História Just a Wish - ( Satzu ) - Capítulo 24


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Categorias Got7, Seventeen, TWICE
Personagens Chaeyoung, Dahyun, Jackson, Jihyo, Junghan "Jeonghan", Jungyeon, Mark, Mina, Momo, Nayeon, Sana, Tzuyu
Tags 2yeon, Dahmo, Markson, Michaeng, Satzu
Visualizações 313
Palavras 6.196
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oioi pessoas
jaw tá chegando nos seus finalmente gente
aaaa
boa leitura
até lá em baixo

Capítulo 24 - Back to my body?


Como se um relógio tivesse tocado, os dois despertaram em posições completamente diferentes das quais foram dormir.

– Mhmmm Bom dia. - Tzuyu disse e sentiu Sana levantar a cabeça de seu peito.

– Bom dia. - A japonesa disse e sentiu o formigamento entre suas pernas. - Acho que vou ficar um pouco dolorida hoje, tenho que achar algum vestido.

– Antes nós vamos para o banho. - Tzuyu disse rápido.

– Sem gracinhas. - Sana murmurou com sono.

– Eu não disse que você ia estar cansada? - Jeonghan disse se inclinando na cama e capturando os lábios dela que dormia sentada.

Sana bocejou. - Mais uma hora...

– Mais uma... - Tzuyu beijou o pescoço dela. - Duas... - Mordeu o lóbulo. - Três - Chocou os lábios nos dela. - Anda preguiça, a gente tem que ir ao aeroporto.

–Hmmm... - Sana murmurou sentindo cada toque, mas não queria mais ir.

– Tudo bem meu anjo. Eu vou, você dorme. A gente se vê na segunda. - Tzuyu disse indo para o banheiro.

E Sana dormiu de novo. Tzuyu tomou seu banho, foi quando se sentiu mais sujo do que achava que poderia um dia se sentir e se lembrou da época em que passou no acampamento durante o tempo em que batalhou para ser perfeita... Precisava de um colo, e não via outra saída.

Secou o cabelo e lavou o rosto com água gelada para tentar aliviar um pouco a vermelhidão por causa do choro.

Colocou a camisa branca, sua calça social cinza, o relógio de prata no pulso, cinto e sapato preto gravata com listras grossas prata e preto e o terno, ia chegar por volta das 12PM, as 2PM teria uma reunião e talvez até as 9PM estaria em Taiwan.

Beijou a cabeça de Sana que soltou mais um muxoxo, a culpa estava consumindo Chou por dentro... Tentava pensar no que ela faria quando descobrisse e nada vinha em sua mente, Sana era extrema demais e isso assustava.

Tzuyu entrou no carro e o levou para o aeroporto de Incheon e, estacionou o carro no primeiro estacionamento que viu com uma diária de U$ 20,00... Era a mais barata que tinha. Sua passagem estava marcada para sete horas e estava atrasado, agradecia ser do setor empresarial e primeira classe.

Pegou sua pequena mala e fez o Check

– Para onde senhor? - A atendente perguntou.

–Tainan, Taiwan. - Disse

– É uma cidade bonita, porém chove muito. - A atendente tentou puxar assunto.

– Eu sei, cresci lá. - A cortou e acrescentou. - Classe A, poltrona única.

– Dinheiro ou cartão? - Ela perguntou

– Cartão. Debito, por favor... - Tzuyu disse.

–Aqui está sua passagem, faça uma boa viagem senhor Chou. - Ela entregou para ele.

– Obrigado e bom trabalho.

Tzuyu arrancou a gravata e o terno, dobrou a manga da camisa até o cotovelo. Fez o check in e aguardou impaciente na sala de espera, andava de um lado para o outro completamente agoniado. 

– Senhoras e senhores passageiros, chamada para Tainan, Taiwan. Favor embarcar ao portão E. - A voz mecânica anunciou pelo aeroporto.

Jeonghan rasgou entre as pessoas e foi o primeiro a entrar no avião. Dormiu novamente durante a viagem e foi acordado por uma comissária. Ela ofereceu comida e Tzuyu dispensou voltando a dormir, se sentia cansado física e psicologicamente.

Ao chegar no aeroporto de Tainan, chamou um táxi e passou o endereço... Estava novamente ali e finalmente em casa. Passou a alça da mala em seu ombro segurou o terno na mão apertou a campainha e enfiou a mão no bolso da calça.

– Boa noite. - Yenling abriu a porta franzindo.

– Boa noite Sra.Chou... Eu, Mhmmm a gente pode conversar? - Jeonghan perguntou.

Yenling hesitou assustada... Era incomum um belo estranho bater em sua porta, até que se lembrou do que Momo havia lhe dito sobre Tzuyu e o estudou. - Qual seu nome?

– Ham...Chou Jeonghan.... - Tzuyu disse confuso.

– Entre. - Yenling deu espaço para ele passar.

Tzuyu sorriu ao passar pelo Hall e foi direto para a sala. - Cupcake de abóbora. - Sussurrou sentindo o cheiro.

