado em minha bunda.

- Se continuar se mexendo assim vai mesmo. Agora seja uma boa moça e se comporte. - Revirei os olhos com seu comentário enquanto ria.

 

Me levou até a cama, onde fui jogada de qualquer jeito. Tentei protestar mas quando fui fazer, o moreno já estava em cima de mim, beijando meu pescoço com pressa. Seus dedos ágeis ergueram minha blusa até a altura do busto, onde levou seus lábios e começou a distribuir beijos. Com dificuldade, mas sem cessar as carícias, Yifan conseguiu tirar minha blusa, jogando-a longe.  

 

Deus, como estava esperando por esses toques. Eles me faziam esquecer tudo, qualquer preocupação, qualquer impasse, qualquer angústia, tudo. Tudo se era insignificante quando aquele homem me fazia sua. Por algumas horas do dia, só o que importava era que tínhamos um ao outro, saciando nossos desejos mais impuros. Juntos.

 

Seus lábios se encontravam em meu lóbulo agora, deixando mordidas fracas e proferindo palavras sujas que me arrepiavam até a alma. Suas mãos desciam com dificuldade a lateral de minha calcinha. Trocamos de posição, comigo em cima deixando tudo mais fácil. Retirei aquele último pano que nos incomodava, não restando mais nada que atrapalhasse o toque de nossas peles completamente nuas. Yifan apertou minha cintura com força me fazendo gemer de dor, me olhou preocupado e me fez rir. Em meio a risos comecei a me movimentar em seu colo, apertei seus ombros com minhas mãos nos fazendo gemer em uníssono. Ríamos juntos e gemiamos também, não conseguiamos fazer as duas coisas separadamente, estávamos nos divertindo, afinal.

 

- Não consigo ficar mais nessas preliminares, meu amor. - Mordeu o lábio. - A senhorita já me torturou muito embaixo dos cobertores.

- Bobo! - Senti suas mãos me afastarem de seu colo e logo me empurrar para ficar debruçada. - O que você vai fazer?

- Eu nada - Pegou um travesseiro o colocando em baixo do meu quadril, me deixando empinada para ele. - É você quem vai empinar bem direitinho pra mim.

- Você é um safado filho de uma puta, sabia?

- Vai me agradecer quando eu estiver acertando seu pontinho várias e várias vezes. - Apertou minha bunda com força me fazendo gemer. - Será que os vizinhos vão reclamar dessa vez? Nem amanheceu direito e…

- Cala a boca e vai logo! - Reclamei recebendo um tapa como punição. - Sabe que gosto, não adianta usar isso pra me castigar.

- É por isso mesmo que faço. - Riu e se afastou

 

O moreno foi em direção ao criado mudo e retirou de lá, um pacotinho quadricular, passei a língua pelos lábios quando ouvi um barulho de embalagem sendo rasgada logo atrás de mim. Segurei nos lençóis com força, só aguardando o que tinha por vir. Ouvi sua risada rouca seguido de um gemido arrastado, estava me deixando louca de ansiedade, quando estava por um fio de me virar para cobrar atenção me senti sendo preenchida devagar. Mordi os lábios com força sentindo o gosto metálico do sangue, mas nem assim consegui conter o gemido que guardava em minha garganta.

 

Ouvi o maior proferir alguns palavrões quando se viu totalmente recebido por mim. Eu queria mais movimentos, aquela posição me deixava submissa a ele, sem ter muito o que fazer a não ser gemer em súplica.

 

- Não me torture assim, caramba!

- Uma pequena vingança pela sua malcriação de mais cedo. - Riu anasalado

- Yifan! - Choraminguei manhosa, sabia que ele não resistia a isso.

- Calma gatinha. - Puxou meus cabelos levemente. - Já receberá seu leite, seja paciente.

- Eu vou socar sua cara. - Grunhi impaciente recebendo uma curta gargalhada em resposta.

 

Senti seu quadril se movimentar fortemente contra mim, segurei firme nos lençóis e me ajeitei melhor na cama. Suas estocadas ainda eram lentas, mas fundas. Apesar de torturantes, eu amava, meus olhos reviravam a cada movimento bem executado, meu quadril se elevava cada vez mais, me deixando cada vez mais empinada. Senti suas mãos descerem por minha barriga e subirem de encontro aos meus seios, massageando-os cuidadosamente. Eu gemia alto, quando percebi esse fato tentei abafa-los mordendo minha mão, mas foi em vão. Senti Yifan retirar minha mão do local com brutalidade e segurar meu queixo com firmeza.

 

- Não tente contê-los! - Falou firme em meu ouvido. - Quero ouvi-la gritar que nem uma cadelinha.

- A-Amor… - Gemi quando o maior acelerou os movimentos. E quando o senti tocar em meu ponto quase me pus a gritar - Assim!

