História Just Drama (Imagine Suga) - Capítulo 11


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Drama, Estrupo, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Min Yoongi, Namjoon, Suga, Taehyung, Violencia
Visualizações 81
Palavras 2.150
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Me desculpem pela demora com mas eu tive uns problemas. Vou tentar postar mais rápido e fazer capítulos maiores
Já agora, caso queiram saber a idade dos meninos:
Namjoon tem 19
Suga e Jimin 18
Jungkook e Taehyung 17

Capítulo 11 - He's not my father


Narrador's POV

— Não se mete, vaza daqui ou você também vai apanhar.- Respondeu Namjoon ao rapaz que tentava defender S/N. Ele era alto, provavelmente prática desporto, cabelo castanho e, na opinião de Jimin, só falta ter "idiota" estampado no rosto

Até porque só um idiota perderia o seu tempo tentando ajudar essa...essa coisa. - Pensou.

— Anda vem comigo, e vocês vão ficar ai...- ao desconhecido a encarou por um tempo- é  melhor não tentarem nada.- Retorquiu quando viu que Jimin planeava o impedir, quem ele pensa que é para chegar aqui e dar uma de super herói? Antes que o mesmo avançasse Suga pôs o seu braço a frente, iria deixar passar dessa vez. 

— Parece que ela encontrou um otário para fazer de segurança.- Disse Suga, raiva e ódio era facilmente notável na sua fala,  ele a olhou até que ela não estivesse mais ao alcance da sua visão e depois deixou que um palavrão escapasse da sua boca.— Essa porra não vai ficar assim.

***

Estavam todos em casa de Namjoon e Jungkook, ambos partilham um pequeno flat, inicialmente o apartamento era somente de Namjoon, o mesmo o tinha alugado quando foi expulso da casa dos pais e pagava as contas com o dinheiro que ganhava em pequenos trabalhos que encontrava até que Jungkook chegou à Seuol e, com o fortalecer da amizade, passou a ser seu colega de "quarto". Ao contrário de Namjoon, Jungkook não fora expulso de casa, pelo contrário. O mais novo saiu da sua cidade natal com seus pais pois os mesmos queriam que o seu filho estudasse na grande cidade. Quando Jungkook fez 16 anos pediu ao pais para viver com o amigo e estes, depois de muito pensar,  aceitaram o pedido do filho com certas condições

 Namjoon está contando para Taehyung o que aconteceu hoje com S/N e o desconhecido agora intitulado de "super-trouxa". Enquanto Namjoon falava Jimin não tirava olhos de Yoongi percebendo que ele estava perturbado com alguma coisa.

Taehyung mais uma vez não pôde estar presente porque tinha compromissos familiares. Ele é  uma incógnita para Jimin. Ele reparava na raiva e desprezo no olhar do amigo quando S/N estava presente mas mesmo assim Taehyung nunca se atreveu a tocar nela. Seu primo, Yoongi,  diz que ele apenas não tem coragem suficiente de sujar as mão com  uma pessoa tão imunda, talvez... Mesmo assim era tudo um pouco estranho para Jimin.  Será que ele sabia realmente de onde vinha todo aquele ódio?

— Está me ouvindo Jimin?- perguntou Namjoon, eles estavam falando sobre se vingarem de S/N. Algo como o habitual, levar a menina a um sentimento indesejável e sem dó, iriam esperar por ela no fim das aulas e dar uma "lição", esperavam que dessa vez o "super-trouxa" não estivesse por perto — Essa garota é muito idiota, se ela...- Deixou novamente de ouvir Namjoon quando vieram a mente memórias que ele próprio pensava já ter esquecido.

* Flashback On*

— Eu quero ser uma princesa quando crescer, ter um castelo enorme, um jardim lindo e você será o meu príncipe.- Sorri ao ouvir os sonhos tolos de S/N, mesmo com 11 anos ela ainda acredita em contos de fadas. 

— Eu não quero ser seu príncipe! Eu vou ser seu cavaleiro, assim posso cuidar de você e te defender sempre.

— Você promete que vai ser o melhor cavaleiro de sempre?

— Idiota, cavaleiro não existem,- o sorriso desapareceu do seu rosto- mas eu prometo cuidar de você sempre.

Ela voltou a sorrir e me abraçou, amo seu sorriso, seu abraço. Nunca deixarei de amar vê-la sorrir e sentir o calor reconfortante dos seus abraços. 

* Flashback Off *

— Jimin, Jimin- olhou para frente e viu Taehyung tentando chamar sua atenção, o que pareceu ser só meros segundos foram na verdade longos minutos. O flat partilhado estava agora cheio de fumaça degradando o ar e para seu espanto Hyeri e amigas suas também estavam no local. — Posso falar com você?

