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História Just an excuse. - Na Jaemin. - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Opa.

Duas atualizações em um um dia? OI?! QUE?!

ENFIM.

Uma agrado 'pro cês, meus piticos.

Boa leitura.

Capítulo 2 - Bônus.


(P.O.V Autora)


Haechan esperava ansioso pela resposta, enquanto Jaemin suava frio.

— Donghyuck... Eu...

— O que? Pode falar.

— A pessoa por quem sou apaixonado... É v-

Fora interrompido pelo barulho do microondas, avisando que o que quer que fosse estava pronto.

— Minha pizza! – Soltou Jaemin, que aproveitou e correu para cima, fazendo Haechan estranhar o ato do mais novo. – Minnie... O que tem de errado contigo?

Nana entrou no quarto e se encostou na porta, tentando controlar a respiração.

Seu coração batia tão rápido, que tinha medo dele sair pela boca.

— Nana? – Olhou para a cama. – Que foi? 'Tá tudo bem?

— Ah... C-Claro. – Mesmo trêmulo, se deitou ao lado do amigo. – Volte a dormir, ok?

— Tudo bem. – Sorriu e depositou um selar nos lábios do mais novo. – Boa noite, Nana.

— Boa noite, Nono. – Fechou os olhos e tentou dormir.


~No outro dia~


Os dois garotos estavam na sala, assistindo a uma série na qual Jaemin não prestava muita atenção.

Estava longe da terra, pensava em outras coisas.

Passou o dia todo fugindo de Haechan, que até estranhou isso, Jaemin nunca o evitou, muito pelo contrário. Ele as vezes puxava uma conversa agradável.

— Na Jaemin! – Se assustou quando levou um peteleco na testa.

— Ai! Que foi porra?

— Está me ouvindo?

— Óbvio que não, o que disse?

— Ridículo. – Jeno revirou os olhos. – Donghyuck me pediu para comprar sorvete, estou indo lá mas já que volto.

— Que? Calma, eu posso ir contigo.

— Não, fica aí.

— Por que?

— Jaemin, aquieta aí, ok? Eu já volto, relaxa. – Se levantou. – Vai querer alguma coisa?

— Me deixa ir contigo, é perigoso andar sozinho por aí.

— Às três da tarde?

— Exatamente.

— Ok, eu já estou indo. – Abriu a porta. – Já volto. – Saiu de casa.

O Na torcia para que o irmão de Jeno ficasse no quarto e não saísse até sua volta.

Não ia consegui ficar perto dele por muito tempo.

— E aí, Minnie. – Nana quis morrer.

— Ah... Oi...

— 'Tá tudo bem? - Jaemin apenas assentiu. – Certeza?

— Uhum.

— Parece que está desconfortável com a minha presença.

— C-Claro que não. – Haechan se sentou ao seu lado.

— Então por que está me evitando?

— N-Não 'to te evitando.

— Está sim, quando vou me aproximar, tu foge.

— Impressão sua.

— Qual é! O que eu te fiz?

— Nada, ué.

— Então fala comigo, poxa.

— Mas eu estou falando, Haechan.

— Será que pode olhar 'pra mim pelo menos? – Segurou o rosto de Jaemin e o virou para si.

Esse simples ato serviu para o mais novo quase ter um infarto ali mesmo.

— Donghyuck...

— Agora me diz, o que está acontecendo? Por que fugiu ontem? Por que está me evitando desde manhã? – O maior engoliu a seco e sentiu suas mãos úmidas.

Queria que um alienígena o abduzisse agora mesmo.

— Eu... Eu só queria ir dormir... E... Eu não estou te evitando.

— Você mente tão mal. – Estalou a língua no céu da boca. – Ficou assim depois que te perguntei sobre a pessoa que gosta... É algo muito pessoal, por isso ficou com raiva de mim? – Arregalou os olhos.

— Não! Eu nunca ficaria com raiva de você, Hyuck, nunca.

— Então por que... Me ignorou? Por que... Está agindo assim? O que tem de errado contigo? Me diz, me deixa tentar te ajudar, e–

— VOCÊ! – O outro se assustou.

