História Just Friends - Fillie - Capítulo 14


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Categorias Stranger Things
Personagens Chefe Jim Hopper, Dustin Henderson, Eleven (Onze), Mike Wheeler, Personagens Originais
Visualizações 210
Palavras 1.024
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom, chegamos na linha de chegada. Não sabem o prazer que foi escrever essa história pra vocês. Amei cada momento, pois seu que tenho os melhores leitores do mundo.❤
Não sou muito boa com despedidas, mas queria dizer que cada comentário, cada curtida e cada visualização significou muito para mim. Sei que tivemos um curto caminho, mas essa história tem um signficado muito maior para mim. Cada metro que percorria até tentar chegar até aqui, era um sorriso maior que dava.
Eu sei, eu sei, sou péssima com isso. Mas só queria dizer que amei vocês e amei escrever essa história ❤.
Ela me mostrou que devemos lutar por quem amamos, e que o amor vence barreiras. Até as maiores.
Finn e Millie me deram os melhores momentos da minha vidinha chata. Sou muito grata por isso.

Capítulo 14 - Epílogo - Aos Meus Olhos.


Fanfic / Fanfiction Just Friends - Fillie - Capítulo 14 - Epílogo - Aos Meus Olhos.

 

POINT OF VIEW MILLIE BOBBY BROWN 

 

 

Eu sempre procurei o amor em lugares errados. Sempre quis alguém para me amar, mas só achei uma pessoa para magoar meus sentimentos. Meu coração já estava um lixo, o que poderia dar errado se ele piorar? pensava enquanto estava deitada em minha cama. Eu sempre tinha alguém do meu lado, para me ajudar a apoiar. E uma delas era Finn. Meu melhor amigo desde da infância. Meu confidente, amigo, Mestre, conselheiro. Mas eu o perdi, pois fui burra e não soube aproveitar seu amor. Em uma festa idiota tive a honra de sentir seus lábios novamente. E nossa... como eram bons. Mas, no meu ponto de vista, não passou de um erro que não tinha conserto. Só queria esquecer que aconteceu, mas nunca deu certo, pois ele insistia em me beijar de novo e de novo, me fazendo esquecer qualquer desculpa para parar com isso. Eu não queria, e queria ao mesmo tempo seus beijos e toques. Sempre escondia o que sentia a usava a velha desculpa do "Apenas Amigos", mas como parar algo tão bom?

Só quando eu o vi tentando seguir em frente e desencanar de algo que não dava futuro - que no caso era eu - percebi que o queria. Acabei fazendo coisas que foram arrependimentos naquela época, mas hoje eu agradeço por ter feito. Pois, se não tivesse feito essas coisas, nunca teria coragem suficiente para me declarar para ele. Quando minha sanidade e vergonha foram jogadas no lixo, eu tive coragem suficiente para me reerguer das cinzas e fazer o que deveria ser feito há anos: a declaração. Estava quebrada -literalmente - e precisava de conserto, então joguei todo meu orgulho fora e me declarei. E por incrível que pareça, ele ainda me amava. Depois de eu o ter ignorado por anos, ele ainda me amava. Só aí percebi que era ele o meu conserto. A única pessoa que me acompanhou em todas as minhas fases. Desde da infância, até o amadurecimento. Eu deixei de ser criança só com 17 anos. E se continuasse fazendo besteira, sempre em meu subconsciente ia ter uma criança.

Consegui o que tanto queria: amor. Consegui ser feliz o suficiente para ter todas as minhas qualidades recuperadas. Se eu visse meu eu antigo, o aconselharia a fazer o certo, pois todos merecemos uma segunda chance. 

Eu me considerava a pessoa mais ingrata do mundo, pois não o queria, mas não queria vê-lo com mais ninguém. Como ele tinha me dito uma vez: eu só queria atenção. Mas quando a perdi, percebi que deveria mudar, para melhor é claro.