Assentiu.— Você sabe quem era o rapaz que defendeu S/N? 

— Não, mas não deve ser da escola.

— Não sabe nem o nome dele?- insistiu. 

— Não, porquê tanta curiosidade? 

— Por nada, esquece.

O mesmo já estava voltando para perto de uma garota quando uma pergunta pulou da sua boca, digamos que no momento a sua curiosidade foi maior.— Você nunca tocou na S/N. Porquê?

— Tenho os meus motivos.

— Quais motivos?- Agora foi a sua vez de insistir, embora não saber bem o porquê de tamanha curiosidade.

— A mente do ser humano causa mais danos que o corpo. Afinal a vingança serve-se fria...

***

Suga andava de um lado para o outro, o que já estava irritando Jimin. Depois de três dias sem ir as aulas eles finalmente tinham decido que este era o dia perfeito para fazer uma visita S/N porém as coisas não correram tão bem como planeado. Enquanto esperavam pela sua presa, Yoongi e o seu grupo foram surpreendidos pelo ""super-trouxa" e o mesmo os ameaçou. Alegou que se eles não deixassem S/N em paz as consequências seria uma queixa policial.

Horas depois do ocorrido Namjoon revelou a sua revolta e não era o único,  estavam tudos revoltados porém Jimin sentia uma alívio que nem ele sabia explicar o porquê, já tinha se sentido assim anos há trás mas não sabia o motivo do retorno desse sentimento.

Depois de tanto pensar no assunto Suga concluio que não seria o fim do seu método de diversão. — Eu vou me vingar dessa vagabunda, vou pensar em algo.  

— E se a gente fosse a casa dela?- sugeriu Jungkook.

— Ótima ideia, não vai ter como ela se salvar.- Respondeu Suga mas para Jimin era diferente, mesmo sem saber ele não queria que Yoongi e os meninos  fizessem aquilo. Ele sabia do que eles eram capaz e se ela estivesse sozinha os resultados poderiam ser macabros, o ódio que Suga sente por S/N é assassino.

— N-não! Quer dizer...vocês não acham que deviamos fazer algo em grande?  Já vai ser o último anos de alguns de nos aqui, porque não fazemos do nosso último dia inesquecível para S/N. 

— Você está falando do baile de finalistas?

— Sim,  porque que a gente não mostra quem ela realmente é no baile?

— É, acho que seria maravilhoso ver a cara dela sendo humilhada.- Disse Suga sorrindo e pensando num plano e no que poderiam fazer.

Jimin saiu da sala é foi até a cozinha tentar se manter a calma com um copo de água e logo viu Jungkook entrando na mesma. — Eu sei o que você fez. 

— Está falando do quê?

— Jimin, S/N não merece a sua pena. 

—Eu sei...- disse quando Jungkook já não estava presente. Afinal apenas idiotas podem querer o bem dessa...coisa.

Chang S/N's POV

Ainda não sei como descrever este sentimento. É como se eu tivesse tentando guardar algo que quer ser livre. Eu quero tentar sorrir novamente mas o medo me consume.  O seu olhar divertido quando repara que eu estou envergonhada me fazem corar,  a sua forma de falar baralhada consegue me fazer sorrir. Que ser tão diferente mas ao mesmo tempo tão igual.

— Você não vai comer sua maçã?- J-hope perguntou.

— Vou sim. - Quando ia pegar a maçã o mesmo a pega primeiro e dá uma dentada. — Ei isso é meu...- O mesmo riu- Idiota!

— O quê que você disse? 

— Nada, me desculpe. Eu não queria te ofender, desculpa.- Respondi rapidamente, não sei qual foi a razão que me levou a dizer aquilo. Afinal nós somos apenas colegas.

— Não se preocupe, eu gosto de ver que se sente a vontade comigo.

 Ele não estava errado mas também não estava certo. Eu me sinto bem com ele mas eu não me sinto a vontade. Para mim se sentir a vontade com alguém e quando essa pessoa se torna um lar onde você sabe que pode ser o que quer,  como quer.

— Há quanto tempo sua mãe morreu? 

— C-como você sabe disso?

— Você me falou no outro dia, não se lembra.- Não me lembrava de ter falado sobre minha mãe com ele mas talvez...

— Eu prefiro não falar sobre isso.

— Você quer falar sobre o quê?- perguntou e mais uma vez o seus olhar estava profundo.

— Fale sobre você, sobre a sua vida.

—Eu sou uma pessoa normal. Nasci aqui, vivo com a minha omma, o meu appa. Ah, eu tenho um cachorro! 

—  Só isso?

— Minha omma fala que eu nasci num momento em que ela precisava de esperança para continuar a viver. Ou seja,  J-hope.