- Hum? Aqui? - Se retirou por inteiro e investiu forte em meu interior me fazendo choramingar de puro prazer. - Gosta disso, querida? Gosta de quando eu acerto seu pontinho bem forte

 

Yifan estava indo rápido, rápido demais. Se continuasse assim eu não duraria muito. Eu só sabia gemer manhosa e pedir por mais, mesmo querendo ter mais ação, estava amando aquilo. O maior tinha achado uma posição maravilhosa, posição essa que o fazia acertar o ponto certo toda vez que me penetrava com mais intensidade. Estava me levando a loucura, e para me deixar ainda mais insana - se é que fosse possível - levou seus dedos até meu clitóris com certa dificuldade por conta do travesseiro, mas conseguiu começar uma massagem rápida no local, assim como suas estocadas.

 

Não conseguia manter minha boca fechada, rastros de saliva e lágrimas caiam nos lençóis brancos, os sujando. Não conseguia mais me conter, nem ter capacidade para processar o porquê de estar chorando. Só eram, emoções demais para poder lidar naquela hora, então tudo simplesmente transbordava de meu corpo em forma de suor, sangue e lágrimas. Sangue esse que escorria de meus lábios de tanto maltrata-los em busca de descontar todo aquele prazer em algo. Quase não consegui dizer uma palavra sequer, em forma de aviso, quando senti meu corpo começar a tremer, típica mensagem de que não aguentava mais tantos estímulos.

 

- E-Eu vou… vou… ah caralho! - Ouvi o moreno rir sôfrego, seus gemidos roucos saiam como notas musicais de sua boca.

- Eu também… - Se debruçou sobre o meu corpo e começou a beijar meu pescoço. - Goza pra mim, amor. Me deixa te sentir pulsar.

 

Senti minhas paredes vaginais contraírem com suas estocadas fortes, e quando o ouvi gemer com aquela voz rouca rente ao meu ouvido, eu me desmanchei. Yifan mordeu forte o meu ombro e parou de se mexer, ele gostava de fazer isso, chegar a seu ápice só com os apertos causados pelos meus espasmos. E assim o fez. Soltou um suspiro forte em minha nuca e se desmanchou igualmente. Teve que se apoiar nos dois braços para deixar que caísse todo seu peso sobre mim, com dificuldade, se retirou de dentro de mim e se jogou ao meu lado na cama.

 

- Me lembre de comprar mais camisinhas quando sairmos novamente. - Soltou exausto

- Que? Não tem mais? - Perguntei incrédula

- Essa era a última

- Não acredito que só lembrou quando chegou na última, Wu Yifan! - Empurrei seu ombro

- Você esquece de se alimentar, eu esqueço de comprar camisinha. - Me abraçou de lado. - Todos temos nossos defeitos.

- Bobo - Ri e o beijei. - Então vamos fazer assim, eu te lembro de comprar camisinha e você me lembra de me alimentar direito. Combinado? - Sorri levando o dedo mindinho em sua direção, ele riu mas logo levou o seu.

- Combinado!

 


Notas Finais


Enfim o fim!

Bem, o recadinho que queria dar é: No último capitulo dessa historia eu recebi alguns comentários sugerindo para que eu escrevesse uma long com o Kris, o que me deixou levemente interessada kkkkk. O fato é que eu já pensei em alguns conceitos e plots para essa long e queria saber a opinião de vocês. O que acham, deveria fazer uma long ou não? Seria minha primeira. Claro que nada muito elaborado ou longo demais, já que será minha primeira, mas tentarei meu melhor.
Não posso dizer muito sobre, pois está em fase de criação, mas estava pensando em fazer algo informativo também, queria abordar alguns problemas de relacionamento - abusivo por exemplo - e queria saber se vocês leriam.

O segundo recado - que é mais uma pedido - é que, vocês já devem ter percebido que nos meus imagines eu não costumo usar o famoso S/N e nem "_____" por questão de puro gosto mesmo, quando eu coloco meio que perco o clima do negocio kkkk Bem, eu costumo trocar isso por apelidos ou elogios como "querida", "pequena", "princesa", "docinho de coco" (kkkkkk) entre outros. Porém, parei para refletir sobre essa long e percebi que será muito difícil escrevê-la sem um nome especifico. Então queria perguntar pra vocês, vocês acham melhor eu usar "_____" no lugar do nome, ou botar um apelido exclusivo pra vocês/protagonista? Algo como um apelido que todos chamem e tal. Se acharem essa ideia boa, deem sugestões de apelidos nos comentários. Eu estava pensando eu colocar "flor", porque é assim que chamo minhas leitoras. O que acham? Me deem ideias

Ahh e se quiserem dar apelidos diferentes para como o Kris irá chama-las também pode. Apelidinho exclusivo dele kkkk

É só isso gente, obrigada por lerem.


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