– Isso mesmo, seus favoritos... Me explica como você foi parar ai dentro? - Yenling disse.

Tzuyu congelou. - Como você sabe?

– Sua irmã me contou, ela veio aqui e disse que para prevenir um infarto, eu deveria saber sobre você. - A mulher explicou.

– Omma, eu...

E antes que Tzuyu pudesse notar, já estava sendo abraçado por Yenling e a abraçando de volta. Eles se sentaram no sofá e ali ficaram até tarde. Tzuyu contou tudo o que achava que poderia contar, chorou, e ouviu a mãe falar.

Yenling advertiu Tzuyu, mas disse que agora ele teria que ser homem o tanto quanto Tzuyu era mulher para seguir em frente e conseguir a voltar a ser aquela morena espetacular.

– Quer bolinhos? - Yenling perguntou limpando as lágrimas do rosto de Oliver.

– Sim, por favor. - Disse.

Eles comeram ali na sala, assistiram doramas, então Tzuyu começou a ser sugado por lembranças.

 

 Clara havia entrado na casa e Tzuyu, que estava sozinha com Taylor, finalmente havia parado de chorar soluçando, a menininha correu até sua mãe, abraçou a cintura dela e escondeu o rosto. Clara rapidamente se abaixou e segurou o rosto gordinho dela, olhou Tzuyu nos olhos... Yenling jurava que aqueles eram os olhos mais lindos que já havia visto.

Então a mulher perguntou. – O que aconteceu Querida? Te xingaram de novo?

A pequena não conseguiu responder, mas o cair de sua expressão e as lágrimas que ela deixou jorrarem de seus olhos falaram por si só. Yenling abraçou a filha apertado, ela sabia que a menina não era a mais bonita e queria poder mudar tudo, até mesmo a aparência dela... Se aquilo a fizesse feliz.

Alguns anos se passaram, Paris e todos os lugares aonde foram vivendo iam deixando a jovem Chou deprimida. Tzuyu aos poucos ia perdendo a vontade de si mesma. Depois de ter espinhas e mais algumas marcas,  quando tinha aproximadamente 12 anos, parou de frequentar a escola, e decidiu deixar de ser um peso na vida de seus pais.

  Um acampamento escolar absurdamente caro, mas secreto, feito para reeducação alimentar e perda de peso, foi o que ela pediu a YiCheng. E aquilo foi aprovado no mesmo instante.

24hrs depois Tzuyu estava indo embora de casa.

Parou de comer besteiras, parou de fazer tudo, em seu tempo livre a única coisa que fazia era ler, no resto do tempo ou estava estudando ou perdendo o peso.

Ainda muito nova para entender tudo aquilo, mas tomada por uma enorme compulsividade para ser perfeita, fazia uma rotina intensa de exercícios durante a madrugada, mas as perdas começaram a serem mais gradativas e mais lentas, não havia ninguém ali para explicar que ela estava passando pela fase aonde seu corpo começaria a desenvolver.

Mas nada mais importava, aquilo era uma doença e Tzuyu se encontrava em estado extremo de obsessão.

Parou de comer besteiras, parou de fazer tudo, em seu tempo livre a única coisa que fazia era ler, no resto do tempo ou estava estudando ou perdendo o peso.

Ainda muito nova para entender tudo aquilo, mas tomada por uma enorme compulsividade para ser perfeita, fazia uma rotina intensa de exercícios durante a madrugada, mas as perdas começaram a serem mais gradativas e mais lentas, não havia ninguém ali para explicar que ela estava passando pela fase aonde seu corpo começaria a desenvolver.

Mas nada mais importava, aquilo era uma doença e Tzuyu se encontrava em estado extremo de obsessão.

Tzuyu foi apresentada aos potes de Whey protein e ao L-Carnitina, algumas substancias químicas que ajudavam o metabolismo a funcionar mais rápido, perder gordura e ganhar massa muscular com exercícios físicos um tanto pesados.

Naquele momento o pior inimigo dela era o espelho e sua melhor amiga a fita métrica, sua barriga secava ganhava entradas, seu braços perdiam gordura e ganhavam bíceps e tríceps, suas pernas estavam começando a ter músculos saltados.

Um ano depois, Yenling,Yicheng e Momo fizeram a primeira visita, eles ficaram surpresos com o que encontraram e Yenling um tanto preocupada, durante a conversa todos eles andaram com ela ao redor das imediações do local, Momo e Yicheng cansaram e batalharam pra acompanhar o ritmo de Tzuyu e Yenling, mas conseguiram... Por fim eles almoçaram ali.

No prato de Tzuyu tinha, ovos, batata doce, salada, arroz integral e um filé de peito de frango grelhado e um copo de 500 ml com algum tipo de proteína em shake, eles comeram algo menos pesado. E foram até o quarto dela, observaram os livros pesados e as medicações, Yenling estava ficando assustada.

Tzuyu abriu uma garrafa de L-Carnitina e mandou uma tampinha cheia para dentro de seu corpo, tinha apenas 13 anos e já era afogada em bombas energéticas e todo o tipo de coisa que esse mundo fitness poderia lhe conceder.

