História Just fuck - me! (Imagine Jeon Jungkook, HOT) - Capítulo 16


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, Got7
Personagens Anitta, Jackson, JB, Jennie, Jeon Jeongguk (Jungkook), Jisoo, Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lisa, Mark, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Rosé
Tags Bts, Imagine, Imagine Jeon Jungkook, Jenlisa, Vai Ter Muito Secso Mesmo, Você
Visualizações 282
Palavras 1.731
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção Adolescente, Fluffy, Harem, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, meu povo!



As Team Yoongi irão amar esse cap.

Capítulo 16 - Em breve seremos nós...


Fanfic / Fanfiction Just fuck - me! (Imagine Jeon Jungkook, HOT) - Capítulo 16 - Em breve seremos nós...

Ouvi o interfone tocar e desci as escadas rapidamente, rezando para que eu não acabasse me deparando com mais uma cena constrangedora no caminho até a porta principal - como aconteceu quando cheguei mais cedo.

Passei pela sala e percebi que Jennie cochilava com o rosto pousado no ombro de Jungkook enquanto este, se encontrava concentrado no BL que passava na TV.

Espera, BL?

- Eu já ia atender... - Ele mormurou, ainda vidrado no episódio de Sotus.

- Tudo bem, é para mim...

- Está esperando alguém? - Me encarou com o cenho franzido.

- Sim, o meu... amigo.

Era estranho chamar Min Yoongi de amigo, já que antes ele era apenas o carinha que eu transava as vezes...

- Hum... - Ele assentiu, ainda sem voltar a olhar para a TV.

Dei de ombros e abri a porta, em seguida sentindo os braços longos e acolhedores de Min Yoongi me abraçarem apertado.

- Está tudo bem? - Me perguntou, afobado, contra o meu pescoço. - Está com dores ou algo do tipo? Esta tudo bem com o bebê?

Assim que Jungkook ouviu a palavra bebê sair da boca do meu mais novo amigo, o projeto de homem arregalou os olhos e começou a tossir exageradamente.

Rolei os olhos.

- C-Como assim? - Se levantou do sofa, se recuperando do engasgo com a própria saliva e caminhou até nós de forma apressada.

Jennie acabou acordando e reclamou por ter batido a cabeça no braço do sofá assim que o ombro do noivo quebrou o contato com seu rosto.

- Ele sabe do bebê? - Sussurrou apenas para que eu e Yoon ouvissemos

O moreno se afastou de mim e eu olhei para o rosto assustado do meu primo à nossa frente. Em seguida, o que partiu dos lábios do meu amigo, confesso, me deixou um tanto surpresa.

- Claro, já que eu sou o pai.


[...]


- Você não vem dormir?

Já era a terceira vez que Jennie aparecia na sala para chamar pelo noivo, exigindo que fossem dormir juntos, porém, meu primo não parecia querer subir para o quarto tão cedo.

- Agora não... - E seus olhos passearam até mim e Yoongi, que estávamos sentados no sofa menor.

Meu amigo estava com a cabeça em meu colo, enquanto eu lhe fazia carinho nos cabelos negros.

Confesso, ultimamente eu estava adorando a presença de Yoongi na minha vida.

Ele parecia ter o poder de fazer com que eu me esquecesse de tudo de ruim que eu vinha passando naquelas ultimas semanas.

Esquecer, talvez não fosse a palavra certa, mas, aliviar, talvez fosse...

Tudo ficava mais leve quando  ele estava por perto.

- Pode ir se quiser, não tem pro-

- Já disse que agora não, que saco! - Subiu o tom de voz comigo, me cortando de forma rude, porém, não me importei.

Normalmente, eu ficaria puta e o xingaria, mas, me sentia bem demais naquele momento para me preocupar com coisas tão banais.

Jennie bufou, subindo as escadas novamente. Continuei calada, sentindo Yoongi se virar e beijar minha barriguinha coberta pela camiseta grande que eu usava.

Gargalhei quando ele enfiou a cabeça por dentro da minha blusa e seus labios começaram a fazer pressão contra a minha pele, imitando um barulho estranho, semelhante ao de peido.