Não ia conseguir segurar por muito tempo, então tacou o foda-se para o bom senso e resolveu jogar todas as merdas no ventilador.

— Eu? O que tem eu? Eu–

— Você é a pessoa...

— Que pessoa?

— Por quem estou apaixonado! Porra Donghyuck! Estou apaixonado por você! É você quem ocupa a minha mente, 'tá legal? – Tirou as mãos do mais velho de si. – Me odeie, me xinga, sei lá! Mas a resposta está aí. – Passou a mão no cabelo. – Droga...

O Lee ficou estático, não sabia como reagir. Nunca imaginava que Na Jaemin poderia estar apaixonado por ele.

As vezes percebia os olhares do mais novo sobre si, mas não sabia que podia ser isso, nem passava em sua cabeça.

Agora tudo fazia sentido... A gagueira repentina que Jaemin tinha quando ele estava perto... Como sempre ficava desconfortável quando insinuava que tinha algo com seu irmão... Tudo.

— Você... É apaixonado... Por mim?

— Sim, Donghyuck. – Desviou o olhar.

— Desde quando?

— Não sei... Só... Aconteceu. – Sentiu seu rosto queimar.

Se sentia totalmente envergonhado por confessar seus sentimentos.

Sabia que podia quebrar a cara, mas se deixou levar pelo momento.

— J–

— Me perdoa...

— Por que está pedindo desculpas?

— Por não poder ficar com seu irmão, eu não o amo dessa forma, me perdoa.

— A culpa não é sua... E... Você não tem que gostar de quem gosta de você, isso não é uma lei. – Apenas assentiu, sem conseguir encarar Haechan. – Jaemin... E–

— Por favor... Não diga... – Sua garganta fechou. – Eu sei bem, não precisa me dizer... – Seus olhos arderam.

— Desculpa... – Queria poder dar um abraço no mais novo, mas sentia que agora não era o momento.

Jaemin ia dizer que estava tudo bem, mas sua voz falharia e o entregaria. Não queria chorar na frente dele.

— Minnie... Me promete uma coisa? – Permaneceu olhando para o chão, tentando controlar o choro. – Me prometa que vai ficar bem... – Uma lágrima solitária escorreu em sua bochecha. – Por favor... Me prometa.

— 'Tá. – Haechan respirou fundo e levantou o rosto do garoto. Quando o fez, sentiu seu peito doer.

— Me prometa.

— Donghyuck... Por favor...

— Promete. – Enxugou as lágrimas do mais novo.

— Tudo bem, eu prometo. – Sua voz falhou.

Donghyuck se sentia culpado, queria poder proteger aquele garoto, mas sabia que o melhor era se afastar.

Ele entendia a dor do outro, já passou muitas vezes por isso.

— Não deixe... Jeno te deixar desconfortável de novo, não precisa aguentar isso... – Jaemin apenas assentiu e tirou as mãos do mais velho de si, olhando para o chão.


~Um tempo depois~


Jaemin estava deitado em sua cama, pensando na vida.

Já havia se passado dois meses desde aquele dia que confessou gostar de Donghyuck.

No dia inventou uma desculpa qualquer e foi 'pra casa, onde soltou todo aquele choro preso em sua garganta.

Disse a si mesmo que ia esquecer Haechan, por mais difícil que fosse.

Nesse tempo, Jeno começou a frequentar mais sua casa, já que não ia conseguir encarar ele, não podia...

Mas ao contrário de antes, ele já conseguia não ficar triste ao pensar em Donghyuck.

Esquecer o sujeito estava dando certo, ele finalmente estava conseguindo.

Tudo bem que as vezes batia aquela carência, a dor voltava e ele desabava. Mas sempre se erguia e seguia em frente.

— Maninho! – Olhou para a porta e viu Chenle.

— Oi, Lele. – Correu até o irmão mais velho e se jogou em cima do mesmo. – Ai...

— Você 'tá bem? – Jaemin envolveu seus braços ao redor do corpo do irmão.

— Sim, neném.

— Que mané neném. – Riu soprado. – Me diz... Você... Vai me mesmo na casa de Jeno?

— Sim.

— Mas... Ele pode estar lá.