Eles foram embora e Tzuyu voltou a sua rotina, agora já maneirada e tomando menos coisas, mas não saia da academia do acampamento, Tzuyu era veterana por ali com quase 15 anos era respeitada, mas ainda estava insatisfeita, Ligou para casa e tudo o que disse foi: - Eu vou voltar.

Três dias depois Yenling buscou sua filha que agora tinha 1,64 de altura e pesava estritamente 57KG de alta definição. A primeira coisa que Tzuyu tomou foi um injeção para cortar os efeitos das "drogas" que usava, agora iria manter seu peso. A segunda foi uma clínica, onde redesenhou seu nariz, em seguida para o dentista que apenas clareou e fez um check up, foram as compras e por último um cabeleireiro onde, sua raiz de cabelo escura colaborou para o preto permanente, a partir daquele momento Tzuyu havia ficado para trás, ela era Chou Tzuyu e aquilo bastava

Yenling via Tzuyu como um robô, não era mais a sua garotinha era um protótipo de sua filha e o pior era que Yicheng parecia contente com aquilo que eles haviam criado. Tzuyu passava horas sentada na mesa de canto da sala com uma xícara de café e um livro.

Quando nova Tzuyu não bebia café, Yenling havia feito algumas pesquisas relacionadas as coisas que ela tomava e viu que a quantidade de cafeina naquelas coisas eram absurdas, por isso se acostumou com o vicio da filha no liquido preto e de todos se aquele era seu mal, Yenling jamais reclamaria.

Se sentia aliviada só por saber que Tzuyu não ingeria mais nada.

A matricula de Tzuyu foi feita na Busan Foreign School, no programa de férias ela se apresentou para JYP e conheceu Jaebum, saiu com ele algumas vezes, entrou para o clube do celibato, era uma desculpa para Jaebum não tocar nela.

Conheceu Jungkook, reencontrou Chaeyoung que agiu como se a Chou nunca tivesse sumido e Tzuyu encarou aquilo como uma amizade que podia florescer forte.

No primeiro dia de aula entrou pela porta da frente reinando, quando muitos olhares se viraram para ela Tzuyu por um momento achou que eles a julgariam, franziu o lábio, as pessoas se encolheram com medo. A morena adorou aquilo... Mas seu problema chegou com nome, tamanho e peso.

Minatozaki Sana, 1,56 de altura e 50KG. Parecia uma criança em um corpo passando pela puberdade e naquele momento Tzuyu converteu toda sua inveja em raiva, Sana não era uma modelo, não tinha um nariz perfeito, mas era mais feliz no uniforme de torcida e em um de seus sorrisos enormes do que Tzuyu em toda sua vida.

E só Deus sabia que tudo o que Tzuyu queria era ser aceita e Ele também sabia que tudo aquilo voltaria, mas totalmente convertido em um bolo de sentimentos... E mais problemas.

– Tzuyu! - Yenling berrou e ele piscou. - Jesus Cristo! Por um momento achei que tinha morrido.

– Desculpe mamãe. - O moreno disse.

– Eu vou dormir, seu quarto está arrumado. - Ela disse rapidamente e apertou a bochecha de Jeonghan. - Nunca mais faça isso!

– Não farei. - Ele assentiu e se levantou caminhando com ela para o andar de cima após trancar a porta e desligarem as luzes e a TV.

– Tzuyu?

– Hm...?

– Acha que fez a coisa certa ao escolher Minatozaki Sana?

 Tzuyu piscou algumas vezes, pensando em como Sana quebrou todas as paredes que haviam se formado entre os anos perdidos na vida de Tzuyu - Sim

– Que Deus cuide de vocês. - Yenling sussurrou sorrindo e beijou a bochecha dele.

Tzuyu observou a mãe ir para o quarto, e ficou um tempo meio perdido ali no corredor... Tinha que contar para Sana, mas não sabia como faria aquilo.

Entrou em seu quarto, cheirava a morango e esse seria o perfume que voltaria a usar assim que voltasse a seu corpo... Queria mudanças novamente, mas dessa vez queria mudanças definitivas. Entrou no banheiro, tomou um banho demorado e saiu usando apenas uma boxer preta e secando o cabelo.

- Realmente, você tinha um corpo maravilhoso. - Sana disse com as pernas cruzadas, sentada na ponta da mesa que havia no canto do quarto.

Tzuyu a olhou, ela parecia mais velha... A mesma menina, mas dentro de uma mulher que parecia decidida e experiente.

- Quantos anos você tem? - Perguntou mordendo o lábio e secou a orelha, no andar da carruagem... Nem se assustava mais.

- Do ano que venho... 46. - Respondeu sorrindo de lado.

Tzuyu n a olhou surpresa. - Porra, você nunca vai envelhecer? 

- Eu tenho pés de galinha já... E você também Tzuyu. - Sana disse bufando. - Mas a gente não pode interromper a vida. - Ela então respirou fundo olhando para suas próprias mãos. - Não desista...

Tzuyu viu fraqueza naquela mulher. - Porque não?