— Sua omma deve ser encantadora...

***

Cheguei a casa e o cheiro a tristeza se fez presente. Essa casa está se tornando um sitio triste para mim. Eu já não quero estar aqui porque me faz pensar num passado que não vai voltar. Eu não sei transformar a lembrança em algo bom,  como é suposto ser bom algo que causa tanta dor.

Saí daquela sala desgastada, não por estar velha mas por ter testemunhado tanta dor.  O meu quarto sempre foi o meu refúgio mas agora é aonde eu sinto mais ansiedade. Deitar naquela cama é como ativar um botão de lágrimas,  o desespero toma conta de mim.  Ele me pega no colo e faz com que os seus braços sejam a única forma de eu sentir algo vivo. A morte  é parte de mim. 

Estes dias esse sentimento foi substituído por uma dor de cabeça que não se desloca para lado nenhum, ela viu em mim um lar tal como a depressão que fez de mim sua hospede.

J-hope, um nome estranho carregado por alguém mais estranho ainda. Será ele a minha esperança para algo melhor? Eu queria poder depositar todos os meus sentimentos nublados num pote e puder mostrar para ele o meu lado feliz mas isso seria mentir.  Eu já quis ser feliz e J-hope faz essa vontade voltar a nascer nesse meu coração tão destroçado.

Dou um pulo ao ouvir o celular tocar, algo que acontece raramente.

* Ligação On *

— Boa tarde, estou falando com a senhorita Chang S/N?

— Sim,  com quem falo? O que deseja? 

— Eu sou o policial que ficou responsável pelo acidente de condução que ocorreu à semanas atrás, fui eu que liguei para si. Está lembrada? 

— Sim... 

— Estou ligando novamente pois a senhorita se identificou como familiar da vítima do ocorrido e gostaríamos que fizesse reconhecimento do corpo. Está disponível para comparecer amanhã?

— E-eu...bem isso foi um erro. O meu pai está bem.

— Lamento o incomodo mas a senhorita alegou ser familiar da vítima logo é obrigatório que compareça.

— Obrigatório?! Eu meu pai está bem, ele está vivo.

— Mesmo assim senhorita. Será necessário um mandado para ir buscar?

— Não! Eu vou.

*Ligação Of* 

Isso não pode estar acontecendo. Eu não quero ver meu pai morto, não queri negar a morte dele, não quero mentir. Não sei o que fazer. 

Olho ao redor e eu quase me sinto sufocada pela medo. Eu estou completamente desnorteada, sem saber se vale a pena tudo isso. Se eu falar a verdade talvez seja mais fácil. Talvez doa menos.

Deito na cama e me abraço a Gidae. Como é bom ter pelo menos ele para me fazer companhia. Acho que se eu estivesse sozinha iria me perder na minha própria mente.

***

— Você não quer que eu vá com você, eu sei que vai difícil.

— O que vai ser difícil? Você está falando do quê J-hope?

— De te levar até sua casa,  vai sei difícil ficar tanto tempo sem mim.- O mesmo sorriu, não aceitei o seu convite porque hoje eu iria fazer o reconhecimento.

— Então tchau, seja forte.

Comecei andando devagar, na realidade eu queria que o caminho desaparecesse. Quando cheguei uma enfermeira me encaminhou até a sala correta.

— Esse é o corpo, você o reconhece?- Perguntou um dos policiais que estavam me esperando. Quando olhei para o corpo do meu oppa ali foi como receber uma facada.

— Não! Esse homem não é o meu pai.

Depois de resolver alguns detalhes os policiais me deixaram ir.  Não deveria ser pecado fazer alguém negar o próprio pai para bem próprio.

Eu não quero ser uma má pessoa, não quero viver com esse peso na consciência  e eu sei que essa mentira não durará muito. Eu não quero ir para um orfanat, eu tenho pais. Eu quero estar com os meus pais. 

Entrei em casa devastada e sentei no sofá tentando esquecer o que aconteceu até que ouvi campainha tocando. Era J-hope com uma caixa na mão e um sorriso.

— Desculpa mas eu quero ficar sozinha.

— Pois, mas eu vi essas cassetes em minha casa e vim até aqui para ver com você. Eu não fiz esse caminho todo para nada.

— Eu estou falando sério...eu quero ficar sozinha.- Lágrimas começaram a cair, malditas lágrimas.

— Eu também estou falando sério. Você ainda não entendeu que eu sou seu amigo? Ser amigo é estar com alguém sempre que essa pessoa precisar, é transformar uma lágrima de tristeza em lágrima de alegria. 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Obrigada por ler, eu admito que esse capítulo não foi dos melhores mas eu prometo que vou melhorar.
Beijo meus amores e até o próximo cap 😘


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