História Just an affair - Capítulo 21


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang, Park Seo-joon
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Park Seo-joon, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, Taeyang, V
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Palavras 1.656
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 21 - XXI


Fanfic / Fanfiction Just an affair - Capítulo 21 - XXI

- A gente podia ter um bebê. - o olhei chocada. - Mas a gente não pode.

- Isso, não podemos. - disse rapidamente.

- Mas podíamos ter um cachorro.

- Ah..., mas é um vínculo.

- Sim. Essa é a intenção.

- Mas e se a nossa relação acabar? Fudeu.

- Não. Faríamos como se fazem com os pais que se separam.

- Que horror. Coitado do filhote.

- Pensa com carinho, Jagi. Ia ser muito bom pra nós dois. Nos deixar unidos.

- Prefiro me manter unida de outra forma. - subi em seu colo.

- Você...é uma pervertida. - rio.

- Que cachorro você quer?

- O Chopa.

- O da gravação?!

- Sim...ele é fofinho.

- Mas eu gosto de cachorros bebês.

- Podemos ter dois também.

- Quem vai cuidar?

- A gente contrata alguém.

- Aigoo. Vai querer babá para os nossos filhos também?

- Já pensa nos nossos filhos? - aperta as minhas bochechas.

- Foi você quem disse que queria ter um bebê. - cruzo os braços.

- Na verdade, quando forem os nossos bebês, vamos cuidar deles. Faço questão.

- Acho bom. Vai que a mulher estraga os nossos filhos e daí já era. - riu.

....

Flashback ON~

- O que eu faço?! - grito de dentro do banheiro. - Ele não lembra de mim e esse...b-bebê. - ponho a mão na barriga, sentindo as lágrimas rolarem.

Saio dali depois do meu banho demorado. A enfermeira já estava impaciente.

- Demorou tanto que pensei que tivesse caído. - me ajuda a ir até a maca.

- Tem notícias dele?

- Sei que se preocupa, mas até agora não se lembrou de nada.

- Isso é tão injusto. Devia ter sido eu.

- Não diga isso. Deus sabe o que faz.

- Mas mandou ele se esquecer de mim!

- Calma. Não sabes o que fala. Durma um pouco e eu vou trazer seu almoço. - saiu e me coloquei na cadeira de rodas.

Fui até o quarto dele, que dormia. Mexi em seu cabelo e deitei sobre seu peito.

- Eu te amo tanto. O que eu devo fazer? Te contar?

- Contar o que? - sua irmãzinha de cinco anos chega com uma Barbie na mão.

- Sabe uma coisa legal? - negou. - Que agora terei como provar o que digo. - a coloquei em meu colo.

- Como assim, Unnie?

- Conversa de adulto. - sorriu e beijei sua testa.

- Está tão machucada assim?

- Foi só um corte.

- Mas tá costurado. - fez beicinho.

- Eu sei. É feio. Não olha. - tampei seus olhos e riu.

- Quando ele vai se lembrar da gente?

- Não sei, querida. Mas eu quero que isso aconteça logo.

- Unnie, ele me odeia agora. - seco suas lágrimas.

- A mim também.

Flashback OFF~

- Ah! - sento em um pulo e começo a chorar como uma desesperada. - Ah...- soluço e sinto uma pressão contra o peito. - Eu não mereço isso. Não de novo. - fui abraçada por trás.

Me apertou contra seu peito e chorei, tendo seu carinho em meu cabelo.

- Se acalma e me diga. - me encara e limpa minhas lágrimas.

- A irmã dele. Entende? Era tão pequena e eu tentei ajudar e consolar ela, mas eu precisava disso. Eu...tava...- um nó se forma na minha garganta.

- Grávida? - assenti e o abracei de volta. - E ele sabe?

- N-não...

- E você não quer contar, certo?

- Isso. É segredo. Não pode falar pra ninguém.

- O que?

- Eu tenho pavor porque perdi o bebê.

- Oh meu amor...- me abraça.

- Não conta. Okay?

- Não vou. Se me prometer não chorar assim. - faz um biquinho e me dá um selinho, abrindo um sorriso. - Te amo.

- Aigoo. Eu também. - sorrio.

- Agora, durma bem. - segura na minha mão e me deita na cama.

Me arrumou e me abraçou. Ficou fazendo cafuné no meu cabelo até eu dormir em seus braços novamente.

Taehyung ON~

Caralho, eu não esperava por essa.

- Minha gatinha indefesa. - beijo em sua bochecha. - Já sofreu tanto. Não vou deixar com que sofra mais.

Funguei e dissipei as lágrimas.

- Vamos ter o nosso tempo, todos têm. - tento pensar em um lado bom.

Me deito ao seu lado e fico sentindo seu cheirinho até dormir.

....

Ao acordar, a vi tranquila e a apertei em meus braços, a fazendo sorrir e abrir os olhos fofos.

- Yah..., pare de me olhar assim. - corou.

- Eu não resisto. - arrumo seu cabelo e dou um selinho.

- Eu vou ter que ir para uma entrevista agora. - se levanta.

- Mas...