- Você é a melhor esposa do mundo, brigamos sim e muito... Afinal ainda somos Sana a líder de torcida e Tzuyu a badass nerd... Mas você é o amor da minha vida. - Sana se levantou e caminhou até ele puxando o rosto para baixo e o encarando nos olhos. - Eu te amo, muito. Posso ser difícil e insuportável, mas dome meus medos... Enfrente meus demônios e perca seu pavor... Eu não quero Chou Jeonghan. Eu quero Chou Tzuyu.

Tzuyu sorriu assentindo, Sana lhe beijou a testa e tão rápida como veio... Sumiu.

O dia seguinte correu muito bem, Tzuyu cozinhou para a mãe, eles leram livros em silêncio na varanda tomando chá gelado, estava calor e por volta das 8PM Dahyun e Momo invadiram a casa.

– TZUYU! - Momo se atirou no irmão o abraçando.

– Olá Sra. Chou. - Dahyun revirou os olhos para o escândalo da noiva e abraçou a sogra.

Depois de um almoço e risada, Yenling finalmente olhou o casal a sua frente.

-

- Minha boina. - Dahyun disse desenhando os dedos de sua noiva com a ponta dos seus. - Eu tinha 17 anos, Momo vinte e dois... Estava andando de bicicleta quando voou e acertou a cara dela que estava com o nariz enfiado em um livro de psicologia.

Momo deu risada contra os cabelos dela seus olhos brilharam em lembranças. - Menininha petulante, além de atrapalhar minha leitura, ainda brigou comigo porque não devolvi a boina dela na hora e me deu o maior sermão sobre gentileza.

Tzuyu apenas ria baixo ouvindo a história curioso.

- E eu me apaixonei pelo jeito chato dela quando fui procurar por uma psicóloga pra uma amiga minha, que estava pensando em se matar... - Dahyun prensou os lábios. - Nem acreditei que era ela a melhor psicóloga indicada.

- Ela me alfinetou bastante, o fato de que mexia comigo... Me deixava cansada. E eu não queria gostar de outra mulher, então descontava sendo estúpida. - Momo murmurou recebendo carinho.

- Mas a gente não pode lutar contra o amor. - Yenling disse passando a mão entre os cabelos de Jeonghan em um carinho sutil.

Dahyun assentiu e Momo deu um sorriso forçado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O final de semana seguiu perfeito, e assim Tzuyu voltou para casa na segunda. Se preparou psicologicamente para se dar com Sana, mas seus planos foram interrompidos por Akira.

Sana agarrou Jeonghan assim que ele passou pelas portas da sala de espera no hospital, Tzuyu franziu.

– O que aconteceu meu anjo? - Perguntou segurando o rosto de sua mulher nas mãos.

– Meu pai teve um derrame. - Sana sussurrou

Um calmante para Sana, noticias que não vinham. Tzuyu pegou Seungkwan no colo, sua cabeça rodava em milhões de direções e nada se ajeitava... Tudo iria piorar, era só o que parecia. Levou aquele menino que era sua copia e ambos brincaram no parquinho do hospital.

– Hey... - Sejeong disse saindo de trás do escorregador.

– Cada hora que aparece para mim, parece mais mulher. - Tzuyu disse a observando e abraçou aquela Sejeong.

– Tenho 30 anos, eu poderia ser mais velha que você, mas eu venho do futuro... Então sou mais nova e muito menos mulher do que você. - Sejeong divagou.

– Como andam as coisas?

– Mina e Chaeyoung se casaram, essa era a resposta que você buscava antes. - Sejeong deu de ombros.

Seungkwan andou devagar e se viu contente com o fato de que o seu carrinho cabia no bolso da calça.

– Sejeong, eu voltei ao meu corpo?

– Da onde venho sim, mas são escolhas que fazem o futuro, você pode até voltar a ser Chou Tzuyu, isso não significa que vai ter tudo.

– Você é bem pés no chão, diferente.

– Você sempre fez essas perguntas quando alguém estava junto comigo, não tenho o direito de foder com os pensamentos deles, mas de abrir o seu jogo diante dos seus olhos, eu tenho. Afinal devo muito da minha vida à você.

– Tipo? - Tzuyu ficou curioso e pegou Matthew no colo novamente.

– Você me conheceu e apresentou para Chaeyoung, depois me deu sua filha. Hoje eu tenho uma família muito bem feita por sua causa.

Os olhos de Jeonghan se encheram de lágrimas, e elas escorreram, Seungkwan colocou as mãozinhas na barba dele e Sejeong se aproximou os abraçando.

– Você de forma alguma é imprestável Tzuyu, e sei que pensou muito isso de si durante esses dois dias. Você é brilhante e não é a mulher que ama que te limita, é você. Sabemos que agora não vai ser um bom momento para contar, mas caso conte antes do que espera, lute e conquiste, o ciúmes que ela sentiu quando viu aquela Mia e aquela Sejeong se passando por Lauren e nem lembro mais o nome... Enfim, foi claro o suficiente pra deixar duvidas sobre o que Sana sente. Para de tentar segurar o mundo todo, segura a sua vida, suas coisas, sua família e amigos e vai atrás da sua felicidade, o resto é resto e vai continuar ai de uma forma ou de outra. 