Acabei tremendo e rindo  mais exageradamente ainda quando ele começou a passar a língua quente na minha costela, como um gatinho.

- Você é muito sensível... - Ele também começou a rir e ficamos os dois gargalhando feito idiotas.

- Você sabe que sim... - Mormurei, me recuperando do riso e empurrando sua cabeça para que se afastasse daquela área.

- Caralho, será que da para me respeitar? - Ouvi a voz esquecida de Jungkook soar grossa e... raivosa?, pela sala. Olhei para Yoongi que apenas rolou os olhos e riu baixo antes de afastar o rosto.

Eu não estava enxergando más intenção em seus atos. Sério, ele apenas me abraçava e beijava minha barriga.... Talvez como um verdadeiro namorado faria casualmente.

Bom, eu não sabia, já que nunca tinha tido um namorado.

- Obrigada!  - Jungkook usou um tom de superioridade que eu não havia gostado. Na verdade, eu estava reprovando a maioria de suas atitudes ultimamente.

- Então em breve você irá se casar? - Yoon perguntou ao meu primo.

Eu já tinha dito isso à ele em algumas de nossas conversas no colégio.

- Sim! - Jungkook sorriu. - Com a mulher mais linda e pura que existe nesta terra. - Disse orgulhoso, como se Jennie fosse um troféu à ser admirado.

Desviei o olhar para a televisão e pedi aos céus para que não acabasse chorando alí mesmo.

Malditos hormônios!

Yoon acariciou minha mão ao perceber que eu me encontrava perdida em pensamentos.

- Em breve seremos nós, certo, amor?

E essas palavras foram o estopim para que Jungkook se levantasse do sofa bufando e subisse as escadas, seguindo para o quarto de hóspedes em seguida.

[...]

- Seu quarto é lindo... - Yoongi mormurou, assim que adentrou o cômodo um tanto bagunçado.

Eu gostava do meu quarto. Aquele cômodo exageradamente grande era o meu abrigo, meu refugio; era o único lugar onde eu me sentia em paz e podia usar para me esconder do mundo quando o sentia estar prestes a desmoronar sobre a minha cabeça.

Quando nos mudamos para essa casa, papai disse que me deixaria pintar as paredes de acordo com o meu gosto. E com o passar do tempo, os meus gostos mudaram muito. Tive a fase do rosa, do azul e preto, do apenas preto...

E naquele momento, eu estava na fase do colorido. Meu quarto parecia um Arco Iris de cores vivas. Haviam cores espalhadas por todos os lugares, como se alguém tivesse pego as latas de tintas e, simplesmente, jogado contra a parede.

E era bem isso mesmo que eu havia feito. Eu era louca, mas confesso que era ainda mais louca, pelos cabelos de Oh Sehun, exo. E foi daquela cabeleira colorida que surgiu a idéia das paredes do meu quarto.

E, para a minha surpresa, havia ficado legal. Tenho certeza que Yoon não estava dizendo coisas positivas sobre o meu cantinho apenas para me agradar.

- Ual! Você tem esse livro?

Ele correu até a parede maior, onde havia sete prateleiras brancas de livros e pegou apenas um: Call me by your name.

- Você gosta dele? - O questionei, me deitando na cama.

Ele ainda continuava parado em frente à parede de prateleiras.

- Sim! Bom, eu já assisti o filme e confesso que estava muito à fim de ler o livro! - Seus olhinhos brilhavam ao mesmo tempo que seus dedos alizavam a capa grossa com certa admiração.

- Você curte ler romances homoafetivos?

- São os meus preferidos! - Ele disse animado.

- Ual, são os meus também! Se quiser, pode levar o livro. Eu já li e não importa o quão bom ele seja, eu não consigo ler mais de uma vez. Na verdade, é assim com tudo que eu leio.

- Nossa, você é estranha. Como assim não consegue ler um livro por mais de uma vez? - Dei de ombros. - Bom, obrigado, com certeza vou levar essa preciosidade assim que for embora. - Ele riu. - Você é alguma fujoshi, ou algo do tipo?