- E eu tenho que passar na casa do Seo-Joon primeiro. Que merda...

- Jagiya...

- E ainda vou ter que ir em uma sessão de fotos. - se lembra e começa a se arrumar correndo.

- Jagi, se acalma. Ainda são 8:00.

- Mas eu tenho que estar lá às 9:00. - se arruma no espelho. - Aish...esse quarto. - murmura ao bater com o dedinho na quina da cama.

- Vem cá. - a abraço por trás e sorriu no espelho.

- Eu queria ficar, mas a Nim vai me matar se eu não for. - se vira pra mim e me beija. - Tchau.

- Tchau. - saiu correndo e caio na cama.

- Esqueci a bolsa. - riu e logo saiu novamente.

- Eu te amo. - sussurrei para as paredes.

Me arrumo pra sair e suspiro ao ver que estava sozinho, mas cercado por suas coisas. Sorrio e pego seu vestido preto nas mãos. Tão sem graça, mas chique. Ela não me ouve na hora de comprar as roupas e é tão insistente! Deixo o vestido no cabide e saio para treinar.

....

Quando saí, vi eles dois do outro lado da rua e a cara dela de quem não gostava nem um pouco de estar com ele. Mesmo suado e cansado, me aproximei dos dois.

- Hyung! - o cumprimentei.

- Você por aqui! - sorriu. Ai que raiva...

- Eu vi essa coisa linda do outro lado da rua e tive que vir. - a abracei.

- Estávamos indo para uma sessão de fotos agora mesmo. Quer vir?

- Quero. - acho que não esperava por essa resposta, pois ficou sem graça.

Fomos até o prédio e, na subida do elevador, a seguro por trás e coloco minha cabeça em seu ombro.

- Está suado. - sussurrou.

- Desculpe. - me afastei.

- Eu gosto. - puxou meus braços pra sua cintura.

- Ficou feliz por eu estar aqui? - assentiu.

Ele não escutava nossa conversa, mas estava com uma cara de bravo. Ao entrar na sala e eles trocarem de roupas, gerenciei tudo o que acontecia. Minha (S/N) é tão linda...

- Amor, olha essa roupa. - me mostrou um vestido decotado e cortado dos lados.

- Gostou?

- Não, mas achei que você fosse gostar. - sorriu.

- Verdade. É lindo e ficou ótimo em você. A gente pode levar? - pergunto a uma staff.

- Pode, claro.

- Eu não quero. - sorriu tímida.

- Mas ficou bem em você.

- Tae, agora eu vou só tirar mais essa foto e a gente vai pra casa. - assenti.

Posaram juntos e ela foi trocar de roupa.

- Hyung, tem algo que queira me contar?

- Nada. - fica um pouco confuso. - Por que? Você tem?

- Tenho sim.

- Então diga. - fala em um tom meio provocativo.

- Você deu em cima da minha namorada. - falo já com raiva.

- Não dei. - cruza os braços.

- Ela não mente.

- Não disse isso. Taehyung-shi, - põe a mão em meu ombro - tem certeza de que é essa a mulher que deseja? - desfiro um soco em sua cara e chamo atenção.

- Como ousa falar dela assim? - sorriu e limpou o canto da boca.

- Ela tá te enganando! - riu.

- Como?! - o agarrei pela camisa.

- Certeza de que já cresceu chifre em você. - sussurrou e o joguei no chão, chutando em sua barriga.

- Taehyung-ah! - a ouvi gritar meu nome e segurar meu braço para que parasse. - O que tá fazendo? - sua voz tinha um peso de angústia.

- Fica longe dele. - a abraço e me olha incrédula.

- Olha pra ele! - apontou. - Eu vou levar ele em um hospital, isso sim! - se agaichou e deixou algumas lágrimas caírem.

Pediu ajuda para levarem ele para o carro e olhou pra mim antes de entrar. Veio até mim e me abraçou, ficando na ponta dos pés.

- Desculpe. Só fiquei assustada. - deixou um beijo em meu pescoço e me olhou com carinho. - Vou levar ele no hospital porque é o certo a se fazer. Sei que teve suas razões,... Oppa. - sorrio de leve.

- Eu não vou. Quero tomar um banho, descansar. Me encontra em casa, okay?

- Estarei lá. - me dá um selinho e foi de carro.

(S/N) ON~

- Jagiya. - resmungou.

- Fica quieto e deixa a enfermeira cuidar de você.

- Seu marido é muito insistente.

- Oh...não. Ele é-

- Ai! Cuidado. - sussurra irritado a última parte.

- Como eu ia dizendo: ele é um conhecido.

- Ah...desculpe. Nomes. - pega uma prancheta.

- (S/N) e Seo-Joon.

- O que?!

- Quer que eu repita?

- Não. Eu ouvi bem. - engoliu em seco e chamou a enfermeira.

Ficamos sozinhos.

- Acho que já fiz o meu trabalho. - segurou meu pulso.

- Não. Fica.

- Seja lá o que disse pra ele, foi veneno seu. Do jeito que é...- me soltei e passei pelos corredores sendo notada pelas enfermeiras.

Bando de fofoqueiras.



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