Sejeong sussurrou tudo e Tzuyu assentiu limpando o nariz. - Obrigada ladra de filha.

– Não por isso mãe coruja, acredite Tzuyu eu e Mia vamos te amar sempre e sempre, e vamos ficar com você. Se não der certo eu só quero que saiba que vai ter vida para você, e o que te espera é lindo.

 – Sorte sua que eu não vou confiar minha filha a ninguém além de você.

Sejeong riu. - Só deixe que eu vou conquistar ela da minha forma, e jamais impeça ela de namorar os idiotas com quem ela vai sair, eles vão ajudar bastante.

– Vou tentar não interferir.

– Isso. - Sejeong assentiu e beijou a cabeça de Seungkwan. - Esse

Tzuyu riu e Sejeong sumiu.

 – Vamos pra dentro molequinho, vamos... Eu sei que seu vovô vai ficar bom.

 

 

 

 

Dias se passaram...

 

Foram os dias mais longos da vida de Tzuyu. Akira demorou para ter alta depois do derrame e a única sequela que havia ficado eram os espasmos em seu braço esquerdo.

Jeonghan e Sana foram fortificando o que tinham, e Tzuyu fazia das palavras de Sejeong um mantra, procurava paciência e se não desse certo que o tempo curasse toda aquela angustia que a cercava.

O Halloween passou, onde Sana e Seungkwan entregaram doces as crianças em orfanatos com ajuda de Jeonghan, não era para Merchandise, mas aquilo repercutiu como marketing para Sana.

Mina e Chaeyoung viajaram para o Brasil para os desfiles onde Chaeyoung conheceu pessoas importantes na vida da modelo. O casal ficou por lá durante o tempo em que a papelada de Sejeong ficava pronta e Mina assumiu em rede nacional, ao vivo e sem cortes que estava namorando com Chaeyoung e que realmente não ligava para o que diriam delas. Chaeyoung sondou a fundação de mais uma C. Enterprise com filial no Brasil.

Tzuyu viajou no feriado de Thanksgiving e ficou com sua mãe Yenling novamente. Sana passou esse primeiro feriado em família com Seungkwan, eles viajaram todos inclusive Akira e Akemi que estavam morando com Camila por conta da recuperação de Akira, e foram para o Japão de encontro aos familiares de Akemi.

Sejeong foi adotada por Chaeyoung depois de um sacrifício enorme e uma briga com uma tia estranha que tinha surgido do bueiro, mas nada que uma Chaeyoung possessa não resolvesse. Momo e Dahyun marcaram casamento para o final de fevereiro, uma coisa que acabou sendo bem aceita por todos. Momo e Dahyun queriam tudo e mais um pouco.

Era inicio de Dezembro e as empresas começaram a se preparar para o recesso de natal desde o primeiro dia. Chaeyoung estava em sua sala quando Irene, sua ex secretaria entrou

– As mulheres gostam desse efeito de entrar na minha sala sem serem convidadas, não é? - Chaeyoung ergueu os olhos das folhas que estavam em suas mãos.

– Precisamos conversar Chaeyoung. - A mulher disse.

Chaeyoung assentiu para seu secretario bem afetado, escolhido por Mina, e o rapaz que Chaeyoung não havia decorado o nome saiu da sala fechando a porta.

– O que quer? - Chaeyoung pousou o óculos na mesa.

Irene jogou um envelope pardo na mesa de Chaeyoung e a mesma abriu, havia um CD dentro dele. - Eu quero que ouça.

E Chaeyoung o fez, depois de anos observando casos e casos, ela reconhecia quando alguém estava prestes a acusar alguém. Tudo, sabe o que é tudo? Mas tudo mesmo que poderia provar que Jeonghan era Tzuyu e que um crime clássico estava sendo cometido, estava naquele CD.

– O que quer? - Chaeyoung sabia que ela queria algo e esperava que não fosse a si mesma.

– Eu poderia acabar com seu relacionamento, mas eu não sou trouxa a esse ponto, porque eu seria exposta e isso eu não quero... Eu quero dinheiro.

Chaeyoung quase suspirou de alivio, mas sorriu irônica. - Você está mexendo com fogo em brasa, uma hora vai te engolir e espero que queime no inferno quando isso acontecer. Quanto quer?

– 20 mil por dia. - Irene disse.

Chaeyoung fez um cheque rápido e arrancou do talão. - Uma palavra sobre isso e mando todo FBI atrás de você, eu tenho sua conta, não quero mais ver sua cara, vou fazer as contas e vou te dar 5 anos de uma só vez. Você vai destruir isso ou eu juro que entro com um processo contra você e te faço apodrecer na prisão

Irene sorriu satisfeita. - Até nunca mais Chaeyoung.

– Queime no inferno, desgraça. - Son arrebentou as mãos contra a madeira de sua mesa e ofegou nervosa.

Irene se retirou.

