História Just FRIENDS? Kaisoo - Capítulo 28


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Categorias EXO
Personagens D.O, Kai
Tags Amor, Dyo, Exo, Exol, Jongin, Kai, Kaisoo, Kyungsoo, Sulay
Visualizações 178
Palavras 1.361
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 28 - Capítulo 28


Fanfic / Fanfiction Just FRIENDS? Kaisoo - Capítulo 28 - Capítulo 28

Como dito por Jongin, ele não viajou mais, ficando assim mais tempo comigo, passava mais tempo no apartamento dele do que o meu próprio tanto que tinha até uma chave assim como ele do meu.

Haviam completado cinco meses que estávamos juntos ao todo, dois meses de namoro e três que aconteceu nossa incidente e posso dizer que nunca fui tão feliz na vida com alguém. Jongin me completava de uma forma inexplicável, o que eu tenho de tímido ele tem de ousado por exemplo e tudo com ele era bom, perfeito, não só o que fazíamos na cama.

E como fazíamos, não apenas na cama, mas no sofá, banheiro, carro e uma vez quase no elevador.

E mesmo com nossas diferenças somos felizes do nosso jeito.

Mas uma sexta-feira havia chegado, mas está era especial e iria aproveitar que Jongin chegaria mais tarde do trabalho como havia me avisado e fazer uma surpresa em seu apartamento e por resta razão acabei saindo mais cedo do trabalho passando em casa tomado um banho, passado no fast food que ele mais gosta e comprado sua maior paixão, frango frito no balde e segui para seu apartamento.

Como não queria que Jongin soubesse da minha presença antes da hora certa eu peguei um táxi que depois que sai do fast food e segui para o prédio onde o tarado da minha vida morava.

Quando chegamos na entrada do prédio paguei o taxista e fui até a portaria onde o porteiro abriu a portão para mim.

Segui andando devagar até o elevador por que convenhamos, não sou a pessoa mais equilibrada para andar rápido com a mão cheia de coisa, pois além do balde de frango estava com um sacola.

Apertei o botão do elevador e fiquei o esperado e assim que o mesmo abriu as portas apertei o botão e as portas se fecharam.

Alguns segundos depois as portas se abriram e segui direto para o apartamento de Jongin e abri a porta e entrei e a fechei.

Segui até cozinha e deixei o balde de frango junto com a sacola em cima do balcão, foi arruma as coisas para quando Jongin chegasse.

Porém, ao ver a bagunça que estava a sala de estar. Convenhamos, tenho um pouco de culpa nisso, resolvi arrumar-los afinal ainda tinha tempo até Jongin chegar.

Porém, quando seguia para sala notei que a luz do quarto de Ninie estava acesa o que era normal já que o meu namorado só não esquece a cabeça por que está bem presa ao corpo vivia esquecendo ela ligada.

Então, deixei a almofada que tinha nas mãos de lado e segui até o mesmo.

-... Ninie você lembra como era nossos momentos juntos.

Uma voz disse, me encostei atrás da porta para ouvir entre aberta.

- Para com isso agora, você sabe muito bem que não devia estar aqui.

Ouvir a voz de Jongin dizer.

- Porque? Nós éramos felizes juntos, eu era seu baby lembra daddy.

Meus olhos se arregalaram ao ouvir isso por lembrar de certa vez quando Jongin me disse, jurou, que nunca teve outro baby boy além de mim, e que nunca foi daddy de ninguém também e eu é claro acreditei, afinal, ele nao tinha porque mentir para mim, certo?!

- Vai dizer que esse seu namoradinho é melhor que em, ele te satisfaz como eu daddy?

Olhei entre a fresta da porta em direção ao espelho que tinha perto da cama de Jongin.

Digamos que ele colocou lá para...

O tal rapaz que eu ouvi a voz estava semi vestido apenas com camisa e a peça íntima e frente a frente a Jongin que só trajava uma calça de moletom.

- Sai daqui, Kyungsoo deve estar chegando e eu não deixar que ele te veja aqui.

- Porque não? Tá mais do que na hora dele saber que não passa de um passa tempo, uma diversão e que o homem que você precisa, o seu homem, o seu pequeno...

O seu pequeno?!

-... Está bem aqui.

Dizendo isto o rapaz puxou Jongin e o beijou o empurrando contra a cama e Jongin foi, ele caiu na cama e o outro rapaz foi para cima dele.