— Ah, com certeza Haechan vai estar lá.

Chenle acabou descobrindo que na real o irmão gostava de Donghyuck, não de Jeno.

Descobriu quando viu seu irmão chorando no canto, todo encolhido, quando foi chamar ele 'pra comer.

De primeira o chinês quis dar na cara dos irmão Lee, depois só na cara de Haechan.

Aí ele deixou essa idéia de lado e abraçou Jaemin, o confortando.

— E... Você está bem com isso? – Jaemin suspirou.

— Acho que já superei bem, não totalmente, mas o suficiente para conseguir ficar ao seu lado sem gaguejar, suar ou chorar.

— Certeza?

— Não... Mas a única forma de ter certeza, é testando.

— Nana... Não sei se é seguro.

— Não se preocupe, ok? Vou ficar bem.

— Qualquer coisa me liga, caso Jeno tente te seduzir ou tu não consiga ficar ao lado dele.

O Na admirava a preocupação do irmão consigo.

— Pode deixar. – Beijou o topo da cabeça dele. – Aí, 'tá afim de jogar?

— Agora. – Jaemin sorriu.

— Então vamos.


~Quebra do tempo~


Donghyuck se sentou ao lado do irmão, que parecia bem feliz.

— Que foi? Por que esse sorrisão aí? – Pegou o controle.

— Na Jaemin. – Tentou não demonstrar nenhuma reação ao ouvir o nome.

Dois meses se passaram, nunca mais viu Jaemin a não ser de longe, quando andava na rua para ir comprar alguma coisa.

Não queria admitir, mas sentia falta do mais novo.

Por muitas noites se pegou pensando no garoto de sorriso fácil.

Vê-lo chorando aquele dia foi difícil, se odiava tanto por causar as lágrimas nos olhinhos lindos de Jaemin.

E de tanto pensar no melhor amigo do seu irmão, um sentimento diferente surgiu.

Só não sabia distinguir qual. Não sabia se era culpa ou... Outra coisa.

— Entendi. – Começou a procurar um filme. – Escuta...

— O que?

— O que sente por Jaemin?

— Ué... Gosto dele, não 'tá na cara? – Olhou para o irmão.

— Gosta de verdade ou só sente vontade de foder com ele? – Jeno ficou sem graça.

— Ai, Haechan... Só... Que tipo de pergunta é essa?

— É só que... Não acho justo que Jaemin comece a gostar de ti, sendo que a única coisa que você quer é sentar nele. – Foi direto.

— Calma... Como assim "começar"?

— Ué, Jaemin só te vê como amigo. – Jeno gargalhou.

— Que piada.

— Não é piada, todo mundo já viu que ele não quer nada contigo.

— Claro que quer, 'tá bem na cara que ele me quer, estamos avançando aos poucos.

— Não, você é quem está avançando as coisas.

— Cala a boca, Haechan.

Por mais que amasse o irmão de paixão, sabia que ele não era um santo. Muito pelo contrário, Jeno era bem ousada e muitas vezes passava dos limites.

E saber disso, fazia Donghyuck sentir medo de que o irmão pudesse machucar Jaemin ou qualquer outra pessoa.

Mas principalmente Jaemin.

— Ei... E... Se tu descobrisse que... Jaemin gosta de outra pessoa?

— Seria bem injusto. – Piscou algumas vezes. – Deixo bem claro minhas intenções, ele tem que gostar de mim.

Donghyuck ficou totalmente incrédulo.

— Não fale como se ele fosse obrigado a isso.

— Mas ele é.

— Jeno, está sendo um babaca.

— Não, estou sendo justo.

— Você é ridículo.

— Você que é invejoso, não tem ninguém 'pra foder e fica enchendo meu saco.

— Eu não quero foder com ninguém, eu quero o J-

Parou de falar assim que percebeu o que ia falar.

"Meu Deus, no que estou pensando?", pensou.

De tanto falar do garoto, quase acabou falando seu nome.

Ainda bem que foi rápido o bastante para interromper sua própria fala, ia dar muita merda caso tivesse mencionado o nome de quem vem tomando conta dos seus pensamentos.