Chaeyoung havia pegado bronca dela... Mina tinha brigado com ela por causa da secretaria, durante a homologação Irene infernizou a vida de Chaeyoung e a mesma era pavio curto para pessoas desagradáveis. Vero suspirou enfiando a cabeça nas mãos, mas sorriu, pagaria milhões pelo segredo de Tzuyu desde que aquilo não se metesse em seu relacionamento. O que a lembrava de Yeri, que não via desde que havia invadido sua sala.

Mais algumas semanas se passaram e o trabalho ia duplicando, parecia que Seul inteira estava se divorciando.

Depois de um longo dia de trabalho, faltando apenas 10 para a véspera de natal Chaeyoung se encaminhou para casa e encontrou Jeonghan e Sana em uma bela sessão de amassos no sofá. A blusa de Sana estava na metade da barriga e Tzuyu já estava sem camisa.

– Continuem, por favor, eu vou ver a Mina, já saio! - Chaeyoung disse com cara de nojo indo para a cozinha.

– Boa tarde Chae. - Tzuyu disse se levantando e se sentando com Sana em seu colo, com uma perna de cada lado.

– Fala ai folgado. Sabe o que é empresa?! Já ouviu falar que você tem que comparecer nela?

– Já ouviu falar em Cross Empire? É um inferno, se quiser ir pra lá eu vou de boa para a empresa. - Tzuyu devolveu com um lábio entre os dentes de Sana.

– Nossa, não! A Cross é toda sua. Pare de comer ele Minatozaki. - Chaeyoung disse indo para o quarto dela foi quando se tocou. - Vocês estão nessa puta sessão de amassos, com minha filha aqui?!

– Boa tarde Chae, cuide da sua vida sexual e Sejeong saiu com a Mina faz umas três horas. - Sana respondeu sorrindo.

– Vocês me dão nojo. - Chaeyoung entrou no quarto e fechou a porta.

Tzuyu fechou os lábios nos de Sana e a mesma riu.

– Ela anda tão estranha, faz dias isso. - Jeonghan franziu.

– Ela me parece bem. - Sana deu de ombros.

– Esses dias fui fazer o balanceamento das nossas contas, para mandar para a contabilidade... Na conta da Chaeyoung teve uma baixa absurda, o que não é normal.

– Ela está te rou..

– Não! A conta é dela... Mas é estranho!

– Melhor não se meter.

– Já arrumou as malas? - Tzuyu perguntou mudando completamente de assunto.

– Não precisamos disso, temos Mark e um monte de cartões de credito e debito. - Sana riu.

– Tá maluca?! Quer falir Minatozaki Sana?! - Jeonghan olhou desesperado para Sana que deu uma ótima gargalhada.

– É brincadeira, ele já arrumou tudo. - Sana disse.

– Ufa... - Tzuyu disse baixo.

Ele, Sana e Seungkwan junto com Jackson e Mark viajariam durante o natal para fazer o leilão do colar da Bvlgary. O dinheiro iria para a construção de casas e escolas nas Filipinas, dava para imaginar que aquele seria "O colar". Tzuyu não queria isso, queria um natal pequeno com Seungkwan e Sana... Na verdade ele só estava incomodado demais por ainda estar no corpo de Jeonghan.

Chaeyoung saiu do quarto rapidamente já vestida com um short jeans e uma camisa preta de um ombro, colocou o óculos e olhou para o casal 20 antes de sair da casa, entrou em seu carro e foi feliz batucando os dedos no volante enquanto cantava Greddy da Ariana Grande, de alguma forma ela tinha um problema a menos com Irene fora da jogada.

Os portões da casa de Mina se abriram para Chaeyoung assim que ela mostrou o dedo do meio para o visor e entrou com o carro na mansão Myoui, saiu e abriu a porta entrando no Hall

– Amor?! - Chaeyoung gritou de lá e ouviu algumas risadas coletivas e alguns minutos ouviu Mina mandando "elas" calarem a boca. - Tranqueira?!

Mina apareceu no final do corredor e sorriu para Chaeyoung, aquele sorriso que era uma mistura de ansiedade e felicidade. Chaeyoung riu e caminhou até ela, e se sentiu ansiosa. Abraçou Mina com muita força e beijou a cabeça dela.

– Nada vai separar a gente. - Sussurrou baixo para Mina.

A modelo franziu o cenho surpresa, mas assentiu. Ela se sentia segura disso. Um "awn" coletivo foi ouvido seguido de uma falação incontrolável.

– Que isso Mina?! Pegando geral e nem conta pras amigas?!

– Shhh Moonbyul!

– Aaaawn que vontade de guardar vocês duas em um potinho.

– Fica quieta Lisa!

– Não enche Solar! - Rosé disse.

Mina riu e Sejeong ainda estava rolando de tanto rir com Bae Suzy e Ahn Hani.

 – Essas são Junghwa, Rosé, Lisa, Solar e Moonbyul...– Eu sei quem são, Michelle é Blink e MooMoo... E é duro aguentar ela falando sobre BlackPink durante o caminho para a escola, ela me fez ir no concerto do Mamamoo. - Chaeyoung disse acenando para toda

– Nós adoramos ela. - Suzy disse abraçando Sejeong e mostrando a língua para Chaeyoung.