Eu fiquei tão sem chão ao ver isso, meu peito apertou de uma forma que o ar pareceu sumir dos meus pulmões e o chão dos meus pés e por pouco, muito pouco quase desmaiei e talvez por isso tenha me apoiado na porta que abriu de vez indo contra a parede fazendo barulho, tanto barulho que Jongin empurrou o rapaz e olhou em direção a porta aberta, em minha direção.

Naquele momento, juntei forças de onde não tinha e saiu correndo direção a cozinha e só parei para pegar a sacola que tinha trazido.

- Kyungsoo espera.

Jongin berrou atrás de mim enquanto seguia para a porta do apartamento, porém antes de alcansar-la ele me segurou pelo braço e minha mão automaticamente voou em sua cara.

- Nunca mais encoste em mim.

Eu lhe disse segurando as lágrimas.

- Kyungsoo deixe-me explicar...

- Jongin volta para cama.

Nós dois olhamos em direção ao corredor onde o tal rapaz estava parado abraçando o próprio corpo.

Jongin virou em minha direção novamente negando com a cabeça.

- Isso não é...

- Não é o que? Era esse seu trabalho até mais tarde Jongin? Ou deve ser também suas viagens a trabalho?

Disse e o rapaz atrás de nós começou a rir.

- Viagem a trabalho, não tinha desculpa melhor?

Respirei fundo para me controlar e não chorar na frente deles.

Por mais que estivesse doendo por dentro não iria dar esse gostinho para ambos. Isso não, isso nunca.

Aproveitando que Jongin se destraiu olhando para atrás puxei meu braço e fiz algo que nunca pensei fazer antes.

Apesar de estar com as mãos trêmulas, levei a mão esquerda até a direita e tirei o anel de brilhantes que Jongin havia me dado jurando para mim que, o que sentia por mim era eterno e verdadeiro que jamais iria acabar e que ele nunca iria me magoar, como fez agora.

Ver Jongin com outro ainda mais ter esfregado na minha cara que fui idiota esse tempo todo e que sem dúvidas agora, Jongin só me queria para sexo foi demais para mim.

Jonguei o anel em Jongin e me virei e sai batendo a porta, andei o mais rápido que pude em direção ao elevador já que ele não poderia me seguir com os trajes que estava, ou melhor, sem eles.

Quase quebrei o botão do elevador de tanto abertar e assim que ele chegou entrei para dentro dele e apertei o botão do terrio.

Sai desnorteado do prédio, não sabia bem para onde e como ir, a primeira lixeira que eu vi joguei a sacola de papel dentro com o presente que nunca chegou a ser entregue.

O primeiro táxi que eu vi dei sinal e ele parou e eu entrei.

- Para onde senhor.

Olhei para o motorista que me olhava esperando uma resposta é nesse momento minhas forças acabaram e aquela maldita cena de Jongin e outro passou em minha mente e as lágrimas começaram a cair com força.

- O senhor está bem? Sente algo?

O taxista perguntou mas eu não consegui responder apenas encostei a cabeça no banco do táxi e chorei de tal forma que cheguei a soluçar.

Quando enfim me acalmei um pouco, para o alívio do taxista que me olhava desesperado dei o endereço da minha casa e o mesmo seguiu para lá.

Fiz o caminho do terrio até a porta do meu apartamento praticamente no automático e quando entrei para dentro do mesmo e fechei a porta e foi como se o chão sumisse, minhas pernas bambeassem e eu fui ao chão me escorando na porta.

Tudo que eu temi estava ali acontecendo é aquela voizinha que berrava para me afastar de Jongin apareceu em minha cabeça, como aquele amigo que fala a plenos pulmões.

"Eu te avisei".

Sim, ela havia me avisado, mas eu fui teimoso e resolvi seguir meu coração e agora estava pagando o preso alto de mais. Estava com ele partido ao meio e sangrando por dentro de uma forma que nunca havia antes.

Eu amei, amo, Jongin de uma forma completa e acreditei que ele também me amasse e agora por ser idiota em acreditar no homem de mil homens terei que conviver com um coração quebrado, uma tristeza sem fim e suas consequências.

* * *




Notas Finais


Oi gente, não vou nem perde tempo pergunta se estão bem.

PS: não revisei o capítulo.


Até o próximo capítulo.


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