— O que?

— Quero um romance, não uma foda.

— Se as coisas derem certo, posso ter os dois hoje.

— Como assim?

— Jaemin vai vir aqui. – Haechan o olhou.

— Vai?

— Sim. – Sorriu animado. – Vai dormir aqui, então de noite... Nós podemos aproveitar.

Estranhamente isso incomodou o Lee mais velho.

— Hm. – Voltou a olhar para a TV.

De certa forma estava ansioso pela chegada do mais novo, queria vê-lo novamente.


~Quebra do tempo~


Jeno deu espaço para Jaemin entrar e esse o fez, dando um beijo na bochecha do mais velho.

Apenas pelo hábito.

— Quanto tempo não vem aqui.

— Pois é. – Jeno fechou a porta e olhou para Jaemin.

— Meu irmão está no quarto, mas não se preocupe, nossa privacidade está garantida.

— Certo. – Sorriu.

— Como de costume, vá deixar suas coisas no meu quarto.

— Tudo bem. – Subiu as escadas e deixou as coisas no quarto do amigo, como de costume.

Saiu do cômodo e foi para a sala.

— E aí, o que vamos fazer?

— O que quer fazer? – Se sentou no sofá ao lado de Jeno.

— Tem uma coisa...

— O–

Jeno o puxou para um beijo.

Quando Jaemin finalmente percebeu, empurrou o amigo.

— Jeno!

— O que? Não gostou? – Tentou beijar novamente o maior.

— Para com isso... – Colocou as mãos no peito dele.

— Qual é... Para de negar... Eu sei que você quer...

— Sai daqui. – O empurrou novamente, dessa vez subindo em cima dele. – Para com isso, garoto.

— Ficou bravo?

— Não, fiquei incomodado, agora para.

— Ai, 'tá. – Revirou os olhos. – Mas antes... – Beijou o maior novamente.

— Droga, Jeno. – Se afastaram.

— Agora vamos ver um filme. – Empurrou Jaemin e se sentou. – Qual você quer?

— Ridículo. – Riu soprado.


~Quebra do tempo~


— Droga, acabou a pipoca. – Jeno fez bico. – Vou ter que ir lá comprar.

— Se fodeu.

— Seu insensível. – Deu um tapa no outro.

— Ai! – Riu soprado.

— Hm... Merda. – Olhou para Jaemin. – Pode ficar e ir escolhendo o filme?

— Posso.

— Ok, eu já volto. – Nana assentiu e Jeno beijou sua bochecha.

Resolveu beber uma água, fazia muito calor e não estava afim de morrer desidratado.

Foi para a cozinha e pegou o copo, o enchendo de água.

Bebeu o líquido e se virou, pronto para ir para a sala.

Mas ao invés disso, se assustou quando viu Donghyuck ali parado com as mãos no bolso, o olhando. Quase derrubou o copo e de quebra deu uma engasgada.

— Que susto, Haechan! Não faz mais isso! – Colocou a mão no peito e respirou fundo.

— Cadê Jeno?

— Foi comprar pipoca. – Se sentiu orgulhoso de si mesmo por não gaguejar.

Estava finalmente conseguindo.

— Hm... Por que não foi com ele?

— Ele me pediu 'pra ficar e escolher o filme.

— E qual filme vão assistir?

— Ainda não decidi.

— Posso dar uma sugestão? – Se aproximou do outro.

— Claro.

— Picture of beauty. – Jaemin piscou algumas vezes.

— Ah... Não, esse filme... – Já tinha assistido e sabia que não era apropriado para o momento.

— O que?

— Ele é meio-

— Picante?

— É...

— Mas não é isso que vocês querem? Algo para esquentar o clima?

— Que? Do que está falando?

— Não veio 'pra foder meu irmão? – Nana riu incrédulo.

— Não, Donghyuck.

— Certeza?

— E por que se importa? Isso não é da tua conta.

— Pensei que fosse apaixonado por mim. – O mais alto suspirou.

Torcia 'pra que Deus perdoasse todas as suas mentiras.

— Não mais. – Haechan chegou mais perto.

— Ah, é? – Jaemin engoliu a seco.