– Se divirtam crianças. - Chaeyoung fez uma careta para Sejeong que quase estava esgando a mãe.

– Porra! Se minha mãe pegasse a Mina eu tava feita, faz cara feia pra ela não! - Lisa disse futucando Sejeong.

As meninas riram, Lisa era terrível! Algum tempo depois as meninas, já estavam alimentadas e jogadas pela sala, conversando sobre musicas e mais coisas.

Solar estava deitada entre as pernas de Moonbyul que aparentava ser sempre a mais quieta e menos arteira do que as outras que pareciam ligadas no 220W, todas olhavam para Mina e Chaeyoung que fazia massagem nos pés da modelo.

– Como começou isso? - Hani perguntou interessada.

– Public Relationship... - Chaeyoung respondeu pensando. - Iriamos ser apenas PR, mas a Srta. Myoui é melhor do que a encomenda e eu me apaixonei, simples assim.

 

Hani sorriu.

Moonbyul olhou para Solar, que estava com a cabeça no colo dela. - Parece um bom jeito.

– E vocês? - Chaeyoung perguntou vendo que Mina estava quase dormindo.

Mina abriu um olho, Suzy e Sejeong diminuíram o volume da conversa, Hani que estava jogando com Junghwa pararam, era muito raro ver Solar ou Moonbyul falando delas.

Moonbyul que estava olhando para o lado sorriu. - Nos conhecemosum pouco antes do debut do Mamamoo e com um magnetismo inexplicável Ken me puxava para ela, e é assim desde sempre...

Chaeyoung arqueou as sobrancelhas.

Solar gesticulava bastante para falar e tentou explicar ali o que se passava. - Não posso afirmar que temos um relacionamento extremamente sério, talvez seja isso, mas não o intitulamos. Sabemos que dá para ver que sentimos muito mais do que amizade... Mas também temos muito problemas, inclusive o fato da mãe da Moonbyul não gostar de um "nós" e de termos medo de como a bomba vai explodir, afinal somos famosas e não podemos pensar por duas... Mas por todos fãs.

– Eu já disse que vocês podem fazer o que quiserem... - Suzy bufou orgulhosa daquele casal. Era shipper numero um.

Solar sorriu largo para Suzy e piscou para ela

Outra metade de idols chegaram logo em seguida, onde Jisoo se juntou a Jennie e as outras meninas se espalharam enquanto Hwasa e, Wheein,  conversavam com Chaeyoung, sobre as viagens.

Mina e todas entraram no escritório com três agentes para discutirem assuntos de seus interesses. Chaeyoung se esparramou no sofá de Mina e Sejeong se apoiou na mãe.

- Eu não sei como agradecer a vocês por isso.

– Não agradeça filha. - Chaeyoung negou passando os braços ao redor dela. 

– Mas é muito e...

– Agradeça quando ganhar presentes de alguém de fora, ou coisas que você quer ganhar de mim, as outras coisas você não tem que agradecer. - Chaeyoung a interrompeu.

– Eu confio em você. - Sejeong disse baixinho. - Sei que não preciso me preocupar, sei que não vai me deixar.

Chaeyoung a abraçou e elas ficaram daquele jeito. Ouviram barulhos altos, gritos e a voz cortante de Moonbyul mandando todo mundo calar a boca. Aquela garota era estranha, mas Chaeyoung gostava dela, pessoas que falavam pouco eram inteligentes e tendiam a ser mais observadoras.

Duas horas depois uma Suzy puta da vida saiu acompanhada de Hani, logo  estavam do lado de fora junto com elas, as vezes as pessoas se irritavam com facilidade e Suzy era uma dessas, que até já tinha perdido a paciência.

Aquele se declarou o fim das reuniões e gostando ou não o que foi combinado dentro da sala era o que seria da viagem delas para divulgação da marca de roupas que Hani pretendia lançar, o que viria a ser um sucesso.

O fim da noite foi regado a pizzas por pedido de Solar e potes de Nutella a pedido de Moonbyul.

 

 

 

Mais alguns dias voaram.

 

Tzuyu entregou os presentes de Chaeyoung e Sejeong, e foi até Busan,apenas deixou o presente de Mia com Jungkook, deu um beijo na filha, não viu Wendy.

Faltando dois dias para a véspera de Natal, Tzuyu estava todo empacotado com luvas e touca, entrou em casa e a porta do quarto de Sejeong estava aberta.

– Sim, por isso que eu estou apertada agora, eu desembolsei uma grana alta para pagara aquela idiota da minha ex secretária pra que ela não falasse sobre Jeonghan pra ninguém - Chaeyoung explicou para a filha.

Tzuyu ficou estático, "Então aquele era o motivo do sumiço do dinheiro?!" Aquilo teria volta.

Tzuyu contratou três caras diferentes, o primeiro era pra encontrar Irene e ficar na cola dela, o segundo era para fiscalizar a casa e o terceiro para mexer na conta bancaria. Depois de depositar o dinheiro para Chaeyoung, após correr atrás de algumas coisas, Tzuyu se arrumou e seguiu para o jato particular ao dispor de Sana.