E aqui estava eu. Com um vestido de noiva, em uma igreja, andando em um tapete enorme que ia até o altar, olhando para a pessoa que mudou-me, mas não acompanhada da pessoa certa. Meu pai deveria estar ao meu lado, mas não está. Mas, quem me ajudou nesse momento? No momento que mais precisava de alguém? Ele mesmo. Meu amigo, namorado, noivo e futuro marido. O amor da minha vida. Agora, andando até o altar, vendo uma figura cacheada com um sorriso enorme, eu segurando um buquê, várias pessoas muito bem vestidas me olhando, emocionadas, eu me sinto importante. Estou feliz.

Já passei por várias fases, mas a melhor dela foi a gravidez. Nove meses depois, eu respirando fundo, olho para meu marido que está com um sorriso enorme.

- Marjorie Wolfhard Brown, bem-vinda a família - diz Wolfhard.

Ele me entrega o pequeno ser que segurava e eu sorrio. Uma menina linda. Cachinhos negros iguais aos do pai, lábios iguais ao meu, sardas espalhadas pelo nariz e quando ela abriu os olhos...

- Ela tem os seus olhos, amor - diz meu marido e beija o topo da minha cabeça.

- Eu te amo. - Sussurro para minha filha. - Minha menina, você vai ser muito feliz. -Olho para Finn, que encara a cena com um sorriso bobo. - Te amo, Finn.

- Também te amo, amor. - Ele me beija.

 

Quatro anos depois

 

- Marjorie, você vai se atrasar, querida! - falo.

-Já vai, mãe - diz Marjorie. - Pai, o senhor viu a minha... - Finn estende a lancheira na direção dela e ela sorri. -Obrigada, papai.

    Finn aponta para a bochecha e ela da um beijo. Marjorie fica entre o banco e me dá um beijo no rosto, depois sai porta afora.

- Estava tão concentrada, amor - diz Finn, se aproximando de mim e beijando meu pescoço. Suspiro alto, completamente anestesiada com suas carícias. - Em quê?

- Pensando na vida.

- Não gosto dessas palavras - ele diz, subindo os beijos para minha boca.

- Parem de se agarrar, nojentos! - Exclama Noah.

- Até esquecemos desse maluco - Noah mostra o dedo do meio para Finn.

- Olha isso, amor - diz eu.

Ficamos observando a cena. Marjorie correndo com sua mochilinha nas costas e abraçando Peter. Ele sorri envergonhado e entrega uma flor a ela. Ela cheira e sorri. O sinal bate e Marjorie entrega a flor para uma loirinha que passava por lá, e puxa o braço de Peter. Não reconhecendo o simples gesto do garoto. Fazemos uma careta, mas começamos a sorrir.

- Será que ela sabe que meu filho estava tentando agrada-la? - Noah faz um bico.

- Crianças - começo - não sabem o que é amor.

- Falou a entendida - murmura Finn e eu dou um tapa na sua coxa.

Ligo o rádio e coloco na estação de músicas clássicas. Finn me olha com os olhos arregalados.

- Ah,não. Coloco Nirvana aí, meu amor - pede com um biquinho.

- Não - falo com um sorriso esperto.

- Então - ele tira a chave do contato-, não vamos dar partida nessa coisa.

O encaro com uma sobrancelha erguida e troco de estação. Está tocando Little Mix.

- Banda de mulherzinha - sibila Finn, relembrando de uma conversa que tivemos anos atrás.

- Respeite as rainhas - falo com um sorriso, já sabendo o que ela falaria depois.

- Estou respeitando a minha - ele sorri e o mundo fica ainda mais colorido.

 

Fim

 


Notas Finais


Não sabem o quanto foi cortante escrever essas últimas três letras😢.
Obrigada por estarem ao meu lado nessa jornada maravilhosa. Agradeço a cada um que me acompanhou até aqui. Saibam que essa história sempre estará no meu coração, junto com vocês.
Amo vocês ❤.

Mas para compensar o final dessa caminho, tenho outras histórias no meu perfil. Dêem uma olhada❤.

Beijos e até breve❤.


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