- Sim. E vc? É um fudanshi?

Ele colocou o livro novamente no lugar correto, dizendo que depois pegaria antes de sair e caminhou até mim.

- Sim. Sou um fudanshi e, sou bissexual.

- Eu também. - Admiti. - Nossa, a gente tem tanta coisa em comum... - Mormurei, o observando engatinhar na cama até estar em cima de mim, com o corpo apoiado pelos braços.

Engoli um seco.

- Temos... Por que não começamos do jeito certo? - Senti seus dedos acariciarem minha bochecha.

- Por que eu nunca dei abertura para ninguém se aproximar do jeito certo... - Sussurrei, concentrada em seu rosto que aos poucos se aproximava cada vez mais do meu.

Senti seu nariz roçar no meu vagarosamente, acompanhado de um riso baixo partindo de seus lábios, enquanto uma de suas mãos se encaminhava até a minha cintura, acariciando minha pele por debaixo da blusa em seguida.

- Eu posso te beijar? - Esse seria o nosso primeiro beijo após ele ter se declarado.

- Sim, por favor... - Permiti, sem hesitar.

Não demorou muito para que seus labios tocassem os meus de forma lenta e naquele momento, Yoongi tinha gosto de hortelã e cigarros...

Mas isso não me incomodou nem um pouco.

Sua língua adentrou minha boca timidamente e eu logo me apressei em morder a pontinha bem devagar, rindo quando seu aperto em minha cintura se tornou mais forte.

Acabei gemendo baixinho com o toque mais intenso.

- D-Desculpa! - Pediu, fazendo menção de sair de cima de mim, porém, eu o puxei novamente.

Não queria que ele pensasse que estava passando dos limites comigo; que estava forçando a barra, pois ele não estava. Era tudo consentido.

Eu não queria transar, porém, naquele momento, estava sentindo uma vontade sofocante de beija-lo até que os meus lábios ficassem dormentes.

Descobri que além dos toques quentes de Yoongi em minha pele, seus beijos lentos eram a segunda coisa que eu mais gostava nele.

Malditos hormônios.

- Eu não quero te machucar...

- Não vai. - Afirmei. Peguei suas mãos e voltei a coloca-las em minha cintura. - Eu só quero as suas mãos em mim, não precisamos fazer nada.

Ele sorriu e assentiu, antes de se deitar ao meu lado na cama e abraçar minha cintura. Sua bochecha esfregava minha costela enquanto seus dedos desengavam circulos invisíveis em minha barriga descoberta.

- Ele é o pai, né? - Arregalei os olhos.

- C-Como você...?

- Você já me falou tanto dele, que faltou contar que ele é o pai do bebê que você carrega. Fora que é só olhar para vocês... Está na cara que já transaram. Também está na sua cara que você gosta dele... - Mormurou.

Ah, então isso explicava o modo como ele havia dito, quando estavamos na sala, que em breve seríamos nós dois á nos casar... E também, havia dito que ele era o pai do filho que eu esperava.

O que? Ele queria fazer ciúmes para o kook? Perdeu tempo, porque era óbvio que o meu primo não sentia absolutamente nada românticamente por mim.

- M-Me des-

- O que acha que vai ser? - Me cortou, ainda acariciando minha barriga.

Yoongi era um especialista em desconversar e fugir do assunto.

- Um bebê...? - Ri.

- Eu sei, idiota, mas... Acha que vai ser um garotinho?

- Não sei... Mas... O que vier, eu vou amar do mesmo jeito.

- Claro que vai... - Me olhou. - Você vai ser uma ótima mãe, vai ver...

E de uma coisa eu tinha certeza. Não seguiria o mesmo exemplo da mulher que me criou.


Notas Finais


Depois corrigo pq a impaciente da minha mãe está me gritando para ir fazer um arroz alí em baixo! Beijo para quem leu.

E se o nome do livro estiver errado, me desculpe, depois eu corrijo, é que acabei de escrever e sou pessima no inglês e esqueci como se escreve o nome do livro.


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