Cuidaria de Irene quando Filipinas não estivesse no meio.

Como Sana estava lá para um evento beneficente na noite de natal, os paparazzi caíram matando, inclusive quando ela estava na praia. O bom era que os paparazzi ficaram longe. Seungkwan parecia muito animado e bem enérgico, isso era o que confortava Sana.

Tzuyu seguia tão incomodado que até Jackson havia notado, e acabou que por privação à imagem da família Chou, mantiveram Tzuyu trancado nas suítes Grimaldi.

Enquanto Sana saia com Mark e Seungkwan, os dois se empenhavam em conversar e tentar extravasar aquela angustia toda. O panico que não tinha vindo no começo estava ali agora e tudo o que Tzuyu sentia vontade de fazer era arrancar cada pedaço que não era seu, de sim

– Vem vamos dar uma volta antes que você enlouqueça. - Jackson disse tacando a jaqueta em Jeonghan.

– Eu quero meu corpo de volta, mas eu tenho medo de contar pra Sana... - Ele disse quando os dois estavam sentados em uma mesa do restaurante.

– Eita Tzu, você arruma cada coisa. - Jackson disse.

– Eu não sei se pra ter Sana eu precisava ter essa merda dessa cara! - Jeonghan mordeu o lábio de cenho franzido.

– Vai ser um enigma pra sempre como você virou isso, meio inacreditável. - Jackson apoiou a bochecha no pulso.

– Vou contar pra Sana assim que as festas passarem.

– Ela já notou que tem algo te incomodando.

– Quem não nota?

– Você está parecendo um doido, de tão agoniado que anda.

– Vivo com uma dor de cabeça constante.

– Promete pra mim que vai aguentar? Manter as aparências até conseguir contar pra ela.

– Jack...

– Você é Chou Tzuyu.

– Prometo!

Eles almoçaram e Jackson deu risada sozinho. - Lembra quando jantamos pela primeira vez juntos?

– Você tinha um péssimo cabelo!

– E você me perguntou se eu era gay!

– Meu gaydar não falha.

Jackson gargalhou. - Que maravilha, senhoras e senhores Chou Tzuyu, é iludida numero um no fandom Satzu.

– Hm?

– O seu gaydar nunca apitou pra Sana?

– Ah... Não né? Ela estava sempre com o Jae...

– Corta essa, você e Chaeyoung passaram o rodo na escola e vejam na onde estão.

– Tá senhor das galáxias, vamos logo comprar coisas para quem amamos.

Tzuyu visivelmente se sentia melhor, precisava parar de entrar na neura. E havia se decidido que a nojenta da Irene ia se resolver com Tzuyu e não com Jeonghan. O natal passou por entre os dedos de todos como se fosse um flash, e o ano novo comemorado no Seollal com Sana cantando, Jeonghan e Seungkwan assistindo foi incrível.

Ah, sobre o colar... Arrecadaram 18 mil euros de um europeu empresário, ele deu o colar a sua esposa, e Sana agradeceu apenas pelas crianças

A neve caia forte na primeira semana de Janeiro, Sana não conseguia sair de casa, seu celular não dava sinal... Era ela, seus seguranças que se encontravam vendo uma partida de Basebol do Pirates vs. Sox no ESPN, Seungkwan e Lua.

Sana se sentou na banqueta e olhou sua empregada.

Quando você era adolescente, qual era seu maior sonho Lua?

A mulher surpresa corou. - Ah, acho que quando somos jovens fazemos muito planos, mas ser feliz é sempre o maior sonho.

Sana analisou. - Eu disse pra todos, eu seria famosa, eu sou, eu canto, atuo, sou uma pessoa bem sucedida, tenho um filho lindo, tenho tudo... Mas não me sinto assim, parece as vezes que não tenho nada.

Sana coçou a bochecha e viu o copo de suco de morango natural ser colocado à sua frente.

– Posso te fazer uma pergunta, mais pessoal do que qualquer coisa que te perguntei em todos os anos que trabalho aqui.

– Prossiga. - Sana disse e entornou o copo nos lábios.

– Você ama o Sr. Chou.

Sana parou de beber seu suco e franziu diante daquela questão. - Não sei.

– A senhorita deveria pensar sobre isso...

– Você acha que pode ser isso?

– Não sei Sana.

Sana terminou seu suco e decidiu ir brincar com seu príncipe... Mas a pergunta era a mesma em sua mente. Durante a semana, as nevascas diminuíram e Sana pediu um tempo para Jeonghan. Na sexta ele entrou em sua casa, não deu nem tempo da japonesa protestar, ele logo soltou as palavras.

- Vamos para Busan Sana,Jungkook me ligou... Wendy não está bem.

 

 

 

 

 

Continua...

 

 

 

 

 


Notas Finais


gente
talvez eu demore um pouco pra postar again
a escola tá me matando
e ainda tem o balé
aff
até mais ver pessoas


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