— Sim... – Falou num fio de voz.

— Não acredito... Me prova.

— N-Não t-tenho que provar nada 'p-pra você. – Se xingou mentalmente por ter guaguejado.

— Já disse que mente mal? – O prensou na pia e tirou o copo de sua mão, o colocando em qualquer lugar.

— P-Para com isso, ok? Sai de perto de mim.

— Fica tão fofo quando está nervoso... Uma gracinha com vergonha... – Jaemin engoliu a seco.

— Isso não é justo...

— O que não é justo? – Segurou a cintura do mais novo. – Você beijar Jeno ao invés de beijar a mim? É... Isso realmente é injusto. – Colou seus corpos. – Não acha? Hm?

— Droga, Haechan! – Inverteu as posições e prensou o mais velho na pia. – Por que está fazendo isso?!

— O–

— Me fez prometer que ficaria bem... E eu cumpri! – Apontou o dedo na cara de Donghyuck. – Eu estava conseguindo seguir em frente, estava conseguindo te superar!

— J–

— E agora... Você... Vem como essa papo, o que você quer de mim Haechan?

— Você. – Olhou no fundo dos olhos bonitos do maior. – Desde que confessou seus sentimentos e saiu chorando por aquela porta... Não consegui te tirar da cabeça... – Segurou o rosto de Jaemin, que sentia seu coração quase saindo da boca. – Não sei que sentimento é esse que surgiu, mas... De uma coisa eu tenho certeza...

— Q-Qual?

— Quero você, Jaemin... Quero aqui e agora...

— Haechan...

— Posso te ter agora?

O Na quase não morreu ali mesmo, mas achou certo fazer isso depois do que ia acontecer.

Seja lá o que fosse.

— Pode... Por favor...

Donghyuck sorriu e juntou os lábios com os de Jaemin, sentindo ir as nuvens, seus lábios eram tão macios...

O clima começou a esquentar e as mãos não pararam quietas, percorrendo cada canto do corpo de ambos.

Haechan segurou a cintura fina do outro, o puxando para mais perto.

Jaemin mordeu o lábio inferior cheinho do Lee e desceu os beijos para seu pescoço.

— Nana... – Apertou sua cintura. – Eu quero muito avançar as coisas...

— Seu irmão pode chegar a qualquer momento.

— Então não temos muito tempo. – Abriu o zíper da calça do maior.

— Não mesmo. – Se olharam.

Haechan voltou a beijá-lo, dessa vez mais intensamente. Durante o ósculo, foi levando Jaemin para a sala, deixando um rastro de suas roupas pelo chão.

— Infelizmente não vamos poder ter preliminares, meu bem... – Empurrou o garoto para o sofá. – Mas prometo que outro dia o hyung vai fazer o trabalho completo.

— Ansioso 'pra isso, Hyuck.

— Eu também, Nana. – Sorriu e mordeu o lábio inferior. – Vamos ao que interessa... – Haechan terminou de tirar a roupa e Jaemin admirou o corpo lindo do mesmo. – Gosta do que vê?

— Muito. – Se aproximou e passou as unhas curtas no abdômen do maior.

— É mesmo? – Puxou o tecido da cueca azul do Na e a deslizou 'pra baixo.

— Uhum. – Agarrou o pênis ereto de Jaemin e começou a masturbá-lo. – Hyuck...

— Nana... Você quer me foder?

— Ah... Sim, muito...

— Quer que eu fique de quatro 'pra ti?

— Donghyuck... Por favor... – Aumentou o ritmo.

— Quer?

— Porra... Sim... – Puxou o ar com os dentes. – Quero ver essa sua bunda linda empinada 'pra mim, Hyuck... Hm...

— Então vem... – Parou com a masturbação e subiu no sofá, ficando de quatro. – Me fode, Nana. – Empinou a bunda, deitando a cabeça no sofá. – Por favor.

— Seu pedido é uma ordem, Hyuck. – Ficou de joelhos.

— Mostra o que sabe fazer, Nana.

— Ah, eu vou. – Levou dois dedos até a boca do mais velho, que os chupou com gosto. – Isso, perfeito. – Afastou suas nádegas e pôde ver sua entradinha piscando, parecendo bem convidativa.

Jaemin enfiou um dedo no garoto, o fazendo soltar um leve suspiro. Fez alguns movimentos e com cuidado enfiou outro.

— Ah... Nana... – Rebolou. – Por favor...

— Paciência, preciso te lubrificar um pouco.

— Jaemin, enfia logo esse teu pau em mim, nós já perdemos tempo demais. – O Na piscou algumas vezes. – Obedeça seu hyung, sim?

— Tudo bem... Se eu te machucar, me avisa. – Retirou os dígitos e encaixou seu membro. – Posso ir?

— Vem sem medo, Nana. – Mordeu o lábio inferior e entrou aos poucos no mais velho, ouvindo seu gemido manhoso. – Ah... Isso...

— 'Tá doendo?

Donghyuck achou fofo a preocupação de seu dongsaeng, admirava a calma e a atenção que tinha consigo, mesmo nessa hora.

Mas agora ele só queria sentir seu Minnie indo fundo e forte dentro de si.

— Não, Minnie. – O maior se movimentou lentamente, sentindo seu pau ser esmagado com o local apertado.

— Hm... Hyuck...

— Mais rápido, Minnie! – Segurou a cintura de seu hyung e começou a ir mais rápido.

— Assim?

— Oh... Sim... – Cravou as unhas no sofá.

Haechan parecia ir ao paraíso e ao inferno ao mesmo tempo, a cada estocada do garoto.

Jaemin fodia bem 'pra caralho, estaria mentindo se negasse.

Mas não ia admitir em voz alta que amou ter o garoto bem fundo dentro de si, apertando sua cintura com força, enquanto gemia palavras desconexas.

Muito menos que pretendia fazer mais vezes.

— Nana! Ah!

— Ah... Caralho... Hm... – Tombou a cabeça 'pra trás.

— Eu 'to quase, meu bem... Ahh!

— Hyung... – Aumentou ainda mais o ritmo. – Goza 'pra mim, Hyuck.

Haechan revirou os olhos de prazer e mordeu o lábio inferior, sentindo seu orgasmo se aproximar.

— Jaemin, mais rápido! – O garoto atendeu seu pedido. – Isso! Ah! – Seu corpo tremeu e ele gozou. – Hm... – Respirou fundo e deitou a cabeça no sofá.

Com mais algumas estocadas, o mais novo também se desfez dentro de Haechan.

Jaemin saiu de dentro dele e se jogou no sofá.

— Nossa... – Donghyuck se sentou e passou a não no cabelo. – Gostou, Hyuck?

— Eu amei, Minnie. – Subiu em cima do garoto.

— Temos que nos vestir.

— Temos. – Sorriu e colou seus lábios em um beijo calmo.

No meio do contato labial, o esfrega esfrega de suas intimidades acabou aumentando novamente o fogo de ambos.

— Acho que dá tempo de mais um round. – O menor disse descendo os beijos para o pescoço do garoto.

— Ah, é? Tem certeza? J-

— Absoluta. – Em um movimento rápido, virou seu dongsaeng de bruços.

— Hyuck...

— Shh... – Aproximou a boca do ouvido alheio. – Relaxa... O hyung vai te foder bem gostosinho, ok? – Mordeu o lóbulo do seu garoto, fazendo ele se arrepiar por inteiro.

— Certo. – Haechan umideceu os dedos, os chupando, e quando teve a certeza de que já estavam molhados os suficiente, enfiou os três de uma vez em Jaemin, que choramingou pela leve dor. – Hyuck...

— Alguém já entrou em você, Nana? – Assentiu.

— Já faz um tempo, mas já aconteceu.

"Me perdoe por mentir sobre isso, Jeno... ", pensou. 

— Ótimo. – Sorriu sádico.

— Haechan... – Moveu os dígitos rapidamente dentro do Na, que mordeu o lábio inferior, impedindo que um gritinho saísse.

— Prontinho. – Retirou os dedos e segurou a cintura do maior.

Sem cerimônias, entrou dentro de Nana, que gemeu alto.

Diferente de Jaemin, Donghyuck não era nada carinhoso. Já começou intenso, desferindo um tapa na nádega do mais novo, que apertava o braço do travesseiro pelo prazer e dor.

Já fazia bastante tempo desde que foi preenchido, tinha perdido o costume digamos assim.

— Porra Jaemin! – O sofá andava conforme as estocadas bruscas do mais velho. – Você é apertado demais, sabia? Ahh...

— Hyuck... Hm... – Haechan estava amando ter seu nome na boca do outro, daria tudo 'pra tê-lo gemendo ele o tempo todo. – Aah! Donghyuck!

Apesar da brutalidade, Jaemin estava amando.

Faria várias ao dia e não se cansaria.

Podia ficar dolorido, mas não se cansaria.

— Amor, goza bem gostoso 'pra mim, hm? – Donghyuck começou a masturbar Jaemin, enquanto metia sem dó nele.

— Não para... Isso... – O suor escorria da testa de ambos. – Ahh... Donghyuck... Hm... – Haechan apertou a cintura do mais novo e aumentou a velocidade da mão e dos quadris.

— Vem, meu bem... Suja a mão do seu hyung com a sua porra. – O Na sentiu seu corpo tremer. – Gostoso. – Mordeu as costas do maior.

— Ahh! Quase lá... Cacete... Hm... – Se desfez na mão do seu hyung e seu corpo ficou mole. – Ahh... – Haechan sorriu e deu mais algumas estocadas.

— Ahh... Minnie! – Jaemin sentiu o jato quente dentro de si. – Cacete... Preciso te foder mais vezes...

— Quando quiser. – Saiu de dentro do garoto e viu sua porra escorrendo, o que o fez sorrir minimamente. – Só... Mais calma, ok?

— Te machuquei? – O Na se sentou.

— 'To um pouco dolorido lá, mas nada demais.

— Desculpa, Minnie. – Segurou seu rosto. – É que eu não aguentei, você é gostoso demais, sabe? – Jaemin desviou o olhar e corou.

— O-Obrigado? – Donghyuck riu soprado.

— Fofo. – O puxou para um beijo. – Vou ser mais delicado na próxima, 'tá?

— Uhum. – Beijou a testa do mais novo e se levantou.

— Mas não prometo nada.

— Idiota. – Puxou Jaemin.

— Temos que nos vestir.

— Ai, meu Deus! – Arregalou os olhos. – E o Jeno?!

— Relaxa, ele só vai saber quando nós decidirmos contar. – Começaram a se vestir, recolhendo a roupa que deixaram pela sala e cozinha.

— Isso... Não é... Errado? Tipo...

Donghyuck lembrou da conversa que teve com o irmão e sorriu cínico.

— De certa forma ele merece, não se preocupe. – Terminaram de se vestir.

— Certeza? – Se sentou e puxou o garoto para seu colo.

— Jeno só queria sentar em você, ele não queria um romance e nem nada do tipo. – Olhou para Jaemin. – Então não se preocupe, ok? – Encostou suas testas.

— Você... Realmente gosta de mim?

— Não tenha dúvidas disso. – Se beijaram mais uma vez.

Como estavam hipnotizados demais, sentindo o gosto dos lábios um do outro, nem ouviram a porta se abrir, revelando Jeno.

— QUE PORRA É ESSA NA MINHA SALA?! – Jaemin arregalou os olhos e interrompeu o ósculo.

Haechan olhou para o irmão e estalou a língua no céu da boca, segurando a cintura de Jaemin, que estava apavorado.

— Ué, nunca viu duas pessoas se beijando? – Levantou as duas sombrancelhas, em puro deboche.


Notas Finais


Gostaram do bônus ou nem?

Mais debochado que Donghyuck, só dois dele né não?

Jeno eu te amo, ok? Mas na fic tive que te colocar como uma piranha babaca, desculpa.

ENFIM.

É isso, babys.

Espero que tenham gostado, me perdoem pelos erros ortográficos aliás.

Tia May ama muito vocês piticos.

XAUZINHO💓
Beijo na bunda e um cheiro bem gostoso no cangote de cada um.
❤❤❤❤


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